Sucesso

8 documentários essenciais para empreendedores

A vida de um empreendedor é sempre repleta de desafios. Existem momentos em que tudo parece conspirar contra o seu sucesso, além de ser difícil encontrar tempo na rotina corrida para buscar inspiração e inovação.
É possível captar muitas referências positivas ao assistir aos filmes certos. Diversos documentários para empreendedores são capazes de mostrar novas maneiras de trabalhar, conquistar o público, enfrentar a concorrência e mais.
Conheça abaixo 8 documentários essenciais para empreendedores:
1. O Mundo a Seus Pés (2006)
Em 1975, o New York Cosmos passava por uma crise e seguiu por um caminho inesperado para reverter este cenário: contratou o jogador mais popular do mundo, Pelé. O novo nome alavancou a exposição do time e o conduziu até o título nacional. Uma contratação estratégica pode ser tudo o que a sua startup precisa para ser bem-sucedida.
2. Steve Jobs: One Last Thing (2011)
A grande mente por trás da Apple serve de inspiração para muita gente em todo o mundo, então um registro da sua vida deve estar entre os melhores documentários para empreendedores. Esse filme mostra um olhar próximo de Jobs e como ele costumava pensar e agir com os seus projetos.
3. Freakonomics: O Filme (2010)
Dirigido por seis grandes nomes do universo dos documentários, incluindo Morgan Spurlock (“Super Size Me: A Dieta do Palhaço”), apresenta diversas situações que revelam como funciona o processo de decisão das pessoas.
É um dos documentários para empreendedores que querem entender como ter sucesso no contato com seus clientes e, ao mesmo tempo, motivar suas equipes.
4. Indie Game: The Movie (2012)
Retratando o desenvolvimento de três games independentes que custaram a encontrar espaço em um mercado dominado por grandes empresas, o documentário traz parte do processo de criação desses jogos e o método de trabalho de seus criadores.
Qualquer empreendedor pode tirar muita sabedoria da trajetória destes programadores.
5. Inside: Lego (2014)
Não existe quem não conheça os famosos brinquedos de montar, mas a empresa passou por uma grande crise em 2000 que quase comprometeu toda sua história. Foi através da visão do seu CEO que a marca conseguiu se recolocar no mercado e permanecer relevante.
Um dos principais documentários para empreendedores, mostra como é sempre possível encontrar uma forma inovadora de acertar.
6. Print the Legend (2014)
A revolução das impressoras 3D traz muito a ensinar para os empreendedores. As histórias de destaque desta área podem ser vistas no documentário “Print the Legend”, que retrata as startups que souberam apostar cedo nessa tecnologia para obter sucesso.
O longa mostra o processo de viabilização de uma novidade e a importância de respirar inovação a todo momento.
7. The Call of the Entrepreneur (2007)
Um dos principais documentários para empreendedores registra três histórias paralelas: um banqueiro, um fazendeiro e um refugiado chinês. Todos precisam vencer as adversidades das suas vidas para encontrarem paz e fazem isso através de decisões de negócios certeiras.
O filme serve de inspiração tanto para quem está começando como para quem já vive o dia a dia de uma startup.
8. Beer Wars (2009)
Para os empreendedores que se sentem Davis tentando vencer verdadeiros Golias em seu mercado, o documentário “Beer Wars” é uma ótima recomendação. Ele retrata a luta de fabricantes de cerveja artesanal para enfrentar os grandes nomes da indústria.
O caminho encontrado por eles pode servir de referência para você se conectar aos seus clientes de forma eficiente para os negócios.

Cliente Abandona Documentos – Que Fazer Neste Caso?

O profissional da contabilidade deve então comunicar ao cliente/empresário que, de acordo com a legislação em vigor, a guarda de documentos é de exclusiva responsabilidade do contribuinte.
Para evitar um dano por uma responsabilidade que não é sua, no contrato de prestação de serviços o contabilista deve incluir cláusula a respeito da guarda de documentos. Evita assim demandas judiciais e aborrecimentos futuros.
De qualquer forma, em acontecendo o abandono, o profissional deve notificar o empresário, por meio de correspondência com aviso de recebimento ou via Cartório de Títulos e Documentos, solicitando que, no prazo de trinta dias os documentos que se encontram no escritório sejam retirados.
E se não houver retorno?
O profissional da contabilidade deve fazer uma publicação em jornal de grande circulação nos mesmos termos da notificação.
Se ainda assim, não houver sucesso na retirada dos documentos e o profissional da contabilidade não queira continuar guardando os mesmos, deve depositá-los em juízo.
Como se vê, o transtorno é grande, mas essas medidas são para resguardar o profissional contábil.
Estes procedimentos administrativos e judiciais subsidiam a precaução sobre futuras responsabilidades e eventuais prejuízos.
Guia Contábil

