Reduzir

Governo quer reduzir o adicional na multa de FGTS para empresas

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou nesta terça-feira, 14/02, que é intenção do governo reduzir gradualmente as multas pagas pelas empresas que têm como referência o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
“Isso vai melhorar a eficiência da economia, vai reduzir o custo do empresário”, afirmou Dyogo, durante evento para lançamento do cronograma de saques de contas inativas do fundo de garantia.
O ministro citou ainda outras ações do governo, como as mudanças nos parâmetros do programa Minha Casa, Minha Vida. “Fizemos, na semana passada, a renovação do programa Minha Casa, Minha Vida. Significa, na prática, juros mais baratos para as famílias”, disse.
Dyogo disse ainda que famílias com dificuldades para pagar prestação de financiamento poderão sacar até o equivalente a 12 prestações do FGTS. Antes, eram três prestações.
“As medidas demonstram sensibilidade com a situação do trabalhador. Os trabalhadores começarão a ter acesso a estes recursos e poderão saldar dívidas e voltar a consumir, a dinamizar a economia brasileira”, disse.
Diário do Comércio

Dicas para reorganizar as finanças da sua PME

Em tempos de finanças instáveis, cuidar da saúde financeira da sua empresa é essencial. O primeiro passo é reconhecer o problema e investigar para saber o tamanho da dificuldade que o empreendedor tem a frente. O saldo negativo no banco nem sempre evidencia a dimensão do obstáculo. Separamos algumas dicas baseadas no site da Exame para você mensurar o tamanho do seu problema e resolvê-lo da melhor forma:
Despesas pessoais são uma coisa, as da empresa, outra:
Nem pense em misturar as duas coisas e, se já o faz, comece agora mesmo a mudar este pensamento, pois fica impossível redimensionar as retiradas mensais. Não é incomum que se force uma margem maior no produto ou serviço para manter um padrão de consumo familiar.
Aumentar o preço de um produto ou uma reduzir qualidade para manter as retiradas pode comprometer o negócio. Além disso, será necessário reduzir o orçamento familiar até que se equacione a dívida. Afinal, são as retiradas mensais futuras que estão em jogo!
Botar em prática o fluxo de caixa
Uma vez que você mensurar o tamanho e a sua evolução, deve-se analisar as possíveis causas do seu saldo. Isso ajudará a elaborar propostas mais efetivas com os credores. Não confie somente na sua intuição para isso. Use a intuição e o conhecimento do negócio para interpretar os dados.
Faça a análise de evolução do seu orçamento
Deve ser feito tanto em relação aos preços pagos e recebidos quanto às quantidades compradas e vendidas. Observe a evolução de todos os tipos de receitas e de despesas que tiver e faça uma comparação entre elas. Tente explicar as variações, tanto para cima quanto para baixo.
O que você tem feito para mudar a situação?
Mesmo que você não tenha detalhes dessa mudança, isso o ajudará na conversa com os credores. Mas não se esqueça: após conseguir baratear suas dívidas, é preciso aprofundar-se no conhecimento dos problemas e nas possíveis soluções. O objetivo final não é equacionar a dívida e sim consertar o que levou a empresa a essa situação. A renegociação é um fôlego que você precisa para fazer isso.
Renegociação de créditos
Procure por um crédito rotativo, por exemplo, ao invés de pagar juros de cheque especial ou cartão de crédito. Busque esticar prazos com fornecedores ou bancos, com base nas suas previsões. Se conseguir fazer parcelamentos, cuidado para que as parcelas caibam no fluxo de caixa e não ocasionem novos rombos. Só vá negociar depois de cumprir esses passos, ou correrá o risco de ter que pedir mais dinheiro ou prazo em pouco tempo e perder a credibilidade junto ao credor.
Exame, Pensando Grande

