Líder

8 principais competências de um líder

O líder é aquele profissional que geralmente está a frente de equipes, entende e demonstra que todos fazem parte de uma mesma estrutura utilizando diversos tipos de competências para a gestão de pessoas. Quando bem definidas e desenvolvidas, se tornam referência para nossa carreira e motivam o desenvolvimento dos liderados.
Além de inspirar e motivar, é uma referência de atitude, definindo um bom ambiente de trabalho, disposto a valorizar as habilidades individuais, respeitar as dificuldades e trabalhar em conjunto para superá-las.
Pensando nisso, separei 8 competências importantes para que o líder motive sua equipe em buscar melhores resultados, ter alta performance e prazer nas tarefas desenvolvidas. Confira:
1 – Inteligência Emocional – Assim como os liderados, o líder também é um ser humano, com pressões, sentimentos e emoções, apenas em uma posição de comandar e engajar a equipe. São cinco áreas da I.E.: Capacidade de detectar um sentimento, de lidar com o sentimento, automotivação, reconhecimento da emoção dos outros e habilidades nos relacionamentos interpessoais.
2 – Comunicação Efetiva – Essa pode ser eleita como uma das características mais importantes de um líder. Por natureza a comunicação depende de dois lados. O primeiro, da fala: ao delegar tarefas, compartilhar seu conhecimento e dados importantes dos projetos, além de dar feedbacks pontuais a fim de reduzir erros. O segundo, da escuta: saber ouvir o seu liderado e o que está por trás das palavras, buscando identificar possíveis soluções e inovações.
3 – Relacionamento Interpessoal – Ele consegue construir boas relações com sua equipe e seus superiores, proporcionando um clima positivo dentro da equipe.
4 – Coesão e Confiança – É muito comum o liderado buscar congruência entre o que o líder diz e o que ele faz. Quando ela não acontece, a equipe pode se sentir desmotivada e deixe de aceitar tão facilmente o que for delegado, criando um clima ruim dentro da empresa.
5 – Visão de Futuro – Em qualquer área, visão de futuro é ter clareza do objetivo final. Assim entender os reais motivos pelo que tenho que fazer hoje para dar mais um passo rumo ao objetivo. Quando o líder consegue despertar essa visão em sua equipe, se torna fácil engajar os colaboradores para que nos momentos de trabalho eles utilizem seu máximo desempenho.
6 – Organização – o dia a dia de uma empresa inclui diversas demandas e responsabilidades, e para não se perder no meio delas é fundamental a elaboração de um cronograma.
7 – Respeito – Cada profissional dentro de uma equipe possui diversas habilidades e limitações, cada um possui um sistema de valores e crenças. Um bom líder é aquele que consegue respeitar as diferenças entre cada um, valorizando seu lado humano, utilizando o máximo das habilidades individuais.
8 – Humildade – É saber se colocar no lugar do outro e não projetar todas as suas habilidades sobre ele. É enxergar o liderado de acordo com suas habilidades e limitações, sem se colocar em um nível superior.
A boa notícia é que todas as habilidades essenciais para um líder podem ser desenvolvidas e potencializadas. Independente da sua área de atuação é importante o investimento na evolução contínua. Que tal aproveitar essas dicas e colocá-las em prática hoje mesmo? Com o acompanhamento de um coach, você conseguirá potencializar seus resultados, conheça!
Administradores

