Negócio

Um por todos, todos por um: o que o remo tem a ensinar para a sua gestão

Responda rápido: se, por alguma mágica qualquer, você fosse convocado para montar uma equipe de remo com quatro atletas, o que escolheria? Um time formado somente por campeões ou um composto por atletas medianos?
A resposta parece um tanto óbvia. Mas, se você analisar com mais cuidado o que leva um time de remo à vitória, vai constatar que não é tão simples assim. Diferentemente do que ocorre na maioria dos esportes coletivos – em que é possível todo um time atuar em função de uma estrela apenas – o remo é pura sincronização.
É um esporte em que a sinergia e o equilíbrio do time vêm antes do talento individual. Ou seja, respondendo aquela pergunta ali de cima, uma equipe de campeões olímpicos desentrosados pode ser batida por uma de atletas medianos – desde que estejam muito bem alinhados.
Como uma orquestra sinfônica
Quem endossa essa afirmação é uma verdadeira autoridade no assunto: o construtor de barcos de corrida George Pocock. No livro The Boys In The Boat, que conta a saga de remadores norte-americanos nas Olimpíadas de 1936, na Alemanha Nazista, o autor Daniel James Brown relata o momento em que Pocock soprou os segredos do esporte no ouvido de Joe Rantz, um dos membros da equipe.
Associando o remo à música clássica, ele compara uma corrida “bem remada” a uma sinfonia e o atleta a apenas um dos músicos da orquestra. Ou seja, se qualquer outro componente estiver desafinado, toda a execução vai para o lixo. Mais importante do que o quão duro alguém rema, é o quanto a atuação desse alguém harmoniza com a dos outros colegas.
Se ainda estivesse vivo, Pocock certamente aprovaria outra analogia para o remo: a gestão de equipes em uma empresa. Afinal, só por essa introdução já deve ter dado para perceber quantas semelhanças existem entre as duas práticas. E aproveitando que estamos em pleno o clima olímpico, queremos compartilhar alguns aprendizados importantes dessa modalidade tão tradicional.
No remo, a máxima aí de cima – tão desprestigiada por jogadores de futebol – é levada muito a sério. Cada um dos atletas de uma equipe deve ter plena consciência de seus atos, entendendo que eles precisam se integrar totalmente aos esforços dos demais para que os objetivos sejam atingidos.Retomando a hipótese do começo do texto: se a equipe for composta somente por atletas de ponta, mas um deles não estiver no mesmo compasso dos outros, o barco não sairá do lugar. Ele vai ficar girando eternamente. Ele só avançará se e quando todos os remadores estiverem na mesma frequência, sincronizados, atentos aos movimentos uns dos outros e realmente somando esforços.O paralelo com a formação de uma equipe alinhada é imediato. E não só neste momento: como empreendedor, você deve priorizar a sintonia com os seus funcionários sempre.
Colin Butterfield, presidente da gestora de propriedades rurais Radar SA, ligada à Cosan, conhece como poucos as afinidades entre o esporte e gestão. Praticante profissional de remo por cinco anos, ele chegou a participar do time pré-olímpico brasileiro.
Ainda que a carreira como gestor o tenha impedido de seguir competindo, Colin continua fascinado pelo universo do remo. “É um esporte que me encanta, porque tem uma filosofia sem igual”. Lembrando que a principal competição olímpica se dá com barcos de oito remadores – incluindo o timoneiro, que é quem dá o ritmo, ele também enfatiza a importância da sinergia e do trabalho em equipe.
“VOCÊ PODE COLOCAR SETE ATLETAS OLÍMPICOS NO BARCO. SE O OITAVO NÃO ESTIVER EM SINCRONIA COM OS OUTROS, SE ELE ESTIVER UM POUCO FORA DE RITMO OU FORA DE FOCO, NÃO TENHA A MENOR DÚVIDA: VOCÊ VAI CHEGAR EM ÚLTIMO LUGAR NUMA COMPETIÇÃO”.Segundo Colin, no remo – mais do que qualquer em outro esporte – não há espaço algum para heróis individuais. Ecoando o armador Pocock, dispara que “ou os oito ganham, ou os oito perdem”. Não há meio termo.A palavra-chave é cumplicidade – um ensinamento que Colin busca colocar em prática todos os dias na gestão corporativa. Quando há co-participação entre os componentes de uma equipe, quando os profissionais se respeitam e colocam os objetivos gerais à frente dos pessoais, o “efeito multiplicador” é absolutamente benéfico.Segundo o gestor, a ausência de cumplicidade é recorrente nas empresas. “Todo mundo está tão preocupado com o próprio umbigo e com as agendas pessoais, que muita energia positiva acaba sendo retirada do negócio”.
Em suma: todos os profissionais da sua equipe precisam saber que estão no mesmo barco, remando em direção aos mesmos objetivos.
Por isso, na hora de formar o time, você – como técnico e timoneiro -deve dar preferência aos profissionais que entendem e praticam esta filosofia coletiva. E não àqueles que, embora donos de currículos impressionantes, só querem brilhar sozinhos.
Boas remadas!
Endeavor

