Empreendedorismo

Crescimento Tecnológico x Contabilidade

O empreendedorismo na contabilidade é uma ferramenta utilizada e levada a sério pela maioria dos gestores da área contábil.
Em muitos casos é feito até mesmo um planejamento estratégico da forma como a empresa está e como trabalha hoje, e o que ela precisa fazer para atingir os seus objetivos.
Com base nesse planejamento o gestor conseguirá identificar mais facilmente onde deverá depositar maiores recursos e esforços, e a média de tempo para ver os resultados deste empenho.
Mas para isso a empresa precisará se sujeitar ao crescimento tecnológico. O crescimento tecnológico poderá garantir a ampliação do negócio contábil, pois poderá atingir em menor tempo mais clientes, atendendo as suas necessidades e gerando satisfação para o cliente e receita para o escritório.
A inovação e a tecnologia andam juntas para auxiliar o desenvolvimento das empresas, e o empresário que está antenado nas tendências para o crescimento do negócio contábil já sabe disso.
Uma empresa que está conectada a excelentes tecnologias digitais garante uma boa cultura dentro de seu escritório, e uma visão mais profissional perante seu cliente.
Todo bom empreendedor investe em inovação, isso é essencial, pois demonstra que a empresa tem um diferencial na prestação de seus serviços perante seus concorrentes.
O empreendedorismo ligado a inovação tecnológica, cria uma contabilidade mais dinâmica, independente, rápida e inteligente.
Isso sem contar com o foco na sustentabilidade. Escritórios de contabilidade geram uma grande massa de papéis todos os dias, desde guias, contratos, protocolos etc…
Com o uso de ferramentas digitais toda essa “papelada” será drasticamente reduzida, ajudando assim o meio ambiente e reduzindo custos com impressão.
Essa responsabilidade garante um cliente mais satisfeito, pois terá em suas mãos seus documentos e afins no tempo em que ele realmente precisa, sentindo assim, que a contabilidade é realmente parceira de sua empresa, por fornecer esses serviços diferenciados.
Empreender com foco na tecnologia cria mais oportunidades de negócios, de forma sustentável, e pode garantir que um serviço muitas vezes moroso para os colaboradores se torne algo mais rápido e fácil, e lhes de mais tempo para se focar em outras atividades na empresa.
As vantagens são inúmeras para esse tema, o novo empreendedorismo já está aí batendo em nossa porta, cabendo só ao gestor abraçar ou não esta cultura.
Contabilidade