Quatro desafios para quem quer ser um líder de sucesso

Muito se fala em desenvolvimento de lideranças, em lideranças que inspiram, do papel e da responsabilidade do líder nos resultados de sua equipe e, por consequência, da empresa. Mas afinal, quais são realmente os desafios que um líder enfrenta diariamente e como lidar com eles para gerar maior produtividade e menos “mimimi”? A coach da Effecta Coaching, Simone Barreto, é quem conta:
1. Manter a equipe engajada
Esse é um grande desafio e merece muita atenção dos líderes! O engajamento passa, principalmente, pelo liderado se sentir parte, pertencente, potencializado, por sentir sua identidade reforçada. Quando o líder trabalha e reforça na equipe a Missão, Visão, Valores e Objetivos da empresa e o quanto cada um é parte importante para que os resultados sejam alcançados, consegue aumentar o engajamento de todos nos projetos a serem desenvolvidos. Metas claras e objetivas e investimento em capacitação são algumas das atitudes que fazem com que as pessoas se sintam úteis e importantes no processo, melhorando o engajamento.
2. Planejamento
É preciso ter um planejamento claro, com metas definidas a curto, médio e longo prazo. Além disso, os detalhes precisam ser compartilhados com todos para aumentar o foco nos resultados. Não adianta o líder ter um planejamento muito bem feito se seus liderados não tiverem conhecimento dele, pois quem não sabe onde quer chegar, qualquer lugar serve! Não esqueça de ouvir seus liderados, saber a opinião deles sobre o que você está pensando, escutar as novas ideias, escutar as percepções sobre a empresa e sobre as metas. Fazendo isso é possível aumentar o senso de pertencimento e de comprometimento da equipe com a meta, já que ela fez parte na construção e se “co-responsabilizou” por alcançá-la.
3. Gestão de tempo e foco
importante sempre estar atento se os liderados estão executando suas tarefas por prioridades. Aí vale ressaltar que a prioridade está sempre ligada à faturamento, ao que gera renda. As pessoas costumam ter dificuldades para eleger prioridades por falta de informação ou até pelo hábito de procrastinar. Quando o líder engaja as pessoas nos projetos, elas tendem a ter mais foco nos resultados, pois sabem onde querem chegar e o que vão alcançar. Por isso, tendem a fazer melhor gestão do seu tempo para terem alta produtividade. No entanto, se o líder ao invés de treinar, delegar e acompanhar, começar a dar tarefas picadas e sem objetivos claros, o liderado pode entrar em estresse por sentir-se muito cobrado e entregando menos do que poderia. Estar focado demanda atitude e motivação, que advém de sabermos exatamente o que esperam de nós. É muito comum nos absorvermos de algo que amamos fazer e não vermos o tempo passar. Sabe por que isso acontece? Porque queremos tanto ver o resultado disso que não paramos enquanto não chegamos lá! E esse é o grande desafio do líder: ajudar o liderado a desenvolver pelo seu trabalho tamanha paixão e comprometimento, a ponto de estar sempre focado nesse propósito e fazer melhor gestão de seu tempo.
4. Visão de futuro
Perguntas que um líder pode fazer a si mesmo: estou possibilitando crescimento aos meus liderados? O quanto hoje me dedico para desenvolver essas pessoas? Se hoje eu precisasse me afastar, quem eu poderia indicar para assumir meu lugar? Trabalhar a visão de futuro nos liderados não é tarefa simples. Mas é mais fácil quando o líder é inspirador, busca capacitação, quer ser sua melhor versão diariamente, consegue auto motivar-se para cada novo desafio, valoriza as pessoas com as quais trabalha, comemora, divide com sua equipe suas ideias, metas, planos, objetivos, angústias e anseios. Aí os liderados passam a ter vontade de saber como ser como esse cara! O que será que ele fez para chegar lá? Enxergam a partir disso que existem possibilidades de crescimento e desenvolvimento, que a empresa conta com eles, se preocupa com eles, tem planos futuros.
Contadores

