Identificar

Receita Federal dá orientação sobre cadastro de nomes no e – CAC

A Fenacon, após receber diversos questionamentos de empresários contábeis a respeito de esclarecimento acerca do cadastro de nomes no e – CAC da Receita, entrou em contato com a Receita Federal para dirimir referidas dúvidas.
As dúvidas concerniam especialmente sobre o envio de e-mail padrão, que não traz nenhuma referência/identificação/informação que identifique o contribuinte, quando encaminhado ao escritório de contabilidade.
A orientação da Receita Federal foi a seguinte:
“Ao cadastrar o celular ou e-mail, o contribuinte deve informar uma palavra-chave. A palavra-chave serve para personalizar as mensagens, sendo parte da identificação do texto da mensagem de alerta. A palavra-chave pode conter números.
No caso de contadores, cada empresa cadastrada deve ter uma palavra-chave diferente. Assim, o contador consegue identificar para qual empresa é a mensagem de alerta recebida”.
Fenancon

Receita terá grupo especial para combater fraude fiscal

Uma portaria conjunta da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vai criar grupos especial de atuação para combater fraudes à cobrança administrativa e execução fiscal, que foi chamado de Gaefis.

De acordo com a portaria, o objetivo é “identificar, prevenir e reprimir fraudes fiscais que ponham em risco a recuperação de créditos tributários constituídos ou inscritos em Dívida Ativa da União.”
Publicada nesta terça-feira, 18/10, no Diário Oficial da União, a portaria diz que as superintendências regionais da Receita Federal e as procuradorias-gerais da Fazenda Nacional deverão indicar, em 90 dias, representantes para compor as equipes.
Conforme o texto, compete ao Gaefis levar em consideração “a potencialidade lesiva da fraude; o risco de ineficácia da cobrança ou da execução fiscal; e a necessidade de adoção de medidas judiciais urgentes para assegurar a efetividade da cobrança.”
Os integrantes do Gaefis irão se reunir, no mínimo, mensalmente e, entre outras medidas, devem solicitar o monitoramento patrimonial dos envolvidos em fraude à cobrança ou à execução fiscal.
Além disso, os integrantes do grupo poderão propor ações de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados ou outras medidas necessárias para demonstrar a responsabilidade tributária ou localização de bens e direitos em nome dos envolvido em fraude fiscal.
Diário do Comércio

Como identificar necessidades para poder inovar

Inovar não consiste simplesmente em ter uma grande ideia e desenvolver um produto novo. A inovação é um processo que envolve várias etapas e que precisa estar alinhado com a estratégia de negócio da organização em que se situa. Nesse sentido, analisar o cenário e traçar caminhos com base nas previsões e objetivos da companhia é um passo crucial para que a inovação tenha sucesso.
Como explica Luiz Serafim, Head de Marketing da 3M, no livro “O poder da inovação”, “antes de iniciar qualquer programa, política ou estrutura voltada a inovação, é necessário um grande trabalho de análise estratégica”. Ou seja, a inovação precisa de um motivo para acontecer, ter um objetivo e um problema a resolver.
Identificar as necessidades do público é um ponto de partida chave para qualquer inovação. E, para esse trabalho, há uma série de ferramentas e estratégias que podem ser utilizadas. A pesquisa de mercado é a mais tradicional, mas há muito tempo já não é a mais eficiente nem a mais utilizada, embora continue desempenhando um papel muito importante por apontar caminhos a análises mais concentradas.
Como explica Serafim, “a orientação é renovar essas ferramentas e somá-las a novas formas de interação com seus clientes, preferencialmente de forma direta, explorando abordagens de pesquisa etnográfica ou antropológica, como entrevistas in loco e ‘programas de convivência com o cliente’, observação do comportamento dos clientes no ponto de consumo e criação de ambientes de simulação como ‘lojas-piloto’ e ‘casas do futuro'”.
No livro, Serafim cita os caso da Nestlé, Colgate-Palmolive e Unilever, que têm “respeitável histórico em alocar recursos para melhor entenderem seus consumidores em suas rotinas, as especificidades dos hábitos de consumo em cada região do país ou, ainda, em áreas de foco dentro de grandes cidades”.
O sabão Ala, da Unilever, por exemplo, é resultado de pesquisas profundas com mulheres das classes C e D no Norte e Nordeste do país. Na época, a empresa percebeu que muitas donas
de casa não utilizava sabão em pó porque era caro, mas estavam dispostas a comprá-lo se fosse mais barato.
Já a Procter & Gamble mantém o programa “Living It”, através do qual seus especialistas convivem diariamente com pessoas comuns de seu público-alvo, para entender suas rotinas e identificar oportunidades para soluções capazes de resolver os problemas percebidos através dessa observação.
E você: o que tem feito para identificar as necessidades do seu público? Deixe seu comentário.
Para ler mais sobre inovação, acompanhe nossa coluna, uma parceria do Administradores.com e o 3M Inovação.
Administradores.com

