Serviços

O “Preço Caro” dos Produtos e Serviços

Preço caro é quando não cobre o custo x benefício percebido pelo cliente.Fornecedores que desenvolvem serviços ou produtos com custo benefício vantajoso para o consumidor e sabem informá-lo terão sucesso nas vendas.Tema recorrente na conversa diária de qualquer pessoa é o preço de um produto ou serviço.
O consumidor avalia que determinado preço é caro, barato, está fora do seu alcance, não vale o que está sendo cobrado ou é razoável em função do custo benefício e o adquire.Algumas vezes o consumidor nem se atreve a emitir parecer sobre determinada oferta por considerar impossível adquiri-la.
Para aguçar a curiosidade do impossível, mas real para uma fatia do mercado comprador, seguem três curiosidades ou “loucuras” que pesquisei na internet:Considerando um trabalhador que recebe salário de R$ 2,5 mil, valor guardado integralmente, seria necessário:133 anos para adquirir um Porsche Superesportivo 918 Spyder (R$ 4 milhões);401 anos para adquirir uma casa de luxo na Barra da Tijuca – RJ com 1.150 m², 5 suítes e tudo mais (€ 2,7 milhões);2.033 anos (40 vidas de trabalho) para adquirir um apartamento no Rio de Janeiro com 575 m² com 16 vagas na garagem (R$ 61 milhões).
O empresário está na contramão do consumidor, ou seja, cria bens e serviços para despertar seu desejo e lucrar com a comercialização dos mesmos.
Depois de definido o preço, sai em busca de interessados – clientes -, pois o lucro só será concretizado com a venda e o efetivo recebimento.
Nos três exemplos acima, apesar de bastante reduzidas, certamente há pessoas dispostas a pagar aqueles valores para ter os bens.
Por que alguém paga um valor tão alto por um carro, uma casa ou um apartamento?
Sem dúvida o vendedor descobriu motivos que levam o consumidor a perceber este valor, entre os quais a possibilidade de gerar status, a localização privilegiada, a ilustre vizinhança etc.
Um consumidor normal não está disposto a investir mais de 30% do seu salário durante cinco anos para adquirir um carro popular que praticamente faz tudo que o Porsche Supersportivo 918 Spyder faz.
Mas tem comprador para o Porsche. Por quê? Precisamos entender que há valores despercebidos por alguns e certamente percebidos por outros. Devemos tornar públicos os valores que diferenciam nosso serviço ou produto, ou seja, divulgá-los para que os interessados conheçam o que ofertamos.
O cliente que concorda em pagar muito mais por um veículo tem clareza sobre o custo benefício.
Se o valor que ele percebe no seu serviço é o mesmo daquele que oferta o mesmo por um terço do honorário cobrado por você, por qual motivo ele iria comprar de você?
Talvez você diga que o cliente poderá descobrir tarde demais que o seu serviço ou produto é muito melhor do que aquele ofertado pelo concorrente, mas é necessário que seja comunicado na linguagem que o consumidor consiga compreender.
Para evitar este contratempo é necessário apresentar ao cliente todas as argumentações que estão em sua cabeça.
Muito provavelmente, dependendo da sua eficiência nesta tarefa, ele será convencido do custo benefício e poderá optar por pagar mais caro.
Destaques Empresariais

Simples Nacional – Opção – Agenciamento de Mão de Obra

O código CNAE 7810-8/00 (seleção e agenciamento de mão de obra) abrange atividades permitidas e atividades vedadas à opção pelo Simples Nacional.
A prestação de serviços de agenciamento de mão de obra, que compreende a intermediação no processo de contratação de trabalhadores por empresas (recrutamento e pré-seleção), impede a tributação da microempresa ou da empresa de pequeno porte pelo regime tributário do Simples Nacional.
Entretanto, a prestação de serviços de seleção de mão de obra, tratando-se de uma atividade técnica-intelectual,permite a opção pelo Simples Nacional a partir de 1º de janeiro de 2015, desde que a microempresa ou empresa de pequeno porte não incorra em nenhum outro impedimento legal a este regime tributário.
No caso do exercício de atividades diversificadas, caso uma delas seja vedada, haverá impedimento ao ingresso no Simples Nacional, independentemente de sua relevância e de eventual omissão do contrato social.
Guia Tributário