Mitos e verdades sobre liderança

Ao entrar em qualquer livraria, mais especificamente na seção de negócios, é possível encontrar um número enorme de livros sobre o mesmo tema: liderança. O mesmo acontece na internet. Numa rápida busca sobre o assunto, é fácil encontrar diversos blogueiros e palestrantes que dão dicas de como ser um bom líder.
São tantos os especialistas sobre o tema que, em vez de simplificar, esse excesso de informações complica ainda mais quem está tentando se aprimorar sobre o assunto. Há diversas linhas de pensamento e divergências sobre o que é ser um líder. Clichês não faltam.
Para Jonas Duarte, sócio-diretor da Crescimentum, empresa que treinou mais de 60 mil líderes, o assunto se tornou popular nos últimos cinco anos. Um dos motivos é que as empresas passaram a enxergar de forma mais clara a importância de ter bons líderes em seus quadros.
Pra ajudar a esclarecer o tema, Duarte analisou os principais clichês relacionados com o tema e apontou os principais mitos e verdades.
1. EXISTEM BONS E MAUS LÍDERES
Verdade. A principal diferença entre o bom e o mau líder está na consciência do papel que ele exerce. Ao se tornar líder, é fundamental deixar o ego de lado e começar a pensar no outro.
A prioridade de alguém que assume um cargo de liderança deixa de ser ele próprio e passa ser transformar os membros de sua equipe. Um erro comum dos maus líderes, por exemplo, é tentar disputar com seus funcionários.
2. LIDERANÇA É UM DOM NATURAL
Mito. Todos podem ser líderes. A diferença é que algumas pessoas querem muito liderar e, por isso, acabam trabalhando mais as suas habilidades. Mas, sem dúvida, a liderança pode ser desenvolvida em qualquer pessoa.
3. LIDERANÇA E POPULARIDADE ESTÃO CONECTADAS
Mito. Líderes impopulares também são capazes de feitos extraordinários. O melhor exemplo é Steve Jobs. Um bom líder é aquele que dá o exemplo e não o que é querido por todos. Às vezes, pessoas mais benquistas não chegam a resultado nenhum.
4. LIDERANÇA ESTÁ RELACIONADA À PERSONALIDADE E AO CARÁTER
Mito e verdade. A liderança não está relacionada à personalidade. Ser líder é uma atitude ligada a um cargo. A melhor explicação é que a liderança faz parte de um comportamento, ou seja, você não é um líder, você está um líder hoje.
Cada um é capaz de escolher a forma como se comporta, mas não sua personalidade. Por isso, liderança é uma questão de adaptação.
Mas a afirmação é verdadeira ao falar de caráter. Um bom líder é aquele inspira os outros a alcançar grandes objetivos. Uma boa índole é um dos elementos fundamentais para motivar e influenciar pessoas.
5. AUTOCONHECIMENTO É UM DAS CARACTERÍSTICAS MAIS IMPORTANTES DE UM LÍDER
Verdade. Liderar é algo que vem de dentro para fora. Um líder deve primeiramente liderar a ele mesmo e, depois, estender essa habilidade para os demais. O autoconhecimento é importante.
6. O LÍDER É RESPONSÁVEL POR TODAS AS DECISÕES
Mito. O melhor líder é aquele que deixa os outros executarem. Quanto mais as decisões do dia a dia forem delegadas, melhor.
A sala de um líder não pode virar um consultório médico, em que a pessoa entra, conta sua dificuldade e procura auxílio. O ideal é que o líder estimule a pensar diferente e a encontrar soluções para os problemas rotineiros.
Um bom líder tem de estar mais preocupado com o futuro. Um bom exemplo é pensar no plano de carreira para os funcionários.
7. LÍDERES TÊM DE TER A HABILIDADE DE EXTRAIR O MELHOR DO PIOR
Verdade. Esse é um grande desafio. É o chamado de “Efeito Pigmaleão”: fenômeno que estabelece uma relação entre as expectativas que se têm de uma pessoa e o seu desempenho.
Temos a tendência de delegar tarefas complexas para as pessoas consideradas mais competentes. Em vez de tentar desenvolver os talentos de quem achamos que tem mais dificuldade. O objetivo de um bom líder é fazer com as pessoas se tornem melhores.
8. SER LÍDER É TER A AGENDA LOTADA DE TAREFAS E COMPROMISSOS
Mito. Esse é um dos maiores enganos. Um líder, pelo contrário, tem de ter agenda com menos compromissos. O tempo dele deve ser dedicado a pensar em pessoas.
O objetivo é transformar o outro, ou seja, focar na pessoa atrás do crachá. O bom líder é aquele que sabe tirar o melhor de cada um.
Diário do Comércio

Governo frustra projetos de novo Refis e venda de créditos tributários

Até julho passado, o saldo da Dívida Ativa da União registrou R$1,162 trilhão de débitos tributário. Isso sem incluir as dívidas não tributá- rias, que superam a cifra de R$ 300 bilhões.
A maior parte desses débitos (62% ou R$ 723,3 bilhões) pertence a cerca de 12 mil empresas. Juntos, apenas os 500 maiores devedores da União acumulam débitos de R$ 392,3 bilhões. Em dezembro do ano passado, a dívida era de R$ 1,58 trilhão, superando a arrecadação de 2015, que foi de R$ 1,27 trilhão.
Autores das propostas de refis, os deputados federais Alfredo Kaefer (PSL-PR) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), reconhecem que somente com a pressão da base e das entidades empresariais será possível reverter a falta de apoio às proposições.
“Nós estamos negociando com o governo, mas, se ele não der o sinal verde, não adianta nada”, explicou Hauly ao DCI, referindo-se ao projeto de sua autoria que, segundo ele, conta com o consenso dos integrantes da Comissão de Finanças e Tributação.
Em outra frente, o deputado Alfredo Kaefer apresentou um substitutivo ao texto do projeto que regulamenta a venda de créditos da dívida ativa da União, Estados e municípios, incluindo o programa de refinanciamento das dívidas fiscais das entidades privadas.
O líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), não retornou pedidos de informações sobre o assunto. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), também não atualizou o andamento de pedido encaminhado a ele, em agosto, pelo deputado Alfredo Kaefer.
O projeto de Kaefer prevê um novo Refis em condições ainda mais vantajosas. Isso porque, além dos descontos, prevê a troca do indexador de reajuste da dívida (juros), substituindo a taxa Selic de 14% ao ano mais 1% anual, pelo INPC, que mede a inflação e cuja variação gira em torno de 7% ao ano. “A Receita ainda não consegue enxergar a real necessidade do Refis para a própria Dívida Ativa”, disse.
A alegação da Receita Federal é a de que as empresas que aderem ao Refis não terminam de pagar suas contas. De acordo com o órgão, as pessoas jurídicas se juntam ao programa, limpam momentaneamente “o nome” das empresas, usufruem dos benefícios, e deixam de quitar os débitos do acordo, aguardando pelo próximo. “Há falta de interesse do contribuinte em regularizar a sua situação fiscal, mesmo com as reduções concebidas”, afirma a Receita em estudo sobre o tema encaminhado ao DCI.
Mais prazo para o parcelamento no Simples-
O parcelamento em 120 meses de débitos das empresas optantes pelo Supersimples deve compreender o mês anterior ao do início do programa, em vez de remeter a maio deste ano.
Solicitação nesse sentido foi encaminhada ontem pelas entidades de contadores do Sistema Fenacon Sescap / Sescon em ofício ao secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, e ao secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago.De acordo com o documento, tal ação será de grande importância, em virtude da gravidade e do momento vivido pelas empresas, a queda da atividade econômica, a elevação de inadimplência e restrições de acesso ao crédito que resultam em grande pressão sobre o caixa das empresas e sua capacidade de pagamento.No dia 27 passado, o presidente Michel Temer sancionou a nova revisão da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que prevê o parcelamento. A medida, segundo estimativas da Receita, vai atender cerca 700 mil empresas que devem cerca de R$ 23 bilhões. A Fenacon também encaminhou pedido ao governo para abertura de novo Refis em condições mais favoráveis com redução de multas e juros.
DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços

O que um líder precisa fazer para ter uma equipe de alta performance

É muito possível que um líder tenha dificuldades na hora de montar uma equipe que vai garantir um alto rendimento à empresa. Afinal, é preciso escolher muito bem, pois todos os resultados obtidos são consequência do resultado das pessoas que trabalham na companhia.
Portanto, existem alguns pontos em que o empresário deve ficar atento para melhorar o desempenho de sua equipe. José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, listou alguns deles. Confira:
Saiba observar – Um bom líder deve ter sensibilidade para identificar talentos e pontos em que cada profissional precisa melhorar, além de saber trabalhar essas características individuais em benefício do trabalho em grupo. Dessa forma, as atividades serão concluídas com maior eficiência e todos estarão satisfeitos com suas funções, pois as atividades delegadas serão de acordo com as habilidades de cada um.
Valorize cada um – No ambiente de trabalho, existem profissionais que são mais comunicativos, outros mais planejadores e outros mais executores, por exemplo – e o líder deve estar atento a estas características, valorizando cada uma delas, demonstrando que todos têm muito a contribuir.
Motive seu grupo – Para que o desempenho de um grupo seja satisfatório, ele deve ter motivação e incentivo. O líder precisa acreditar em seus funcionários, motivando-os e fazendo-os ver que o grupo é capaz de atingir patamares cada vez mais altos e de obter grandes conquistas.
Seja um bom exemplo – O líder precisa ser honesto e ter uma conduta respeitável. É importante que ele seja pontual, educado, trabalhador e respeitoso com todos, independente do cargo. Isso transmite uma imagem positiva. É preciso que o líder dê o melhor de si para cativar os funcionários.
Forme outros líderes – A liderança não deve ser vista como forma de poder, mas como uma maneira de contribuir para que as pessoas cresçam. É preciso liderar com competência e autonomia, mas sempre dando liberdade para que os colaboradores exerçam seu potencial máximo.A liderança não se reduz apenas ao fato de ter um cargo de chefia. Ser líder é ser alguém em quem os funcionários se espelham. Esteja disposto a ensinar e aprender com todos. Assim, você e sua equipe alcançarão os melhores resultados.
IG – Economia

Quais são os maiores desafios dos líderes hoje?