Saiba como usar força do empreendedorismo para driblar a crise

Diante do atual cenário econômico do país, com contenção de gastos em diversos setores e, consequentemente, diminuição dos postos de trabalho, o brasileiro está deixando de lado o desejo de ser empregado para se tornar empregador, investindo em ideias para montar seu próprio negócio. Dados da última pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada esta semana pelo Sebrae, revelam que de cada dez brasileiros adultos, quatro já possuem ou estão envolvidos com a criação de uma empresa. No ano passado, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do registrado em 2002, quando a taxa era de 20,9%.
Para o superintendente do Sebrae, Walter Aguiar, este crescimento é resultado da implementação de medidas que favorecem a cultura empreendedora no Brasil ao longo da última década. “As políticas públicas de estímulo ao empreendedorismo adotadas a partir da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas têm contribuído expressivamente para o comportamento empreendedor do brasileiro. Estados e municípios, com apoio de instituições como Sebrae, têm buscado soluções para desburocratização o processo de legalização de empresas, ampliação do acesso ao crédito e estímulo à formalização de pequenos empreendedores para garantir o desenvolvimento econômico o país”, disse o superintendente.
A força do empreendedorismo também é destaque na Paraíba. Só no ano passado, o Sebrae atendeu 28.677 pequenos negócios em todo o Estado. A busca por orientação e capacitação é fundamental para a sustentabilidade do empreendimento, já que há um longo caminho a ser percorrido desde a ideia de um negócio sair do papel até sua concretização. Consultoria com especialistas de mercado, cursos de capacitação e qualificação, além do planejamento da identidade visual do comércio são só alguns dos passos que devem ser bem pensados para a consolidação do empreendimento.
Quem conhece bem esse percurso é Adeilton Pereira, proprietário da Oficina Móveis, fábrica de móveis planejados que já atende os Estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. “Cinco anos atrás, ainda informal, fui convidado a participar do projeto “Empreender”, realizado pelo Sebrae em parceria com a Associação Comercial. Lá formamos um núcleo setorial de marcenaria e desde então tudo mudou”, disse o empresário.
Na avaliação de Adeilton Pereira, participar do projeto foi essencial para que seu negócio tivesse a força de hoje. “Isso viabilizou caravanas para feiras de máquinas e matérias primas, participação em feiras como expositores, treinamentos de formação de preço e liderança. Em 2005 formalizei minha empresa e o Sebrae contribuiu muito para isso, como contribui até hoje”.
O empreendedor destaca que mudanças significativas foram alcançadas no negócio depois de participar das qualificações. “Recentemente recebi uma consultoria em gestão industrial subsidiada pelo SebraeTec que revolucionou meu negócio. Dobrei minha capacidade produtiva, reduzi meu prazo de entrega de 18 para 12 dias úteis, e ainda pude cortar gastos com mão de obra (R$ 8.000,00/mês) e energia elétrica (R$ 2.500,00/mês)”, destacou Adeilton Pereira.
Na Paraíba, os pequenos negócios já somam mais de 120 mil empresas, representam mais de 99% do universo empresarial, empregam 56% da mão de obra estadual e são responsáveis por quase 30% do PIB paraibano, cenário de competitividade que por si já revela a necessidade de qualificação desses empreendimentos.
Diversos cursos, palestras e oficinas fazem parte do portfólio do Sebrae, alguns são oferecidos gratuitamente e outros pagos. Já as consultorias, onde o empreendedor encontra soluções para viabilizar o empreendimento, têm 50% do valor pago pelo Sebrae, ficando a outra metade a cargo do empresário.
A gerente da unidade de Atendimento Individual do Sebrae Paraíba, Márcia Barbosa, explica que diversas soluções podem ser oferecidas para diferentes empreendimentos. “Temos uma oferta ampla de serviços que podem auxiliar desde o empreendedor inicial, que acaba de ter uma ideia de negócio, até aquele que já tem tempo de mercado e deseja fortalecer sua empresa. O ideal é que o empreendedor venha ao Sebrae, passe pelo atendimento para identificarmos sua demanda e orientarmos às melhores soluções”.
Cursos – Especialistas destacam que a qualificação é o instrumento que pode fazer o empreendimento se destacar dos demais. Até o final de junho, o Sebrae Paraíba tem programado cerca de 130 cursos, oficinas e palestras que serão realizados em Araruna, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, Itaporanga, João Pessoa, Monteiro, Patos, Pombal e Sousa.
São capacitações nas áreas de neurolinguística, nota fiscal eletrônica, gestão, oratória, relações humanas e interpessoais, técnica de vendas, matemática financeira, liderança, planejamento tributário, entre outros. Uma delas é a oficina “Modelagens de ideias de negócio”. Utilizando a metodologia Business Model Generation, os empreendedores sairão preparados para a construção de modelos mais sólidos de negócio, podendo testar várias ideias de forma mais rápida e prática.
Outra dica é o curso “Gestão Financeira: Do controle à decisão” que será realizado entre os meses de março e maio e tem a proposta traçar um diagnóstico para que cada participante trabalhe com um plano de capacitação feito sob medida, com base nas necessidades reais de cada empresa. O curso é voltado para empresários e gestores de empresas de pequeno porte (EPP) e microempresas (ME) com mais de dois anos de existência, e oferece 220 horas de capacitação, divididas em três fases. Mais informações sobre palestras, cursos e oficinas podem ser encontradas na aba de cursos e eventos do Sebrae.
Administradores

O seguro-desemprego faz mal para o empreendedorismo?

