Perfil

Foque Nos Resultados e Não nas Tarefas

O que define o sucesso e o desempenho do empreendedor é a diferença dos resultados que ele produz.
Se você está muito preocupado somente com as tarefas ou processos, com o esforço e volume de trabalho, leva trabalho para casa e mantém o local de trabalho parecendo que tem milhares de coisas a fazer então, tome cuidado!
Você pode não estar produzindo o Resultado Esperado e ainda Não tem Liberdade de Tempo e de Escolha para Equilibrar Sua Vida Pessoal, Familiar e Profissional.
Existem 2 Perfis de Empreendedores:
O Realizador de Tarefas
O Realizador de Tarefas geralmente é muito esforçado, realiza muito bem as tarefas que lhe são designadas sem se preocupar muito com os resultados que ele deva gerar.
Se a tarefa está bem feita, ótimo!
O Realizador de Tarefa está sempre buscando qual a ferramenta de gestão que está na moda um nome diferente para o Planejamento Estratégico, uma variação do PDCA um novo jeito de identificar oportunidades etc.
O Gerador de Resultados
O Gerador de Resultados entende como resultado o Valor que ele Agrega Para a Empresa.
Ele entende quais os resultados desejados, especificando o que deve ser entregue, o prazo e o valor.
Muitas vezes age com bom senso para gerar um resultado e não cria um processo complexo e burocrático, que fica bonito mas prejudica o resultado.
Ele não é burocrata!
Ele não foca em executar as ferramentas gerenciais, mas foca no resultado e escolhe aquela mais simples para que ele alcance o resultado planejado.
DISC – FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO DE PERFIL
O primeiro ponto é você Avaliar o Seu Perfil em função do que falamos.
Se tiver dificuldades, compare os Resultados e os Lucros da sua empresa e Seu Volume de Trabalho.
Pouco Resultado com Muitas Tarefas ou Muito Resultado com Poucas Tarefas, mas prioritárias?
É de ficar surpreendido com a quantidade tempo, energia e dinheiro que as empresas gastam em processos.
Qualquer Empreendedor Competente que deseje Duplicar Seus Lucros deve aumentar suas criticas em relação aos processos.
Qualquer investimento de tempo ou dinheiro para implementar ferramentas gerenciais deve ser bem questionada.
Não que as ferramentas gerenciais não sejam importantes elas são somente um meio para se chegar aos resultados.
Pergunte sempre que pensar em adquirir uma ferramenta:
Essa ferramenta realmente é necessária ou existe uma forma mais rápida, mais direta e mais sensata para que eu seja orientado a resultados e não a tarefas?
Para Gerar Resultados:
Jamais escreva um recado quando basta falar com alguém;
Jamais convoca uma reunião quando basta redigir um e-mail;
Jamais convoca reunião de 4 horas quando uma reunião de 1 hora já é suficiente;
Jamais desenhe um processo complexo quando apenas uma reunião já é o suficiente para resolver o problema.
Empresários Brilhantes

Atenda ao cliente como você gostaria de ser atendido. Certo ou errado?