Ser líder é diferente de ser chefe. A condição de chefia está relacionada à posição que a pessoa ocupa na hierarquia da empresa; ele é responsável (e, principalmente, responsabilizado) pelos resultados da sua equipe, e por isso uma de suas preocupações é como alcançar as metas estabelecidas pela empresa.
Já ser um líder está relacionado mais à postura adotada em relação à equipe do que ao cargo exercido. O líder estabelece parcerias com os colegas e trabalha em conjunto, valorizando os colaboradores e preocupando-se com o seu bem-estar. Algumas características de um profissional com um perfil de liderança são:
visão estratégica;
autoconhecimento;
experiências desafiadoras;
maximização de valores;
construção de alianças;
cultivo de talentos;
aprendizado constante.
Devido a essas características, manter uma postura de liderança é fundamental para que o chefe obtenha melhores resultados e retenha talentos. Com a redução dos índices de turnover (ou seja, rotatividade de colaboradores), é possível melhorar a produtividade, o rendimento e as finanças do negócio, já que não é preciso fazer demissões, admissões e processos seletivos com tanta frequência.Assim, podemos afirmar que os dois perfis são bem diferentes. Nem todo líder é chefe e nem todo chefe é líder, mas é muito possível que uma só pessoa reúna os dois conjuntos de características. Dessa forma, conquista não só os resultados esperados pelos gestores, mas também a confiança dos integrantes da equipe.
Características fundamentais de um líder motivador
A motivação é o que impulsiona os colaboradores. Uma equipe motivada estará mais atenta e disponível para o seu trabalho, atuará de maneira mais proativa e se dedicará mais para alcançar resultados profissionais e pessoais. Para isso, a figura do líder motivador é fundamental.
Boa comunicação – Além de repassar as informações de forma adequada, o bom líder também deve saber ouvir as reivindicações dos colegas de equipe.
Participação com o grupo – O líder deve participar dos projetos junto com a equipe e garantir que sejam alcançados tanto os interesses individuais dos colaboradores quanto as metas globais, estipuladas pela empresa. Essa interação é fundamental para que todos tenham um bom relacionamento entre si e com o líder, fortalecendo sentimentos de confiança e respeito.
Proximidade com os colaboradores – O líder deve ficar próximo da sua equipe, evitando criar barreiras que atrapalhem o desempenho da equipe. A proximidade também ajuda a compreender o perfil de cada colaborador e entender quem se dará melhor com cada tipo de tarefa. Dessa forma, é possível chegar mais facilmente aos resultados.
Preocupação com a equipe – Demonstrar que se preocupa com a equipe faz com que os colaboradores entendam que podem contar com o seu líder, o que aumenta a motivação para lidar com os problemas diários.
Sage

