Organização

5 dicas de como ocupar o seu tempo ocioso no trabalho

Manter o equilíbrio entre suas atividades é fundamental para um bom rendimento no trabalho. “Por mais que a empresa seja capaz de manter seus processos equilibrados e bem distribuídos, é inevitável que os colaboradores fiquem ociosos de vez em quando — especialmente quando precisam cumprir tarefas que dependem de outras pessoas”, explica José Roberto Marques, Master Coach e Presidente do IBC. Para evitar que esses momentos sejam totalmente improdutivos, é importante adotar estratégias para aproveitar o tempo ocioso de forma positiva. Confira algumas dicas dadas pelo coach:
1. Resolva as pendências
Usar o tempo livre para rever algumas questões que ficaram em stand-by é uma excelente forma de colocar as tarefas em dia e manter as atividades organizadas.
2. Planeje
Aproveitar o tempo ocioso no trabalho para planejar outras tarefas é outra forma de manter suas demandas organizadas. Para isso, liste as tarefas que deverão ser realizadas, distribuindo-as conforme as prioridades.
3. Busque conhecimento
Procure usar o tempo livre no trabalho para buscar mais conhecimentos na sua área. Leia livros, procure notícias, faça pesquisas e mantenha-se informado. Usar o seu tempo ocioso para estudar e alimentar o conhecimento nunca será uma atividade perdida. Agindo assim, o seu tempo será melhor administrado, além de conseguir novas informações, dados e experiências.
4. Organize
Manter seu local de trabalho limpo e organizado permite que seu trabalho e suas atividades seja mais produtivo. Por isso, usar seu tempo ocioso para organizar a mesa e as gavetas, por exemplo, é uma excelente ideia. Cuidar do seu ambiente de trabalho e estar atento à organização dos seus objetos, passa mais confiança e credibilidade as pessoas que estão ao seu redor.
5. Relaxe
Se o trabalho tem sido puxado e a cobrança também tem sido expressiva, não há problema algum usar o tempo ocioso para relaxar e descansar a mente e o corpo.
Administradores

Começa o acerto de contas com o Leão

Especialista recomenda organização e antecedência na entrega para quem pretenda evitar problemas com a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física
Mais uma vez está nas mãos do contribuinte prevenir surpresas desagradáveis ao preencher e enviar sua Declaração do Imposto de Renda.
“Como sempre, é recomendável manter os documentos bem organizados e fazer o envio longe da correria dos últimos dias, já que o prazo se estende até 28 de abril”, afirma Marcia Ruiz Alcazar, contadora e diretora comercial da Seteco Consultoria Contábil.
No campo das novidades trazidas pela Receita Federal este ano, a especialista destaca a ampliação dos recursos on line, com a atualização automática de dados e a entrega sem necessidade de instalação do programa RECEITANET. Além disso, o sistema vai armazenar os dados digitados para facilitar futuros preenchimentos.
Quanto às exigências, passa a ser obrigatório mencionar o CPF dos dependentes a partir de 12 anos de idade e também a indicação de celular e e-mail, como forma de ampliar a comunicação da Receita com o contribuinte.
Por fim, foi remodelada a ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, que agora distingue os valores por beneficiário, como já ocorria com os rendimentos tributáveis.
“São relativamente poucas as mudanças, mas certamente quem observá-las à risca dará um passo decisivo no cumprimento sem sobressaltos dessa obrigação anual”, conclui Marcia.
A Autora