Certa vez, estava trabalhando numa capital do nordeste brasileiro e, ao término da minha palestra motivacional de vendas, um participante pediu a palavra e perguntou: “Erik, tenho uma atendente que chama os clientes que entram na loja usando os dizeres ‘meu querido, meu amor, meu bem’. O que você acha?”.
Antes de responder, quero compartilhar com vocês algo que aprendi em uma das aulas do Professor Dr. Smith, durante uma qualificação internacional que fiz em Tampa-EUA. Ele falou sobre a regra de ouro do atendimento que diz: “Atenda como gostaria de ser atendido”. Mas, também, apresentou a evolução desta regra e a chamou de regra de platina, que diz: “Atenda da forma que o cliente prefere ser atendido”. Repare que, na regra de ouro, basta ser agradável para mim que devo fazer ao outro. Será isso mesmo o ideal? Eu também penso que não, afinal, o que pode agradar a um, pode desagradar ao outro. Portanto, creio que a regra de platina seja a mais atual e assertiva para tratar o cliente, ou seja, identificar a forma que ele gosta de ser atendido e, se possível, assim o fazer.
Vale lembrar, ainda, a importância de atender podendo utilizar o rapport, um conceito originário da Psicologia com o intuito de criar empatia com o outro. É uma espécie de espelhamento, onde o vendedor, ao assemelhar as ações e voz do cliente, pode criar maior sinergia e identidade entre as partes.
Por tudo isso, respondi ao participante da palestra que considerava melhor ela ter, a princípio, uma maneira de abordar um pouco mais neutra, para não correr o risco de desagradar uma parte dos clientes. Em seguida, é preciso pesquisar a linguagem do cliente, identificar seu perfil e, a partir daí, definir por manter uma abordagem conservadora para os clientes mais comedidos e uma forma mais amável com os clientes mais calorosos. Desta forma, haverá maior possibilidade de acertar na preferência do cliente.
Recomendei, também, que o recrutamento fosse sempre constante. Sim, para contar com ótimos atendentes e vendedores na equipe, é fundamental estar sempre recrutando. Por mais que o seu quadro de funcionários esteja completo e o atendimento seja de excelência, uma hora você pode ficar sem um colaborador. Por isso, continue recebendo e analisando currículos e fique de olho em perfis que se adéquem à cultura organizacional e ao perfil desejado para o seu negócio. Adotando essa prática de seleção contínua, será mais ágil repor profissionais com as competências desejadas.
Revista Dedução

