Especialista

O tempo está a favor do seu negócio?

Gerenciar o tempo no mundo dos negócios é muito importante para o sucesso da organização. Um presidente de uma companhia, por exemplo, é uma pessoa extremamente ocupada. Por outro lado, um colega de trabalho mais próximo também responderia à pergunta: “Como você está?” com um: “Ocupado”. Mas por qual razão isso sempre acontece?
Segundo o consultor e coach Amauri Nóbrega, estar ocupado passa uma imagem de uma pessoa necessária. “Isto é, se ela está ocupada é sinal que deve ser um profissional altamente eficiente no que faz e imprescindível para qualquer companhia. Aos olhos dos amigos, deixa uma imagem de ‘coitado’, ‘ele trabalha demais’, ‘precisa de umas férias’”, explica.
De acordo com o especialista, o responsável pela estratégia do negócio, neste caso o presidente, se é uma pessoa altamente ocupada, que não tem tempo para nada, está indo contra o negócio diretamente. “Isso porque ele foi contratado para pensar o negócio, analisar a estratégia e, se não sobrar tempo para isso, o fracasso está próximo”, informa.
Para Amauri, se o presidente, o diretor ou o gerente de uma unidade de negócio não têm muito tempo para pensar, isso é um grande problema. “Demonstra que os gestores não possuem uma equipe bem organizada, eficiente, e estão precisando trabalhar na operação para apagar os incêndios”, revela.
Para quem está no comando de um negócio, é preciso se forçar para reservar horários regulares e ininterruptos para pensar. Se não sabe sobre o que refletir, Amauri indica algumas sugestões:
– O que está funcionando e o que não está?
– Por que não posso fazer de maneira diferente?
– O que meu concorrente está fazendo que eu não pensei primeiro?
– A minha estratégia é coerente com o que eu penso?
– Como estamos direcionados em relação aos marcos de 1, 3 e 5 anos?
“Com organização, tempo e reflexão sobre os rumos do negócio, com certeza o destino da organização será muito diferente e o gestor alcançará os objetivos desejados”, finaliza.
Administradores

Dicas para se tornar um empreendedor mais confiante

Não é fácil ser um empreendedor. São muitos desafios, contas a pagar, chances razoáveis de fracassar e pouco tempo para cuidar do trabalho e da vida pessoal. Mas muita gente enfrenta esse prognóstico não muito animador e consegue se dar bem. Conquistam o sucesso por não deixarem de lado um valor muito importante: aconfiança.
A opinião é de Kim Lachance Shandrow, uma especialista em motivação americana. Em artigo publicado no site da revista “Entrepreneur”, Kim listou algumas dicas para que você acredite mais em si mesmo e realize seus sonhos. Confira:
A opinião é de Kim Lachance Shandrow, uma especialista em motivação americana. Em artigo publicado no site da revista “Entrepreneur”, Kim listou algumas dicas para que você acredite mais em si mesmo e realize seus sonhos. Confira:
1. Você pode aprender a ser confiante
Há pessoas que, desde que nasceram, acreditaram em seu potencial e que tudo daria certo em suas vidas. Kim afirma, no entanto, que você todos têm condições de se tornar uma pessoa mais confiante. Você pode, por exemplo, parar de dar tanta atenção a pensamentos negativos.
Assim que eles aparecerem, force-se a deixá-los de lado. Pense no que pode acontecer de melhor. Esse exercício fará com que, eventualmente, você se torne mais otimista e, consequentemente, mais confiante.
2. Use listas de tarefas para se motivar
Criar listas das suas tarefas diárias é uma dica bastante comum. A especialista afirma que essa prática não serve apenas para não se esquecer do que fazer. Ela também é útil para que você, sempre que riscar uma tarefa de sua lista, sinta-se mais confiante de que seu dia dará certo.
3. Perca a timidez
A falta de confiança é muitas vezes ligada àtimidez. Para ser um pouco mais extrovertido, a dica de Kim é “puxar assunto” com pessoas que não vão te prejudicar muito caso você fale alguma besteira. Converse sobre temas triviais, como o clima e seu time de futebol, com o garçom do bar e com o operador de caixa do mercado, por exemplo.
4. Foque na linguagem corporal
Não basta apenas falar com estranhos se, enquanto isso, você estiver com a postura de um robô. Afaste seus braços do tronco, esforce-se para olhar nos olhos de seu interlocutor e sempre sorria, de acordo com Kim.
5. Viaje sozinho
Para ser mais confiante, é preciso ter menos medo. E explorar um lugar desconhecido sem ninguém por perto é um exercício interessante para isso, já que a vontade de conhecer uma cidade nova provavelmente será maior do que o medo de andar sozinho. Além disso, você terá que interagir com pessoas para se locomover e se alimentar, o que também contribui para diminuir a timidez.
6. Exercite-se
O objetivo principal da atividade física deve ser sempre o de ter mais saúde. Mas a falta de confiança das pessoas pode ter relação com a insatisfação com o corpo, segundo a especialista. Ao se exercitar e ver os resultados de seu esforço, você se sentirá mais feliz consigo mesmo.
7. Teste seus limites
Busque ser uma pessoa melhor. Se você acha que tem defeitos, trabalhe para corrigi-los. Se quer ser mais produtivo, tente trabalhar mais rápido. Desejasaltar de paraquedas? Faça isso. Ao superar essas barreiras, você se sentirá mais confiante. E essa euforia te fará bem em todos os aspectos de sua vida.
PEGN