O sucesso passa primeiro pela dificuldade

Se relacionar não é fácil, e nunca será, ainda mais nos dias de hoje: instantâneos e ágeis. Além de o nosso tempo emocional ser diferente do tempo cronológico, o excesso de imediatismo potencializa expectativas momentâneas e de longo prazo que no meio do caminho já mudaram. E, assim como nas relações pessoais, as parcerias corporativas também sofrem dessa síndrome de ansiedade e expectativas sobre os resultados da relação.
No início tudo são flores. Porém, muitas parcerias não passam de puro frenesi ou tentativas que acabam em contratos vencidos ou interrompidos com saldos nem sempre positivos – apesar das fortes apostas.
Para uma relação funcionar é preciso reciprocidade e objetivos comuns. Não existem tantas regras assim. O mundo mudou, mas, se nem a Bíblia ficou obsoleta depois de mais de dois mil anos, certos valores e pilares para uma relação de sucesso também continuam os mesmos: confiança, respeito e perseverança. Dinheiro para investir também ajuda, e muito, mas não é o que faz dar certo.
No caso das parcerias comerciais, deixemos o amor e o envolvimento emocional de lado. Doses de paixão são sempre bem-vindas e, por isso, vale mantê-las até para cultivar o famoso sangue nos olhos no dia a dia.
Preservar o não envolvimento emocional e afetivo é importante, pois estamos falando de negócios, geração de receita, crescimento de mercado, resultados medidos e indicadores. Relações emocionais geram apegos que no mundo dos negócios não devem ser “apegáveis”.
Já a empatia nunca vai deixar de ser algo saudável para qualquer relação. Entender o outro e como ele funciona, ajuda você a somar com o melhor dele e diminui possíveis atritos desnecessários.
Porém, toda relação precisa de tempo para amadurecer e construir seu ritmo e a forma de trabalho. A transparência e a comunicação são fundamentais nesse controle da ansiedade e expectativas. Cálculos realistas do mercado, mapeamento de riscos, ameaças e oportunidades ajudam muito no caminhar e nos ajustes necessários.
Se questione: qual a nossa proposta de valor?
Metodologias ágeis que pivotam, testam e logo te trazem respostas do que funciona e do que não funciona são eficazes. Pensar demais te faz “ganhar de menos”.
Administradores

Como Competir com a Alta Carga Tributária no Brasil?

Os empresários que emitem Nota Fiscal de todas as vendas pagam impostos maiores do que aqueles que sonegam uma parcela. Como enfrentar esta concorrência desleal?
O Brasil está entre os países de maior carga tributária do mundo, sem que isto resulte em benefícios aos cidadãos.
“Um estudo do IBPT reuniu os 30 países com maior carga tributária e relacionou o recolhimento de impostos aos benefícios recebidos pela população, usando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma medida da qualidade de vida. No ranking, o Brasil ficou na última posição, atrás de países como Argentina e Uruguai”. (Fonte: IBPT 21/09/2015).
Ainda segundo OLIVEIRA (OLIVEIRA, FA. A evolução da estrutura tributária e do fisco brasileiro: 1889-2009. IPEA. 2010), entre 1916 e 1920 a carga tributária brasileira era de 7% do PIB; neste início do século 21, se aproxima dos 40% do PIB.
Entendo que a reversão deste processo, ou seja, redução da carga tributária e melhor investimento dos tributos arrecadados, muito bem interpretado pelo IDH, depende de cada um de nós.
Devemos repensar a convicção muitas vezes propagada de que o governo é formado por ladrões. E, mais do que isto, envidar esforços para expulsar as pessoas de mau caráter na gestão da coisa pública e substitui-las por pessoas éticas e competentes.
Isto pode parecer poético e utópico, mas somente pessoas de caráter têm o poder de mudar para melhor, especialmente se estiverem na administração pública.
Não cabe ao contador dizer ao cliente para recolher ou não mais tributos, mas fazer as contas certas e mostrar os benefícios. Sabemos que, para sonegar, é necessário abrir mão de controles gerenciais seguros – quanto menos emissão de nota fiscal na venda de bens ou serviços, menor a carga tributária -, ponto em que a gestão dos negócios começa a truncar, pois o dinheiro não poderá entrar na conta bancária, então o risco de descontrole e roubo é maior.
Movimentar o dinheiro fruto da sonegação na conta bancária é arriscar ser descoberto a qualquer momento e ser obrigado a recolher, ao Fisco, os impostos acrescidos de multas e juros.
Infelizmente conheço empresários que conquistaram vasto patrimônio e ficaram ricos em função da agressividade de sonegação. Dos muitos colegas, apenas dois obtiveram “sucesso” financeiro e o mantiveram até hoje, mas amargaram muitos dissabores na vida, inclusive a prisão de pessoas próximas.
Desconheço se eles têm orgulho das “façanhas” realizadas. Penso que algumas coisas os incomodam e talvez não consigam contar a história verdadeira e por inteira aos filhos, certamente amados.
É provável que o sucesso financeiro seja objetivo de quase todas as pessoas, mas deverá ser a qualquer custo? Será que pessoas “distintas”, políticos e empresários presos em função das diversas operações federais, especialmente a Lava Jato, consideram que valeu trocar o patrimônio roubado pela honra? Lembro de ouvir o ex-ministro José Dirceu dizer, quando preso, que estava preocupado com a filha. Ele não pensou nisto antes?
Devemos lutar para derrubar os corruptos e gananciosos do poder público. Necessitamos de empresários competentes para absorver a elevada carga tributária do Brasil e ser competitivos.
Quem assim agir terá o grande benefício de ter uma só contabilidade (e não a fiscal e gerencial), maior segurança contra o roubo (por ter que manusear dinheiro vivo) e a grande honra de poder contar aos filhos como conquistou o ganha pão. Vale a pena ser ético!
Destaques Empresariais