Nove atitudes para acelerar a recolocação profissional

O desemprego cresce no Brasil há 17 meses consecutivos. Atualmente, mais de 11% da população economicamente ativa está fora do mercado de trabalho, uma soma de aproximadamente 11 milhões de pessoas. Apesar da economia ainda estar em baixa e a geração de empregos se manter em queda, existem algumas ações que podem ser feitas para aumentar as chances de se recolocar no mercado de trabalho.
A Kelly, multinacional de soluções em RH, destaca nove passos que podem ajudar em uma recolocação profissional mais rápida. “Esse é um momento delicado, pelos quais muitos brasileiros passaram nos últimos meses. Saber a maneira certa de agir pode ser fundamental para encontrar um novo emprego de maneira rápida e eficaz”, afirma Valéria Andrade, diretora de Recursos Humanos da Kelly no Brasil.
1. Conheça seu perfil profissional-Revisite as situações positivas e negativas que você enfrentou na última experiência de trabalho. As positivas mostram para você pontos fortes do seu perfil e conhecimento já adquiridos, enquanto os negativos mostram a você possibilidades de desenvolvimento. Avalie o que poderia ter feito de diferente e, com isso, é possível iniciar um processo do que fazer para melhorar. Assim, se constrói uma lista com as competências profissionais “O desemprego é um momento em que a pessoa deve pensar sobre os seus pontos fortes e pontos a desenvolver. Essa reflexão irá ajudar na elaboração de uma estratégia de recolocação e de um novo posicionamento profissional. Além de abrir espaço para rever aspectos pessoais e profissionais que podem ser melhorados”, afirma Valéria.
2. Faça uma lista de desejos-Pense em tudo aquilo que você quer fazer, inclusive coisas inovadoras e novas oportunidades. Coloque os seus projetos em uma lista de prioridades e pense por onde você poderia começar. Liste desde pequenos projetos, como organizar armários, até a realização de cursos e viagens. O processo de recolocação profissional deve ser um desses itens. “Essa lista pode e deve ser preenchida com itens que você identificou após conhecer melhor o próprio perfil profissional. Fazer cursos para desenvolver determinada habilidade também deve entrar nesta relação. Voltar ao mercado de trabalho é fundamental, mas não pode ser o único projeto”, explica Valéria. A partir disso, defina as prioridades e avalie por onde será melhor começar.
3. Inicie o Projeto de Recolocação-Para começar, faça uma lista de empresas ou posições que gostaria de trabalhar, áreas em que quis atuar e nunca encontrou oportunidade e empresas que admira. Liste também as companhias que possuem relação com as suas últimas experiências profissionais. A recolocação em organizações do mesmo segmento tende a ser mais rápida, pois a experiência anterior vale muito. “É importante dar índices de prioridade para cada item, pois as opções podem não se concretizar em pouco tempo e a pessoa terá que ampliar a sua busca”, avalia a executiva da Kelly.
4. Prepare o currículo-O currículo ainda é uma das principais apresentações que o profissional possuiu. Antes de começar a buscar um novo emprego, é preciso alinhar seu conteúdo. O objetivo profissional precisa ser direto e de acordo com as aspirações para a carreira. Cursos devem ser citados somente se tiverem relação com a área pretendida. “Quando for mencionar a experiência profissional, explique bem a descrição das atividades desenvolvidas e seja sucinto nas demais informações, como nome da empresa, data período de atuação e cargo ocupado”, recomenda Valéria.
5. Fique atento ao LinkedIn-O LinkedIn é uma das principais fontes de recrutamento atualmente. Ser ativo na rede é muito importante para a recolocação profissional. Por meio do LinkedIn, é possível conectar-se a pessoas do mesmo segmento, realizar busca de profissionais de empresas concorrentes e até buscar vagas disponíveis. Seja detalhista ao preencher as informações nessa ferramenta que hoje é uma vitrine de profissionais. Busque manter o seu currículo igual ao perfil na página. “É muito importante conectar-se a diversas pessoas não apenas de sua área, mas também da área de aquisição de talentos, tornando seu perfil mais visível e atrativo”, explica a diretora de Recursos Humanos.
6. Faça networking-Contatos de empresas anteriores, redes sociais (Linkedin, Facebook) e colegas de faculdade podem ajudar na divulgação do seu currículo e oferecer referências de como foi trabalhar ou desenvolver projetos com você. Eles também podem saber de oportunidades que você não sabe. Por isso, divulgue o seu projeto de recolocação a eles. “Essas conexões podem ser fontes de informação de mercado e ampliam sua visibilidade, aumentando suas possibilidades de recolocação”, revela Valéria.
7. Inicie a busca por vagas
A partir desse momento, comece a procurar pelas vagas que você definiu nos principais sites especializados. Mas antes de cadastrar seu currículo, veja se o site é confiável, busque recomendações com amigos e colegas e confira se há reclamações de outros profissionais. “É muito importante ter certeza de que suas informações estarão disponíveis em plataformas que realmente poderão te ajudar a encontrar um bom emprego. Muitos sites mais atrapalham do que ajudam na hora de concorrer e procurar por novas vagas”, conta a diretora de Recursos Humanos.
8. Saiba como conversar com o recrutador
É comum que o recrutador peça ao candidato para falar sobre si mesmo. Nesse caso, seja breve, claro, objetivo e só diga as informações que sejam relevantes ao emprego que busca. “Tenha propriedade para falar sobre seu último empregador. Isso transmite confiança para quem está te entrevistando”, garante Valéria. Esteja preparado para falar sobre seus objetivos, projetos desenvolvidos, situações adversas vividas no passado, desafios que busca na carreira, qualidades e defeitos, sua postura com gestores e pretensão salarial. “Antes da entrevista, treine essas respostas, que muito provavelmente serão perguntadas durante uma entrevista. E seja sempre franco e honesto. Mentir sobre quaisquer aspectos só trarão problemas no futuro”, ressalta.
9. Prepare-se para a entrevista
Ao ser chamado para uma entrevista, caso tenha o nome da empresa, entre no site e levante informações como história, principais produtos, segmentos de atuação, visão, missão e valores. Procure também notícias relacionadas à empresa em sites de busca. “Ter informações sobre seu potencial empregador faz com que o candidato não seja prego desprevenido e ainda passa uma excelente impressão ao recrutador”, explica a executiva. Outro ponto importante é separar a roupa que irá usar com antecedência, adequada ao perfil da empresa. E evite atrasos. “Procure a localização da entrevista e trace uma rota calculando o tempo de deslocamento. Tente calcular um tempo extra, caso enfrente dificuldades com o trânsito ou transporte que utilizará”, conclui.
Administradores.com