Saiba como fazer um bom plano de negócios para o seu empreendimento

Quem deseja abrir uma empresa deve ter em mente que é necessário criar um bom plano de negócios. Este documento será responsável por definir quais são os objetivos do empreendimento e o que deve ser feito para que eles sejam alcançados. Dessa
Uma grande parte dos empresários acredita que a criar o plano de negócios é uma tarefa que exige muito esforço e dinheiro, mas o cenário, na verdade, é mais ameno. Existem muitos livros e ferramentas que podem auxiliar o empreendedor nessa missão. Além disso, caso seja feito um bom esquema, o desperdício de verba será minimizado. Confira abaixo dicas para você criar o plano ideal:
1) Conheça o mercado:
Antes de qualquer coisa, é importante que o empresário conheça muito bem o mercado em que está entrando. Este fator é essencial, pois dá maior facilidade ao empreendedor na hora da elaboração.
É preciso saber, por exemplo, quem é o público que você vai atingir, definindo qual é o perfil das pessoas que vão consumir seu produto ou contratar o seu serviço. Também é importante valorizar a parte financeira, descrevendo quais são os gastos indispensáveis para dar início ao trabalho da empresa, considerando, por exemplo, o capital de giro.
2) Produtos bem definidos:
Todos os serviços que você for prestar, ou produtos que for vender em sua empresa, devem estar totalmente definidos. Você precisa conhecê-los a fundo e saber de que forma eles podem ser úteis para os consumidores.
No caso de um produto do setor alimentício, por exemplo, já é importante que você saiba até mesmo a embalagem que será utilizada, pois ela é de extrema importância na questão do marketing. Além disso, também seria necessário já ter ideia de quais seriam os diferentes sabores e tamanhos ofertados.
3) Pense na localização:
A escolha do local onde a empresa será aberta influencia diretamente em seus resultados. Portanto, é importante que isso já seja pensado durante a organização do documento.
Caso o empreendimento seja um ponto comercial, a necessidade de um bom ponto de vendas se torna ainda maior. Ele estará diretamente ligado ao desempenho, portanto, planeje bem e já deixe este quesito registrado no plano de negócios.
Brasil Econômico

Como motivar funcionários? Confira 7 dicas incríveis

Manter uma equipe de colaboradores motivada e envolvida com o trabalho é um dos maiores desafios de qualquer gestor. Pequenas mudanças podem fazer toda a diferença na rotina e nos resultados da sua empresa e é importante estar atento a elas. Por isso, preparamos um material completo com dicas preciosas de como motivar funcionários.
Acompanhe as dicas e se prepare para colher ótimos resultados na sua empresa!
Forneça feedbacks

Um dos pontos mais importantes para a motivação dos colaboradores é uma política bem desenvolvida e implementada de feedbacks. Cabe ao gestor estruturar a rotina da organização de forma a sempre ser possível apresentar os pontos altos e os pontos críticos da atuação de cada um.
Com elegância e profissionalismo, converse com o colaborador, mostrando como você espera que cada tarefa seja executada, o que tem sido conquistado com a ajuda do trabalho dele e o que precisa melhorar. É muito mais fácil estar engajado com uma empresa quando é possível perceber a sua importância e o seu papel lá dentro.
Mostre que sua empresa reconhece o trabalho do colaborador

Lembre-se sempre de dar aos colaboradores envolvidos os méritos das conquistas, por menores que elas sejam. Perceber a importância do seu trabalho e o reconhecimento por parte dos superiores tem um impacto enorme na motivação e no envolvimento de um time. Portanto, elogie e premie quando merecido.
Dê autonomia à equipe

Um ponto muito importante para os colaboradores de qualquer instituição é a conquista de relativa autonomia. É muito frustrante trabalhar no automático, apenas executando tarefas que foram repassadas, sem a oportunidade de pensar sobre o trabalho e tomar decisões relevantes para os resultados.
Por isso, quando possível, dê liberdade ao seu time, construindo oportunidades para que eles se destaquem e se diferenciem.
Tenha confiança

Confie no seu time e deixe que os funcionários saibam disso. Mostre que cada colaborador faz parte da sua equipe por uma razão e ofereça oportunidades sólidas e consistentes para que eles possam te surpreender, solucionando desafios e questões importantes da rotina da empresa.
No sentido contrário, permita que confiem em você: seja franco, leal e transparente, construindo uma relação fundamentada na confiança e na força do time.
Dialogue sempre

Escute o seu time, esteja aberto a ouvir suas demandas, críticas e sugestões. Essa atitude está amplamente relacionada à construção de confiança mencionada no tópico anterior. Um time motivado é aquele que sabe que pode contar com o seu líder nas mais diversas situações e que se utiliza do bom relacionamento em prol da empresa.
Ofereça treinamento

Não tem como esperar determinada postura do seu time se os colaboradores não forem preparados para executar aquelas tarefas. Portanto, organize uma cultura de treinamento e aperfeiçoamento constante. Esse investimento na sua equipe vai se transformar em motivação e melhores resultados para a sua empresa.
Fique atento ao ambiente e à qualidade de vida