Um estudo recente avalia o impacto da legislação francesa que garante o seguro-desemprego a novos empreendedores, e descobriu que esse programa elevou o nível da atividade empreendedora através da criação de novas empresas, apesar de o número de novas vagas de emprego ter permanecido o mesmo – uma vez que o número de novos postos de trabalho em empresas já existentes diminuiu durante o período do estudo.
Políticos franceses aprovaram a lei que protege novos empreendedores da instabilidade financeira. Dez anos mais tarde, um grupo de pesquisadores avaliou os resultados dessa reforma, chamada PARE (em francês, Plan d’Aide au Retour a l’Emploi ou Plano de Ajuda de Retorno ao Emprego), que permitiu aos empreendedores manterem o direito ao seguro-desemprego por três anos após a falência de seus negócios.
Além disso, o empreendedor pode voltar a trabalhar e manter os benefícios, diminuindo a diferença entre a sua renda como um empreendedor e o seguro-desemprego que é garantido a ele.
O estudo indica que outros políticos podem se beneficiar com cinco lições da experiência francesa:
1. Como se desejava, novas companhias foram criadas em resposta à reforma: nas indústrias estudadas pelos autores, o aumento foi de aproximadamente 1.000 novas empresas por mês durante sete anos após a lei ser introduzida.
2. A maioria das novas empresas não tinha funcionários. Isso não é uma surpresa, levando-se em conta que o programa era direcionado a trabalhadores desempregados com pouco capital inicial.
3. Apesar de poucas startups terem funcionários inicialmente, no longo prazo elas criaram um número significativo de postos de trabalho. E não apenas isso: os novos empreendedores foram considerados mais ambiciosos que outros no que diz respeito a planos para contratar novos funcionários, contestando as expectativas de que o seguro-desemprego fosse piorar a qualidade dos empreendedores de startups.
4. As startups criadas em resposta à reforma tinham tantas chances de sobreviver quanto outras empresas semelhantes. Elas podem ter sido pequenas no começo, mas elas não tinham um potencial menor de criação de empregos.
5. Mas havia um contraponto: olhando o impacto total na criação de empregos, os autores descobriram que as vagas nas novas empresas desencorajaram novas contratações em outras pequenas empresas. Uma vez que as novas companhias contratavam mais, as empresas mais antigas contratavam menos. De modo geral, o aumento de vagas em novas empresas foi quase igual à diminuição das contratações nas empresas mais maduras.
O estudo original chamado “O Seguro-Desemprego pode Estimular a Atividade Empreendedora? Indícios da França” (Can Unemployment Insurance Spur Entrepreneurial Activity? Evidence from France) está disponível aqui, em inglês.
Endeavor

Governo cria Empresômetro para ajudar micro e pequenas empresas

A Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE) anunciou hoje (18) uma nova ferramenta estatística relativa às micro e pequenas empresas integradas ao Simples Nacional. Por meio do Empresômetro – nome da nova ferramenta – será possível obter informações em tempo real sobre essas empresas, de forma a, além de dar transparência a este setor, auxiliar na definição de políticas públicas mais adequadas.
Segundo o ministro da SMPE, Guilherme Afif Domingos, trata-se basicamente de uma política de incentivo ao crescimento das empresas. “O Empresômetro será um belo instrumento para aferir o que acontece com o empreendedorismo no Brasil, lastreado na micro e na pequena empresa. Vamos mostrar isso no dia a dia, porque as informações serão disponibilizadas em tempo real”, disse o ministro durante a cerimônia de lançamento da ferramenta.
“Vamos mostrar no dia a dia o número de empresas que abrem e fecham, setor por setor; município por município, criando inclusive uma competição muito interessante entre municípios. Será uma briga, um concurso e uma competição muito sadia sobre empreendedorismo, porque quem gera emprego e renda, sem dúvida é a micro e a pequena empresa”, argumentou o ministro.
Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, Adelmir Santana – representante também da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no evento – o Empresômetro será “importante também para a definição de políticas públicas”.

O empreendedorismo não é só uma tacada de sorte

O número de empreendedores brasileiros vem se multiplicando consideravelmente nos últimos anos e, por isso, essa atividade já representa grande relevância na economia do País. Ao contrario do que muitos pensam, o empreendedorismo está deixando de ser uma última opção, escolhida pela falta de oferta de trabalho, para se tornar um negócio planejado, estruturado e consequentemente com mais possibilidades de sucesso.

O mercado brasileiro encontra-se em franca expansão graças à ascensão da população para a classe C e ao apetite de consumo potencializado pelo acesso ao crédito e à facilidade de pagamento. Tudo isso torna as perspectivas de crescimento para o setor muito positivas. Além disso, ainda existe muito espaço para micro, pequenos, médios e grandes empreendedores em todas as áreas como agricultura, indústria, comércio, serviço, entre outras. É claro que há alguns segmentos específicos com número de players considerável e com empresas já consolidadas, em que o empreendedor tem que ser muito inovador para fazer frente à concorrência, mas ainda assim, as oportunidades para obter sucesso são muito numerosas.

