Equilíbrio

5 dicas de como ocupar o seu tempo ocioso no trabalho

Manter o equilíbrio entre suas atividades é fundamental para um bom rendimento no trabalho. “Por mais que a empresa seja capaz de manter seus processos equilibrados e bem distribuídos, é inevitável que os colaboradores fiquem ociosos de vez em quando — especialmente quando precisam cumprir tarefas que dependem de outras pessoas”, explica José Roberto Marques, Master Coach e Presidente do IBC. Para evitar que esses momentos sejam totalmente improdutivos, é importante adotar estratégias para aproveitar o tempo ocioso de forma positiva. Confira algumas dicas dadas pelo coach:
1. Resolva as pendências
Usar o tempo livre para rever algumas questões que ficaram em stand-by é uma excelente forma de colocar as tarefas em dia e manter as atividades organizadas.
2. Planeje
Aproveitar o tempo ocioso no trabalho para planejar outras tarefas é outra forma de manter suas demandas organizadas. Para isso, liste as tarefas que deverão ser realizadas, distribuindo-as conforme as prioridades.
3. Busque conhecimento
Procure usar o tempo livre no trabalho para buscar mais conhecimentos na sua área. Leia livros, procure notícias, faça pesquisas e mantenha-se informado. Usar o seu tempo ocioso para estudar e alimentar o conhecimento nunca será uma atividade perdida. Agindo assim, o seu tempo será melhor administrado, além de conseguir novas informações, dados e experiências.
4. Organize
Manter seu local de trabalho limpo e organizado permite que seu trabalho e suas atividades seja mais produtivo. Por isso, usar seu tempo ocioso para organizar a mesa e as gavetas, por exemplo, é uma excelente ideia. Cuidar do seu ambiente de trabalho e estar atento à organização dos seus objetos, passa mais confiança e credibilidade as pessoas que estão ao seu redor.
5. Relaxe
Se o trabalho tem sido puxado e a cobrança também tem sido expressiva, não há problema algum usar o tempo ocioso para relaxar e descansar a mente e o corpo.
Administradores

Conhecer o ponto de equilíbrio e a margem de segurança conduz à certeza

Resumo: Saber qual é o ponto de equilíbrio de cada produto ou serviço e especialmente o ponto de equilíbrio geral da empresa é fundamental. Ambos são baluartes que sustentam e garantem confiança na tomada de decisão.
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Descrição:
Muito se fala em Ponto de Equilíbrio (PE), dividido em Contábil, Econômico e Financeiro ou de Caixa. Com este instrumento é possível calcular o montante de faturamento mínimo necessário somente para cobrir todos os custos e despesas variáveis e fixos, portanto sem restar lucro. No cálculo do PE Contábil são considerados todos os custos e despesas; já no PE Econômico é acrescido o custo de oportunidade (perspectiva de ganho em outro investimento) e no PE Financeiro desconsideram-se a depreciação e a amortização, pois tratam-se de custos que não afetam o caixa (despesas não pagas, apenas escrituradas).
Agora que está entendido que o Ponto de Equilíbrio nada mais é do que um indicador de segurança que apresenta o quanto é necessário vender para igualar os custos totais envolvidos na operação é necessário pensar se tal indicador tem valor para o negócio em análise, ou seja, para que serve.
Uma empresa que explora a prestação de serviços contábeis também pode calcular o PE, ou seja, o faturamento mínimo necessário para cobrir todos os custos envolvidos (funcionários, encargos e despesas fixas e variáveis). Com este indicador sempre atualizado a luz vermelha será acesa prontamente para sinalizar a necessidade de tomar decisões: buscar novos clientes, aproveitar melhor os clientes da carteira ou, a parte que mais dói, reduzir os custos envolvidos, o que muitas vezes implica no corte de funcionários.
Para exemplificar considere uma empresa contábil que possui os custos fixos totais de R$ 60 mil reais (incluso os salários) e 12% de impostos sobre o faturamento. Uma simples conta mostra que o faturar R$ 68.181,82 é suficiente para cobrir todos os custos. Se o faturamento médio mensal da empresa for de R$ 100 mil, a Margem de Segurança será maior que 30%, ou seja, não haverá prejuízo se perder clientes ou o faturamento for reduzido em até 31,82% ((100.000,00 – 68.181,82) / 100.000,00).
Segue a demonstração do cálculo do Ponto de Equilíbrio:
PE = CT / (100% – CV), onde: CT = Custos Totais, CV = Custos Variáveis)
PE = 60.000,00 / (100% – 12%) = 68.181,82
Desta forma sabe-se que após o PE (68.181,82) começará o lucro, o que não significa dizer que todo excedente seja o lucro. Ainda é necessário deduzir os custos variáveis, neste caso os 12% dos impostos. Então, no caso do faturamento de R$ 100 mil com excedente de R$ 31.818,18 (100.000,00 – 61.181,82), após deduzir o imposto de R$ 3.818,18 (31.818,18 x 12%) o lucro líquido será R$ 28.000,00 (31.818,18 – 3.818,18), ou seja, 28% do faturamento total.
O indicador PE não tem por finalidade acomodar o gestor que honrará todos os compromissos sabendo que o faturamento pode cair 30% ou mais. Sem informações, a perda de um cliente tira a calma do empresário, vira motivo de exagerada preocupação e às vezes até mesmo de atitudes precipitadas, como a rescisão de contratos de trabalho de alguns auxiliares. Conhecer o Ponto de Equilíbrio possibilita considerar se o impacto do contrato perdido é significativo e a buscar soluções mais adequadas.
O empresário pode definir a margem de segurança ideal. Quanto maior, melhor, pois o desejo é de que o faturamento sempre cresça, mas em determinados momentos ocorre o oposto ao almejado.
É vital controlar o desespero, o que é feito com informações de qualidade. E, neste sentido, tanto o Ponto de Equilíbrio quanto a Margem de Segurança no faturamento são duas das quais nunca se deve abrir mão.
O Autor