Briga de egos: como manter a paz entre diferentes hierarquias

Hoje, cada vez mais empresas defendem a diversidade no mundo corporativo. Mas como lidar com tantas opiniões e personalidades diferentes? Manter um ambiente saudável, sem disputa de egos e com respeito entre as equipes é o grande desafio das incorporações.
Conflito entre níveis hierárquicos é comum, pois a relação entre as pessoas é delicada. No entanto, no mundo corporativo, é necessário aprender a ouvir, respeitar, consultar, perguntar e acatar. Bater de frente ou se indispor nunca é a melhor opção.
O melhor caminho a ser seguido é o da comunicação e da flexibilidade. Nesse trajeto, a figura do líder é primordial, pois uma liderança assertiva é baseada no diálogo constante. É importante que ele elimine situações de mal entendidos, respeite momentos difíceis e dê feedbacks constantes.
O líder deve ser imparcial e ajudar a encontrar soluções para neutralizar os momentos de conflitos na equipe. É fundamental ser estritamente profissional e não tomar “partido” para não agravar ainda mais a situação. Pessoas em cargos de liderança devem buscar o envolvimento dos funcionários com foco nos resultados e auxiliar seus subordinados a conhecer seus próprios limites e respeitar os limites de seus colegas.
Identificar tendências de comportamento nos funcionários pode ser algo difícil, mas auxilia, e muito, as pessoas a reconhecerem seus próprios limites e os dos colegas, para que percebam quando estiverem cruzando a linha da tolerância. Nesse processo, o RH pode trabalhar ao lado dos líderes, auxiliando no aprendizado constante e inserindo na estratégia do negócio, a fim de fazer com que as pessoas posicionem-se de maneira assertiva na resolução dos conflitos. O conflito não dever ser negativo, ele deve ser utilizado para provocar mudanças positivas, uma oportunidade para desenvolver o ouvir, o respeitar, o perguntar e o aceitar.
Os treinamentos e cursos auxiliam no desenvolvimento das pessoas. Os colaboradores se sentem mais valorizados e irão se tornar cada dia mais produtivos. A competição se torna natural, pois as pessoas terão mais conhecimento para somar e trazer as melhores soluções.
Num processo para eliminar conflitos e evitar a briga de egos, o líder deve ser uma pessoa carismática e inspirar confiança da equipe. As pessoas devem enxergar nele uma figura que impulsiona o time, e que promova a interação e crescimento.
Administradores

Como lidar com a ansiedade no ambiente de trabalho?

Atualmente, diversos profissionais se enxergam engolidos por uma rotina de prazos curtos, inúmeras tarefas e compromissos assumidos com chefes e clientes. A sensação é a de que o dia não tem o número de horas suficientes e nem todos lidam bem com tanta pressão: quando o indivíduo se dá conta, os pensamentos estão desorganizados, a agitação domina seu corpo e o peito parece apertado, sintomas típicos da ansiedade.
Considerada como o mal do século XXI, a ansiedade causa bastante preocupação nas organizações: são cada vez mais comuns os exemplos de colaboradores que passam noites sem dormir, preocupados com a possibilidade de não conseguirem executar todas as tarefas e cumprirem todos os prazos.compromissos assumidos com chefes e clientes. A sensação é a de que o dia não tem o número de horas suficientes e nem todos lidam bem com tanta pressão: quando o indivíduo se dá conta, os pensamentos estão desorganizados, a agitação domina seu corpo e o peito parece apertado, sintomas típicos da ansiedade.
Como complicador, ainda há a instabilidade do cenário econômico, que contribui para que a estabilidade no emprego se torne uma incerteza com a qual o trabalhador precisa lidar diariamente. Algumas empresas já se atentam à necessidade de encontrar soluções, juntamente com seus colaboradores, porém, há o grande desafio detectar os ansiosos, já que estes sentem vergonha em falar sobre o seu caso. A falta de tratamento adequado pode desencadear na diminuição de seu desempenho e de rentabilidade para a companhia.
Em um momento tão complexo, os gestores de RH devem encontrar maneiras de identificar o problema sem a necessidade do colaborador se manifestar sobre o assunto. Para isso, é necessário manter olhos e ouvidos bem abertos e contar, inclusive, com a sensibilidade. A pausa para o cafezinho, momento em que pessoas ficam relaxadas, pode se tornar uma oportunidade para entender os anseios e pensamentos dos colaboradores.
Já existem empresas que trabalham na prevenção da ansiedade, incentivando seus funcionários a aderirem a programas de lazer e relaxamento, como a prática de atividades físicas, inclusive, no local de trabalho. Também há exemplos de organizações que procuram proporcionar ao colaborador um ambiente mais leve, o que traz a sensação de segurança e bem estar, essenciais para diminuir a pressão e, consequentemente, a ansiedade.
Administradores