Você não é insubstituível

Em uma manhã de domingo, deitado na cama com os raios de sol batendo no rosto, me chamando para a vida, fui surpreendido pelo abraçar forte de minha mãe, que através do seu singelo gesto e da profundeza de seu olhar dizia o quão especial e insubstituível eu sou para ela.
Nesse momento único que tenho plena convicção de que não voltará mais, um lampejo me veio à mente. Lembrei de uma entrevista de emprego com uma das maiores empresas de comércio eletrônico do sul do Brasil.
Já havia passado por três etapas da contratação e estava praticamente com os pés firmados na vaga de emprego. Quando de repente o contratante da área comercial olha fuzilantemente em meus olhos e diz: o insubstituível é “impromovível”.
Para a vida ou mesmo para as pessoas que nos amam, podemos até ser insubstituíveis. Nenhum outro ser na face da Terra terá o seu jeito de andar, vestir, falar, valores, essência, ver e viver a vida. Somos únicos no espetáculo das emoções e insubstituíveis no palco da vida.
No mercado de trabalho ou mesmo no mundo empresarial, diferente da vida em si, engana-se aquele que se acha insubstituível. O colaborador ou mesmo o próprio empresário que se acha único dentro da organização e até mesmo no seu ramo de negócios, está fadado a permanecer eternamente no mesmo cargo ou na pior das hipóteses a sucumbir em sua própria carreira.
Alguém ai lembra da enfadonha queda da Kodak? Embora essa emblemática empresa não quisesse abrir seus olhos para a nova oportunidade digital que surgia à sua frente, o que levou essa mega corporação à bancarrota não foi a não adaptação ao meio, mas achar que era única e insubstituível em seu ramo de negócios. A Kodak foi literalmente atropelada pela concorrência.
A marca ainda pode até ser forte, mas a empresa já não é mais a mesma. Nos relacionamentos, como já falei em um outro artigo, ninguém ama outra pessoa pelo que ela tem, pois o que ela tem você também pode ter, basta ir à luta e se dedicar. Ama-se unicamente pelo que o outro é, pois o que ele é ninguém pode ser.
O profissional que vive a pensar que outra pessoa não poderá fazer tão bem as suas funções, além de estacionar no tempo, se tornará impromovível e não galgará outro degrau em sua própria carreira. Morrerá sufocado dentro do seu pequeno mundinho.
Pássaros que vivem trancafiados na gaiola acreditam que voar não faz parte da sua natureza. Tanto na vida quanto nos negócios, para crescer é necessário abrir a mente. Preparar-se para a mudança e jamais ter medo de voar alto.
Ao longo de minha carreira profissional e em qualquer negócio do qual já fiz parte, sempre fiquei feliz em capacitar alguém a fazer tão bem quanto eu as funções do meu cargo de trabalho. Sendo assim – e por consequência – eu era promovido, e um mar de novas oportunidades se abria diante de meus pés.
Não somos insubstituíveis, mas temos, sim, nossos diferenciais. Saber dinstigui-los e usá-los a nosso favor será fundamental para o nosso aprendizado e crescimento.
Na vida até podemos não conseguir esquecer as pessoas inesquecíveis, mas no ramo de negócios podemos, sim, para continuar crescendo, substituir os insubstituíveis.
Infelizmente, não foi assim que o Felipão (ex-treinador da seleção brasileira) pensou na hora de escalar o time para o que viria a ser um dos piores fracassos da sua carreira. Mas esse assunto deixamos para um próximo artigo.
Lembre-se: a cada passo que você dá, algo fica para trás e isso faz parte da nossa caminhada nessa longa estrada da vida. Um rei visionário é aquele que abdica do trono a ponto de dar lugar a um futuro rei que tenha uma visão mais ampliada e longínqua que a sua.
O mundo dos negócios é uma verdadeira dança das cadeiras, um sai para dar lugar a outro ainda mais competente.
“Para galgar um novo degrau na escalada do sucesso, é necessário não ter medo do novo nem, muito menos, medo de altura”.
Administradores

Como criar valor para o meu serviço?

Em um ambiente cada vez mais competitivo em que o consumidor é disputado um a um, os empreendedores têm se perguntado: “o que fazer para tornar a empresa mais atraente?”. São inúmeras as possibilidades de respostas para este assunto e cada uma depende das características de cada negocio. Mas uma das respostas é padrão: é preciso gerar valor para o cliente.
Conhecida pela inteligência administrativa de sua gestão, a Hyperion Empreendimentos e Incorporações listou cinco aprendizados e pontos-chaves que contribuíram na geração de valor para o negócio por meio do aprimoramento da experiência do consumidor. Este case pode ser visto na página do Amigo PME.
– Projetos adaptados à realidade e às necessidades do mercado
Conforme Nelson Giovannini Filho, diretor comercial da incorporadora, a ideia inicial foi investir em projetos adaptados à realidade e às necessidades do mercado. Um dos exemplos é a sacada com churrasqueira e o uso de tijoleta de revestimento, diferenciais agregadores de valor nos produtos. “Investimos em um estudo de viabilidade da compra de novos terrenos, envolvendo corretores de imóveis e aproveitamos os feedbacks dos clientes em relação às plantas arquitetônicas de empreendimentos anteriores, para melhorar a liquidez dos novos produtos”.
– Facilitação e orientação no processo de compra
O cenário econômico atual gera bastante insegurança no cliente fica receoso em fazer o pagamento de sinal de negócio e perdê-lo diante de reprovação de crédito para financiamento imobiliário. “Sabendo disso, desenvolvemos internamente um planejamento financeiro personalizado para compradores dos imóveis, fazendo com que pudessem identificar um valor bastante significativo na nossa prestação de serviços de intermediação imobiliária. A decisão pela compra passou a ser vista de forma simples e segura”, diz.
– Oferta de produtos complementares
Conforme a Hyperion, o cliente assina o contrato de compromisso de compra e venda numa loja de móveis planejados do grupo – Praticità Móveis Planejados e já tem oportunidade de entender quais os projetos de móveis se aplicam para sua unidade.
– Transparência na evolução das obras
“Para fazer com que clientes, fornecedores e investidores saibam de tudo o que está acontecendo, criamos um login para que todos acompanhem a evolução das obras em nossa plataforma. É uma maneira de fazer com que ele se sinta mais seguro”, explica.
– Gestão de melhoria contínua
Para cada empreendimento entregue, a incorporadora faz uma longa entrevista filmada com um dos compradores, abordando todos os pontos positivos e negativos não só do nosso produto, como também de todo o processo de compra. “Este feedback é passado para todos os colaboradores da empresa em evento que ocorre mensalmente e revertido em melhoras. Com isso, reduzimos as ansiedades dos nossos clientes no processo de compra do imóvel”, finaliza.
Revista Dedução