Sucesso: a arte de fazer o que muitos se recusam a fazer

Querer ter sucesso na vida é o desejo maior de todos os profissionais, mas infelizmente muitos não querem pagar o preço, não querem ou acham que não podem atingir o sucesso.
Muitas vezes os “sabotadores internos” impedem as pessoas de pelo menos tentarem fazer a sua parte, é como se uma voz interna dissesse: “você não vai conseguir”, “não adianta nem tentar”, “fique na sua zona de conforto, não se estresse”. Silenciar essa voz só mesmo com ação e um planejamento muito detalhado do que se quer alcançar.
Muitas vezes os “sabotadores internos” impedem as pessoas de pelo menos tentarem fazer a sua parte, é como se uma voz interna dissesse: “você não vai conseguir”, “não adianta nem tentar”, “fique na sua zona de conforto, não se estresse”. Silenciar essa voz só mesmo com ação e um planejamento muito detalhado do que se quer alcançar.
De posse de uma programação a seguir, pode-se avançar com mais segurança, pois quem sabe para onde quer ir, não se perde no caminho.
E um outro detalhe a analisar para se alcançar o sucesso é procurar fazer o que muitos não querem fazer, percebemos isso nas empresas onde alguns profissionais conseguem se destacar, enquanto que outros fazem apenas a sua “parte”.
Mas é aí que mora o segredo do sucesso: Fazer mais, fazer o que precisa ser feito com excelência e não como mera obrigação.
No mundo altamente competitivo conseguirá melhores resultados aquele profissional que está disposto a melhorar cada vez mais, fazendo o seu melhor em menos tempo, com menos recurso e com mais qualidade.
O sucesso é para todos? Definitivamente não. É para quem se prepara, quem busca, quem aprende, quem treina e se automotiva sempre.
Concluímos então, que o verdadeiro Sucesso é a arte de fazer o que muitos se recusam a fazer!
Administradores.