Quando 24 horas não são o bastante: dicas para aumentar a produtividade

Quantas vezes você já terminou o dia com aquela sensação de que poderia ter sido mais produtivo? Não é a toa que a produtividade é um conceito essencial para o sucesso de qualquer negócio, ainda mais no Brasil onde o empreendedor tem que enfrentar altos impostos, uma legislação trabalhista que merece revisão, infraestrutura precária, falta de investimentos públicos e privados e pouco incentivo a iniciativas relacionadas a pesquisa e desenvolvimento. Mas se engana quem pensa que os desafios da produtividade são apenas externos ao negócio.
Já parou para pensar em quanta energia um líder, gestor ou empreendedor gasta cuidando do seu time para assegurar que cada pessoa sabe o que fazer e está entregando tudo dentro do prazo? Conseguir colocar uma equipe inteira para trabalhar em um mesmo projeto e ainda manter um ambiente saudável não é fácil, mas, apesar dos obstáculos, há sempre uma oportunidade para inovar, aprimorar e conseguir uma produtividade maior, tanto individual como coletivamente. Práticas pontuais e algumas metodologias de gestão, como o GTD, Getting Things Done, ajudam empresas a produzir mais com menos, otimizar rotinas e tempo. Ficou interessado? Vamos ao passo a passo da produtividade:
Organize as tarefas
Para aumentar a produtividade, é fundamental trabalhar na organização das tarefas. Essa pode ser uma etapa considerada óbvia, mas muitos acabam colocando seus esforços em ações que não são prioritários justamente por não terem uma visão mais macro sobre suas tarefas. A ideia aqui é não saber apenas o que precisa ser feito na semana que vem, mas sim ter um olhar mais geral e estratégico sobre quais atividades devem ser executadas primeiro e quais podem ser adiadas.
Controle o tempo – Depois de saber quais são as prioridades da empresa e dos colaboradores é hora de entender quanto tempo cada tarefa demanda. Para isso, é preciso listar assuntos importantes e urgentes e compreender quanto esforço e dedicação serão necessários para o cumprimento de cada meta. Ah, não esqueça de eliminar distrações e dispersões. A sensação de que não é possível encontrar tempo para tudo é muito comum, mas algumas medidas podem ajudar a ganhar alguns minutos precisos no dia a dia. Ações para eliminar ou ao menos reduzir as distrações e dispersões são necessárias. O cuidado com o uso da internet e das redes sociais é um bom exemplo.
Durante o trabalho, esses recursos devem ser utilizados de forma produtiva, como motivações profissionais. Outra questão que um pouco mais delicada é a conversa pouco proveitosa. Uma das piores sensações possíveis é sair daquela reunião que deveria ter sido super produtiva com a impressão que nada mudou. É extremamente importante perceber quanto tempo é gasto pela equipe e por você com discussões não relacionadas aos projetos e demandas atuais. Já imaginou se você gasta 1 hora falando sobre as metas de uma área quando seu desafio é algo totalmente diferente?
Adote ferramentas de gestão – Existem várias ferramentas de gestão disponíveis no mercado e a maioria pode ser personalizada às necessidades de cada negócio. Sistemas, plataformas e softwares capazes de integrar informações de toda a empresa, de forma a mostrar um cenário completo, são bastante úteis para auxiliar no processo de identificação de fragilidades e, também, na tomada de decisões estratégicas. É importante lembrar que você nunca está sozinho, a produtividade depende muito do clima organizacional e, por isso, manter condições que promovam a motivação, o entusiasmo e o engajamento dos colaboradores é vital.
Uma boa dica é estabelecer um contato mais próximo entre gestores e equipe para ter uma gestão mais assertiva. Vale a pena estimular a participação, troca de ideias e de experiências, além de ouvir ativamente sugestões e opiniões. Investir no desenvolvimento da equipe também colabora para o aumento da produtividade. Profissionais qualificados produzem mais e melhor, por isso é interessante analisar o perfil de cada colaborador, verificar quais os pontos fortes e competências precisam ser aprimoradas, e, dessa forma, estabelecer um plano de desenvolvimento individual, destacando, principalmente, os talentos da empresa.
Tenha uma comunicação assertiva – Uma comunicação clara e assertiva é essencial para o aumento da produtividade de qualquer equipe. É preciso definir canais de comunicação que garantam o fluxo de informações, de forma rápida, sem ruídos e que alcancem todos os envolvidos. Reuniões gerenciais, newsletters, e-mails, jornal interno e até mesmo os murais de avisos podem ser muito úteis. Há também alguns métodos consagrados que trazem orientações práticas de como aumentar a produtividade, por meio de organização e disciplina. Um deles é o tão famoso GTD, sigla em inglês para Getting Things Done.
Organizar: David Allen propõe, em seu livro, um sistema bastante simples e prático. Uma das formas é contextualizar as tarefas e reunir aquilo que pode ser correlato, criando uma linha de atuação, otimizando o tempo no computador, ao telefone, ou escritório;
Refletir: Esta etapa sugere uma análise sobre o sistema adotado e confirmar se ele é o melhor modo de gerenciar suas tarefas. Também é o momento de revisar e reavaliar as prioridades e perceber como sua rotina está sendo influenciada pelas urgências; e
Executar: Hora de colocar seu sistema em prática e agir de forma organizada, sem estresse ou ansiedade, apenas executando o planejado. Confie na sua análise e simplesmente faça.
Vale ressaltar que no começo é preciso investir algum tempo para definir o seu sistema. Para a primeira fase, de coleta, duas ou três horas são essenciais para mapear todas as tarefas, com calma e transparência. Depois, na segunda etapa, mais algumas horas de dedicação para processar todas as anotações. Esse passo costuma demorar um pouco mais, pois não é tão simples avaliar as prioridades e separar o que é urgente, importante e necessário.
No geral, o GTD não demanda tanto tempo. Depois que seu sistema estiver pronto, basta agir e, claro, revisar com alguma frequência, para garantir uma produtividade ainda maior. A melhor parte de tudo é que, por se tratar de uma metodologia simples, ela pode ser utilizada por qualquer pessoa, sem restrições. Vale a pena investir no treinamento da equipe para que todos os colaboradores estejam aptos a praticar os cinco passos do GTD.
Endeavor