Descubra se você tem perfil para empreender

Muitas são as razões pelas quais as pessoas decidem empreender: mudar de vida, não ter mais chefe importunando, maior liberdade de horário, dificuldade em arrumar um novo emprego, insatisfação com o salário, assumir o negócio da família e implementar uma ideia estão entre elas.
As razões equivocadas seguem o padrão chamado pelos psicólogos de “fuga de negativo”, baseado na perspectiva de que as pessoas têm, geralmente, duas maneiras de tomar uma decisão: por fuga/medo de algo negativo (não ter mais chefe, por exemplo) ou por um ideal, por amor a uma causa.
É neste ponto que a maioria dos empreendedores de sucesso se diferenciam: eles empreendem não para fugir de algo, ou até mesmo porque tiveram uma ideia genial, mas porque veem o empreendedorismo, a atividade em si, como seu propósito de vida. Eles se identificam e sentem prazer com os ingredientes da vida empreendedora, como riscos, incertezas, altos e baixos, mercados, metas e sonhos.
O verdadeiro empreendedor não sabe viver e ser feliz de outra maneira, e é isso, de forma intrínseca e natural, que gera energia e automotivação que parecem inesgotáveis, sempre disponíveis para motivá-lo a se levantar, seguir em frente e manter a certeza inabalável de que chegará lá!
Vou compartilhar um pouco da minha experiência de vida. Aos 17 anos, estudava em uma escola militar e, pela própria natureza da atividade, estava com uma carreira segura e garantida no oficialato. Foi no fim da ditadura, quando a carreira militar ainda conferia muito status. Sem saber a razão, eu estava muito incomodado com aquela carreira, e depois de muitas conversas acaloradas com amigos – que não conseguiam entender a vida fora da caserna – entendi que chegara o momento de decidir pelo meu futuro.
Fui até a biblioteca do quartel, dividi uma folha em branco ao meio, e passei algumas horas anotando as vantagens e desvantagens da carreira militar, desde aquele presente dia até a aposentadoria, abordando todos os aspectos possíveis e imagináveis.
Ao final, li de forma desapegada todos os pontos e imediatamente decidi que pediria o meu desligamento. Sabe qual foi o fator chave para essa decisão? Uma palavra apenas: previsibilidade.
Na carreira militar praticamente tudo já está definido: os anos de estudo, os salários, as promoções…os limites! E aquilo era a morte para mim, eu queria poder sonhar grande, arriscar, sentir frio na barriga! Sem nada saber sobre empreendedorismo, já havia decidido por ele aos 17 anos.
Era meu jeito de encontrar alegria e ver beleza na vida. Hoje, quando olho para trás, independentemente do sucesso que consegui, vejo que foi a decisão mais acertada da minha vida! Optei por um ideal, por amor a um estilo de vida.
Por outro lado, há empreendedores que abrem um negócio por razões equivocadas e, apesar disso, conseguem manter a motivação em alta e conquistar enorme sucesso. O que ocorre, nestes casos, é que o DNA empreendedor estava lá, adormecido, mas a pessoa não tinha consciência dele. Ao experimentar a vida empreendedora, tudo veio à tona. O motivo equivocado apenas criou a oportunidade para que a vocação verdadeira pudesse aflorar.
Para aqueles que não têm afinidade com os ingredientes da vida empreendedora, nem tudo está perdido. Se conviver diariamente com riscos, incertezas, falta de recursos, altos e baixos, mantendo a esperança e automotivação, sem perder o sono, não é da sua natureza, não se desespere, porque mesmo assim você poderá se tornar um empreendedor de sucesso.
Você precisará, entretanto, desenvolver uma resiliência acima da média, um espírito de luta incomum, para não sucumbir aos desafios do início da empreitada. Ao longo do tempo, vivenciando o dia a dia da vida empreendedora com resiliência, tudo poderá se tornar natural e o seu DNA terá sido transformado! Caso isso não ocorra, empreender se tornará um sofrimento e você deverá considerar seriamente a possibilidade de mudar de atividade. Bons negócios.
Exame.com