Novas taxas são usadas para reforçar receita

O cenário atual de crise econômica, com a queda significativa na produção de bens e serviços e a consequente redução da arrecadação tributária em todo o país, traz reflexos importantes, especialmente para Estados e municípios, que também deixam de receber da União o repasse de suas receitas.
Em contrapartida, esses entes, utilizando-se das prerrogativas e da competência que lhes foi conferida pela Constituição, se veem obrigados a revisar e a majorar tributos de sua alçada a fim de compensar as perdas.
Entre esses tributos, além daqueles que sempre são os mais visados, como o ICMS (estadual) e o IPTU (municipal), estão as chamadas “taxas”, que passam agora a ter maior relevância.
A rigor, de acordo com a Constituição, tanto a União como os Estados e os municípios podem instituir “taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição”.
Dada a amplitude do seu alcance, aliada à criatividade humana, não raro as taxas podem se transformar em instrumento sórdido, sobretudo quando apresentam nítido intuito de atender à fúria arrecadatória, com o desvio de sua finalidade, em manifesto prejuízo aos contribuintes.
Exemplo disso é a Taxa Única de Serviços Tributários (‘Tustre’), recém-criada pelo Estado do Rio de Janeiro através da Lei nº 7.176/15, que, em substituição ao regramento anterior (que previa o pagamento de taxas por serviço e à medida que fosse prestado), unifica e fixa seu pagamento em valores trimestrais, independentemente da utilização do serviço.
Esses serviços, cobrados apenas por estarem “à disposição ou por potencial utilização”, são aqueles relativos à Receita Estadual e basicamente incluem emissão de certidões, autenticação e autorização para emissão de livros/documentos fiscais, impugnação ou recursos de autos de infração, etc.
O valor da ‘Tustre’ foi fixado de acordo com uma tabela progressiva, variando conforme o faturamento e a quantidade de notas fiscais eletrônicas emitidas pelas empresas no último ano, o que pode significar a cobrança de R$ 2.101,61 a R$ 30.023,00, por trimestre, de cada estabelecimento localizado no Estado.
Assim, basta que o contribuinte esteja localizado no Estado do Rio de Janeiro para ter de pagar a referida taxa ao Fisco fluminense!
Contudo, a taxa é manifestamente inconstitucional e ilegal, pois desrespeita cristalinas disposições constitucionais e do Código Tributário Nacional.
Ademais, não há a mínima razoabilidade e relação entre a base de cálculo e/ou valores cobrados e o valor efetivo dos custos dos serviços prestados ou postos à disposição dos contribuintes.
Como resultado, inúmeros contribuintes e associações foram ao Judiciário e conseguiram derrubar a cobrança por meio de liminares, antes mesmo de a ‘Tustre’ passar a ser devida. O governo do Estado decidiu, inicialmente, suspender a cobrança por 60 dias. Posteriormente, no final de março, decidiu suspender a cobrança da taxa.
Esse é apenas um exemplo. É fato que, com a crise econômica, os contribuintes devem ficar atentos também quanto aos valores das taxas que regularmente pagam por conta de suas operações, bem como às alterações que vêm sendo promovidas, visto que, silenciosa e paulatinamente, podem estar aumentando de forma indevida a carga tributária.
Revista Dedução

Sped traz novidades em novo site, que já está no ar

Uma das principais novidades do novo site do Sped (sped.rfb.gov.br), que está no ar deste a quarta-feira (9) é a responsividade, ou seja, ele se adapta à tela dos dispositivos móveis. Além disso, a ferramenta traz outras melhorias, tais como:
> A navegação foi facilitada pelas escolhas de desenho de conteúdo,
> A cada módulo o menu possui os seguintes elementos autoexplicativos: “O que é”, “Downloads”, “Legislação” e “Perguntas Frequentes”.
> Em alguns módulos, há também um item “Serviços”, que possibilita a utilização de aplicações específicas, como a inspeção da situação de uma escrituração na Junta Comercial.
> As notícias e novidades ganharam local especial na área “Destaques”, presente não apenas na página inicial, mas na página de cada módulo separadamente.
“Mais do que uma nova ferramenta de busca de conteúdo especifico, novo site utiliza a nova interface para que se entenda o SPED como o programa amplo que ele de fato é. Ao visualizar e interagir com os diferentes módulos de forma simples, torna-se evidente a amplitude do SPED e sua importância não apenas para a RFB, mas para a sociedade”, comentou o auditor-fiscal Clovis Belbute Peres, chefe da Divisão de Escrituração Digital, unidade que supervisiona o Sped.
Revista Dedução

Simples Nacional: Qual a Tabela a Aplicar?

