Período

Doação até fim de dezembro garante 6% de abatimento no IR

Quem nunca se revoltou com o leão na temporada de entrega da declaração do Imposto de Renda? Para quem quer reduzir essa mordida ou ampliar o valor da restituição no ano que vem, é preciso se apressar, já que é possível tomar uma iniciativa com esse objetivo até dia 30 de dezembro: a doação a entidades beneficentes, o que permite 6% de dedução.
Para usar esse benefício é fácil, mas é preciso que o contribuinte atente que não pode destinar seu dinheiro diretamente a uma instituição assistencial. As doações incentivadas só podem ser feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente ou do idoso; e aos projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, pela Agência Nacional de Cinema – Ancine e enquadrados na Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual, pelo Ministério do Esporte e enquadrados na Lei de Incentivo ao Esporte e pelo Ministério da Saúde no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência – Pronas ou do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – Pronon.
Se as doações forem feitas até 31 de dezembro, o contribuinte pessoa física pode abater até 6% do IRPF devido na declaração modelo completo. Já a pessoa jurídica consegue deduzir até 1% do IRPJ devido no lucro real. Quem quiser doar ano que vem também pode, mas terá o abatimento limitado a 3% do imposto na declaração. Portanto, é aconselhável fazer a doação dentro deste ano-base, assegurando os 6%.
Para doar, no programa da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física – DIRPF, basta ir na ficha “Doações Diretamente na Declaração”, escolher o fundo ou projeto, selecionar o Estado e o município, e informar o valor a ser doado. Em seguida, basta clicar no botão “OK”, imprimir o Documento de Arrecadação das Receitas Federais – Darf e pagar até a data limite (31 de dezembro para abater 6% ou fim do período de entrega do IR para dedução de 3%).
Revista Dedução

Férias – Período Aquisitivo X Período Concessivo

O que vem a ser período aquisitivo e período concessivo de férias?
Período aquisitivo: o período aquisitivo de férias é o período de 12 (doze) meses a contar da data de admissão do empregado que, uma vez completados, gera o direito ao empregado de gozar os 30 (trinta) dias de férias.
Período Concessivo: o período concessivo de férias é o prazo que a lei estabelece para que o empregador conceda as férias ao empregado. Este prazo equivale aos 12 (doze) meses subsequentes a contar da data do período aquisitivo completado.
Partindo deste raciocínio, quando se inicia o período concessivo de 12 (doze) meses após o primeiro período aquisitivo completado, inicia-se também um novo ciclo de período aquisitivo (2º período), que uma vez completado, irá gerar o direito ao empregado a mais 30 (trinta) dias de férias e assim sucessivamente.
Podemos visualizar melhor este ciclo através do esquema abaixo:
ferias
Embora a lei estabeleça que as férias devam ser concedidas nos 12 (doze) meses subsequentes ao período aquisitivo, o entendimento jurisprudencial é que devam ser concedidas antes que vença o 2º período aquisitivo, ou seja, o término de gozo deve ser antes do vencimento dos 12 meses de concessão.
No primeiro momento, parece lógico que em qualquer situação o prazo será o mesmo, já que, como verificamos no esquema acima, o período concessivo vence exatamente no mesmo prazo do 2º período aquisitivo.
No entanto, estes prazos poderão não ser equivalentes considerando, por exemplo, o afastamento do empregado por auxílio-doença durante o período concessivo.
Para melhor ilustrar, digamos que o empregado já tenha um período vencido e no início do 10º (décimo) mês do período concessivo se afasta por auxílio-doença, retornando 5 (cinco) meses depois.
Neste caso, o prazo de 12 (doze) meses subsequentes que o empregador teria para conceder as férias para o empregado, resta ultrapassado, embora, o empregado ainda não tenha completado o 2º período aquisitivo, o que irá ocorrer após o retorno do seu afastamento, haja vista que seu contrato de trabalho ficou suspenso durante o afastamento.
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Pequenas empresas que aderirem ao PPE devem optar por período mais curto

Segundo Tonani, empresas de qualquer porte e setor podem participar, embora a burocracia afaste pequenos negócios sem uma gestão de pessoas estruturada.
Veja dicas para aderir ao PPE:
OS NÚMEROS-O acordo reduz a jornada e o salário em até 30%. O Fundo de Amparo ao Trabalhador paga metade da redução salarial. O período é de até seis meses, mas é possível prorrogar por até 12 meses
OS ENVOLVIDOS-Deixe todos os termos claros para os funcionários e estabeleça uma boa relação com eles e com o sindicato da categoria, já que a aprovação de ambos é necessária para aderir ao programa
AS REGRAS-Podem participar empresas que provarem passar por dificuldades financeiras, mas sem dívidas fiscais. É preciso ter esgotado períodos de férias individuais e coletivas, além
do banco de horas
OS CUIDADOS-Não é permito demitir durante o acordo e nem após um prazo equivalente a um terço do período de adesão. Pequenos negócios devem fazer acordos mais curtos, já que têm mais dificuldade de prever recuperação.
Folha de S. Paulo

Como melhorar a gestão de sua empresa neste tempo de crise

A palavra crise domina as conversas entre empresários dos mais diversos setores neste momento. Mas em vez de deixar o pessimismo tomar conta, o melhor é partir para o ataque e colocar em prática medidas que possam tornar mais eficiente a gestão da empresa e ajudar a superar esse período de baixa em todos os índices econômicos do país.
Um bom começo é conversar com o seu contador; ele poderá orientá-lo sobre a melhor forma de tributação para pagamento do imposto devido e, em alguns casos, até gerar economia para o negócio: isso não significa sonegação e sim planejamento tributário; onde a sua empresa deve estar enquadrada no regime de tributação mais adequado ao perfil de negócio. O regime tributário da sua empresa em épocas de “vacas gordas” pode ser diferente do regime em época de vacas magras (menor lucro). Seu contador é a pessoa ideal para analisar todas as variáveis envolvidas.
Hoje é essencial para o empresário ficar atento a todas as áreas da empresa e não se preocupar apenas em vender. Ele deve também buscar bons fornecedores que lhe entreguem a mercadoria no prazo, com um preço bem acessível e não comprar mais do que o necessário, assim evitando um estoque muito alto. É importante que o empreendedor entenda as necessidades específicas dos clientes e verifique sempre se os produtos estão tendo rotatividade no seu estoque.
Outro ponto essencial neste momento é o cuidado em relação ao uso do dinheiro em todas as áreas da empresa. É necessário estar atento a todos os passos que a empresa dá, desde economias simples com água, luz e telefone, até entender se você não está pagando para trabalhar. É importante verificar os custos de compra para entender se eles não estão maiores que o preço da venda.
Você já parou, por exemplo, para analisar se a sua operadora de telefonia é a que realmente melhor se enquadra para sua empresa ou você esta com ela por comodismo? Pode ser interessante chamar os fornecedores de telefonia para verificar se existem novos planos que ofereçam condições mais adequadas ao perfil de uso da empresa e até mesmo preços inferiores.
Também é importante ter um controle dos gastos efetuados e gerenciar cada um; assim você saberá para “onde vai o dinheiro”. Você emite relatórios diários contendo todas as informações gerenciais da sua empresa para saber como esta a saúde financeira dela? Para visualizar todos esses dados de forma constante, uma boa solução é ter uma ferramenta de gestão empresarial. Isso porque neste novo Brasil é preciso que você controle cada ponto da sua empresa sempre. Não dá mais para verificar uma vez por mês como está a situação. É necessário acompanhar diariamente os números e fazer os ajustes necessários o mais rápido possível para que o negócio continue sustentável.
Revista Incorporativa