Empresas têm seis meses para se prepararem para a ECF

Há seis meses da entrega da primeira Escrituração Contábil Fiscal – ECF, as empresas ainda têm um longo caminho pela frente para se prepararem para a nova obrigação que irá substituir a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica – DIPJ. O prazo final para a entrega da ECF referente ao ano-calendário 2014 é dia 30 de setembro.
“A consistência das informações deve ser o guia na orientação de todas as empresas nessa fase de preparação para a entrega da ECF”, diz Marcelo Ferreira, supervisor tributário da Easy-Way do Brasil, uma das maiores desenvolvedoras de sistemas tributários, fiscais e contábeis do país e uma das participantes do Projeto Piloto da Receita Federal do Brasil – RFB sobre a ECF.
Segundo o especialista, a ECF vai permitir que a RFB realize uma comparação entre os dados referentes ao Imposto de Renda Pessoa Jurídica – IRPJ e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL com os dados vinculados ao Sped Contábil. “Isso vai permitir um rastreamento dessas informações que não existia até então e vai proporcionar muito mais eficiência e agilidade à área de fiscalização da Receita Federal”.
Ferreira sugere que, nessa fase de preparação para a nova obrigação, as empresas estudem cada detalhe da ECF e façam uma comparação entre o que será exigido e o que já é informado por meio do Sped Contábil para diminuir os riscos de inconsistência de dados e inclusão na malha fina de pessoas jurídicas da RFB.
“Outra opção é a empresa investir na automatização desse processo de forma a reduzir esse risco de erros e as consequentes autuações que poderiam resultar dessas inconsistências”, orienta o supervisor tributário da Easy-Way.
A ECF uniformizará dados e tratativas fiscais. Por outro lado, o programa exigirá um maior número de informações por parte das empresas. A apuração a ser realizada durante o ano-calendário servirá como base para a geração da nova obrigação, bem como dos controles relativos ao Livro de Apuração do Lucro Real – e-LALUR e do novo Livro de Apuração da Contribuição Social – e-LACS, requisitos integrantes do programa. Já a obrigação referente à impressão e encadernação do LALUR deixará de existir.
Quem não entregar a ECF no prazo ou remetê-la com atraso fica sujeito à multa equivalente a 0,25%, por mês-calendário ou fração, do lucro líquido antes da incidência do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido, no período a que se refere à apuração, limitada a 10%.
Revista Incorporativa

Especialista sugere pegar empréstimo para utilizar Refis.

