Técnicas

O poder da autoconfiança na gestão das empresas

Ser autoconfiante é um condicionamento necessário para gerir pessoas e processos dentro de empresas e organizações. Esse comportamento é imprescindível para aqueles que buscam o sucesso. Mas o que é autoconfiança?
Em entrevista ao Portal Dedução, o Business Coach da ActionCOACH Gustavo Winkelmann explica que autoconfiança é um estado mental que faz com que a pessoa tenha poder sobre si mesma e sobre suas ações, mantendo a convicção de que sua trajetória é a melhor opção que poderia haver. “O fato é que a autoconfiança pode ser trabalhada e aprimorada. Grandes líderes e gestores, antes de se tornarem bem-sucedidos, experimentaram insegurança ou desconforto em algum momento da carreira. Por isso, empenharam tempo e energia para reverter esses cenários e a dominarem em qualquer situação com confiança.”
Ser autoconfiante é necessário para gerir pessoas e processos dentro de empresas e organizações?
É imprescindível. A autoconfiança ameniza significativamente a insegurança na gestão. Como gestor, você deve estar certo dos riscos que corre e de suas convicções. Nunca será uma verdade absoluta, mas sempre será o seu norte. Isso determina a prosperidade de uma empresa.
Na prática, o que é ser autoconfiante?
Encarar os desafios, defender e seguir seus propósitos, além de manter o nível de engajamento elevado todo o tempo. Não se autosabotar ou colocar-se em condição de fracassado, também medem a autoconfiança de um indivíduo.
Nas empresas é importante trabalhar a autoconfiança individual antes de potenciá-la globalmente?
Na verdade, pode ser a única alternativa. As pessoas possuem contextos diferentes na formação do seu ser. O nível máximo de autoconfiança que um sujeito têm pode corresponder a menos da metade de outro. A capacidade e o tempo as práticas para ser mais autoconfiante varia. Existem as técnicas do coaching que potencializam esse processo, porém é muito vago garantir que, em um grupo, todos elevarão essa atitude.
Como um gestor consegue identificar o nível de autoconfiança da sua empresa?
Por ele mesmo. A empresa é reflexo do comportamento do seu gestor. Se não existir autoconfiança no indivíduo que conduz o negócio, é provável que a equipe não queira ficar nesse “barco sem capitão”.
Como desenvolvê-la em sua equipe?
Através de muito diálogo, promovendo a autonomia em certas tomadas de decisões, com apoio e acompanhamento dos gestores durante o processo, realizando trabalhos lúdicos fora do ambiente rotineiro. O acompanhamento de um profissional, como um coach empresarial ou executivo é um grande potencializador.
A autoconfiança pode ser aprimorada? De que forma?
Cercar-se de pessoas positivas: você tem o poder de escolher com quem anda. Esteja perto de pessoas que vibram com seu sucesso, que transbordam felicidade e que sempre olham para frente. Elimine da sua convivência os chatos e os que reclamam o tempo todo. Invista em você: vista-se bem, use perfume, cuide da aparência. Além disso, faça cursos e leia livros. É preciso ter conteúdo. Seja lembrado como alguém inspirador e agregador. Faça aquilo que você gosta: ouça sua música preferida no som do carro e vá a lugares que realmente te agradam. Busque ter experiências inesquecíveis na sua vida.
Revista Dedução

Lucro: o Oxigênio dos Negócios

Nas últimas décadas surgiram técnicas inéditas de administração. São as ferramentas de “como fazer” tais como a Gestão da Qualidade Total e a reengenharia, mas o “o que fazer” continua sendo o desafio dos gestores.Nas grandes empresas este desafio é distribuído entre equipes com formação acadêmica e domínio das competências necessárias para o desenvolvimento e implementação da gestão o que acaba incorporando a busca pelo “o que fazer” em um exercício constante de criação de cenários e planejamento de estratégias a serem implementadas em exercícios futuros.
O tamanho do desafio é o mesmo para todos, mas no caso das pequenas e médias empresas ele é quase ou totalmente solitário e o “o que fazer” passa a ser mais um exercício de sobrevivência do que de planejamento estratégico.
Várias podem ser as razões para que a tomada das decisões nestas empresas sejam mais vinculadas à sobrevivência e menos ao planejamento, mas duas delas são encontradas na maioria delas: desvio do foco ou da competência principal e a falta de eficiência e eficácia na gestão econômica.
A gestão de uma empresa deve ser vinculada a um modelo, a um padrão que permita avaliações, comparações e análises cuja finalidade é a constante implementação de melhorias.
A gestão econômica precisa priorizar da formação do preço de venda, pois além das funções de recuperar o custo e formar o lucro, a formação do preço de venda é uma decisão de cunho estratégico que pode implicar na conquista de novos mercados ou na perda dos existentes.Apesar desta importância, não são raras às vezes em que os preços são formados através do conhecimento empírico ou por estimativas desvinculadas da capacidade operacional instalada.
Guia Contábil