Empreendedores aumentam e Brasil tem perfil de negócios

O brasileiro tem um perfil empreendedor. Em 2013 uma parcela de 32,2% da população era empreendedora, ante 30,2% no ano anterior. Segundo o relatório sobre Empreendedorismo no Brasil, da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), cerca 123 milhões de indivíduos são proprietários de negócios. Segundo especialistas consultados pelo DCI, o brasileiro tem uma aptidão natural para o empreendedorismo.

A sócia e diretora do Virtual Office, Mari Gradilone, disse acreditar muito no empreendedorismo no Brasil. “Apesar das dificuldades econômicas, o brasileiro idealiza muito ter um negócio próprio e é fértil de ideias”, disse.

A consultora de negócios, Beth Penteado, também acredita que os brasileiros têm uma certa aptidão para novos negócios. “Nós temos uma característica como cultura de se empreender por oportunidade e isso está comprovado pelo numero imenso de micro e pequenas empresas no País. Nós temos no povo uma certa flexibilidade, que facilita o empreender, já que muitas vezes no caminho se que se tem que alterar algo que não deu muito certo”.

Segundo o estudo do GEM, os empreendedores por Oportunidade são aqueles que identificaram uma chance de negócio e decidiram empreender, mesmo possuindo alternativas de emprego. No ano passado, esse tipo de empresário representava uma fatia de 71,3% dos empreendedores brasileiros.

Mari Gradilone deu algumas dicas para quem tem interesse em começar um novo negócios. “tem que identificar a oportunidade, com quem fazer, como dimensionar o negócio, que está ligado em como conseguir o crédito, para ver se esse é o caminho certo, se é um negócio viável”.

Ela também salientou que quem ainda é um amador, tem que começar a pensar como um profissional. “O grande sucesso é ter competência, ver as pessoas que deram certo, por isso escutar, colocar para alguém sua ideia, e ver se a pessoa entendeu rapidamente suas explicações”, disse.

A especialista acredita que tem havido um crescimento da formalização de empresários, “está crescendo a procura para as pessoas abrirem suas próprias empresas e terem um vínculo com o mercado”, comentou ela que colocou o setor de serviços como o mais promissor destacando toda área de tecnologia e informação, advocacia e construção civil.

Dificuldades

As dificuldades enfrentadas pelos empreendedores estão relacionados à demora para a abertura da empresa e à grande burocracia enfrentada pelos novos empresários. Além disso, a dificuldade em se conseguir financiamentos também foi apontada.

Mari Gradilone explicou que muitos novos empresários se esquecem que antes de se ter uma empresa se tem um patrimônio pessoal. “A pessoa precisa ter um nome em ordem, tem um monte de banco procurando esse cliente, eu acho que a sugestão que eu posso dar para 2014 é cumprir tudo que você planejou, se tem uma ficha limpa ela que vale ouro porque todo mundo está atrás de alguém que possa se expandir, a gente nunca teve dificuldade de crédito. Eu acho que é um ano que tem muito dinheiro para emprestar”, completou.

Segundo Beth Penteado, além da questão do crédito, “as dificuldades com relação à mão de obra é a mesma que os outros empresários enfrentam. Como as empresas são de pequeno porte é mais fácil treinar essa mão de obra, o pequeno empreendedor pode acolher uma pessoa e treina-la para uma função específica”, salientou.

