Renegociar

Sebrae convoca empresas do Simples para renegociar suas dívidas tributárias

Com isso, as companhias que fazem parte do regime tributário podem renegociar suas dívidas, com condições especiais, em até 10 anos. Aproveitando essa possibilidade, o Sebrae, por meio de seu canal no Youtube, convocou os empreendedores endividados para aderirem ao parcelamento. Confira o vídeo publicado ao final deste texto.
Segundo diz o órgão, o momento pode ser utilizado também para renegociar “débitos locatícios, com fornecedores e com bancos, e dar uma virada geral na sua empresa”.
Mais informações podem ser obtidas na página de renegociação disponibilizada pelo Sebrae em seu site.
Parcela mínima e prazo
A dívida da empresa integrante do Simples será parcelada pelo número de prestações que forem indicadas pelo sujeito passivo. Cada parcela, entretanto, não pode ser menor do que R$ 300.
Além disso, o parcelamento poderá ser solicitado no período de 90 dias a partir da sua disponibilização indicada na respectiva normatização específica, no site do respectivo órgão concessor.
No caso da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, esse prazo teve início no dia 12 de dezembro.
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Começa prazo para consolidar parcelas de pagamento de dívidas pelo Refis

Começou nessa terça-feira (08) o prazo para os contribuintes que aderiram à terceira e à quarta reabertura do Programa Especial de Parcelamento de Dívidas Com a União definir os valores finais das parcelas que irão pagar. O chamado Refis da Crise renegocia dívidas com desconto nas multas e nos juros.
A consolidação das dívidas será dividida em dois períodos, segundo o tipo de contribuinte.
As médias e grandes empresas poderão fazer a consolidação de 08 a 25 de setembro. Já as pessoas físicas e as micro e pequenas empresas que fazem parte do Simples Nacional devem definir os valores do parcelamento no período de 05 a 23 de outubro.
Na consolidação, o contribuinte declara os débitos que quer renegociar e define o prazo e o valor das parcelas. A consolidação é feita na Receita Federal, no caso de dívidas tributárias, ou na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no caso de contribuintes inscritos na dívida ativa.
O Refis da Crise foi iniciado em 2009. O programa renegocia dívidas com a Receita e a PGFN com prazo de até 15 anos, além de desconto nas multas e juros. A terceira etapa do Refis teve prazo de adesão até 31 de maio do ano passado e ficou conhecida como Refis da Copa. A quarta etapa teve prazo de opção até 30 de novembro de 2014.
Agência Brasil, Paraíba Total

Fim de ano é época de faxina no orçamento

Começou o período de tensão orçamentária. O comércio tenta convencer os brasileiros a gastar mais para as festas de final de ano, as escolas já cobram matrículas e o governo espera pelo pagamento de impostos – IPVA (veículos) e IPTU (predial). É hora de uma faxina geral nas finanças para evitar que o ano que vem seja amargo. Ou para que você descubra que existirá espaço para usar parte dos ganhos extras comuns desta época – o 13.º salário, comissões e até a restituição do Imposto de Renda – em presentes de Natal. “O ideal é já provisionar parte desses rendimentos extras para os gastos de início de ano”, diz a planejadora financeira Angela Azevedo.
Mas só a faxina apontará alternativas, principalmente para quem tem dívidas parceladas com incidência de juros. O primeiro passo é um raio-X de suas finanças. Levante quanto tem no caixa. Depois, detalhe suas dívidas.
Como o pagamento das despesas fixas, particularmente os impostos, é inadiável, a recomendação dos consultores é tentar quitá-los à vista. “Ao pagar tudo de uma vez, há a possibilidade de conseguir desconto”, diz Márcio Cardoso, sócio-diretor da Easynvest Corretora. Segundo ele, as pessoas se acostumaram a parcelar esses tributos, mas há um custo na operação. Renegociar dívidas ou quitá-las seria uma forma de manter mais recursos no longo prazo. “Dê a si mesmo de presente o fim das dívidas”, diz Thiago Alvarez, sócio-fundador do GuiaBolso. Quem tem mais de uma dívida deve priorizar aquelas com juros maiores, como cheque especial e cartão.
FolhaPress