“Líder humano” substitui “chefe frio” na nova era corporati

Ao longo dos últimos anos, diversas mudanças vêm ocorrendo no mundo corporativo, especialmente na gestão de pessoas. A hierarquia e a frieza na relação com os colaboradores perderam espaço para uma liderança horizontal, com menos autoridade e mais parceria e sensibilidade com toda a equipe.
Para ter sucesso nos negócios, a primeira coisa que a empresa deve fazer é se preocupar com o bem-estar de seus profissionais e contar com líderes mais humanizados.
Abaixo, listo 5 características fundamentais da nova era da gestão:
1) Humanização: Mesmo vivendo na era da globalização e da informatização, o gestor não pode esquecer que seu colaborador não é uma máquina, portanto, é necessário valorizá-lo primeiramente como ser humano. Todos terão dificuldades e, para superá-las, eles vão procurar apoio no líder. Assim, o gestor deve usar as melhores habilidades de cada um para fazer com que todos cresçam não somente na empresa, mas também em suas vidas pessoais.
2) Práticas certas: Não adianta exigir bons resultados se a prática ensinada estiver errada. Ela pode ser repetida inúmeras vezes, mas, se o gestor não direcionar a equipe para o caminho certo, os objetivos não serão alcançados. Consequentemente, os colaboradores nunca farão o trabalho da maneira que deve ser feita.
3) Incentivo x Motivação: Não parece, mas são coisas distintas. A motivação vem de dentro do profissional e o que a faz crescer é o incentivo que a empresa oferece. O gestor não pode motivar o colaborador, mas pode incentivar com atitudes, como valorizar seu trabalho, entender suas necessidades e ajudá-lo em suas dificuldades. Mostrar que ele é importante para a empresa já é um grande fator para aumentar sua motivação!
4) Parceria: O grande erro de muitos gestores é pensar sozinho e não dar voz às ideias de seus liderados. Para que o trabalho dê certo, é preciso que exista uma parceria na equipe. Portanto, o líder deve procurar sempre se manter disponível, fazendo com que todos se sintam partes integrantes da tomada de decisões. O simples fato de saber que podem contar com o líder já traz a segurança que precisam para realizar os projetos com precisão. Quando o liderado se vê “dentro” do projeto há, por parte dele, um maior comprometimento.
5) Gestor Coach: Um gestor lidera e orienta seus colaboradores. Um gestor coach pratica todos os passos citados anteriormente e vai além. Ele identifica as competências e habilidades individuais e consegue extrair o melhor de seus liderados. Além disso, o gestor coach entende as principais capacidades e as usa de forma que beneficie toda a equipe, ao mesmo tempo em que ajuda o grupo a superar as dificuldades. Resumindo: ele se torna um parceiro de seus liderados. Assim, juntos, entregam os melhores resultados para a empresa.
Contabilidade

O que acontece com a equipe que tem um líder ausente?

Antes de responder esta pergunta é necessário definir o que é um “líder ausente” e como um líder deveria, idealmente, utilizar o seu tempo. E isto é bastante diferente dependendo do nível hierárquico do líder na empresa e do tamanho da organização onde ele trabalha.
Quanto maior a empresa for, maior será a distância entre o líder e a operação do dia a dia. Isto é, ele gastará o tempo dele pensando em estratégias, captação de recursos, alianças e relações institucionais. Do outro lado, quanto menor for a organização, é bem provável que ele gaste o tempo dele relacionando-se com clientes, processos, sistemas e resolução de problemas.
De qualquer forma, sempre tem uma divisão básica neste tempo:
1. O tempo que o empreendedor usa lidando diretamente com os problemas.
2. O tempo que o empreendedor usa lidando com sua equipe.
Embora não exista uma receita de bolo, deve ter um equilíbrio saudável aqui. E ele provavelmente está entre 70/30 e 30/70. Um empreendedor que passa 100% do seu tempo lidando diretamente com problemas, não está cuidando de sua equipe. E um empreendedor que passa 100% do seu tempo lidando com sua equipe, não está mantendo o distanciamento necessário para o raciocínio estratégico e as decisões difíceis que cabem apenas a ele. De qualquer um dos dois jeitos, ele está limitando a capacidade da empresa se fortalecer como organização e crescer.
Partindo desse raciocínio, o que acontece quando o líder gasta menos tempo do que deveria com sua equipe? Quando ele “deixa solto” ou “delarga”? Provavelmente, as coisas começam a desandar.
O tempo do líder com sua equipe tem essencialmente quatro funções:
1. Acompanhar o trabalho da equipe
A função mais básica da liderança é fazer contratos com as pessoas que ela lidera e checar se estes contratos estão sendo seguidos. Um líder ausente contrata mal e checa mal. O que faz com que a operação saia do foco e derrape nas curvas. E que a empresa perca produtividade e qualidade na entrega. É claro que não é para ser “control freak”, mas não dá para perder o contato com a realidade.
2. Atender à equipe em suas necessidades
É responsabilidade da liderança garantir que seus liderados possuam os recursos que precisam para executar o seu trabalho e que tenham a competência necessária para usá-los. Alguns destes recursos são sutis e não podem ser vistos de fora.
Apenas os liderados sabem o que realmente precisam para executar bem seu trabalho. E o líder tem que estar por perto e disponível para atendê-los. Quando isto não acontece há perda de energia, de motivação, de produtividade. Cai o entusiasmo e o compromisso com o resultado.
3. Definir as prioridades da equipe
Plano é plano. Jogo é jogo. Na hora em que o trabalho está intenso e acelerado é muito difícil ter certeza que a atenção da equipe está no lugar certo e de que as prioridades corretas estão sendo atendidas. Muitas vezes isto envolve decisões difíceis que requerem o distanciamento correto para enxergar. Quando o líder não faz isto, a equipe se perde, a ansiedade sobe e erros grosseiros de entrega podem acontecer.
4. Pensar o futuro da equipe
Entender o que é preciso para desenvolver e executar bem uma estratégia é uma responsabilidade exclusiva da liderança. E isto requer cabeça nas nuvens e pés no chão. Assim como capacidade de ligar mentalmente o presente ao futuro.
Quando o líder não é capaz de fazer essas coisas as pessoas estão suscetíveis a perderem os empregos e a empresa pode, literalmente, quebrar. Isto por ela tornar-se obsoleta quando há uma mudança rápida nas necessidades do mercado.
Liderar é coisa séria. Requer tempo e esforço constante. Um empreendedor de sucesso não pode ser um líder ausente. Ele tem que balancear o tempo entre as atividades que são só suas e as atividades para o desenvolvimento de sua equipe, que no fim é o que realmente vai fazer sua empresa crescer e fazer o sonho grande se tornar realidade.
Exame.com