Mesmo com todas essas perspectivas positivas, o empreendedorismo não é um “mar de rosas”. Fazer o negócio dar certo ainda é um grande desafio para os empresários. Um erro muito comum cometido pelos executivos dessa área é não ter um modelo de negócios estabelecido desde a fase inicial do projeto. Conhecer o público que pretende atingir, verificar se o serviço ou produto é oferecido por alguma outra empresa, procurar a ajuda de um especialista se não houver um domínio da questão financeira, todos esses passos são essenciais para aumentar as chances de o empreendimento ser bem-sucedido.

O que podemos notar é que uma série de fatores externos como, por exemplo, o complexo sistema tributário, o grande volume de impostos e a falta de mão de obra qualificada desafia o espírito empreendedor brasileiro de quem tenta exercer uma atividade produtiva por conta própria. Notamos que, apesar de todos esses entraves e do medo de fracassar, quem se aventura nessa área não desiste já que sabe que é muito comum nas histórias de sucesso, os empresários serem atingidos primeiramente por uma sequência de fracassos. Além do mais, segundo especialistas, a capacidade de recomeçar é uma característica do empreendedor bem-sucedido, que também possui características como determinação, superação, otimismo e senso de perspectiva.

Vale acrescentar outros atributos importantes para se obter sucesso nesse tipo de negócio que são o senso de oportunidade, que ajuda a traçar metas e focar as energias, e a capacidade de escolher uma boa equipe, de ser colaborativo e trabalhar em grupo, sabendo atribuir responsabilidades e dividir os méritos pelas realizações.

Dessa forma, podemos perceber que a ideia de que os empreendedores são apenas sortudos apostadores é totalmente equivocada. O sucesso deles é fruto de persistência, autoconhecimento e uma profunda avaliação dos riscos do negócio. E, independente, do porte da empresa, os resultados vitoriosos dependem essencialmente da vontade de começar e da força para continuar mesmo quando o caminho parece incerto.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/artigo-o-empreendedorismo-nao-e-so-uma-tacada-de-sorte/89873/

Administradores

Força feminina no empreendedorismo

Estimular a atividade empresarial feminina no Estado de São Paulo e discutir seu papel na economia com exemplos de empreendedoras que alcançaram o sucesso em suas áreas de atuação. Este é o objetivo do 1º Congresso Estadual da Mulher Empresária. Criado e organizado pelo Conselho da Mulher da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o evento será realizado no dia 29 de agosto na capital paulista e tem a participação da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

O congresso terá, em sua abertura, um discurso do presidente da ACSP e da Facesp, Rogério Amato. A primeira palestra será da empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, seguida de depoimentos de líderes femininas do setor produtivo como Sonia Hess, presidente da Dudalina, Chieko Aoki, fundadora e presidente da Blue Tree Hotels, e de Maria Cristina da Motta Franco, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), entre outras.

Marília de Castro, coordenadora institucional da ACSP, que está à frente da organização do evento, diz que, em um levantamento recente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em cada dez empresas brasileiras três são lideradas por mulheres. Em um estudo divulgado no final de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que a participação das mulheres no grupo de pessoas ocupadas nas 5,2 milhões de empresas e outras organizações formais no Brasil apresentou crescimento de 3,2% entre 2011 e 2012. Esse resultado indica que o aumento da participação dos homens no mesmo período foi de 1,7%.

Além disso, Fádua Sleiman, coordenadora geral do Conselho na Facesp, ressaltou que há estudos do World Panel que apontam que as associações e entidades de classe que têm a participação de mulheres conseguem conquistar um total de sócios 10% superior ao de outras instituições onde a atuação feminina não é tão marcante.

Em razão desses números, o encontro será uma oportunidade para divulgar o nível de evolução das empresárias que atuam no País. Segundo Marília de Castro, a organização do congresso teve a preocupação de convidar empreendedoras de diversos segmentos para alcançar este objetivo. Além de representantes empresariais, haverá a participação de mulheres que atuam na política, como a senadora Kátia Abreu, a vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), Ivette Ferreira, presidente do Conselho estadual da Condição Feminina, Rosmary Correa, a economista Marisia Donatelli e a atriz e produtora teatral Nicette Bruno. “O grupo que organiza este evento tem se reunido desde novembro de 2013 e está em busca do apoio de outras entidades. Ele faz parte do Conselho da Mulher da ACSP, fundado em 1997”, disse Marília.