Marketing: saiba como divulgar o trabalho de pequenas empresas

O marketing é uma área que deve ser muito bem trabalhada por uma empresa que está começando e pretende alavancar os negócios. As pequenas companhias, em muitos casos, acabam deixando de lado a publicidade, o que impacta diretamente – e negativamente – na capacidade de crescimento.
Para melhorar os resultados, a companhia deve sempre traçar estratégias de marketing que atinjam seu público-alvo e estejam dentro de sua capacidade orçamentária, sem estrapolar as condições financeiras. Confira abaixo dicas importantes para a publicidade de pequenas empresas:
Trace um plano mercadológico adequado
O plano de negócios é muito importante para a empresa, mas um traçar um plano mercadológico adequado ao trabalho da companhia é indispensável para garantir bons resultados. Para que ele seja executado da maneira correta, é preciso analisar tudo aquilo que pode influenciar no desempenho, seja proveniente de fatores externos ou internos. Entenda como seu cliente se comporta em relação ao seu produto ou serviço, assim facilitando a definição de posicionamento e posteriores objetivos.
Aproveite as redes sociais
As redes sociais devem ser muito bem trabalhadas para fazer a publicidade das empresas. Elas fazem parte de um ambiente muito amplo, onde a divulgação é feita de forma gratuita. Companhias que não tenham uma presença forte nas redes sociais perdem credibilidade com os clientes.
Além disso, os consumidores, por meio das mídias sociais, conseguem estabelecer uma linha de contato direto com a empresa, facilitando a possibilidade de enviar sugestões e permitindo que a companhia se aproveite disso para melhorar seu trabalho.
Valorize o bom atendimento
Um bom atendimento se enquadra nas estratégias mercadológicas a partir do momento que define a impressão que o cliente terá de sua empresa. Atender bem ao consumidor significa não apenas ser solícito no momento da venda, mas também procurar responder suas solicitações e, principalmente, as reclamações.
Tenha a imagem da empresa bem definida
As companhias que estão começando ainda precisam fazer com que sua marca seja consolidada. Para isso, é indispensável que todos os funcionários, assim como os clientes, tenham a imagem do negócio muito bem esclarecida em suas cabeças.
Este ponto é de tota importância porque, pensando no conceito de marketing, são essas pessoas que vão ajudar a divulgar o trabalho da empresa. Para que essa publicidade funcione adequadamente, é necessário que a posição da companhia no mercado seja muito bem definida e resulte em um padrão relativo à identidade visual.
IG – Economia