“Estamos cada vez com mais facilidade de acesso. O desejo das pessoas ficou muito parecido, no interior do Brasil se encontram produtos semelhantes aos que temos nos grandes centros. Por outro lado com o crescimento de outras regiões apareceram muitas necessidade de produtos e serviços que a população carece e essa carência também é o que fomenta essa empreendedorismo”, completou a especialista.

Link: http://www.4mail.com.br/Artigo/Display/029422000000000

Fenacon

Você tem o perfil de empreendedor?

Atualmente é comum chamar todo empresário de empreendedor. Aquela pessoa que resolveu abrir um restaurante, uma panificadora ou uma sorveteria, podem ser chamados de empreendedores? O Brasil ocupa a terceira posição mundial em projetos empreendedores, perdendo apenas para a gigante China e para os Estados Unidos.

Mas será que empreender é abrir o seu próprio negócio? Através de muito estudo e análises de grandes consultores e professores identificou-se que essa afirmação não é verdadeira. Você tem um vizinho, que abriu uma sorveteria, e lá comercializa os mesmos sabores de sorvetes e picolés da concorrência. Não existe nada de diferente! O que diferencia será o modelo de negócio que o empresário quer empreender. Se, o empresário atrair para o seu negócio novos sabores, novas técnicas de encantamento para com os clientes, um local com design inovador, aí sim podemos chamá-lo de empreendedor. São as atitudes empreendedoras que diferenciam o empresário do empreendedor.

Superação, Criatividade, Iniciativa, Energia, Valor, Compromisso e Risco são características de um empreendedor. A dona de casa quando faz uma comida deliciosa através de sobras, pode ser considerada uma mulher empreendedora. Através desses exemplos, podemos pontuar que nas empresas existem muitas pessoas empreendedoras, querendo fazer a diferença. Seja para melhorar o processo administrativo, realizar uma contratação ou fechar uma venda, muitos trabalhadores desenvolvem o perfil empreendedor.

O problema é que nossos empresários – não são todos – possuem uma visão míope do poder que o empreendedorismo exerce sobre a economia local e global. Empreender é inovar! E inovação não precisa necessariamente abrir seu próprio negócio. Quantas pessoas saem das empresas desiludidas por não terem conseguido aplicar suas ideias. Empresas como 3M e Apple são consideradas de sucesso, pois sempre incentivaram a inovação como um motor para o desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Penso, que o Sebrae esse parceiro importantíssimo para as micro e pequenas empresas do país junto com a AJE – Associação dos Jovens Empreendedores pudessem incentivar mais a inovação dentro das organizações. Palestras, workshop e visitas seria uma forma interessante de identificar novos talentos com potencial empreendedor. Como falamos anteriormente existem pessoas com vocação enorme para a inovação, falta talvez um “empurrão”, uma chance real para inovar.

As atitudes empreendedoras ninguém nasce com elas. São habilidades que a vida vai nós ensinando de acordo com os caminhos que trilhamos. Se você, meu caro leitor, tem o interesse em empreender vá à luta! Corra o risco, se for preciso comece tudo do zero novamente. Gere valor ao seu cliente ou para a empresa com suas ideias. Tenha iniciativa, não espere pelos outros.

Movimente-se, saia da zona de conforto que tanta atrapalha o nosso crescimento. O Japão pode ser considerado uma nação empreendedora. Teve a sua terra arrasada depois da segunda guerra mundial, e, conseguiu reconstruí-la, sendo hoje referência em tecnologia e qualidade para o mundo.

Para reflexão: O dono do Whatsapp, Brian Acton, que foi vendida por U$ 19 bilhões para o facebook semana passada, tentou trabalhar em 2009 no próprio facebook, e levou um NÃO! Olha o que ele escreveu no twitter: “O Facebook me rejeitou. Foi uma oportunidade ótima para me conectar com pessoas fantásticas. Esperando ansiosamente pela próxima aventura da vida”. A vida só tem valor quando aprendemos e reaprendemos que todos nós temos talento, basta encontrá-lo.

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/voce-tem-o-perfil-de-empreendedor/75877

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