Link: http://www.dcomercio.com.br/2014/06/02/forca-feminina-no-empreendedorismo

Diário do Comércio

Empreendedorismo e sua verdadeira realidade

Empreendedor é aquela pessoa que buscar criar algo novo, cujas características fogem ao principio estático e imutável. Apresentam como principais características aspectos como iniciativa, perseverança, coragem para corrigir erros, capacidade de planejamento, eficiência e qualidade, liderança entre outros pontos relevantes. Um verdadeiro empreendedor não é um ser acomodado com as soluções e alternativas propostas. Trata-se de alguém inquieto que aproveita as oportunidades e esta sempre em buscar de melhorar o que faz. São pessoas que estabelecem metas desafiadoras, assumem responsabilidades sobre os problemas e procuram soluções, são proativas, acredita que tudo pode ser melhorado e procura formas de inovar e de apresentar resultados mais eficientes, persistem nos seus objetivos, têm foco, concentram tempo e energia, além de desejarem saber concretamente e diretamente como está indo.

O empreendedorismo pode ser entendido de maneiras diferentes, pois o sucesso é algo pessoal, ou seja, varia de acordo com as características de cada ser. Para alguns o sucesso pode ser sinônimo de ganhar muito dinheiro, para outros está restrito ao reconhecimento pelo que faz ao sucesso de quando cria algo diferente que vai ser útil a uma grande quantidade de pessoas, e assim por diante. De maneiro geral podemos dizer que um empreendedor de sucesso é aquele que alcança os seus objetivos, que se sente feliz por estar realizando o que almejou.

Ser empreendedor é muito mais do que uma mudança de área, função ou empresa. É uma mudança de estilo de vida. Para começar seu próprio negócio, você deve ter claro que sua vida vai girar de maneira diferente e pode mudar totalmente. A pessoa precisa conhecer seu próprio talento empreendedor e escolher uma área de atuação comercial com alta demanda de consumo. O autoconhecimento é fundamental para a escolha certa do negócio. Outra característica importante é a transparência, para que possa estabelecer relações de confiança, e o inconformismo produtivo, para corrigir o que está errado. O empreendedor vai deparar-se com inúmeros desafios e situações de pressão com as demandas. A persistência é uma virtude extremamente importante. Não se consegue empreender sem paixão, no entanto, até a paixão exige disciplina: fazer o que se gosta é fácil, é natural, mas é mais importante aprender a gostar do que se faz. Mais importante do que saber a hora de empreender, a motivação central deve ser fazer o negócio dar certo, ou seja, não se deve empreender pela metade.

Saber apenas se uma ideia é boa não vai fazê-lo bem sucedido. O segredo do negócio está na aplicação dessa ideia ao mercado de forma prática. Da mesma forma há uma grande diferença entre invenção e inovação. A inovação é um invento transformado em produto/serviço que o mercado aceite pagar por ele. Já a invenção pura e simples, caso não tenha aplicabilidade prática e mercado endereçado, não adianta muita coisa.

Muitas são as ideias e conceitos que se criam constantemente sobre o termo “empreendedorismo”, que muitas vezes não vão de encontro à verdadeira realidade. O empreendedor possui a capacidade de transformar ideias em realizações, e, motivadas pelo espírito empreendedor, empresas nascem da necessidade ou da oportunidade de empreender. No Brasil o tema central do empreendedorismo deve ser o desenvolvimento social, tendo como prioridade o combate à miséria, oferecendo-se como um meio de geração e distribuição de renda.

O empreendedorismo traz a seus seguidores diversas lições ao longo do caminho, que se associadas e bem estruturadas poderão render bons resultados, como o crescimento de um negócio sólido e promissor. Empreender, mais que um dom, é um talento que se desenvolve com muito trabalho, esforço, estudo constante e foco em resultados. Como experiências dessa nova realidade de mercado poderemos destacar, que todo empreendedor deve ser protagonista de sua própria vida. É preciso mudar os hábitos. A gente cultiva e herda hábitos da família, da sociedade. Eles estão em nossa forma de pensar. Em algum momento, será preciso ter humildade e revisar a própria vida. Pois não dá para construir um prédio sobre entulhos. Deve-se assumir responsabilidade. Não podemos escrever nossa própria historia procurando dá desculpas para tudo. Nunca devemos transferir para alguém a razão do nosso próprio fracasso. Tudo que colhemos no futuro é resultado do que plantamos anteriormente. Ninguém mais é responsável pelo que fazemos a não sermos nós mesmos.

Enfim, o empreendedor é o diferencial em uma organização, seu principal objetivo é a busca da realização pessoal, através da formação de equipes e de uma rede contatos eficaz. Traz consigo a percepção de oportunidade e cria meios para coloca-la em ação, fazendo algo acontecer através de sua visão de futuro. Além disso, elementos como a seriedade, humildade e simplicidade são fundamentais para a obtenção do sucesso. Pois, empreender é o encontro da preparação com a oportunidade.