O caminho da excelência nos serviços contábeis

Com o passar dos anos o trabalho do profissional contábil tem se tornado cada dia mais importante para as organizações de todos os portes. Percebendo a necessidade de assessorar as empresas de maneira cada vez mais eficiente, muitos empresários contábeis têm investido cada vez mais na qualificação das suas equipes.
No Estado de São Paulo, há 11 anos, o Programa de Qualidade de Empresas Contábeis – PQEC tem sido uma referência, tanto para quem busca melhorar os serviços contábeis quanto para as empresas que querem uma assessoria contábil qualificada. Trata-se de um Programa das Empresas Contábeis desenvolvido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP) e a Associação das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo (Aescon-SP), comprometido com a ética e a qualidade dos serviços prestados pelos seus associados. Para participar é necessário atender a alguns requisitos, como atuar mais de três anos no mercado, realizar escrituração contábil regular, não compartilhar o mesmo espaço físico com atividades não afins à área contábil, participar dos cursos obrigatórios, complementares e/ou facultativos oferecidos pela UNISESCON.
Com a parceria firmada com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as empresas de contabilidade participantes do PQEC podem optar pela certificação máxima da qualidade, a ISO 9001. O programa é composto por cinco módulos anuais preparatórios, evolutivos e a manutenção Contínua. Cada módulo possui um foco onde são trabalhadas ferramentas para o estabelecimento, implementação e melhoria do Sistema de Gestão da Qualidade.
Após a conclusão dos cinco módulos a empresa valida na Manutenção Contínua o seu Sistema de Gestão da Qualidade, obtendo a Certificação PQEC ou, se for sua opção, a Certificação PQEC+ISO, sendo que no segundo caso receberá uma auditoria dos requisitos da Norma ISO 9001:2008 que será pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A empresa que optar pela Certificação PQEC e atender os requisitos regimentais continuará recebendo a Certificação PQEC anualmente, podendo futuramente também optar pela Certificação PQEC+ ISO.
A aprovação em cada módulo considera a participação em seminários, eventos, cursos facultativos e obrigatórios, distribuídos em 4 grades com suas respectivas pontuações.
Investir em conhecimento é essencial
Para o presidente do Sescon-SP e da Aescon-SP, Marcio Massao Shimomoto, a busca contínua por conhecimento e qualidade na prestação de serviços é fundamental no cenário de hoje. “Ter um diferencial no mercado deixou de ser importante e passou a ser essencial para a sobrevivência das organizações contábeis” afirma.
Shimomoto ressalta que a formação do profissional contábil é basicamente técnica e quando ele passa a desempenhar a função de empresário contábil é fundamental conhecer ferramentas de gestão que garantam o equilíbrio e o conhecimento da sua organização. Ele lembra que hoje o volume e o detalhamento das informações que os escritórios contábeis precisam repassar ao fisco vêm crescendo, por isso é de suma importância apurar as técnicas de trabalho. “Diante desta realidade a mão de obra das organizações contábeis passa a ser mais intelectual para manter a qualidade dos serviços e atender à demanda”, conclui.
O presidente do Sescon-SP e da Aescon-SP considera que, em tempos como os que vivemos em que cada centavo faz a diferença para as empresas, a qualificação do profissional contábil pesa quando as organizações escolhem quem pode assessorá-las. “Em tempos de crise, a qualificação é um investimento seguro para atravessar este momento”, garante.
Conhecimento gerencial como ferramenta de qualidade
O vice-presidente da Aescon – SP, José Vanildo Veras da Silva, ressalta que, o PQEC está em constante evolução procurando melhorar a cada ano para oferecer aos participantes conhecimentos que possam elevar o patamar das suas organizações e fazer com que elas tenham uma visão de mercado mais expandida. “O programa visa oferecer instrumentos para enfrentar os desafios que se apontam”, afirma.
Ele lembra que o programa possui uma ênfase técnica e que leva o empresário contábil a sair do seu ambiente e amplie as suas possibilidades. Veras reforça o compromisso constante do programa com a qualidade. Prova disso está nas estatísticas que dão conta que em 2006, foram 134 empresas certificadas, em 2011, primeiro ano de certificação ISO, 349 empresas certificadas e 28 delas receberam o selo PQEC + ISO. Este ano, 473 recebem a certificação do PQEC, sendo 99 PQEC + ISO.
Veras considera que o empresário está cada vez mais exigente e criterioso na seleção da prestadora de serviços contábeis, sua parceira de negócios. Segundo ele, com a escolha certa a organização passa a usufruir dos conhecimentos da organização contábil. “Uma vez conquistado o cliente, também é importante que o empresário contábil trabalhe para que a parceria entre a sua organização e a empresa seja para a vida toda” conclui.”
Colhendo os frutos
O empresário contábil Eduardo Mesquita Amaral, sócio do Escritório Axioma, está no primeiro módulo do PQEC Extensivo. Segundo ele, trata-se do programa de qualidade mais conhecido pelos empresários contábeis, uma referência, além disso a opção continuada possibilita a certificação também no ISO9001, reconhecido internacionalmente.
Como resultado, Amaral espera a melhoria em todos os processos executados. “A necessidade de documentar os processos faz com que os colaboradores realizem as tarefas sempre da mesma maneira, agilizando-os e evitando erros”, acrescenta.
Através do PQEC ele busca ter o devido reconhecimento profissional. “A cada dia conquistamos mais respeito de nossos clientes, o desafio é ser desejado por eles”, cobiça.
Neste caminho ele considera que, com o amplo conhecimento do ramo contábil, o PQEC leva ao caminho certo e muito mais rápido, pulando a fase dos “erros e acertos”.
Marcelo Constantino da Ortec Contabilidade, também do oitavo módulo do programa extensivo revela que, tão logo soube do PQEC fez a inscrição da sua empresa, pois acredita na capacitação e treinamento. Para ele, com conhecimento se enfrenta as situações de uma forma muito mais profissional e resolvem-se as demandas de maneira mais rápida e eficaz.
Constantino considera que, o que mais exige empenho da sua equipe no momento é estimular os clientes diante da crise. “Com o treinamento recebido eu e meus colaboradores estamos visitando mais os clientes e os assessorando direto no estabelecimento”, revela.
Para o sócio na empresa XYZ Consultoria Contábil, Danilo Peselz Mitauy, que está no oitavo módulo do programa extensivo, o PQEC é um grande diferencial entre os escritórios contábeis, pois o próprio sindicato patronal acaba referenciando como um escritório que tem qualidade em seus serviços, assim se destacando dos demais concorrentes e ajudando a valorizar a profissão contábil.
Mitauy acrescenta que a própria grade de treinamento do programa exige a realização de cursos para a equipe do escritório e isso ajuda a profissionalização da equipe como um todo. “Esses treinamentos têm nos ajudado bastante internamente e melhorado a motivação da equipe” comemora.
Encontrar um equilíbrio entre as mudanças das normas internacionais de contabilidade (IFRS) com a legislação fiscal através de declarações acessórias enviadas ao governo é, no ponto de vista do empresário, um dos maiores desafios das organizações contábeis. Neste sentido ele lembra que, através dos treinamentos do programa foi possível melhorar controles internos do escritório, fazendo pesquisas tanto de satisfação dos clientes como também da equipe. “Melhoramos a comunicação da direção com a nossa equipe e sempre procuramos nos reunir para melhorar os nossos processos internos” revela.
Contabilidade na TV