O Simples Nacional contém 6 tabelas específicas. Para cada atividade (comércio, indústria, serviços) deve-se enquadrar a receita, para fins de recolhimento unificado, de acordo com a faixa de receita bruta.
Para o comércio (revenda de mercadorias), utiliza-se a Tabela I
Para a indústria (venda de produtos industrializados), utiliza-se a Tabela II
Para serviços em geral e locação de bens, utiliza-se a Tabela III
Para construção de imóveis, empreitadas, serviço de vigilância, limpeza ou conservação e serviços advocatícios, utiliza-se a Tabela IV.
A receita de venda de mercadoria importada por estabelecimento comercial optante pelo Simples Nacional será tributada pelo Tabela II (Solução de Consulta DISIT/SRRF 8032/2014).
Guia Tributário

Comunicado da Caixa sobre Conectividade Social ICP

Informamos a disponibilidade no Conectividade Social ICP do novo serviço “Cadastro NIS”.
Com esse serviço é possível realizar o cadastramento on-line de novos trabalhadores, com a geração e conhecimento imediato do número do NIS.
O acesso à nova funcionalidade está disponível na cesta de serviços de Pessoa Jurídica, contudo, para que a rotina seja executada por terceiros deverá ser realizada a procuração digital, por meio do Módulo de Procuração, disponível no próprio CNS ICP.
Com esta inovação atendemos à demanda de empregadores e escritórios de contabilidade, viabilizando o cadastramento de NIS via WEB, não havendo mais a necessidade de comparecimento às agencias.
Informamos ainda que o acesso on-line ao Cadastro NIS pela internet, disponibilizado desde março de 2013, será totalmente integrado ao Conectividade Social ICP, e seu prazo final de funcionamento comunicado oportunamente.
Pedimos dar conhecimento aos entes abrangidos por esta Federação.
Agradecemos mais uma vez a parceria e colocamo-nos à disposição para outras informações.
Fenacon / Caixa Econômica Federal

A vida real das empresas em um país de futuro incerto

A incerteza sobre a capacidade do governo de conduzir os ajustes na economia junto ao Congresso já provocou estragos grandes: a taxa de juros no mercado futuro subiu fortemente pela manhã e odólarbateu em R$ 4,23 antes de encerrar o dia cotado a R$ 3,99 nesta quinta-feira (24/09).
A queda ocorreu após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sinalizar de forma clara que as reservas internacionais, hoje em US$ 370,6 bilhões, podem ser usadas como uma forma deseguro.
A queda ocorreu após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sinalizar de forma clara que as reservas internacionais, hoje em US$ 370,6 bilhões, podem ser usadas como uma forma deseguro.
O fato é que antes disso a moeda norte-americana rompeu os fundamentos racionais da economia que sustentam altas deste tipo. Existe um problema de falta deconfiançageneralizada sobre se haverá uma saída para a crisepolíticabrasileira e, ainda, não há umaperspectiva clara quanto ao futuro.
E, assim, o empresário não consegue fazer planos enem investir. Enquanto isso, acompanha de perto os números negativos desse ambiente de negócios.
Isso porque a massa salarial caiu 5,4% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado. O crédito cresceu 9,6% na mesma base de comparação, mas, deflacionado, praticamente teve uma variação nula.
Quem mais depende desses dois indicadores são as micro e pequenas empresas, que neste ano, devem proteger de todas as formas o caixa para sobreviver.
Com o bolso mais vazio, o consumidor ainda enfrenta o medo dodesemprego: a taxa, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cresceu 7,6% em agosto sobre igual mês do ano passado.
A queda da confiança interrompe até asobras em residências, conforme constata o segmento de varejo demateriais de construção.
QUEM AINDA ESTÁ BEM?
Apenas dois setores permanecem com números positivos na crise:farmáciase instituições financeiras.
O varejo de medicamentos cresce de maneira volátil – em julho o faturamento subiu 15,4% sobre mesmo mês de 2014. Em agosto, a alta foi de 4,8% e no acumulado do ano, 10,6%.
Apesar disso, representantes do setor disseram que há um perigo adiante: o encarecimento dos insumos importados para a indústria farmacêutica – que na prática, só “monta” os remédios no Brasil.
A estimativa é que 80% dos produtos usados por essa indústria sejam importados e dependam do dólar. O repasse desse custo, por outro lado, não seria possível por causa das restrições na regulação governamental, que permite o reajuste anual.
As receitas das instituições financeiras crescem com a oferta de serviços e também, por meio da terceirização e da rotatividade – ao admitirfuncionários a um salário menor. Apesar disso, há uma forte preocupação com o crédito. O cenário para avaliar riscos é mais complicado com a atual volatilidade nas taxas de juros e de câmbio.
INDÚSTRIA AINDA NÃO VÊRETORNO DAS EXPORTAÇÕES
Outros segmentos da indústria enfrentam desempenho negativo há mais tempo e não tem no radar ainda uma recuperação viaexportações.
A produção deeletroeletrônicos, por exemplo, caiu 25% no acumulado do ano sobre 2014, com as importações recuando 20% e as exportações, 14%.
Segundo o representante do setor, cinco mil funcionários têm sido demitidos a cada mês ao longo de 2015. “Ainda há a volta da cobrança dePIS e Cofinssobre os bens de TI (Tecnologia da Informação), o que tende a agravar o cenário”, disse.
É de forma bem pontual que a valorização do dólar atua nesse setor. Há empresas que já notaram que o dólar acima de R$ 3 torna o custo de produzir no Brasil igual ao da China.
O setor de serviços terá queda de 1,2% em 12 meses até junho do próximo ano, tendo um recuo de 1,6% neste ano.
As projeções apontam que apenas o setor agropecuário continuará bem em 2016, com alta de 1,9% em 12 meses até o final do primeiro semestre do próximo ano. Para este ano, a previsão é mais otimista: de crescimento de 2,6%.
Diário do Comércio