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/empreendedorismo-e-sua-verdadeira-realidade/77644/

Administradores

Empreendedorismo tributário

Pagar o mínimo possível de impostos sem extrapolar os limites da lei assume um significado maior ainda com a Medida Provisória 627/2013, que altera a legislação tributária relativa aos impostos e contribuições federais.

Em síntese, revoga o Regime Tributário de Transição (RTT), instituído pela Lei 11.941/2009 e, com isso, ajusta a legislação tributária à societária, ao estabelecer uma série de mudanças nos métodos de apuração dos tributos a serem efetivamente recolhidos.

Criaram-se, portanto, plenas condições para as empresas migrarem rumo a um padrão contábil único, caminho sem volta a ser trilhado até 2015, cujo impacto da transição certamente será menor para quem buscar um modelo de planejamento tributário eficaz, compatível com a nova realidade.

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e, mais recentemente, o eSocial – que unificará as informações eletrônicas de cunho tributário, trabalhista e previdenciário prestadas ao fisco – já haviam se encarregado de mostrar exatamente o quanto essas áreas se tornaram estratégicas.

Para quem ainda dúvida, os números da Receita Federal são bem convincentes. Em 2013 foi batido o recorde em valores arrecadados pela fiscalização (R$ 190,1 bilhões), cifra que supera em 63,5% o resultado do ano anterior. Ao todo foram 329.036 procedimentos de auditoria, sendo 308.622 provenientes de cruzamentos eletrônicos.

Já em 2012 houve 299.901 procedimentos, com 281.921 também referentes à revisão das declarações on-line. Que dizer, a maior parte disso tudo aconteceu com uma participação cada vez menor de auditorias em campo, a famosa visita do fiscal de antigamente.

Ao mesmo tempo, surge uma grande oportunidade para quem apostar no empreendedorismo tributário. Em vinte anos de Plano Real, o foco das empresas pouco a pouco foi deixando a diretoria financeira. Hoje, tende a recair sobre outra área das organizações, a fiscal.

Não por acaso, aquela encarregada de melhor gerir os aspectos tributários, atualmente já determinantes, e em breve mais ainda para o sucesso ou fracasso de todo negócio, independentemente de seu porte ou natureza.

O Autor

Empreendedorismo é marca registrada da Geração Y

Eles têm segurança para arriscar, lembram vagamente o que é inflação, cresceram em meio às mais importantes inovações tecnológicas e em um mundo já cheio de mudanças sociais e entram no mercado sem a intenção de serem subordinados, mas de criar seus próprios negócios. São os jovens que lideram o ranking de empreendedores iniciais no Brasil, deixando de lado empregos vistos como ideais durante muito tempo — seguros e estáveis, em concursos públicos ou com carteira assinada — para investir em projetos com foco em maior qualidade de vida e realização profissional.

Conforme a pesquisa Global Entrepeneurship Monitor (GEM) 2013, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), a faixa etária na qual se observa a maior frequência de empreendedores iniciais é a de 25 a 34 anos (21,9%). Aqueles entre 18 e 24 anos também têm papel importante no ranking e foram responsáveis pela criação de 16,2% das empresas no País no passado.

A faixa etária classificada como juventude é razoavelmente subjetiva. A Organização das Nações Unidas (ONU) entende por jovens aqueles entre 15 e 24 anos. Já o Estatuto da Juventude brasileiro encara como população jovem indivíduos entre 15 e 29 anos. Fato é que a chamada Geração Y – pessoas nascidas a partir de 1978 até o final dos anos 1990 –, vista como individualista e comodista, vem mostrando que tem outros lados.

Preocupados com a felicidade e interessados em colocar à prova os empregos tradicionais, eles desenvolvem projetos inovadores e afirmam que, mais importante do que se preparar para o futuro, é agir, agora. “Os jovens dessa geração realmente são focados em seus valores pessoais e priorizam o que é mais importante para si, mas isso não é algo negativo. Eles privilegiam mais do que a segurança e querem qualidade de vida”, afirma o psicólogo e coordenador do Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Marco Antônio Teixeira.