Site da Receita congestiona por consultas a restituição

Os contribuintes que precisaram consultar o segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2015 enfrentam dificuldades no início desta tarde.
A página da Receita na internet apresenta instabilidade e tem saído do ar em alguns momentos. Por meio da assessoria de imprensa, a Receita informou que as equipes técnicas foram acionadas e que o alto volume de acessos é a causa mais provável do problema.
As linhas do Receitafone, no número 146, estão congestionadas.
Desde as 9h, a Receita liberou a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 e a lotes da malha fina de 2008 a 2014.
O Fisco vai desembolsar R$ 2,5 bilhões a cerca de 1,5 milhão de contribuintes. A restituição será paga no próximo dia 15.
Exame.com

Por que os seus clientes não lembram de você?

Vivemos na era do relacionamento, em que pessoas curtem, compartilham e recomendam locais, serviços, produtos e etc. Nunca foi tão “fácil” tornar sua marca visível para os consumidores por meio de sites e redes sociais; da mesma forma que nunca foi tão difícil administrar o que está sendo falado por meio delas.

Neste artigo falaremos de algumas técnicas usadas pelo maior vendedor de carros do mundo considerado pelo livro dos recordes; Joe Girard. Autor do livro “Como vender qualquer coisa a qualquer um”.

Mostrando que não é necessário gastar tanto para ser lembrado, apenas com um bom atendimento e usar os meios de comunicação de forma inteligente.

Joe Girard percebeu que em média cada pessoa conhece cerca de 250 outras pessoas e que essas pessoas compartilham suas experiências amorosas, profissionais como também de compra, entendeu que poderia fazer disso um grande sistema de vendas, onde cada cliente lhe indicaria para outro amigo e esse amigo indicaria para outro e estava formada a “máquina de vendas”.Você pode estar pensando que para fazer isso requer muito dinheiro, digo a você que não;  apenas alguns cartões de visita, correspondências, telefonemas e sem dúvida a sua vontade de vencer. Essas foram às ferramentas usadas por Joe Girard; sabemos que hoje existem sites, redes sociais e sites de busca que auxiliam as empresas no relacionamento com seus clientes.

Mesmo com a presença da tecnologia a essência dos consumidores não mudou e ainda hoje cartões de visitas ajudam a fazer grandes negócios. O segredo para ser lembrado é estar presente, a maiorias dos vendedores se importam com a venda naquele momento e esquece que aquele mesmo cliente um dia irá precisar daquele produto ou serviço de novo, se preocupam quanto vão ganhar de comissão e não auxilia qual produto vai trazer melhor custo beneficio para o cliente, não trabalha com pós-venda. Joe Girard possuía um banco de dados com informações de todos os seus clientes, onde ele enviava postagens em datas festivas como: data de aniversário, natal e ano novo.

Esse banco de dados era tão importante que ele fazia questão de pagar um cofre no banco para guardar todos os seus contatos. Enquanto seus colegas de trabalho ficavam parados esperando um próximo cliente entrar na loja, Joe Girard ficava planejando qual seria sua próxima ligação ou envio de correspondência para tentar efetuar outra venda a determinado cliente, ele tinha por média que cada pessoa trocava de carro a cada três anos, logo; ele não perdia tempo! Também programou o sistema de perdigueiros, de forma que ele combinava uma comissão de 25 dólares para cada cliente que o indicasse para novos clientes. Então lhe pergunto: Quando algum cliente queria trocar o carro de quem ele lembrava?

Independentemente do seu tamanho uma coisa que todo cliente quer é um bom atendimento, que o vendedor lhe ajude com o produto ou serviço que traga melhor custo beneficio, isso deixará o seu cliente muito feliz e sem dúvida ele não só lembrará da sua marca , como também lhe indicará para outros amigos.

Pergunto novamente, só que dessa vez a você: Quando algum cliente deseja comprar roupas, cortar o cabelo, fazer a feira, ir ao restaurante, pintar a casa, trocar de televisão… (precisar do seu serviço ou produto), De quem ele lembra?

www.administradores.com.br/artigos/marketing/por-que-os-seus-clientes-nao-lembram-de-voce/75198/

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