O que diferencia o gerente comum de um bom líder

O profissional que ingressa numa organização não busca apenas um bom salário, benefícios e condições agradáveis de trabalho. O que os profissionais almejam é reconhecimento e ascensão na carreira, principalmente em épocas de crise na qual é importante fazer a diferença dentro das empresas.
Segundo Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg – empresa especialista em liderança e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, o desenvolvimento de um bom profissional na empresa está inteiramente ligado à relação com o líder direto, que nem sempre identifica essa característica nas novas gerações.
Os liderados costumam não se adaptar quando o diretor tem um estilo de liderança ultrapassado, do tipo que estabelece as metas e ameaça o desligamento daquele que não as cumprir. Esse tipo de líder tende a deixar um clima ruim na organização, o que favorece a perda de produtividade, engajamento e inovação.
“Demonstrar atenção, dar retornos positivos e corretivos que desenvolvam uma relação de amizade e façam a empresa perceber que sem os seus colaboradores não há evolução: isso é o que diferencia um gerente comum de um bom líder”, conclui Aldan.
Abaixo estão características que podem ajudar na identificação do profissional que é apenas um gerente comum e do líder de bom desempenho, que motiva os funcionários e promove mudanças dentro da organização
1 – Coerção. O líder coercivo tem a reputação de ser o agente de mudanças com uma orientação voltada a cortes de pessoal sem critérios claros. É propenso a criticar sem avaliar, utiliza tom de voz alto em frente a todos, os colaboradores podem se sentir desrespeitados e cria um clima de medo. Ideal quando a empresa precisa tomar medidas drásticas, mas funciona por um curto período de tempo.
2 – Empreendedorismo. Esse profissional tem paixão pelo que faz, vê oportunidade onde outros veriam problemas, é visionário, tem entusiasmo e visão clara. Esse líder também estipula padrões aceitáveis, motiva e maximiza o compromisso com as metas organizacionais. Além dessas características, também costuma dar feedback e dá espaço para a criação individual. Este estilo funciona bem em quase todas as situações. É particularmente eficaz quando um negócio está meio perdido, no limbo, precisando de uma visão inovadora.
3 – Apoio. O líder apoiador prioriza as pessoas, cria um ambiente harmonioso, possui natureza empática e resolve desentendimentos na equipe. Esse perfil é ideal quando há necessidade de construir o espírito de equipe com harmonia, melhorar o moral, a comunicação, ou reparar a confiança perdida.
4 – Democracia. O profissional democrático, quando ocupa um cargo de liderança, tem o hábito de ser bom ouvinte, por isso toma decisões de forma coletiva deixando seus colaboradores participarem de suas decisões, o que o torna flexível. Confiança, respeito e compromisso são suas premissas. Ideal para momentos em que se precisa de novas ideias e trazer a equipe e empresa para ser parte do processo decisório.
5 – Pacesetting. O líder com essa característica é aquele que exige muito de todos, principalmente dos profissionais de baixa performance, gosta de tudo bem feito em um curto espaço de tempo, e nem sempre possui uma boa comunicação com sua equipe. É obsessivo em fazer sempre o melhor e comumente chamado para esclarecer questões técnicas. Em longo prazo este perfil torna o clima organizacional ruim e os resultados não aparecem. É eficaz para a produção de trabalhos pontuais que exijam alta performance e expertise.
6 – Coaching. Profissional que delega com facilidade e é o campeão em dar feedback. Ajuda os colaboradores a identificarem seus pontos fortes e fracos os relacionando às aspirações pessoais e profissionais, além de delegar tarefas desafiadoras. Ideal para desenvolvimento de profissionais, auto-confiança e propicia inovações da equipe.
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