Homeoffice: produtividade cresce até 50%

Você já pensou em exercer a função que desempenha para a empresa onde trabalha sem sair de casa em pelo menos alguns dias durante a semana? Apesar de não ser tão comum como em outros países, essa realidade já existe no Brasil, onde empresas de diversos segmentos adotam o home office, também conhecido como teletrabalho ou trabalho remoto. Gestores que aplicam esse modelo já constataram um aumento de até 50% na produtividade de seus funcionários.
A diretora executiva da Brasil Labore, Mônica Carvalho, destaca que o tempo ganho devido à redução do deslocamentos de casa para o local de trabalho é preponderante para o aumento da produtividade de quem trabalham em home office. A representante da consultoria especializada em trabalho remoto foi uma das participantes do painel “A realidade do home office no Brasil”, que aconteceu no último mês de junho durante a 25ª edição do Ciab Febraban.
O maior evento de tecnologia voltada para o mercado financeiro na América Latina também reuniu no painel dedicado ao tema a especialista em Recursos Humanos (RH) do Citi Brasil, Patrícia Fris, e o sócio da Global Collaboration Sales and Strategy da Cisco, Andrew Cammer.
Mônica Carvalho cita como uma das referências no home office a IBM, empresa da área de informática, que constatou aumento de 50% na produtividade de seus colaboradores após ter implementado o modelo.
Além do ganho de produtividade, a representante da Brasil Labore destaca que o trabalho remoto contribui para a redução do trânsito de veículos, problema bastante comum das ruas das capitais brasileiras, além de ser um importante instrumento de retenção dos profissionais mais talentosos nas empresas. “Quem entra para uma empresa que tem um modelo flexível de trabalho não sai mais”, defende.
Caso de sucesso
O home office tem se apresentado como solução satisfatória para empresários e colaboradores. A especialista em RH do Citi Brasil, Patrícia Fris, destaca que, dentre os funcionários que passaram a integrar a rotina do home office implementada pelo banco, 83% disseram que aumentaram a satisfação com relação ao trabalho. O Citi também perguntou aos seus funcionários se apenas dois dias na semana de trabalho presencial seriam suficientes para conciliar as suas atividades pessoais com as exercidas pessoalmente no local de trabalho. Para o questionamento, 94% responderam “sim” e apenas 6% responderam “não”.
Desde 2008, a instituição financeira mantém no Brasil um programa de horário flexível e teletrabalho chamado Citi Work Strategies. Hoje, o Citi trabalha com 579 pessoas em home office, o que representa 9,71% do total de funcionários.
Adesão
A adesão ao home office é crescente no Brasil. Segundo a consultoria Top Employers, a gestão de trabalho remoto em empresas brasileiras saltou de 6% para 14% entre 2013 e 2014. Entretanto, outra pesquisa, feita pela empresa de recrutamento especializado Robert Half, mostra que o Brasil ainda está muito atrás de outros países na aplicação desse modelo de trabalho.
Os dados, coletados entre junho e julho de 2014, consideraram a percepção de 1.475 diretores de RH de 10 países, sendo 100 deles do Brasil. No levantamento, o Brasil figurou em último lugar, onde foi registrada a adesão de 14% das empresas ao modelo. A Alemanha (40%) e a Holanda (40%) tiveram as maiores adesões ao trabalho remoto.
Dificuldades
Dentre as dificuldades para a implementação do trabalho remoto no País, está a legislação trabalhista brasileira, que ainda não é muito clara em relação ao assunto. Também é importante considerar o costume já consolidado no País de se exigir a presença dos funcionários no local de trabalho.
Diário

Disciplina: a chave do sucesso

Conversando com um colega professor, chegamos à mesma conclusão sobre o fator que desencadeia o sucesso para qualquer pessoa. A disciplina.
Muita gente odeia essa palavra e a repudia desde a sua infância, mesmo sem saber que teria grande importância na sua trajetória de vida. Pais, mães e educadores, responsáveis pela educação e formação de pessoas, cidadãs, esforçam-se numa força tarefa em busca de condicionar seus pupilos para melhor encarar o mundo e as atividades existentes.
Há quem acredite e defenda que disciplina é um conceito relacionado exclusivamente a gestão do tempo (pontualidade e assiduidade), mas é muito mais do que isso e exemplos são inúmeros: alimentar-se corretamente; escovar os dentes após as refeições, postura correta as sentar-se; conciliação entre estudo e diversão; dentre outros. A criança começa a se condicionar a uma postura que a levará a ser respeitada.
Na escola não é diferente e os profissionais de educação infantil sabem muito bem lidar com aspectos comportamentais. Depara-se com crianças totalmente distantes desse conceito, mas, em contrapartida, percebem outras que demonstram desde pequeninas, atitudes que retratam a formação disciplinar aprendida em casa, pelos responsáveis. Aí vem a necessidade de homogeneizar a turminha e direcioná-los no mesmo perfil.
Passam-se os anos, tornam-se adultos e colhem-se as consequências; e o dito popular se confirma: Colhe-se o que se planta.
Ser disciplinado leva as pessoas ao sucesso, às conquistas, por diversos fatores, como: melhor gestão de tempo, estabelecimento de metas e objetivos, compreensão analítica sobre administração, negócios e principalmente educação.
Na educação, a disciplina é extremamente importante, pois, diante da escolha consciente, e da compreensão da sua real necessidade, muito mais que somente representar conquista profissional, representa ser um instrumento de iniciação de um alicerce de conhecimentos necessários para um encontro, futuro, com tudo aquilo que sempre foi sonhado. Passa a ser visto como parte integrante do processo educativo.
Administradores