Maiores erros dos vendedores que matam a negociação

Seja no departamento de vendas de uma grande empresa, na loja de um shopping ou no dia a dia de qualquer profissional autônomo, é necessário ser um bom vendedor para aumentar o faturamento. Especialista em vendas e palestrante, Guilherme Machado, criador do movimento Quebre as Regras com mais de 18 anos de experiência, ensina que, para fazer bons negócios nos dias de hoje, é necessário estar focado na pessoa com quem a negociação será feita muito mais que na venda. Contrário à padronização do processo de venda, o especialista afirma que é necessário atender cada cliente de acordo com suas necessidades. “Hoje é preciso cada vez mais personalizar o atendimento”, afirma.
Segundo Guilherme Machado, o vendedor precisa saber com quem ele está se relacionando para conseguir delimitar até que ponto ele pode ser mais insistente ou deve dar mais espaço para que o cliente pense sobre a compra, seja qual for o produto ou serviço. “Essa identificação varia de acordo com cada pessoa, portanto não há uma receita pronta”, explica. No entanto, existem cinco grandes erros que devem ser evitados em qualquer processo de venda:
1-Pensar que é vidente: segundo Guilherme, existem alguns profissionais que insistem em tentar adivinhar o que o cliente está pensando, antes mesmo de ouvi-lo. “Como consequência disso, serão ofertados produtos ou serviços que não condizem com as necessidades do cliente, gerando frustração e quebra de confiança”.
2-Não escutar o cliente: “Costumo dizer que a melhor técnica de vendas que existe é saber ouvir”, conta Guilherme. Segundo ele, o cliente é o responsável por passar quais são os motivos que o levaram a procurar pelo vendedor, mas isso só é possível se o profissional souber escutar com atenção para se empenhar em resolver assertivamente a demanda trazida. “Vendedor que não ouve o cliente mata a venda”, destaca.
3-Falar demais: O terceiro erro apontado por Guilherme costuma caminhar junto com os dois primeiros. “É outro erro mortal que um vendedor pode cometer é usar a maior parte do tempo despejando informações para o cliente”. Ele explica que, quando não sabe escutar, o vendedor acaba falando muito para tentar efetuar a venda, mas na verdade as chances de agradar o cliente são minimizadas.
4-Estar desqualificado ou sem preparo: sabendo que o comprador precisa de informações detalhadas que potencializem o seu desejo de compra e lhe deem segurança para fechar o negócio, o profissional que não está preparado para responder às perguntas ou não sabe argumentar sobre o produto pode perder uma grande oportunidade.
5- Ser passivo e esperar algum comprador: Guilherme lembra que muitos vendedores acabam ficando “confinados” em uma loja, por exemplo, mas isso não deve servir como justificativa para a passividade do vendedor. “Ele pode utilizar a própria rede de relacionamento que já possui para expandir suas possibilidades de vendas”, opina o especialista, que destaca que é necessário usar a criatividade para chamar os clientes. “Este vendedor pode criar ou manter um banco de dados de clientes, entrando em contato periodicamente, e ainda solicitar indicações”, exemplifica. Guilherme Machado destaca que as possibilidades são variadas e cabe ao profissional definir o que fazer. “O que não dá é para ficar esperando o cliente surgir como mágica”, sublinha.
Por fim, o palestrante reforça que criar empatia com o cliente é uma das coisas primordiais. “Ser empático é completamente diferente de simpático: é se identificar com a situação ou com a emoção da outra pessoa e colocar-se no lugar de quem compra”, ensina. “Os clientes gostam de sentir que os vendedores estão realmente envolvidos e empenhados em fazer o melhor negócio pra eles”, conta. “Quando isso acontece, eles se sentem mais seguros e se abrem muito mais a negociação”. Saber alinhar a empatia ao conhecimento acerca do produto e do mercado é o grande segredo para saber vender.
Revista Incorporativa