Alteração de limite do Supersimples fica para depois do ajuste fiscal

A mudança no limite do faturamento das empresas para entrar no Super Simples deve ficar para depois do ajuste fiscal que será realizado pelo governo federal. O Super Simples é o programa para que micros e pequenas empresas unifiquem o pagamento de impostos, diminuindo a carga tributária e ajudando na gestão da empresa.
Hoje para uma empresa entrar no Super Simples ela precisa ter um faturamento anual de, no máximo, 3 milhões e 600 mil reais. A proposta é que esse valor duplique para 7 milhões e 200 mil reais para empresas de serviços e comércio e passe para 14 milhões e 400 mil reais para o setor industrial.
O presidente do Sescon, o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo, Sérgio Approbato, esperava que o projeto para ampliar o teto do Super Simples chegasse ao Congresso Nacional ainda no começo deste ano. Ele acredita que com o novo teto o número se empresas participantes do Super Simples se amplie em 2016.
Existem mais de 500 mil empresas no SuperSimples. O Ministério da Micro e Pequena Empresa informou que a proposta para ampliar o teto de faturamento das empresas só deve ser lançada após a finalização do ajuste fiscal, sem data prevista por enquanto.
Agência Brasil

Bancos poderão ser obrigados a fornecer serviços e produtos adaptados a deficiente visual.

Pessoas com deficiência visual poderão conquistar uma série de direitos em suas relações com bancos e operadoras de cartão de crédito, como extratos mensais de conta corrente em braille ou em caracteres ampliados. Sem custos adicionais, os diferenciais de atendimento são previstos em projeto (PLS 349/2012) do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que estará em exame na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em reunião marcada para a próxima terça-feira (2), às 11h30.
O relator da proposta, senador Gim Argelo (PTB-DF), recomenda a aprovação na forma do substitutivo antes acolhido pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Ele foi também o relator naquela comissão e autor do texto alternativo. A decisão na CDH é terminativa. Assim, se aprovado, o projeto poderá seguir de imediato para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação final em Plenário.
O texto institui outras obrigações para bancos e operadoras de cartões, como a leitura do inteiro teor do contrato por funcionário da instituição no momento da adesão, além da inscrição em braille e em alto-relevo do número do cartão, de seu código de segurança e a data de validade. As orientações quanto ao uso do cartão devem seguir esse mesmo padrão de escrita e leitura.
De acordo com Ciro Nogueira, grande parte das pessoas com deficiência visual ainda não usufrui o direito a um acesso claro e direto aos meios de pagamento eletrônico como cartão de crédito e de débito. Gim Argello destaca que mais de 16 milhões de pessoas são portadoras de algum tipo de deficiência visual, dos quais cerca de 2,5 milhões necessitam e utilizam o sistema braille. Segundo ele, as iniciativas já tomadas pelos bancos não suprem a real necessidade dos clientes com deficiência visual.
Na mesma reunião, a CDH vai debater regras de acessibilidade nos passeios públicos (PLS541/2011) e a reserva para pessoas com deficiência de no mínimo de 5% das vagas para concursos públicos da Câmara dos Deputados, Câmara Legislativa, assembleias legislativas e câmaras de vereadores (PLS 553/2013). Consta da pauta também uma série de projetos voltados para a ampliação dos direitos dos idosos.
Agência Senado

Empresas devem aderir nota fiscal eletrônica até setembro.

Com o objetivo de dar mais agilidade nos lançamentos contábeis do município e dos contribuintes, a prefeitura municipal de Coxim (MS) está implantando a nota fiscal eletrônica. Desta forma, os contadores não têm mais a necessidade de comparecer ao setor para solicitar notas e baixar as notas já emitidas.
Até o momento, 247 empresas já estão cadastradas e operando a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). As empresas que não se cadastraram ainda devem procurar a Gerência de Receitas e Tributos de Coxim, ou seu contador.
De acordo com o gerente Municipal de Receitas e Tributos, André Tonsica, esse cadastramento é obrigatório, e demora em média 24 horas para o contribuinte receber a senha de acesso. “É importante salientar que, para o contribuinte começar a emitir as suas notas, ele deve estar com as suas obrigações tributárias em dia”, explicou.
A expectativa da Gerência de Receitas e Tributos é que até o dia 30 de setembro (data limite), mais 500 empresas estejam cadastradas e aptas para emitir as NFS-e.
Correio do Estado