Teixeira alerta que é uma tendência os jovens desenvolverem carreiras com grande mobilidade e autonomia. Exigentes, mudam constantemente de trabalho e projetos e são pessoas realmente menos apegadas às organizações do que seus pais e avós, explica o psicólogo. “É difícil generalizar, mas essa geração cresceu em famílias mais tolerantes, logo, é mais crítica à postura organizacional tradicional, não tem medo de questionar e não gosta de desempenhar trabalhos repetitivos e que não lhe realizem”, resume.

A solução encontrada por muitos para se desenvolver de acordo com seus anseios é criar o próprio modelo de negócio, com gestão focada naquilo em que acreditam. Por isso, não se surpreenda ao chegar a uma reunião de negócios e dar de cara com uma jovem recém-formada dona de uma startup de tecnologia ou jantar uma pizza feita por dois cabeludos cheios de talento e atitude.

Negócios estão ligados ao estilo de vida

Amigos de longa data, Guilherme Lacerda e Fábio Pradella largaram empregos estáveis para empreender. Juntos desde a primeira série, os dois têm em comum mais do que o desejo por uma agenda flexível: a busca por disseminar hábitos de vida mais saudável, a começar pela alimentação.

Guilherme conta que estava descontente com o ritmo frenético de trabalho em uma multinacional e que Fábio vivia um conflito ético ao trabalhar em um comércio de carnes enquanto mantinha uma dieta vegetariana. Eis que, despretensiosamente, surge o Pizza Sessions, unindo o gosto de ambos pela culinária, principalmente vegetariana.

Cientes da conexão entre as atitudes individuais no mundo, os jovens buscam aliar aquilo que desenvolvem profissionalmente com o estilo de vida fora do ambiente organizacional. A dupla oferece aos consumidores aquilo que gostaria de comer e preza pela qualidade dos ingredientes, plantando muitos deles e desenvolvendo outros tantos (como o queijo de amêndoas, cream cheese de castanhas de caju e doce de leite de coco, todos sem lactose). A pequena horta orgânica é mantida nos fundos da Casa Liberdade, um espaço de coworking e convivência destinado aos interessados em empreender, de onde devem sair até a metade do ano.

O sucesso do Pizza Sessions fez com que a cozinha do local ficasse pequena tamanha a demanda. Por isso, os meninos planejam migrar para um restaurante próprio ainda neste ano, com cozinha colaborativa aberta a novos cheffs. “Queremos dar espaço para quem está começando e, quem sabe, replicar o modelo da Casa Liberdade focando gastronomia”, diz Guilherme.

No entanto, nem sempre foi assim, por isso Guilherme indica a criação de um “colchão financeiro” capaz de dar certa segurança aos jovens empreendedores enquanto arriscam. “Além disso, sempre guardamos 20% do caixa para qualquer imprevisto ou para reinvestir no negócio. Não dá só para dividir todo o lucro por dois”, indica.

As redes sociais foram cruciais para o desenvolvimento do empreendimento, servindo para a qualificação profissional, divulgação dos eventos, cursos e outras ações e para compartilhar receitas e iniciativas ligadas ao estilo do Pizza Sessions. Com farinha e carinho, eles prometem ir longe.

Projetos inovadores e pioneiros viram oportunidade de renda

Recém-formada em Jornalismo, pode-se dizer que Greta Paz nasceu empreendedora e soube desenvolver esse talento com o passar do tempo, em parte graças à influência da família e muito por causa de sua força de vontade. Criadora de uma das primeiras empresas especializada em vídeoweb do Brasil, a MPQuatro, Greta decidiu investir em um projeto simples, mas inovador. Com menos de um ano, a novidade atrai empresas de todos os tamanhos interessadas em tirar proveito de um meio que cresceu junto com a sua geração: a internet.

Com o perfil exato dos novos empreendedores, a jovem inquieta mantinha um blog antes mesmo de ingressar na Faculdade de Comunicação (Famecos) da Pucrs. Com pressa, outro adjetivo usado para qualificar os “Y”, antes de sair da universidade, já estava com a sua microempresa a todo vapor e com clientes fixos.

Vendo uma oportunidade de negócio em tudo, mesmo o intercâmbio na Austrália com o namorado, cujo foco inicial era imergir em uma cultura diferente e trabalhar para bancar um passeio pela Europa, virou uma oportunidade de mostrar seu trabalho. A ideia da viagem veio acompanhada de um projeto de vídeos gravados pelos dois mostrando seu cotidiano no país, o programete virtual Bem Longe de Casa, comprado na hora por um veículo de comunicação.