Em ano de crise, o ideal é reduzir custos

Em um ano que começou com a economia crescendo pouco, inflação preocupante e juros de empréstimos subindo, para as empresas, nem sempre é possível aumentar a produção e, consequentemente, as vendas. As medidas de “aperto aos cintos”, tomadas pelo governo, preocupam empresários de todos os ramos e portes, e uma coisa é certa: é preciso ajustar o orçamento. Mas, como começar? E o quer cortar?
Porém, aparentemente simples, a tarefa de cortar gastos é muito mais complicada do que se possa imaginar, como comenta o sócio diretor administrativo financeiro da consultoria Praxis Business, Mauricio Galhardo. “Nesses tempos de turbulência, manter o caixa azul torna-se uma tarefa bem complexa. As empresas têm de trabalhar com duas notícias, uma boa e outra ruim. A ruim é que 2015 será um ano difícil. A boa é que já sabemos disso. Portanto, nada melhor do que se preparar, ajustar as contas e acompanhar as vendas de perto, para que o caixa não sofra tanto com isso. Pagar juros neste momento resultará em perdas maiores do que em anos anteriores, por isso, quem conseguir manter o saldo no azul sem usar recursos de terceiros, terá um diferencial competitivo a mais”, garante o especialista.
Para diminuir custos e aumentar a produtividade, segundo Galhardo, o ideal é que as empresas avaliem com muita criticidade o que se pode ajustar. Cortar custos deve ser uma tarefa recorrente e não uma ação em momentos difíceis. “No contexto que prevemos para 2015, vale fazer um planejamento detalhado visando entender os melhores caminhos para buscar mais resultados com menos recursos. Produtividade é a palavra deste ano. Aqueles que a perseguirem terão bem mais chances de sair ilesos do que aqueles que não se atentarem. Cortes de custos podem ser feitos, mas sempre avaliando o impacto de cada medida.”
Por sua vez, o diretor do Instituto de Estudos Financeiros – IEF, Edno Oliveira, concorda com Galhardo, mas pondera que o corte de gastos é sempre mais praticado quando a conjuntura econômica está desfavorável. “Entretanto, mais do que nunca, o empreendedor deve buscar continuamente controlar os custos de forma planejada, evitando o corte compulsório”.
Em sua opinião, 2015 é um ano desfavorável para abrir um negócio próprio: “Diante de uma retração na economia brasileira, o ambiente econômico fica naturalmente adverso para o investimento empresarial. Por outro lado, sabemos que nos momentos de crise costumam surgir boas oportunidades de negócios para os empreendedores de visão. Assim, apesar das dificuldades que os novos negócios enfrentarão no decorrer deste ano, poderão ser encontrados nichos especiais e empresários com forte senso de inovação terão a oportunidade de aproveitá-los.”
Para diminuir os custos e aumentar a produtividade, o economista aconselha enfatizar o comprometimento da administração para o acompanhamento do orçamento, analisando o quanto cada um se comprometeu a cortar e o quanto efetivamente foi gasto. É uma incumbência que deve ser cumprida por todos os colaboradores da empresa. “É fundamental ainda obter a colaboração dos empregados com sugestões para redução de custo e fazer investimentos em treinamento de pessoal, ao invés de cortá-lo”, aconselha.
Por fim, para Oliveira, as perspectivas não são boas e diversos fatores estarão contribuindo para piorá-las: “A confiança das empresas e das pessoas na economia está baixa, o que inibe o investimento e o consumo. O quadro macroeconômico do País está ruim e com possibilidade de agravamento, principalmente se o Brasil perder o grau de investimento. O ambiente polí­tico parece se deteriorar rapidamente. Por tudo isso, se espera que este ano seja de fraca atividade econômica”. Por esses e outros fatores, o melhor a fazer é seguir o conselho do provérbio popular “é melhor prevenir do que remediar”, com algumas dicas para que 2015 não se torne um ano mais difícil do que promete ser:
Acabe com o desperdício. É imprescindível verificar o que realmente é utilizável e o que é desperdício. O copo descartável para água e cafezinhos, por exemplo: será que ele realmente é preciso? Algumas pessoas ainda acham que é uma comodidade, mas além de gerar resíduos desnecessários e contribuir com a poluição atmosférica, já que a fabricação deste tipo de produto emite CO2 e outros gases, o tal copinho representa custo. As empresas podem estimular seus colaboradores a deixar uma caneca na mesa. Se cada um levar a sua, a redução no gasto com copos plásticos já será considerável.
Avalie as despesas fixas; todos os contratos de prestação de serviços de consultor, aluguel, financiamento com o objetivo de buscar melhores negociações; e as vendas observando quais produtos ou serviços são mais “vendáveis”. É ideal se concentrar neles e reduzir os custos daquilo que não gera margem de lucros.
Administre bem o seu estoque, organize e planeje as compras, evitando pedidos urgentes que acabam saindo mais caro por falta de pesquisa de preço.
Negocie descontos em contas: empresas desorganizadas gastam mais por causa das multas e juros por pequenos atrasos em pagamentos. Pagando em dia, é possível ainda verificar se há gratificações para pagamentos adiantados ou automáticos.
Consulte sempre seu contador ou advogado, para ver se existem mudanças no seu negócio que podem ajudar a diminuir a carga tributária.
Revista Dedução