Empreendedores de areia: cuidado com a forma que você conduz seu negócio

Acompanho diariamente a movimentação dos mercados e dos profissionais. Com certa frequência observo um grande volume de negócios e boas ideias que acabam sucumbindo rapidamente após seu início.
Esta situação parece que aumenta em períodos de incertezas e principalmente de trocas nos postos de trabalho nas organizações. Aparentemente, o indivíduo ao sair de uma empresa ou ao perceber sua situação ameaçada, decide empreender e buscar a independência financeira.
A ideia é fantástica e digna de ser enaltecida. Afinal, somos uma nação empreendedora, criativa e que se reinventa de tempos em tempos. O único porém está no fato de que muitos tomam a decisão sem o devido preparo e ciência dos desafios que virão à medida em que o tempo avança. Empreender é um grande desafio e precisamos estar muito bem preparados para superar as dificuldades, agruras e cenários dinâmicos que baterão em nossa porta. Todo empreendedor tem uma pitada de sonhador. Mas ela deve ser realmente pequena e que não interfira na forma com que conduzimos e decidimos a respeito dos nossos negócios.
Investir de maneira atabalhoada, sem muita análise ou critério e fazendo cálculos superficiais a respeito do retorno ou equilíbrio financeiro, são erros muito mais frequentes do que imaginamos. Estamos em um momento de mercado nervoso, repleto de tensões e que não permite a presença de amadores ou práticas suicidas como tentativa e erro.
Buscar orientação adequada e de profissionais com experiência no segmento que você deseja empreender é premissa básica para que possa aumentar a longevidade de seu negócio. Não se iluda com modismos ou negócios emergentes, sem que haja um cuidado e uma análise bem criteriosa. A saturação de alguns segmentos faz com que haja um canibalismo nos preços praticados junto ao mercado consumidor e este é o primeiro degrau da descida para o fundo do poço.
Seja minucioso em seus cálculos de custos e investimentos e analise um horizonte de pelo menos 12 meses. Procure trabalhar com uma visão e estratégia sempre pautada nos momentos de maior dificuldade, pois se você obtiver o equilíbrio neste cenário extremo, suas chances de crescer e prosperar são significativas. Não tenha receios de pedir orientação, tampouco de reservar uma parte de seus recursos para investir em consultorias especializadas em seu mercado ou gestão de negócios. Afinal muitos de nós não foram preparados anteriormente para este momento.
Abaixo cito algumas questões para que você reflita sobre seu empreendimento:
Estrutura: seu espaço físico está adequado para o atual estágio de seu empreendimento? O tamanho da equipe de trabalho atende a demanda do negócio?
Custos fixos: você realmente precisa estar neste local? Seu aluguel e demais despesas com estrutura são condizentes com seu negócio e faturamento? Você de fato necessita de uma equipe deste tamanho? Os salários estão equilibrados com seu faturamento?
Marketing: você separou recursos suficientes para efetuar um plano de marketing de seu negócio de médio a longo prazo? Como seus futuros clientes encontrarão seu negócio? Que público você deseja atingir? Conhece seus hábitos de consumo?
Treinamento: sua equipe está bem preparada para atender as expectativas de mercado? Você possui uma equipe alinhada e ciente de suas atribuições? Qual seu plano de investimento em treinamento e capacitação da equipe?
Reserva financeira: qual é o tamanho do seu fôlego financeiro? Quanto reservou para períodos de dificuldades? Elaborou um plano de contingência financeira para casos de recessão?
Expansão: você está preparado para o caso de seu negócio sofrer um crescimento acima do esperado? Já parou para pensar e estruturar uma estratégia para este problema bom?
Relacionamento estratégico: você tem uma lista de pessoas estratégicas em diferentes segmentos que poderão tirar suas dúvidas quando surgirem? Conhece mais alguém em seu segmento que possa transferir know how para você?
Nem sempre temos as respostas para estes questionamentos. Entretanto, é necessário que consigamos busca-las com a máxima brevidade, pois nelas podem estar o segredo de nosso sucesso e a fórmula para que nossos castelos não sejam de areia.
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Lições que empreendedores devem aprender com os atletas