10 maneiras de gerar ideias para empreender

Diferente do que muitos pensam, não existe fórmula mágica para gerar insights de novos negócios, mas, por mais que pareça óbvio, uma boa maneira de se ter uma boa ideia é não ter medo de sonhar grande e ter muitas ideias. Na verdade,um simples brainstorming pode fazer aflorar vários negócios potenciais.
Se você deseja inovar e pensar fora da caixa, essas técnicas podem te ajudar.
Mas e se você não for uma pessoa criativa? Não se preocupe! Vamos mostrar aqui várias maneiras e dicas de como gerar novas ideias de negócios: Vamos lá?
Anote todas ideias que você tiver. Não importa se você estiver no meio do almoço ou indo dormir, não deixe a ideia fugir da sua cabeça;
Discuta cada ideia com mais de uma pessoa se possível, quanto mais eclético o grupo melhor. Isso vai te ajudar a entender se a sua ideia será bem aceita ou não.
Não vale criticar nenhuma ideia, ideias loucas e absurdas são muito bem vindas!
Se você estiver em uma fase de bloqueio criativo, que tal melhorar ideias de outros ou conectar ideias para gerar novas?
Tente sempre pensar em problemas que você poderia resolver e não em soluções.
Leia também: Tudo que você precisa é de uma boa ideia
Com isso, resumimos 10 maneiras para te ajudar a gerar ideias de novos negócios.
1. Não pense em ideias de negócios!
Segundo Paul Graham, cofundador de uma das mais famosas aceleradoras de startups americana, as melhores ideias normalmente são aquelas chamadas de orgânicas. Ou seja, insights que crescem de forma natural da experiência das pessoas.
Então a melhor maneira é não PENSAR e sim OBSERVAR. Procure no seu trabalho, nas suas experiências e atividades, quais as necessidades e problemas que possuem. Uma boa pergunta é: Por que ninguém fez isso até hoje? Se alguém fizer isso eu compro na hora?
2. Resolva problemas, não invente eles.
Pegue uma folha em branco e escreva no topo dela “Eu odeio quando…” e escreva tudo que te incomoda. Muitos desses problemas podem virar produtos ou serviços, afinal, o seu descontentamento com algum produto e serviço, provavelmente, é uma dor compartilhada por muitas outras pessoas.
Foi de um exercício assim que eu me sócio chegamos à ideia da nossa empresa atual, o Melhor Plano. Outro exemplo de empresa que seguiu pelo mesmo caminho é a Geekie. Cansada do sistema de ensino conservador do Brasil, decidiu inovar e criar uma plataforma que cria um plano de estudos personalizado para seus usuários.
Se você tiver dificuldades como isso, olhe na seção de suporte ao cliente de sites e encontre o que estão reclamando. Reclame Aqui pode ser uma boa fonte. Vale também pensar noque poderia fazer que seria realmente extremo. Normalmente são essas ideias que causam mais impacto.
3. “Viva no futuro, então construa o que está faltando nele” – Paul Graham
Como será daqui a 1, 3 ou 5 anos? Quais problemas existirão? Pesquise sobre as tendências na sua industria,sociedadeou nas tecnologias que permitirão novas formas de negócios. Tecnologias como internet das coisas – IoT e realidade virtual são só alguns exemplos de tendências tecnológicas que prometem mudar várias indústrias.
4. Encontre um mercado ou industria e se aprofunde nela
Encontre alguém em uma industria que você tenha interesse e pergunte coisas fundamentais como: qual seu trabalho? quem faz isso ou aquilo? Qual a parte chata do seu trabalho? Quais são os 3 maiores desafios no seu trabalho ou em relação a um tema específico? Se você tivesse recursos infinitos e pudesse resolver qualquer problema em um piscar de olhos, qual seria? Como resolveria? Uma dica é não focar no que você pensa, apenas escute com atenção seu entrevistado.
Acredite: os resultados dessas conversas são surpreendentes, pois, diferente do que alguns pensam, a maioria dos empreendedores está disposto a contar sobre o seu negócio e as dificuldades que viveu ao criá-lo e tirá-lo do papel. O Méliuz, por exemplo, mandou e-mails até para empresas estrangeiras e, pasmem, ele ganhou as passagens e uma visita por conta de um dos e-commerce mais bem conceituados da Inglaterra.
Leia também: 6 ideias de negócio para 2016
5. Bons artistas copiam; Grandes artistas roubam
Steve Jobs uma vez disse: “Não temos nenhuma vergonha em roubar grandes ideias“. Se pensadores originais como Picasso e Steve Jobs não tinham nenhum problema em copiar ideias alheias, por que você teria? Quando um novo produto surgir, escreva formas como poderia usar para uma nova ideia de negócio.
Muitas ideias são mal executadas, você é capaz de executar melhor? Vários negócios inovadores surgem no mundo, porque não tomar como inspiração para aplicar na sua região? Alguns sites que podem servir de inspiração: Springwise, Hacker News, Product Hunt, CrunchBase e TechCrunch,
6. Áreas que estão precisando de projetos
Aqui vamos pela mesma ideia da lista de “Eu detesto quando…”, a diferença é que aqui é uma fase mais aprofundada e saindo dos achismos e apenas a sua visão. E como fazer isso? A Y Combinator, aceleradora mais famosa do mundo, publicou em 2015 uma lista com áreas onde eles gostariam de investir. Veja aqui as áreas.
Nessa mesma linha, o Google Trends pode te ajudar a descobrir mercados que estão crescendo e que carecem de soluções.
7. Uber para…….
Se for para pensar fora da caixa, não se limite apenas à sua área de atuação, podemos aprender com empresas de todos os setores e tamanhos. Então pare e pense: quais ideias poderíamos pegar de outras indústrias e aplicar na nossa? Olhe para indústrias ao seu redor e veja se as ideias antigas delas podem se tornar sua nova ideia.
Pegue a SmartFit como exemplo. Você pode não acreditar, mas a ideia de ter um botão em cada máquina para que os usuários conseguissem chamar os personal trainers veio da indústria de aviação. Você já parou para observar que, quando estamos em algum voo e queremos chamar a aeromoça basta apertar um botão? O que o empreendedor pensou aqui foi simples: se serve em aviões, por que não tentar em academias?
8. Pergunte a você mesmo.
Qual tipo de negócio eu gostaria de tocar se não tivesse nenhuma chance de fracassar? O que nunca foi feito até hoje?
Empreender nem sempre é um mar calmo, por isso, é preciso que você faça o que ama e vê sentido. O Dr. Consulta, por exemplo, queria democratizar o acesso a um sistema de saúde barato e de qualidade, algo que parecia uma missão impossível, hoje é uma das referências em negócios sociais no Brasil.
9. Mantenha-se atualizado na sua área de interesse! Frequentemente surgem novas ideias.
Manter-se atualizado é quase que uma regra no mundo dos negócios. Os conceitos mudam com o tempo e ficar antenado nas novas tendências pode impulsionar a sua empresa e até mesmo te ajudar a criar uma vantagem competitiva em relação a sua concorrência.
Participe de eventos sobre empreendedorismo, inovação, tecnologia. Leia livros, converse com outros empreendedores e compartilhe suas experiências. Não se limite ao seu setor, olhe outras empresas, outros países, será que algo que está bombando lá fora poderia ser aproveitado pela sua empresa?
10. Olhe no seu extrato bancário para onde seu dinheiro está indo.
A forma como você gasta o seu dinheiro pode dizer muito sobre você. Porque você comprou da empresa A e não com a B? Analisar porque você escolhe um produto ou serviço pode te dar insights de como fazer algo melhor ou mais barato. Muitas vezes achamos algo muito caro, será que não podemos criar um novo produto ou serviço mais barato ou com uma percepção de valor mais alta?
Se você já gasta dinheiro com esse produto ou serviço, isso pode sinalizar que existe um mercado para a sua ideia.
Agora você tem uma lista de ideias para escolher. Uma boa ideia pode não ser uma boa oportunidade de negócio, por mais criativa ou visionária que seja. Cabe ao empreendedor analisar se faz sentido ou não seguir em frente.
Endeavor