Um bom salário deixou de ser suficiente para atrair e reter talentos dentro de uma organização. Hoje em dia, os colaboradores estão em busca de mais qualidade de vida e de um ambiente de trabalho agradável e desafiador.
Ofereça programas que se configurem como um diferencial da organização, como horário flexível, incentivo a cursos e esportes em grupo, suporte aos colaboradores, home office. Uma série de pequenas mudanças que pode ter um impacto enorme na forma como cada colaborador se relaciona com a empresa.
Agora que você já sabe como motivar funcionários, hora de colocar em prática! Adote uma nova postura na sua organização e perceba como isso fará toda a diferença no dia a dia. E para saber mais a respeito do assunto, leia também sobre como melhorar o desempenho da sua equipe.
Sage Gestão Contábil

Você sabe o que é qualidade de vida no trabalho?

Muito se discute hoje sobre o que é a qualidade de vida dentro de um ambiente corporativo. Mas será que as empresas e os colaboradores sabem o que isso quer dizer na prática?
A resposta é que algumas vezes esse tema é discutido fora do ambiente de trabalho ou levando em consideração somente a vida pessoal de cada um, e focar só em uma boa estrutura não significa que o colaborador tenha qualidade de vida em seu ambiente de trabalho. Este é um local que passamos a maior parte de nosso dia a dia e muitas vezes o profissional fica de 6 a 10 horas convivendo com as pessoas em seu local de atuação.
De acordo com um estudo realizado pelo IAPA (Industrial Accident Prevention Association), as empresas possuem o que chamamos de três pilares que influenciam a saúde e o bem-estar dos seus funcionários, que vão desde a cultura organizacional, o respeito e o compromisso com carga horária. E para esse colaborador um ambiente seguro e saudável, independentemente de sua área de atuação ajuda a melhorar seus esforços internos e rendimento, além de manter sua saúde pessoal.
Nos últimos anos temos visto uma reviravolta nas corporações, que passaram a focar na preocupação das empresas em falar sobre qualidade de vida. As empresas estão se conscientizando cada vez mais sobre como esse tema tem impacto no dia a dia dos funcionários, e consequentemente na melhora da qualidade do trabalho que é entregue.
Hoje as empresas podem disponibilizar para os funcionários outras estruturas que ajudam a melhorar a saúde corporal e mental de quem atua internamente. Oferecer um ambiente focado especialmente em descanso e escape já é uma ferramenta que ajuda, mas se a corporação quer ir mais a fundo nesse tema ela pode oferecer pacotes e parcerias com empresas que ofereçam planos de exercícios físicos em diversas academias e estúdios na região em que o profissional more ou que sejam próximas ao local de trabalho, acompanhamento com profissionais que ajudem a parcela que fuma a parar com esses vícios e outros projetos.
O que precisamos entender é que a qualidade de vida está muito ligada à motivação. Sem esses dois fatores o colaborador pode estar prejudicando sua saúde e seu rendimento no ambiente de trabalho. Então esse assunto é vital para o melhor funcionamento de uma organização.
Administradores