7 dicas para reduzir gastos e despesas sem prejudicar a produtividade da empresa

A redução de gastos pode representar a sobrevivência e o sucesso de uma companhia por muito mais tempo. Mas não basta apenas trocar fornecedores e/ou demitir funcionários para ajustar as finanças, é preciso colocar em prática mais ações que auxiliam a economia e reduzem os valores gastos.

Pensando nisso, a JValério, associada à Fundação Dom Cabral, preparou um guia com 7 orientações sobre finanças, elaborado pelo professor da Fundação Dom Cabral, Marcelo Valério. Com mais de 20 anos de experiência como executivo de finanças em empresas de médio e grande porte, Marcelo ensina o caminho para o sucesso na redução.

O guia se resume em 7 aspectos principais, são eles: Enquadramento correto do CNPJ; Os fornecedores; A responsabilidade do Administrador; As tecnologias; Os processos interno; O ambiente de trabalho; e as Demissões.

Acertando as contas com o Governo

Uma situação bem corriqueira apontada por Marcelo Valério é quando uma empresa está enquadrada em um tipo de regime inadequado e, com isso, os valores de impostos para o governo estariam fora da realidade. “Ocorre principalmente nas pequenas e médias empresas, que costumam alocar as despesas com a folha que no Simples tem um custo menor, mas estão gerando um passivo perante o Governo”.

Para ajustar este quadro antes que seja tarde, Marcelo explica que as empresas devem fazer a conta de quanto esta “economia da folha” representa e quanto é o tamanho do risco perante o fisco. “Muitas vezes, o ônus é maior que o bônus”.

As parcerias e fornecedores

A questão dos fornecedores é bem interessante, pois muitas vezes um preço mais baixo pode representar uma economia momentânea. Para Marcelo, o importante é avaliar a qualidade do produto ou do serviço ofertado para não influenciar na conta final.

“Esta questão varia muito conforme o segmento da empresa. Na indústria tem um peso relevante que são os insumos, portanto ela deve ter fornecedores com o menor preço e maior prazo. Quanto à qualidade de produtos ou serviços, isso vai depender da eficiência operacional da empresa e a sua estrutura”.

A responsabilidade do administrador

Qual é o tamanho da responsabilidade de um administrador sobre a conscientização dos funcionários para reduções pontuais? Para Marcelo Valério, é enorme. O professor da Fundação Dom Cabral explica que os funcionários são protagonistas da redução de custos e, para isto, o empresário precisa conscientizá-los, qualificá-los e sensibilizá-los. “É preciso mostrar exemplos e fazer com que cada um enxergue como pode contribuir, além de definir metas e premiar a equipe quando elas forem atingidas”.