As consequências de ter um mau atendimento no seu negócio

Muita gente trata as funções de atendimento como iniciativas mercadológicas ou ações de relacionamento como se fosse uma atividade departamental – o departamento de atendimento ao cliente. Não faça isto.
Atendimento ao cliente é um conjunto de práticas e não ações de marketing. Atender o cliente é atividade fim de qualquer organização. Afinal sem clientes, não existe negócio e tudo que as empresas fazem é atendê-los para que façam negócios e gerem receitas. Entenda estas práticas como o seu objetivo e o de sua empresa.
É bom lembrar que a qualidade do atendimento é determinada pelo seu cliente e não por você. No fim do dia é ele que irá te responder o que achou. Um atendimento considerado bom leva o cliente a comprar a primeira vez, a falar bem de sua empresa para os amigos ou parceiros de negócio e a um comportamento que certamente você considera importante: a compra recorrente.
Mas, se, ao contrário, seu cliente não ficou contente, o efeito pode ser devastador. Além de possivelmente nunca mais voltar, a opinião negativa sobre sua empresa irá se multiplicar e a consequência será uma legião de possíveis clientes seus que nunca o procurará, simplesmente porque recebeu uma referência negativa. A má notícia é que, quando negativa, a referência é muito mais poderosa que a positiva.
A primeira dica para o bom atendimento está no correto gerenciamento de expectativas. O que parece bom para você poderá não ser tão estimulante para seu cliente. Lembre que o julgamento é dele, então procure entender como ele espera ser atendido e adapte os seus processos.
Você não vai agradar todo mundo. Nem deve. Mas tem que agradar seus melhores clientes ou potenciais. A segunda dica é entender e conhecer os hábitos de compra dos seus melhores clientes, de seus potenciais mercados, procurar criar condições para sempre atendê-los bem e evitar deixá-los insatisfeitos.
Não confundir tratar bem com atendimento diferenciado. A boa prática nos negócios é tratar todos bem, mas trate melhor e de forma diferenciada seus melhores clientes e os de maior potencial para fazer negócios com você.
O atendimento ao cliente começa muito antes do processo de venda e termina muito depois de sua conclusão. Esta é a terceira dica. Atender bem ao cliente é respeitá-lo desde a comunicação que promove até no caso de um eventual problema que seu cliente tenha com a compra.
Não crie expectativas se não está seguro de que poderá cumpri-las. Uma das piores sensações que um cliente pode ter é ser atraído por determinada comunicação e perceber que se trata somente de uma armadilha para levá-lo à sua empresa.
O pós-venda é igualmente importante. A frustração de ter comprado um produto ou serviço que não deu o resultado esperado por algum motivo é tão devastadora quanto pode ser a satisfação de ter o problema resolvido de forma adequada pelo seu pós-venda.
Nunca esqueça que o atendimento ao cliente deve ser seu foco contínuo. Um bom atendimento poderá não lhe garantir o sucesso, mas negligenciá-lo certamente não fará bem aos seus negócios.
Exame.com