Outro conceito de sucesso

Muitos estão correndo contra o tempo para obterem premiações como aumento salarial e subir degraus na carreira, obterem outras bonificações como carro e celular da empresa, além de viagens internacionais que proporcionará bagagem para ministração de palestras, etc. Correm para o crescimento vertical, níveis de gerência ou chefia mas, aonde fica o crescimento vertical? Há uma enorme satisfação no trabalho em apenas crescer horizontalmente, mesmo que haja certos benefícios que não seja salarial, há insatisfação. Sempre a bonificação alheia é a melhor, sempre consideramos estar mais atarefado que outros e muitos outros motivos de insatisfação.
Afinal, qual é o objetivo de chegar ao topo? Sucesso pela ostentação de poder e com o poder em mãos ter o pensamento e ações como “vamos ver o que acontece se…”, fazendo da empresa um laboratório de experimento e insatisfação para muitos.
Se todos forem coordenadores, supervisores e gerentes, quem fará com excelência os trabalhos de analistas, administrativos e outros que não são de grande visibilidade?
Há ainda quem imagina o êxito apenas escalando verticalmente a pirâmide, mas para os bons profissionais, sempre haverá um departamento, uma chefia ou outra companhia que lhe dê valor no exercício da profissão e suas atividades com excelência, dedicação e contínuo aprimoramento.
Estar na pirâmide requer renúncias, mudanças de hábitos e ainda terá que suportar muita pressão para permanecer firme, além de ter perfil empreendedor e/ou visionário, enxergar adiante ares de mudanças e conseguir manter, direcionar a empresa de forma dinâmica, mantendo-a valorizada e competitiva, sem que vá ao fracasso e feche as portas.
Portanto, crescer horizontalmente também há benefícios e não tem nada a ver com uma carreira de fracasso ou estagnação. Estamos demorando muito tempo para deixarmos o hábito de reclamar da falta de oportunidades, excesso de trabalho baseado no crescimento profissional de outros e considerar que a vida profissional terá sentido apenas subindo degraus. Afinal, funcionários insatisfeitos são logo detectados e, em muitos casos, demitidos.
Sucesso é fazer bem aquilo que lhe foi incumbido, de forma eficaz e eficiente. “Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força; agir com sabedoria assegura o sucesso.” Eclesiastes 10.10
“Os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre têm comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre têm prestígio; pois o tempo e o acaso afetam a todos.” Eclesiastes 9.11
Administradores