As empresas e demais pessoas jurídicas ou físicas devem até tomar empréstimos na rede bancária para fazer pagamento a vista de débitos tributários federais incluídos no Refis da Copa, o novo programa de parcelamento oferecido pelo governo.
A recomendação é do advogado e contador Gerson Lopes Fonteles, consultor do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Ele defendeu, porém, prorrogação no prazo de adesão, cujo término está previsto para o próximo dia 25.
“Quem aderir ao Refis deve alongar o pagamento em até 180 meses porque poderá antecipar parcelas e ter direito a descontos de até 50% como se fosse pagamento a vista”, recomendou. “Nenhum investimento tem essa rentabilidade.”
Em contrapartida, o consultor apontou que o prazo é exíguo para a tomada de decisões e providências necessárias por parte dos contribuintes. “As normas foram publicadas apenas no dia 1º, dando pouco tempo para a consolidação das dívidas e a tomada de decisões”, apontou o especialista.
Fonteles concordou com a reivindicação apresentada na sexta-feira passada à Receita Federal pela Fenacon, entidade nacional das empresas contábeis, pedindo a prorrogação no prazo de adesão por falhas nos atendimentos virtuais e presenciais para adesão ao Refis.
Em nota, a Receita Federal informou que foi ampliado para até 31 de outubro o prazo de desistência de parcelamentos previdenciários anteriores de débitos para adesão ao chamado Refis da Crise. O fisco informa também que continua disponível no portal eCac o aplicativo para adesão ao novo Refis.
No entanto, a Receita alerta que houve alterações de prazos para quem necessita efetuar desistências de parcelamentos anteriores, visando a sua inclusão nesse parcelamento, com aproveitamento das reduções dos acréscimos legais cabíveis.
Nesse caso, a desistência será efetuada exclusivamente nos sites do fisco e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
De acordo com o comunicado, os contribuintes poderão pagar à vista ou pedir parcelamento em até 180 meses dos débitos junto à PGFN e RFB vencidos até 31 de dezembro do ano passado, com descontos e prazos especiais.
A Receita Federal lembra ainda, na nota que quem optar por pagar em parcela única, tem abatimento de 100% das multas de ofício, 40% das multas isoladas e 45% dos juros de mora. Já para o prazo máximo de 180 meses, o abatimento é de 60% das multas de ofício, 20% das multas isoladas e 25% dos juros de mora. Quem adere ao programa de parcelamento Refis, ainda tem abatimento dos encargos legais que são de 20% sobre o valor da dívida.
DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços e Fenacon

Pague menos Imposto de Renda.

A Receita Federal está prestes a depositar o terceiro lote de restituição do Imposto de Renda de 2014 na conta dos contribuintes e para quem quer pagar menos imposto nos próximos anos, precisa começar o planejamento a partir de agora.
Pode parecer um pouco cedo para se preocupar com a declaração de 2015, mas se você considerar que a temporada do IR começa, que em março, é em relação ao ano base 2014, não dá para começar a pensar no imposto somente em janeiro, é preciso começar a agir desde agora para conseguir uma redução considerável.
Para o especialista em Imposto de Renda da Crowe Horwath, Daniel Nogueira, a organização é o primeiro passo para reduzir a mordida do Leão no ano que vem. “O mais importante é ter as informações sobre as regras do IR e ter todos os documentos necessários em mãos”, explica.
Veja abaixo 6 dicas para garantir a sua restituição do ano que vem ou pelo diminuir o pagamento do IR:
1- Se prepare
Nogueira orienta que os contribuintes que querem aproveitar as despesas dedutíveis devem guardar todos os comprovantes de gastos com educação e saúde, tanto próprio quanto de dependentes, além de notas fiscais.
2- Gastos com saúde
Mantenha todas as despesas com saúde na ponta do lápis e as detalhe na declaração do IR para aumentar a dedução. Segundo o sócio-diretor da Hallx Auditoria, Consultoria e M&A, Fernando Segato, lembra que todas as despesas médicas, independente da especialidade, podem ser deduzidas do cálculo. “Gastos com farmácias não contam, a não ser que estejam integrados à conta emitida pelo hospital ou profissional de saúde”, explica. No caso de gastos com saúde, não há limite no valor deduzido.
3- Gastos com educação
O limite para o abate no imposto de renda dos gastos com educação é de até R$ 3.230,46, sendo que podem ser deduzidas despesas em todos os níveis de instrução, (desde educação infantil até a pós-graduação). Porém, Nogueira lembra que gastos com cursos de inglês ou outras atividades extracurriculares não podem ser abatidos.
4- Previdência
Toda contribuição feita ao INSS pode ser abatida do cálculo do IR. Além disso, quem investe até 12% de sua renda em um plano de previdência privada via PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) pagar menos imposto. Vale lembrar que a dedução não significa que o PGBL é isento de imposto de renda. O benefício fiscal, na prática, apenas adia a cobrança para a data de resgate do plano.
5- Doações
As doações são isentas do imposto de renda, porém, em alguns casos, é possível abater até 6% sobre os valores devidos. O benefício é exclusivo para a transferência de recursos para entidades que possuem incentivos fiscais do governo, ou seja, as doações devem ser feitas para alguns fundos, como os fundos municipais, estaduais e nacionais da criança e do adolescente ou do idoso.
6- Simplificada ou completa
Boa parte das deduções é possível somente para quem optar pelo modelo de declaração completo. Por isso, vale avaliar se o recurso é mais vantajoso para você. Caso as suas despesas que podem ser deduzidas forem menores do que 20% dos rendimentos tributáveis ou R$ 15.197,02 opte pela versão simplificada.
Brasil

Saiba quando é indicado procurar um especialista para declarar o IR

Com a proximidade do prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda à Receita Federal, que todo ano costuma ocorrer entre março e abril, contribuintes ficam na dúvida se devem ou não procurar um especialista para ajudar a declarar o IR.