Tudo que você precisa é de uma boa ideia

Se uma boa ideia se transformasse automaticamente em uma empresa extraordinária seria muito lindo, se não tivesse sido quase trágico para nós. Os resultados que mencionei acima foram realmente alcançados, mas não se concretizaram apenas por partirem de uma boa proposta. Estou aqui para dizer para vocês que sua ideia não vale absolutamente nada sem uma boa execução, assim como a nossa não valia e nos fez torrar mais de R$400 mil de um investidor anjo e quase nos levou à falência.
A tal da ideia:A ideia era simples e soava super bem: Criar uma espécie de programa de fidelidade onde os usuários ganhariam dinheiro em vez de pontos ou milhas. Além disso, o saldo não expiraria, como os pontos ou milhas, e nem precisaria ser trocado por produtos ou brindes dentro do próprio programa. Todo o dinheiro recebido seria transferido diretamente para a conta bancária do usuário, sem custo algum.
Começamos a estudar mais sobre o mercado e descobrimos que esse modelo de negócios, conhecido como “cashback”, já exisitia há mais de 15 anos nos Estados Unidos, há mais de 10 no Reino Unido, e era um tremendo sucesso. Na nossa cabeça foi mais uma confirmação de que havíamos encontrado o negócio certo e que nossa ideia iria decolar.Em 2011, captamos R$400 mil, fundamos o Méliuz e começamos a correr atrás dos primeiros usuários e lojas parceiras.
Como quase estragamos tudo
Que a maioria das startups falha, acho que não é novidade para ninguém. Um artigo da Forbes fala, inclusive, que o número chega a 90% e os motivos são os mais diversos, como mostra essa pesquisa divulgada na Fortune:pessoas me procuram para pedir conselhos sobre as suas ideias de negócio ou para suas startups que estão em estágio inicial. Depois de algumas dezenas de conversas, percebi que, na maioria das vezes, falo coisas simples: conto a minha trajetória e o quanto acredito que minimizando os erros e garantindo uma boa execução, as chances de um negócio dar certo são muito maiores.Você precisa de investimento para começar
A gente acreditava nisso, mas estávamos completamente enganados. O problema de estar errado é que pode custar caro. No nosso caso, o engano custou os R$400 mil que captamos junto a um investidor anjo.
DINHEIRO NA MÃO, SEM CONHECER SEU USUÁRIO, SEM TER UM PRODUTO BOM E SEM SER ASSESSORADO POR PESSOAS QUE REALMENTE PODEM TE AJUDAR, É VENDAVAL.
Metade do ano de 2012 já tinha se passado e nossa empresa faturava apenas R$3 mil por mês enquanto queimava R$20 mil. Estávamos praticamente a dois meses de fechar as portas quando, em um encontro promovido pela comunidade de empreendedores mineiros – San Pedro Valley- ouvimos falar sobre o programa Startup Chile.
Aplicamos para o programa, fomos aprovados, nos mudamos para Santiago e recebemos R$80 mil do Governo Chileno (sem ter que dar nenhuma participação da empresa em troca). Sem contar que ainda tivemos a oportunidade de conhecer e trabalhar junto com outros 100 empreendedores do mundo todo. Esta experiência foi um divisor de águas na história do Méliuz
Graças a um envolvimento com a comunidade de empreendedores locais em Belo Horizonte, conhecemos um programa que nos conectou com empreendedores do mundo inteiro. Era muita gente boa junta, com conhecimentos diferentes para compartilhar. Aprendemos muito! Saímos de R$700 mil em vendas para nossas lojas parceiras em 2012 para R$30 milhões em 2013.
Antes de recorrer a um investidor, existem opções mais baratas e inteligentes que não vão apenas injetar recursos financeiros no seu projeto, mas também vão te conectar com pessoas que podem te ajudar a acertar mais e a errar menos em sua caminhada. Além do Startup Chile, podemos citar o Seed, que fica em Belo Horizonte, e o Parallel 18, programa de Porto Rico.
Mentira 3) Não se preocupe com os furos do balde, apenas encha de água
Por não ter feito nada de validação com possíveis usuários, o site que lançamos tinha diversas falhas e os usuários tinham dificuldade para se cadastrar e para compreender como funcionava. Os poucos que entendiam e conseguiam se tornar clientes, não voltavam para comprar novamente. Estávamos investindo em marketing e na aquisição de usuários a todo vapor sem perceber que o nosso balde estava furado.
Só nos demos conta do tamanho do problema depois que passamos a estudar como os usuários utilizavam e navegavam em nossa plataforma e a conversar com nossos usuários e lojas parceiras (por meioatravés de pesquisas, telefonemas e até pessoalmente).
Se você constrói o site do jeito que você disse que deve funcionar, e não o seu cliente, você terá sérios problemas de conversão e também de retenção. Para entender os conceitos, veja nesse artigo como construir uma empresa rentável.
Estude, aprenda e aplique
Depois que contrariamos as estatístícas e sobrevivemos aos dois primeiros anos de operação, começamos a seguir à risca tudo aquilo que aprendemos durante a tortuosa caminhada. Não somente os fundadores, mas todo nosso time é auto-ditada, estuda muito e procura sempre se conectar e aprender com pessoas que admiram.
Se você não sabe por onde começar, se você tem uma startup em em estágio inicial, ou se você sabe, assim como nós, que empreender, principalmente em uma startup, é um eterno aprendizado, deixo a dica dessas vídeo aulas (parceria entra a aceleradora Y Combinator e a Universidade de Stanford), ministradas por pessoas fantásticas que já construíram legados importantes, mas nem por isso deixam de sonhar grande.
Endeavor

Cresce número de brasileiras chefes de família e donas do próprio negócio

As mulheres ganham menos e trabalham dobrado. No Brasil, não para de crescer o número de mulheres que são chefes de família e donas do próprio negócio.
A Eliane tem uma vida dupla. Dona de casa e empresária. Às 6h já está de pé, prepara os filhos para ir para a escola. É ela quem leva e busca, todos os dias.
E depois de deixar as crianças na escola acha que acabou o dia da Eliane? Nada. Ela chega ao trabalho, encontra com o marido e agora eles trabalham até o fim da tarde.
Eliane já é dona de duas academias de ginástica e está abrindo franquias. Negócio que mantém a família.
“Às vezes você trabalha um pouco mais, depois você tem que se dedicar um pouco mais com os filhos”, diz a empresária Eliane Kuratami.
O caso de Eliane reforça uma conclusão do Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras das Micro e Pequenas Empresas, feito pelo Sebrae e o Dieese.
Em 11 anos, o número de mulheres empreendedoras e chefes de famílias saltou de 6,3 milhões para quase 8 milhões, um crescimento de 25%.
Os setores em que as mulheres mais investem são os de comércio e serviços: 71,5%. E 15,8% das mulheres empreendedoras têm nível superior.
“Eu acho que a tendência é elas se tornarem maioria logo, logo. Porque está crescendo muito. Principalmente, no Nordeste do país. No caso do MEI, por exemplo, o microempreendedor individual, tem estados no Nordeste que têm mais mulheres do que homens como empreendedores”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.
A Camila é formada em Ciências Contábeis, chegou a trabalhar em um escritório. Mas há 3 anos decidiu investir na alimentação natural e hoje comanda a cozinha de casa e a da empresa.
“A gente sai cedinho de casa, já leva as crianças para a escola, eu já venho para cá e aqui eu fico até 18h30, 19h. Às vezes, eu ainda saio daqui e ainda tenho que comprar algumas coisas, depois ainda tem que chegar em casa fazer lição com os filhos, dar uma olhada na mochila, nos recados e tudo mais”, conta a empresária Camila Latance.
A Francine cuida da filha Nicole, de 11 anos, e ainda tem uma empresa que organiza festas infantis. Ela diz que o segredo para dar conta de tudo é empenho. “Assumi a casa, assumi ser uma mãe solteira e a gente tem que dar conta do trabalho. A gente podia ter um pouquinho mais de horas no dia, mas a gente consegue”, conclui a empresária Francine Guazzelli.
Bom dia Brasil – G1