Atletas, como a ginasta brasileira Jade Barbosa, pode ensinar muitas lições aos empreendedores brasileiros
Todo mundo está acompanhando e torcendo pelos nossos atletas no maior evento esportivo do planeta, que tem a cidade do Rio de Janeiro como sede neste ano de 2016. A cada quatro anos, bilhões de pessoas acompanham as Olimpíadas e a emoção proporcionada pelo show de esportes. Contudo, além de acompanhar os jogos, empreendedores devem aproveitar o momento para tirar lições importantes de finanças e negócios.
Isso porque atletas são fonte de inspiração valiosa quando o assunto é planejamento, treino, persistência, foco e, por que não, economia! Para falar sobre isso, a coach de carreira Daniela do Lago, e o educador financeiro Robinson Trovó, dão dicas para todos os empreendedores brasileiros aprenderem com os esportes.
“Dizem que a seleção brasileira tem 200 milhões de técnicos. Quem sabe um dia o Brasil não chega a ter 200 milhões de investidores?”, brinca o educador financeiro.
Fique atento!
1 – Foco e visão de futuro-Para os atletas, uma Olimpíada sempre começa 4 anos antes, logo após que a anterior termina. Assim, têm uma percepção muito clara de quais são os seus objetivos. Um bom exemplo disso, é o nadador norte-americano Michael Phelps, que, antes dos Jogos de Pequim, em 2008, declarou que a sua meta era conquistar oito medalhas de ouro, já que o recordista anterior, o seu compatriota Mark Spitz, conseguira sete em um único evento. Ou seja, Phelps teve foco, soube especificar sua meta. Queria bater seu concorrente.
Mas, o que empreendedores podem aprender com isso? Bem, todo profissional, independentemente do ramo de atuação, precisa ter a sua própria visão de futuro. Ele deve traçar uma meta, ter um plano de carreira para definir aonde quer chegar. Nos negócios, você deve decidir o destino da empresa em um, cinco ou dez anos. Afinal, se não souber o que deseja, como vai alcançar suas metas?
2 – Equilíbrio emocional-Não tem como negar que os atletas são pessoas focadíssimas. Muitos deles parecem não pestanejar nem por um segundo durante as competições. Essa concentração também é chamada de inteligência emocional, sendo trabalhada durante anos e mais anos: afinal, todo atleta treina muito e, por isso, muitos chegam com a mesma chance de subir ao pódio. Então, o que pode ser o diferencial neste momento? Pois é, ele mesmo, o equilíbrio emocional. Certamente, saber lidar com a emoção no momento decisivo é mais do que essencial.
Veja, por exemplo, os atletas europeus. Muitos são vistos como “frios”, mas, na verdade, são apenas mais concentrados e treinados para não perder o foco em competições.
Aprenda com o esporte, é isso que nos ensina o tempo todo: precisamos ter inteligência emocional para lidar com os momentos de pressão e de crise. Assim como nas competições, o ambiente corporativo oferece técnicas e treinamentos semelhantes, porém uns “tropeçam” por falta de autocontrole, enquanto outros se superam para conquistar o sucesso.
Saber respirar fundo e confiar na sua capacidade de empreender (errar e levantar) vai te ajudar a ter ideias mais criativas e pensamentos bons. Sempre. Boa sorte!
3 – Disciplina é essencial-Esse ensinamento é óbvio, mas pode ser muito difícil de ser aplicado na prática… Contanto, não adianta nada ter uma visão de futuro, por exemplo, se não tiver disciplina para fazer acontecer. Uma coisa complementa a outra! Ter concentração significa saber lidar com os fatos difíceis, pragmáticos e com a realidade. É fazer o sacrifício que for necessário para alcançar a meta.
Os atletas, nos quatro anos que antecedem a Olimpíada, treinam, em média, oito horas por dia – alguns treinam muito mais. E essa disciplina não pode ser quebrada, já que um dia sem treino é um segundo, um golpe ou um ponto que pode distanciá-los da vitória.
Muitas pessoas desejam o sucesso profissional, mas não correm atrás de seus objetivos. Como disse o filósofo grego Aristóteles, o “nós somos o que repetidamente fazemos. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito”.
Guarde esses conselhos de Aristóteles, observe a disciplina (dolorida até) dos atletas e busque fazer tudo de forma excelente todos os dias. Assim como uma medalha de ouro, o sucesso no mundo corporativo não surge do nada, é preciso muita inspiração e, principalmente, transpiração.
4 – Vitória jogo a jogo-Dificilmente, um time ganha um campeonato no último jogo. Antes disso, é necessário fazer uma boa campanha, ir conquistando os resultados jogo após jogo e, dessa maneira, ir galgando os degraus aos poucos. O mesmo acontece para quitar uma dívida ou criar reservas para investir, o que todo empreendedor precisa aprender a fazer, certo?
“Muitas pessoas ficam esperando ganhar na loteria, ter um aumento de salário ou acontecer algum milagre que coloque muito dinheiro no bolso, quando na verdade a independência financeira vem somente com economia todo mês”, explica Trovó.
5-Conhecimento comanda a prática-Vamos tomar como exemplo o futebol: nós sabemos que os maiores ídolos precisam saber jogar não só com os pés, mas também com a cabeça. Eles devem saber analisar o jogo, fazer táticas de maneira rápida e, assim, com experiência e dom, conseguem ter a sabedoria de visão ampla e tática.
Isso também acontece com qualquer negócio! Um empreendedor deve estudar muito antes de colocar seu dinheiro, seu esforço e seu suor em algo. Nem sempre, boas ideias são colocadas de maneira ideal na prática do mercado. Por isso, é preciso que você – antes de entrar em campo- entenda o contexto, analise o mercado, conheça seu público-alvo. Tenha metas, disciplinas e tudo aquilo de que falamos anteriormente.
6- Paciência é a chave-Existem atletas considerados “azarões” ou times menores que não contam com grandes craques. Já viu isso? Pois é, apesar de enfrentar gigantes, muitos esportistas acabam vencendo e, assim como eles, é possível construir empreendimentos próprios, mesmo com grandes concorrentes.
Tudo bem, não é fácil assim… Por isso, a paciência, nessas circunstâncias, é a grande chave para o sucesso – ou, para sua melhor jogada, vamos dizer assim…
Com algumas ações típicas de atletas, empreendedores podem crescer e ter mais sucesso nos negócios. Não é a toa que todos nós paramos para assistir ao trabalho incrível que o esporte nos traz! Paciência, disciplina, confiança, foco, conhecimento: aproveite as Olimpíadas e inspire-se!
Fonte: iG Olimpiadas –