O que diferencia o gerente comum de um bom líder

O profissional que ingressa numa organização não busca apenas um bom salário, benefícios e condições agradáveis de trabalho. O que os profissionais almejam é reconhecimento e ascensão na carreira, principalmente em épocas de crise na qual é importante fazer a diferença dentro das empresas.
Segundo Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg – empresa especialista em liderança e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, o desenvolvimento de um bom profissional na empresa está inteiramente ligado à relação com o líder direto, que nem sempre identifica essa característica nas novas gerações.
Os liderados costumam não se adaptar quando o diretor tem um estilo de liderança ultrapassado, do tipo que estabelece as metas e ameaça o desligamento daquele que não as cumprir. Esse tipo de líder tende a deixar um clima ruim na organização, o que favorece a perda de produtividade, engajamento e inovação.
“Demonstrar atenção, dar retornos positivos e corretivos que desenvolvam uma relação de amizade e façam a empresa perceber que sem os seus colaboradores não há evolução: isso é o que diferencia um gerente comum de um bom líder”, conclui Aldan.
Abaixo estão características que podem ajudar na identificação do profissional que é apenas um gerente comum e do líder de bom desempenho, que motiva os funcionários e promove mudanças dentro da organização
1 – Coerção. O líder coercivo tem a reputação de ser o agente de mudanças com uma orientação voltada a cortes de pessoal sem critérios claros. É propenso a criticar sem avaliar, utiliza tom de voz alto em frente a todos, os colaboradores podem se sentir desrespeitados e cria um clima de medo. Ideal quando a empresa precisa tomar medidas drásticas, mas funciona por um curto período de tempo.
2 – Empreendedorismo. Esse profissional tem paixão pelo que faz, vê oportunidade onde outros veriam problemas, é visionário, tem entusiasmo e visão clara. Esse líder também estipula padrões aceitáveis, motiva e maximiza o compromisso com as metas organizacionais. Além dessas características, também costuma dar feedback e dá espaço para a criação individual. Este estilo funciona bem em quase todas as situações. É particularmente eficaz quando um negócio está meio perdido, no limbo, precisando de uma visão inovadora.
3 – Apoio. O líder apoiador prioriza as pessoas, cria um ambiente harmonioso, possui natureza empática e resolve desentendimentos na equipe. Esse perfil é ideal quando há necessidade de construir o espírito de equipe com harmonia, melhorar o moral, a comunicação, ou reparar a confiança perdida.
4 – Democracia. O profissional democrático, quando ocupa um cargo de liderança, tem o hábito de ser bom ouvinte, por isso toma decisões de forma coletiva deixando seus colaboradores participarem de suas decisões, o que o torna flexível. Confiança, respeito e compromisso são suas premissas. Ideal para momentos em que se precisa de novas ideias e trazer a equipe e empresa para ser parte do processo decisório.
5 – Pacesetting. O líder com essa característica é aquele que exige muito de todos, principalmente dos profissionais de baixa performance, gosta de tudo bem feito em um curto espaço de tempo, e nem sempre possui uma boa comunicação com sua equipe. É obsessivo em fazer sempre o melhor e comumente chamado para esclarecer questões técnicas. Em longo prazo este perfil torna o clima organizacional ruim e os resultados não aparecem. É eficaz para a produção de trabalhos pontuais que exijam alta performance e expertise.
6 – Coaching. Profissional que delega com facilidade e é o campeão em dar feedback. Ajuda os colaboradores a identificarem seus pontos fortes e fracos os relacionando às aspirações pessoais e profissionais, além de delegar tarefas desafiadoras. Ideal para desenvolvimento de profissionais, auto-confiança e propicia inovações da equipe.
Canal Executivo