Boas práticas para contadores na internet

Atualmente, a internet já faz parte do dia a dia de milhões de brasileiros, portanto, utilizar essa ferramenta tem se tornado um passo obrigatório para todo e qualquer tipo de empresa. O que não é diferente no mundo contábil.
Neste post vamos lhe mostrar as boas práticas de contadores na internet e como o marketing digital pode ser um verdadeiro diferencial para o seu negócio. Confira!
Observe as normas estabelecidas pelo CFC
A profissão contábil, altamente regulamentada, tem algumas restrições em relação ao conteúdo em forma de propaganda quando este resulte em diminuição de colega, Organização Contábil ou ainda da classe em detrimento aos demais. Assim, é preciso tomar cuidado com o que é divulgado, já que existe uma grande preocupação em não denegrir a imagem da classe como um todo.
É preciso evitar frases ou alusões destacando um escritório ou profissional como “melhor do ramo” ou ainda “melhor que a concorrência”. Além disso, é preciso ter um cuidado especial com anúncios envolvendo promoções ou preços diferenciados, já que os profissionais têm os seus serviços normalmente tabelados de acordo com valores preestabelecidos. Contadores na internet ou em qualquer outro meio de comunicação precisam ter um cuidado especial com a linguagem e com a imagem profissional que passam.
Como você viu, não existe nenhuma restrição ao marketing digital para contadores, à atuação de contadores na internet ou, até mesmo, qualquer tipo de marketing, desde que o profissional respeite o que se observa nas normas e no Código de Ética da área.
Defina o seu negócio
Já que existem certos cuidados que acabam por restringir o conteúdo da propaganda contábil, é preciso ser ético e criativo. Mas como isso é possível? Para definir suas ações na internet, é necessário entender o contexto em que você está inserido, o seu ramo de atuação e quem são os seus concorrentes diretos.
Além disso, é preciso compreender por que seus serviços deverão ser escolhidos pelos seus clientes e o que o seu escritório oferece como diferencial. O seu negócio precisa ter excelência e construir uma imagem de solidez e qualidade.
Invista na web
A internet é o meio mais difundido e utilizado atualmente, isto é, estar presente nela é obrigatório! Contrate bons profissionais e crie o site institucional da sua empresa. Muitas organizações têm apostado também na criação de blogs, com conteúdo educativo e que, por meio do uso de palavras-chave, acabam direcionado os usuários para a sua empresa.
Em seu site, lembre-se de que seu conteúdo precisa ser diferenciado e atender a distintos níveis e tipos de clientes, desde aqueles que ainda não têm, mas querem abrir uma empresa, até aqueles que já possuem e precisam de conteúdo para sanar dúvidas e entender melhor sobre o próprio negócio e detalhes importantes de contabilidade. Mostre sempre o que sua empresa pode fazer por esse possível cliente.
No processo de criação do site, deve-se prezar pela organizações de páginas otimizadas que podem proporcionar excelentes resultados em relação à analise de métricas. Esse desempenho pode ser medido por ferramentas como o Google Analytics, que possibilita conhecer, em tempo real, os acessos e suas localizações geográficas, além de outras funções.
O blog também destaca-se como excelente estratégia de marketing digital e permite, entre outras opções, conhecer melhor quem são os consumidores e até mesmo o que eles pensam sobre sua empresa, o que poderá ajudar a encontrar outros potenciais interessados. A dica aqui é contar com o apoio de um bom profissional para a construção destas páginas (site e blog) e também sua constante atualização. Esta pessoa estará apta a analisar os resultados alcançados e mostrar quais são os próximos passos.
Contadores na internet: apareça nas redes sociais
É importante que você conheça o seu público-alvo, justamente para que defina em qual rede social sua empresa vai aparecer. O Facebook é a maior rede do mundo e é bastante recomendado para empresas, portanto, a criação de uma página é indicada para seu escritório.
Existem três benefícios principais em se utilizar as redes sociais:
1. Conquistar novos clientes por meio da divulgação de seu escritório contábil;
2. Relacionar-se melhor com seus atuais clientes, mantendo a atenção deles em seu escritório e dando a percepção de que eles não precisam de outros serviços contábeis, pois estão nas mãos de uma equipe especialista no assunto;
3. Diversificar os canais de contato entre seus potenciais e atuais clientes e seu escritório.
Um cuidado importante é o que você procura nas redes sociais. Se seu escritório contábil quiser se conectar mais com pessoas físicas ou empreendedores e pequenos empresários que tenham dúvidas sobre como abrir empresas e evitar uma carga tributária excessiva, por exemplo, então o Facebook pode ser uma rede social vantajosa. No entanto, se você estiver focando seus esforços na comunicação para médias e grandes empresas, então o LinkedIn permitirá que você obtenha dados sobre a empresa, perfil profissional das pessoas e será mais adequado ao seu objetivo.
Quantos escritórios contábeis têm vídeos no Facebook explicando sobre obrigações fiscais para seus clientes? Quantos motivam as pessoas nos momentos em que elas estão sob maior pressão? Além de ser uma forma interessante de se conectar com o público, usar formatos diferenciados e mensagens inusitadas pode reforçar os valores de seu escritório e apresentá-lo como sempre pronto a ajudar as pessoas, independentemente de serem ou não seus clientes.
O marketing digital para contadores na internet começa com o respeito ao Código de Ética e às normas estabelecidas pelo CFC, passa por uma boa pesquisa e definição do negócio, foco em uma determinada área e em uma boa atuação nas redes sociais, que podem ser amplamente exploradas para divulgar sua empresa e seus serviços. Uma dica interessante é o benchmarking, veja o que os outros estão fazendo e encontre inspiração para usar o marketing digital a seu favor.
Sage