O segredo do sucesso está no gerenciamento de riscos

Você conhece os riscos que envolvem a operação da sua empresa? Se a resposta ainda não está pronta, saiba que esse é um dos motivos que levou (e ainda leva) os empresários do 3G Capital ao estrelato do mundo dos negócios. Os sócios, Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles estão à frente de empresas cada vez mais lucrativas e eficientes, como a AmBev e a Heinz.
Em pleno ano de crise econômica e instabilidade política, eles não se retraíram – em março deste ano, adquiriram a multinacional Kraft Foods em uma operação de R$ 46 bilhões. Parece uma sandice, mas essa ousadia tem nome: gestão de risco.
Administrar o risco do seu negócio envolve uma análise ampla do ambiente dentro e fora da empresa, bem como um planejamento estratégico certeiro. No caso dos bilionários do 3G Capital, o trabalho começa dentro da empresa. Cortam custos – do material de escritório até a substituição de 20 jatinhos de uma das empresas adquiridas por vôos nada glamurosos pela aviação comercial.
Sem grandes manobras e com medidas simples para alavancar a eficiência, aumentaram a competitividade dos grupos Anheuser-Busch e Heinz ao criarem meios de sobreviver a possíveis crises, com o caixa sempre cheio.
Esse é um exemplo de práticas que não estão restritas às empresas do porte do 3G Capital. Nas pequenas e médias empresas é possível – e muito saudável – planejar, medir e gerenciar a exposição aos riscos do negócio.
O fatalismo, típico do brasileiro, afasta as empresas desse tema – em vez de antever as crises ou planejar cenários desfavoráveis, o empreendedor espera para “ver onde vai dar”. Este não é, definitivamente, o jeito mais racional de lidar com os negócios – e quando a crise chega, ela pega o empresário desprevenido.
Marcelo Zampronha, professor do MBA Executivo da Faap, observa que o pequeno e médio empresário tende a ver risco apenas nos itens financeiros – como variação cambial, preço de commodities ou taxas de juros. Ou os patrimoniais ou de responsabilidade civil. “Eles observam apenas os riscos puros do negócio”, diz.
Há, no entanto, um vilão pouco perceptível: a exposição a riscos estratégicos. “São aqueles que envolvem tomada de decisão do empresário sobre o destino do negócio frente às incertezas”, diz Zampronha. Planejar-se para diversas conjunturas econômicas não é uma prática comum a esses empresários, de modo geral.
Não se trata de fugir dos riscos, mas estar com eles sob o seu controle. “Fundamental é ter informação. Uma coisa é saber que há incerteza, outra é não observerar que é possível criar um ambiente calculado, já que um negócio exige retorno”, afirma Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae­-SP.
Vale lembrar que não se trata apenas de calcular os riscos do cenário onde o seu negócio atua, mas também analisar com profundidade os processos internos.
“Decisões mal calculadas sobre lançamentos de produtos, aquisições de empresas e até posicionamento de marca e segmentação do mercado também podem quebrar uma empresa”, afirma Zampronha. Em resumo, no mundo dos negócios que dão certo, toda tomada de decisão é um gerenciamento de risco.
SELEÇÃO NATURAL
Em tempos de ventos favoráveis,­ como o período entre 2006 e 2012, quando o mercado brasileiro era comprador e poupador, até empreendedores sem perfil montaram negócios que acabaram dando certo – mesmo com a baixa competitividade e a dificuldade em gerar negócios eficientes. Mas é com o mercado em baixa que se descobre que quem se preparou e antecipou o problema.
Quem nasceu em tempos de desaceleração econômica, como as redes de restaurantes Patroni e da Grings Alimentos Saudáveis, ganhou o bônus da oportunidade intrínseca às crises – que só é plenamente aproveitada com gestão de risco e planejamento estratégico.
Pesquisaram o mercado e investiram na fabricação de uma linha 100% saudável de cookies, chás, produtos integrais e funcionais, entre outros. Ou seja, se adiantaram à mudança de hábitos alimentares dos brasileiros.
Em 2014, mesmo com os sinais claros de uma crise econômica a caminho, a empresa – que cresce 20% ao ano – apostou R$ 1 milhão em um novo produto, o Matchá (uma espécie de chá verde). Incrementaram o segundo turno da fábrica com mais 30 funcionários, além dos 20 que produziam cerca de 100 toneladas de produtos mensalmente.
Em 2015, ano em que todos esperam o pior, a Grings espera alcançar os R$ 20 milhões de faturamento – R$ 6 milhões a mais que no ano passado. Agora, os esforços estão concentrados em diversificar e reforçar a presença nos canais de vendas.
Segundo Rodrigo Teodoro Contini, gerente de vendas (na foto que abre essa matéria), a empresa sempre procurou arriscar, mantendo o pé firme no acelerador. Mas sempre gerindo os riscos. “É tudo dentro de um cenário realista, embasado em decisões.”
á caso da rede de franquias de pizzarias e trattorias Patroni, o negócio nasceu graças a motivações pessoais. Rubens Augusto Jr. sentiu a necessidade de criar um negócio para que seu pai se sentisse na ativa novamente ao ser demitido com 50 anos de empresa, seguida de um infarto repentino.
O hobby da família acabou virando um negócio. Era 1984 – ano de uma das maiores recessões econômicas enfrentadas pelo Brasil – quando Augusto Jr. investiu na Patroni, a partir do seu costume de preparar pizzas para os amigos e familiares aos finais de semana.
Para atrair clientes, testou promoções e ideias novas – como a borda recheada de catupiry, replicada até hoje. Atrás do balcão, investiu exaustivamente em negociações com fornecedores, para estocar produtos e fugir da inflação de 80% nos vários planos econômicos que atravessaram. “Enquanto eles aumentavam os preços em 80%, a gente aumentava 30%”, diz.
Nos anos 90, além de novas crises econômicas, o pai e o cunhado, sócios de Augusto Jr., faleceram. Ele quase abandonou o negócio, mas como todo bom empreendedor, decidiu continuar e, em 2003, com nove lojas próprias, entrou para o franchising.
Desde então, a Patroni Pizza vem registrando alta média de dois dígitos por ano – mesmo na crise de 2008. “Sempre fomos enxutos na questão financeira e tivemos critérios na administração”, diz. “Na crise, quem não enfrenta, é porque não sabe como fazer.”
Com 192 lojas em todo o Brasil, a rede investiu no fim do ano passado, em um novo modelo de franquia para continuar a crescer: o Patroni Expresso. Nesse modelo, o custo de abertura é menor, na faixa de R$ 150 mil, ante os R$ 450 mil necessários para abrir uma unidade Classic (classes C e D) ou Premium (A e B).
Este modelo vem para se encaixar em quiosques, lojas de rua e na febre dos foodtrucks. A ideia é oferecer uma linha de produtos diferenciada da atual, com pizza em fatias, hot dog, sorvete, salgados e café em locais de alto tráfego, como universidades, colégios, calçadões ou lojas de rua.
A perspectiva é abrir 50 operações Expresso este ano, e mais 45 dos modelos convencionais. “Já que o mercado está assim, decidimos tirar vantagens. Não adianta reclamar: crise é arregaçar as mangas e trabalhar mais.”
Diário do Comércio

Sucesso ou realização?