Como manter a ‘química’ na empresa

Manter o equilíbrio no ambiente de trabalho é essencial para o sucesso das empresas e para o bem-estar da equipe e, por isso, resolver e evitar problemas de relacionamento ou de “química” entre chefe e funcionários é uma tarefa crucial. De acordo com Aloísio Buoro, consultor especializado em gestão de capital humano, uma primeira medida nesse sentido é evitar dar autoridade em abundância a uma só pessoa. “Quando o individuo tem muito poder, amplia-se o risco de ele estabelecer relações que não são respeitosas com as demais pessoas, de perder a noção do que é correto, iniciando assim uma série de problemas”, diz. “Um dos piores é o fato de a concentração de poder fazer com que a empresa opere de acordo apenas com uma linha de raciocínio, sem abrir espaço para pontos de vistas diferentes”, explica o consultor.

Outro meio de evitar problemas de “química” é dar feedback constante para os funcionários e, ao mesmo tempo, abrir espaço na agenda para escutar os profissionais e ainda para ensiná-los a lidar com problemas de relacionamento. “É necessário abrir caminho para que o funcionário se expresse, informe suas dúvidas e problemas. Uma relação madura e transparente evita confronto entre funcionários”, diz Buoro.

Se um problema de química não for solucionado a despeito de os funcionários envolvidos contarem com instrumentos e conhecimento para isso, cabe à empresa informá-los que estão prejudicando o ambiente da corporação e que é aguardada uma a solução para o problema. “A companhia deve deixar bem claro que não deseja perder talentos por questões de relacionamento e que espera que os profissionais envolvidos no assunto solucionem a questão,” afirma o consultor da DBM. “Isso deve ser feito sem que a empresa tome partido. Ela deve manifestar sua preocupação com um ambiente equilibrado, no qual inveja, falta de humildade ou arrogância não sejam mais fortes”.

Aloísio finaliza citando três palavras-chave para que os executivos de uma empresa mantenham o bom relacionamento com seus pares no ambiente de trabalho: “sinceridade, clareza e capacidade de auto-questionamento”.