Microempreendedor também tem deveres

Só no ano passado dois milhões de pessoas perderam o emprego no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Apesar disso, a concessão do seguro desemprego diminuiu 13% no país no mesmo período, conforme o levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego. Além das regras mais restritivas para a obtenção do seguro, há outro fator importante que contribuiu com a redução do pagamento do auxílio ao trabalhador: é que muitas pessoas demitidas resolveram abrir o próprio negócio.
O Brasil tem 5 milhões de microempreendedores individuais. São Paulo é o estado com maior número, 1,3 milhão de formalizados, o que corresponde a 25,14% do total no país. O microempreendedor individual é aquele que tem um faturamento máximo anual de R$ 60 mil ao ano. Se por um lado investir no próprio negócio dá uma nova perspectiva de vida para quem acabou de perder o emprego, por outro, também exige do MEI o cumprimento de algumas obrigações junto ao governo. “Uma das principais vantagens do MEI é a pouca burocracia, no entanto, alguns procedimentos são necessários e devem ser observados”, afirma Silvano Beserra, consultor empresarial.
De acordo com Beserra, em primeiro lugar o MEI precisa obter um alvará de funcionamento, o que varia conforme a atividade escolhida, o local do empreendimento e o município de atuação. Uma obrigação que poucos conhecem, mas que precisa ser cumprida, é o preenchimento do relatório Mensal de Receitas Brutas em formulário próprio. Nesse documento, serão anexadas as notas fiscais de compras de produtos e serviços, assim como as próprias notas fiscais emitidas.
Outro documento que não pode ser esquecido é a Declaração Anual do Simples Nacional – Microempreendedor Individual. O preenchimento pode ser feito diretamente no site da Receita Federal até o último dia do mês de maio. É como se fosse o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Mas atenção, a Declaração de Pessoa Jurídica não substitui a Declaração de Pessoa Física. “Não devemos confundir a figura do MEI, que é uma pessoa jurídica, com a de seu titular, este pessoa física. E neste caso, o titular deverá apresentar declaração de pessoa física somente no caso em que se enquadrar nas condições exigidas para tal. Como, por exemplo, quem teve rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55, ou possuir bens cujos valores totais sejam maiores que R$ 300.000,00, entre outros. Isso vale mesmo que o MEI esteja inativo”, explica o consultor empresarial.
Por lei, o microempreendedor individual pode ter um funcionário. Nesse caso, ele precisa se adequar a chamada Conectividade Social da Caixa Econômica Federal, recolhendo tributos como FGTS, para garantir os direitos do trabalhador contratado e apresentar anualmente a RAIS, Relação Anual de Informações Sociais, com dados do funcionário. Se o Mei não contratar ninguém fica dispensado dessas duas obrigações.
Para Silvano Beserra o cumprimento dessas obrigatoriedades é fundamental para quem quer crescer, e no caso do MEI isso não é diferente. Mas, ele ressalta, não basta organização: “É preciso que o microempreendedor individual se profissionalize. Centenas de empresários, e aqui incluo os microempreendedores, já descobriram isso, e buscam incansavelmente aprimorar a gestão do seu negócio. O MEI não pode ter medo de se expandir, buscando as adequações legais necessárias. Ele precisa entender que acima de tudo possui um negócio, e como tal, pode e deve crescer, e principalmente dar lucro”, conclui.
Revista Dedução

O tempo está a favor do seu negócio?

Gerenciar o tempo no mundo dos negócios é muito importante para o sucesso da organização. Um presidente de uma companhia, por exemplo, é uma pessoa extremamente ocupada. Por outro lado, um colega de trabalho mais próximo também responderia à pergunta: “Como você está?” com um: “Ocupado”. Mas por qual razão isso sempre acontece?
Segundo o consultor e coach Amauri Nóbrega, estar ocupado passa uma imagem de uma pessoa necessária. “Isto é, se ela está ocupada é sinal que deve ser um profissional altamente eficiente no que faz e imprescindível para qualquer companhia. Aos olhos dos amigos, deixa uma imagem de ‘coitado’, ‘ele trabalha demais’, ‘precisa de umas férias’”, explica.
De acordo com o especialista, o responsável pela estratégia do negócio, neste caso o presidente, se é uma pessoa altamente ocupada, que não tem tempo para nada, está indo contra o negócio diretamente. “Isso porque ele foi contratado para pensar o negócio, analisar a estratégia e, se não sobrar tempo para isso, o fracasso está próximo”, informa.
Para Amauri, se o presidente, o diretor ou o gerente de uma unidade de negócio não têm muito tempo para pensar, isso é um grande problema. “Demonstra que os gestores não possuem uma equipe bem organizada, eficiente, e estão precisando trabalhar na operação para apagar os incêndios”, revela.
Para quem está no comando de um negócio, é preciso se forçar para reservar horários regulares e ininterruptos para pensar. Se não sabe sobre o que refletir, Amauri indica algumas sugestões:
– O que está funcionando e o que não está?
– Por que não posso fazer de maneira diferente?
– O que meu concorrente está fazendo que eu não pensei primeiro?
– A minha estratégia é coerente com o que eu penso?
– Como estamos direcionados em relação aos marcos de 1, 3 e 5 anos?
“Com organização, tempo e reflexão sobre os rumos do negócio, com certeza o destino da organização será muito diferente e o gestor alcançará os objetivos desejados”, finaliza.
Administradores