Profissionais ouvidos pelo G1 indicam que declarações mais simples, com poucas informações, podem ser feitas pelo próprio contribuinte, desde que ele tenha segurança e não fique com dúvidas. A necessidade de contratar um contador ou um advogado tributarista, por exemplo, pode surgir em declarações mais complexas (com muitas fontes de renda, dependentes, compras, vendas e aplicações, por exemplo).

Contudo, não há uma regra e contadores também aconselham que o serviço seja procurado sempre que existirem dúvidas por parte do contribuinte, já que erros podem levar mesmo o contribuinte mais bem intencionado à malha fina.

“De uma maneira geral, deve procurar um especialista todo contribuinte que estiver com alguma dificuldade ou dúvida no preenchimento da declaração”, sugeriu Ricardo Gutterres, supervisor da área de IR da consultoria Coad.

Gutterres também indica os contadores para profissionais liberais, pela complexidade das informações a serem lançadas e porque eles são obrigados a fazer o chamado livro-caixa (no qual o contribuinte pode deduzir da receita despesas necessárias para exercer a atividade).

“Declarar o Imposto de Renda é relativamente simples. Para declarações menores, o programa da Receita é autoexplicativo. Quem tem uma declaração mais simples, até mesmo quem opta pela completa, dependendo do tamanho da declaração, dá para fazer sozinho. As declarações um pouco mais complexas precisam de um técnico”, avalia o advogado tributarista Samir Choaib.

Gutterres dá ainda o exemplo do Microempreendedor Individual (MEI) como alguém que pode necessitar da ajuda de especialistas. “O fato de ser uma empresa de forma simplificada, acaba por gerar dificuldades sobre como informar os rendimentos isentos recebidos na condição de titular do MEI na declaração”, diz Choaib.

Outro caso, sugere, é quando o contribuinte obteve ganho de capital na compra ou venda de um bem ou direito. Para essas pessoas, pode ser complicado o preenchimento e a importação dos dados do programa chamado “ganho de capital” (disponível no site da Receita Federal).

Veja respostas dos especialistas sobre o assunto:

Quando uma declaração é considerada simples?

Não há regra, mas uma declaração pode ser considerada simples, por exemplo, quando o contribuinte tem apenas uma fonte de renda, não possui muitos bens ou dependentes, poucas despesas médicas e não tenha realizado compra ou venda de bens no ano anterior, explica Silvinei Toffanin, diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria.

“Uma pessoa que está trabalhando em apenas uma empresa, que não tem muitas despesas médicas, é solteira, sem dependentes. Se ela recebe os informes dos bancos, da empresa, e tem as informações necessárias, fica mais fácil de fazer sozinho”, explica Choaib.

Quando uma declaração é considerada complexa?

De acordo com Choaib, a complexidade da declaração do Imposto de Renda aumenta quando o contribuinte tem várias fontes de renda, faz operações em bolsa de valores, possui bens no exterior, tem atividade rural e vários dependentes, por exemplo.

“Se não for uma pessoa que conheça o assunto, ela pode se complicar e acabar errando. Hoje os erros são complicados porque os cruzamentos são automáticos”, explica.

Quanto custa o serviço de um contador ou advogado para fazer a declaração?

Não há um preço fixo e o valor é definido pelo profissional contratado. Contudo, os especialistas afirmam que quanto mais complexa é a declaração, mais caro fica.

Dados passados por Toffanin, obtidos em um encontro de profissionais da área, apontam que pode custar de R$ 100 a mais de R$ 2 mil o serviço.

Choaib, por sua vez, disse que há declarações que não saem por menos de R$ 6 mil. “São declarações que levam muito tempo e dão mais trabalho.”

Qual é a diferença do trabalho do contador e do advogado?

Choaib explicou que, em alguns casos mais complexos, advogados podem contribuir pelo conhecimento mais aprofundado da legislação, mas pode ser que cobrem mais caro pelo serviço. Em casos de declarações mais simples, o mais recomendado é procurar direto um contador.

Como procurar um profissional de confiança?

Os especialistas ressaltam ser importante procurar um profissional de confiança para fazer a declaração. Isso porque será preciso passar todos os dados, documentos pessoais e informações sobre renda.

O recomendado é pedir a indicação de algum amigo. Toffanin, por exemplo, também sugere verificar se a empresa é registrada no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e associada ao sindicato das empresas de contabilidade do estado.

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G1/Nfe do Brasil