Vamos imaginar todas as dificuldades que existem no mercado de trabalho e, principalmente, que incidem sobre os profissionais que trabalham com tomadas de decisões e com as pressões para apresentarem resultados, como aqueles que atuam nas áreas de marketing, vendas e inovação, por exemplo.
Independente do segmento de atuação, o mercado está cada vez mais exigente. A busca por números positivos e grandes resultados evolutivos é uma constante no dia a dia de profissionais e empresas. Muitas vezes, parece que os números que apresentamos nunca são suficientes e sempre fica a certeza de que os próximos números terão que ser muito melhores… Ou seja, todas as dificuldades enfrentadas hoje irão parecer irrisórias perto do que está por vir. Essa é a sensação que se tem quando conversamos com qualquer empresário ou profissional da área de vendas. Essa “pressão” gera estresse, ansiedade e conflitos. Porém, gera o que chamamos de “Revolução de mercado”, que é um efeito colateral gerado por todas essas situações, que faz com que profissionais bem preparados e dinâmicos possam exacerbar todo seu potencial criativo e capacidades para inovar e vencer frente à toda e qualquer intempérie.
Mas, é preciso que todos – profissionais e empresas – entendam que é imprescindível criar-se uma atmosfera que incite a evolução constante e faça com que todos atuem pensando na máxima performance, desde as atitudes simples até as mais complexas: desde a compra da ideia central do negócio onde se atua, até nos processos de negociação mais complexos; desde o relacionamento com os clientes externos até, principalmente, a relação de respeito entre pares, com estabelecimento de regras competitivas que impulsionem o engajamento e o crescimento 360 graus. Ou seja, é crucial que empresas e profissionais busquem incessantemente a excelência e a evolução. Afinal de contas, como sempre digo em palestras e eventos como treinamentos e workshop: “quanto mais previsíveis somos, mais vulneráveis nos tornamos!”
Um dos principais e primeiros passos para o sucesso, a realização profissional e a conquista de resultados extraordinários é a abertura dos canais perceptivos… Sim, tudo começa com a percepção.?
Profissionais e empresas precisam entender que o mercado muda constantemente e pede novas diretrizes e conceitos que agreguem valor às capacidades de competir e manter o crescimento constante, independente de pressões e animosidades. É necessário compreender todas as nuances que fazem com que o mercado se torne cada dia mais exigente, mais competitivo e mais profissional. Não há mais espaço para profissionais e empresas que não busquem o melhor, a evolução e a comunicação clara com o mercado e, principalmente,ter atenção ao que este mercado pede, ou seja, às suas reais necessidades. A percepção é o começo de tudo.
A partir daí, profissionais e empresas precisam utilizar um eixo cada vez mais utilizado para que o crescimento e desenvolvimento aconteçam de forma plena:
Autoconhecimento seguido da Gestão de Processos (organização) e finalmente, a Gestão de Pessoas (principalmente, a comunicação).
Somente ao respeitar esses três pontos, empresas e profissionais poderão crescer de forma consistente e duradoura.
O que mais me faz acreditar nas pessoas que desenvolvem essa mentalidade vencedora e evolutiva é o fato de que quando converso com elas, em várias enxergo aquela magia do crescimento interior. Não simplesmente a chama da ambição ou da ganância, mas sim, a magia do – “…independentemente do que acontecer, estarei cumprindo minhas metas e aprenderei com isso!”
Esse é o verdadeiro profissional!
Agora, voltando ao tema Percepção e usando novamente a frase: “Quanto mais previsível eu sou, mais vulnerável eu me torno!”, apresento dois cases muito especiais na retratação de temas como percepção, negociação e relacionamentos.
São dois cases:
O caso da GM (Chevrolet) e o sorvete de creme
O caso da competição entre os aviões supersônicos: Concorde e Tupolev
O primeiro caso retrata a história de um senhor norte-americano, fiel cliente da montadora GM, aqui no Brasil conhecida como Chevrolet, que após várias reclamações não teve seu pedido atendido pela montadora, devido ao fato de ser um caso considerado como “esdrúxulo”. Diz-se que essa história pode ser apenas uma lenda, mas, vários sites e meios de imprensa da época reportam o ocorrido como verídico.
É relevante percebermos como tivemos um conflito perceptivo e de interesses entre os engenheiros que, ao se recusarem a atender algo “fora do comum”, deixaram de perceber o algo mais, o diferente, exatamente pelo fato de se acostumarem a suas comuns deduções e opiniões, tornando-se previsivelmente vulneráveis às mudanças e aos novos acontecimentos.
Segue o “causo”:
O sorvete de baunilha e a GM
Olhem como qualquer reclamação de um cliente pode levar a uma descoberta totalmente inesperada do seu produto. Parece coisa de louco, mas não é.
Esta é a moral de uma história que está circulando de boca em boca entre os principais especialistas norte-americanos em atendimento ao cliente.
A história ou “causo”, como está sendo batizada aqui no Brasil, começa quando o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos EUA, recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente. Eis o que ele escreveu:
“Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês, e não os culpo por não me responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, que é a de comer sorvete depois do jantar. Repetimos este hábito algumas noites da semana, variando apenas o tipo do sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo com meus netos.
Recentemente comprei um novo Pontiac e desde então minhas idas à sorveteria se transformaram num problema. Explico…
Sempre que eu compro sorvete de baunilha, quando volto da loja para casa, o carro não funciona . Porém, se compro sorvetes sortidos, de vários sabores, o carro funciona normalmente.
Os senhores devem achar que eu estou realmente louco, mas não importa o quão tola possa parecer minha reclamação. O fato é que estou muito irritado com meu Pontiac.
Cito que sou cliente de vocês há muitos anos, me considero um cliente fiel e gosto muito da marca”.
A carta gerou tantas piadas do pessoal da GM que o presidente da empresa acabou recebendo uma cópia da reclamação, em plena convenção de vendas. Porém, ele não achou graça e resolveu levar a sério o tal problema. Imediatamente chamou a equipe de engenheiros e extremamente desapontado com a falta de respeito para com o cliente e a empresa, pediu para que eles verificassem o ocorrido.
Entretanto, nenhum dos engenheiros levou a sério e um ficou empurrando para o outro e entre algumas discussões e desavenças, não houve acordo e ninguém atendeu ao insatisfeito cliente.
Algum tempo depois, o presidente pediu um feedback para a equipe e ficou muito irritado ao saber que nada havia sido feito. Consequentemente, chamou a equipe e mandou dois engenheiros para conversar com o autor da carta. Mesmo a contragosto, eles foram.
Na cidade, os engenheiros acompanharam o cliente por várias vezes até a sorveteria, um senhor bem-sucedido economicamente e com nenhuma suposição de loucura aparente.
Os engenheiros sugeriram, primeiramente, o sabor baunilha para testar a reclamação e o carro efetivamente não funcionou. Nos dias seguintes, eles repetiram a experiência, sempre alternando o pedido na sorveteria. Para indignação dos engenheiros, o carro só apresentava defeito quando era pedido sorvete de baunilha, mas, não quando eles escolhiam diversos sabores.
O problema acabou virando uma obsessão para os engenheiros, que passaram a fazer experiências diárias, anotando todos os detalhes possíveis, e depois de duas semanas chegaram à primeira grande descoberta.
A conclusão foi que, quando escolhia baunilha, o comprador gastava menos tempo, porque este tipo de sorvete estava bem na frente. Examinando o carro, os engenheiros notaram que, como o tempo de compra era muito mais reduzido no caso da baunilha em comparação com o tempo dos outros sabores (que precisavam ser escolhidos e embalados), o motor não chegava a esfriar. Com isso os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova partida fosse instantânea e demorasse alguns minutos, apresentando sutis falhas na aceleração.
A partir deste episódio, a GM mudou o sistema de alimentação de combustível do Pontiac e introduziu a alteração em todos os modelos. Mais que isso, o autor da reclamação ganhou um carro novo e o status de cliente VIP da montadora.
A GM distribuiu também um memorando interno, exigindo que seus funcionários levassem a sério até as reclamações mais estapafúrdias, e ele dizia, entre várias coisas, o seguinte:
“Percebam cada detalhe, porque pode ser que uma grande inovação esteja por atrás de um sorvete de baunilha ou coisa ainda menor”.
Isso serve para as empresas e profissionais que, não percebem de forma inteligente o que acontece ao seu redor, desgastando-se de forma exagerada com conceitos antigos e gastando muita energia boa com “coisas e ações” desnecessárias.
A atenção aos clientes externos e internos deve ser uma constante, da mesma forma que a busca pela evolução e por ações inteligentes, desde as pequenas quanto às grandes atitudes.
Uma outra frase que utilizo e está em dois de meus livros é a que reporta que “as portas do futuro não podem ser abertas com as chaves do passado e tampouco com as chaves do futuro. As portas que encontraremos somente poderão ser abertas com as chaves do presente”, ou seja, aquilo que fazemos agora nos trará os resultados e as realizações que buscamos.
Finalmente, o outro case, que sempre cito é uma ótima história que nos mostra claramente que atingir resultados nem sempre é sinônimo de sucesso:
O Concorde e o Tupolev
Uma das marcas mais fortes e marcantes do século é o nome Concorde. Projetado nos anos 60 por britânicos e franceses, o já aposentado Concorde é uma aeronave única. Na aviação civil, somente ela permitia o transporte de passageiros à velocidade supersônica. Ele foi soberano nos céus desde seu voo inaugural até a última e digna jornada com clientes cativos, homenageados pela companhia francesa Air France, em outubro de 2003.
O Concorde sempre foi alvo de desejo de quem um dia imaginou-se voando (podendo ser passageiro ou piloto).
Quando o pool de empresas que criou o Concorde iniciou suas pesquisas em torno de um avião que fosse mais que rápido, mais que confortável, mais que luxuoso e, lógico, mais que caro, eles estavam preocupados em colocar no ar algo que fosse mágico e transmitisse segurança (que junto com necessidade de se chegar rapidamente a outro ponto, é o requisito mais importante na mente dos passageiros).
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