O uso da modernidade

A tecnologia é uma aliada para redução de custos com programas para optimização de tempo de funcionários, a utilização do recurso do ponto eletrônico ou mesmo através de sistemas que economizam energia, mas Marcelo acredita que apenas ter esta tecnologia ao lado da empresa não basta. “É preciso saber usar a seu favor essa ferramentas. Acho que esta é a maior dificuldade das empresas de médio porte: ter muita informação mas não saber utilizar nem 10% de toda esta tecnologia” aponta o especialista.

Os processos internos

Folha de pagamento é uma questão que interessa em todas as empresas e Marcelo Valério explica que ela precisa estar bem enxuta, sem erros ou gastos desnecessários. “É preciso mensurar a relação faturamento x folha x funcionários e também ebitda x folha x funcionários. Desta forma, a empresa pode equalizar o seu quadro de colaboradores e rever os processos” explana Marcelo.

Vale lembrar que ebitda significa Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, ou Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização.

O ambiente de trabalho

“Funcionários felizes são mais ‘rentáveis’ e tem custo trabalhista menor, mas são poucas as empresas que fazem este trabalho, geralmente as de grande porte fazem. Infelizmente nem todos os empresários fazem este trabalho. Eles sabem do problema mas não sabem como resolver.” Marcelo Valério percebe alguns fatores que ainda estão sendo observados nas empresas mas não estão recebendo a devida atenção, como funcionários desmotivados por questão de segurança de trabalho, de práticas de gestão ruim ou até por falta de remuneração justa, só para citar alguns exemplos.

As demissões

Marcelo Valério acredita que demitir funcionários nem sempre significa cortar custos e que contratar mais empregados não significa ter mais gastos. O professor da Fundação Dom Cabral orienta que, antes de fazer qualquer ação neste sentido, o empresário precisa fazer algumas contas.

“Ele precisa saber qual o custo da rescisão, mais passivo trabalhista ou quais seriam os gastos com a contratação e treinamento de novos colaboradores. Acho que antes de qualquer movimento neste sentido, a empresa precisa fazer o mapeamento dos seus processos”.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/7-dicas-para-reduzir-gastos-e-despesas-sem-prejudicar-a-produtividade-da-empresa/89959/

Administradores

DECRETO Nº 8.070, DE 14 DE AGOSTO DE 2013. D.O.U.: 15.08.2013

Altera a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI, aprovada pelo Decreto nº 7.660, de 23 de dezembro de 2011, para reduzir a zero a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI incidente sobre outros açúcares de cana.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 4º, caput, incisos I e II, do Decreto-Lei nº 1.199, de 27 de dezembro de 1971, DECRETA :

Art. 1º Fica fixada no percentual indicado no Anexo a este Decreto a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI incidente sobre o produto ali relacionado.

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de agosto de 2013; 192º da Independência e 125º da República.

DILMA ROUSSEFF

Guido Mantega

ANEXO

Código TIPI ALÍQUOTA (%)
1701.14.00 0

 D.O.U.

Comissão aprova redução da burocracia para abertura e fechamento de empresa

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na quarta-feira (10), o Projeto de Lei 3687/12, do deputado licenciado Irajá Abreu (PSD-TO), que busca reduzir a burocracia na abertura e no encerramento (“baixa”) de empresas no Brasil.

O texto autoriza a Receita Federal a firmar convênios com os conselhos regionais de Contabilidade para criar um banco de dados de contabilistas. A ideia é que esses profissionais fiquem habilitados a inscrever empresas por meio eletrônico, sem uso de papel, no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e no cadastro único de contribuintes.

O relator na comissão, deputado Antonio Balhmann (PSB-CE), defendeu sua aprovação, lembrando que são muito conhecidas as “expressivas dificuldades” relativas ao processo de abertura e de fechamento de empresas no Brasil.

Balhmann acrescenta ainda que os conselhos regionais de contabilidade são considerados autarquias corporativas, uma vez que são entidades criadas por lei, desempenham atividade típica de Estado, correspondente ao poder de fiscalizar o exercício de atividades profissionais, e têm prerrogativas típicas das entidades de Direito Público.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Agência da Câmara