Administração com liderança dão melhores resultados

Basicamente, uma empresa é formada por recursos materiais, financeiros, tecnológicos, atividades/processos e pessoas, tendo como objetivo a transformação de insumos em produtos e serviços para os clientes. Mas, para que tudo funcione perfeitamente, com eficácia, dois fatores são fundamentais: 1) que as pessoas sejam competentes e estejam dispostas a executarem suas atividades com boa vontade; 2) que todos os recursos e processos sejam bem administrados.
Entende-se como administração “a capacidade de executar serviços através de pessoas” ou “trabalho, com indivíduos e grupos, para a realização de objetivos da organização” (Kenneth Blanchard).
No processo de administração, o gestor tem quatro funções: Planejamento (estabelecer os objetivos da empresa e traçar as estratégias para alcançá-los); Organização (alocar os recursos e trabalhos entre as pessoas, de acordo com suas competências e funções, para que as atividades possam ser executadas); Direção (influenciar as pessoas para realizarem suas atividades com motivação e entusiasmo, de modo a alcançarem os objetivos da empresa); e Controle (fazer o acompanhamento das atividades executadas para ter a certeza de que estão de acordo com o que foi planejado).
Todas essas funções são importantes para o sucesso do administrador, mas, talvez, a mais complexa seja a direção, tendo em vista que o exercício da liderança não é tão fácil. É comum ouvir-se dizer que grande parte das empresas se preocupa mais com processos, controles e resultados do que com as pessoas e que muitas dessas empresas preparam mais gerentes do que líderes para lidar com os colaboradores.
Quando se fala em gerência nas organizações, a primeira ideia é que os profissionais que exercem tal função foram designados apenas para administrar processos e fazer controles, mas sem habilidade nas relações humanas. Não há dúvida de que muitas pessoas são promovidas, sem o devido preparo, para exercerem cargos mais elevados nos níveis administrativos das empresas.
Na realidade, existe diferença entre gerenciar e liderar, mas, para serem eficazes, as empresas necessitam de pessoas que exerçam essas duas funções, pois nem todo líder é gerente assim como nem todo gerente é líder. Como disse Peter Drucker, gerenciar é fazer as coisas do jeito certo; liderar é fazer as coisas certas.
A liderança complementa o gerenciamento, não o substitui. Gerenciar é lidar com a complexidade. Liderar, por sua vez, é lidar com a mudança (John P. Kotter)
O gerente tem como foco o planejamento, lidar com processos, elaborar orçamentos, controles, organização, resolver problemas, levando os colaboradores a atingir os resultados almejados pela empresa. Já os líderes são agentes de transformação, motivando e inspirando as pessoas, dando-lhes um direcionamento correto, ajudando-as a eliminarem resistências às mudanças e aceitarem novas ideias, de modo que elas estejam sempre dispostas para fazer as coisas acontecerem.
No mundo moderno, de mudanças velozes e constantes, as empresas precisam cada vez mais de gerentes-líderes, de profissionais que tenham a consciência de que necessitam muito mais do que apenas fazer com que os processos atuais funcionem. E a mola mestra para influenciar a mudança e aumentar a eficiência dos liderados está nos relacionamentos interpessoais.
Desse modo, esteja o profissional na escada hierárquica da empresa exercendo função de supervisão, gerência ou alta administração é fundamental que tenha um bom domínio na área de habilidades humanas, pois é exatamente nesta área, que muitos “líderes” não dão tanta importância, onde está o segredo do sucesso da administração com liderança.
Administradores

A ética nas organizações

Ética é guiada pelos valores subjacentes de cada pessoa.
Como os indivíduos possuem códigos de ética pessoais diferenciados, as organizações devem ser explícitas com referência em suas expectativas e a seus padrões éticos. É um desafio manter um comportamento ético por parte de todos os empregados em uma organização.
Assim, o mais indicado é as empresas adotarem a ética dourada:
“Aja com os outros como você gostaria que agissem com você.”
O código de ética é um compromisso coorporativo, devem ser cuidadosamente escritos e ajustados às filosofias individuais da empresa.
Para se ter um código de ética eficaz é necessário: envolver a todos; ter declarações coorporativas, permitindo declarações separadas para diferentes unidades da organização; fazê-la de forma resumida e fáceis de lembrar e compreender.
Fazer algo importante em que as pessoas realmente acreditem e começando pelo topo, ou seja, que os executivos vivam segundo as regras.
Administradores