A jovem é a prova de que as novas tecnologias trazem consigo grandes oportunidades a quem busca assumir o papel de criar suas experiências.  “Sempre quis empreender, mesmo sem saber qual o caminho para isso. Só precisava encontrar um nicho ligado ao que eu gostava”, explica. E foi assim que, ao lado do sócio Miguel Luz, – formado em Cinema -, surgiu a ideia de trabalhar com material audiovisual profissional pensado para a web, principalmente para o YouTube.

Os vídeos produzidos pela MPQuatro têm o objetivo de apresentar as organizações em um curto espaço de tempo e com baixo custo. A microempresa já tem clientes fixo, um portfólio robusto e se mantém com o próprio capital.

Planejamento é palavra de ordem

Após cinco anos de experiência com empregos formais, Luana Fuentefria arriscou ao abrir mão da vida que levava para viajar em busca de novos caminhos profissionais. No exterior, entrou em contato com outros modelos de trabalho dentro da área escolhida, a Comunicação, e voltou ao Brasil a fim de adaptar o modelo visto em outros países ao lugar onde se sente mais segura e livre.

De volta a Porto Alegre, Luana conheceu o local que daria o grande empurrão rumo a uma nova carreira: a Casa Liberdade. Até participar das conversas e oficinas mediadas por profissionais de diferentes formações que vão até lá para dividir o conhecimento, ela acreditava que tinha de se jogar em um negócio para depois avaliar se a ideia seria aceita, ideia que ficou para trás. “Muitos empreendimentos não dão certo porque as pessoas não se permitem dedicar um tempo à preparação, ao estudo”, destaca.

A Sopro Conteúdo surgiu despois de muita preparação e quebrou protocolos desde a concepção. Trabalha com planejamento, criação e acompanhamento do chamado Marketing de Conteúdo Digital, que trata de geração de conteúdo personalizado pela empresa. “É a nova forma de fazer Marketing, porque hoje estamos tratando de um público não mais passivo, mas interessado em ganhar algo e se sentir parte das informações que recebe”, resume Luana.

Dentro de uma tendência atual, o negócio deve funcionar com todos os integrantes dividindo o ônus e o bônus do projeto. “Não queremos ser sócios da empresa, mas desenvolver um novo modelo em que cada um responda pelo seu trabalho.”

Trabalho formal pode dar mais segurança aos novos empresários

Nem sempre é preciso abrir mão de toda estabilidade para empreender. O perfil atual de profissional multitarefas e acostumado a desenvolver mais de um projeto concomitantemente pode tirar proveito desse potencial e desenvolver o negócio com maior segurança.

É o caso de Bruna Martins, que, ao mesmo tempo em que trabalha em uma agência de publicidade e mantém blogs de moda, administra, cria e vende roupas de couro da marca criada com a amiga Juliana Fett, a Love Leather. As duas gaúchas se conheceram em 2008 em Londres, cidade que aflorou o desejo por trabalhar com moda.

No exterior, buscaram emprego em lojas renomadas, como Selfridge’s e GAP, mas Bruna destaca que, assim como muitos brasileiros que vão ao país, também trabalharam em bares de estádios de futebol, por exemplo, sem medo de encarar todos os desafios propostos. Bruna conta que o couro surgiu quase sem querer, ainda enquanto criavam peças para as amigas. “Com o tempo, descobrimos um nicho de mercado para moda em couro carente de produtos de qualidade e com preço acessível”.

Por enquanto, a empresa está em fase de aprimoramento e galgando espaço junto aos clientes que compram no e-commerce ou nas lojas físicas parceiras, por isso não planejam se manter apenas com o negócio. “Não adianta viver só de sonho, e ainda encontramos muitas pedras pelo caminho.” Contudo, Bruna avisa que a marca já cresceu consideravelmente em menos de dois anos, mas o desejo é que ela avance mais.

Link: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=156034

Jornal do Comércio

Os 5 Ps do Empreendedorismo

A pesquisa mais recente realizada pela Endeavor revela que 3 entre cada 4 profissionais prefeririam ter um negócio próprio a ser funcionário de uma empresa. Wow, que dado fantástico!

A mesma Pesquisa revela que o desejo latente de empreender bate de frente com a falta de ação que é justificada pela falta de recursos financeiros dentre outros importantes fatores que fazem com que apenas 4% dos brasileiros sejam empreendedores. Resumindo: todos tem muita vontade, mas são poucos os que querem agir e fazer acontecer! Wow, que dado assustador!

Sim, dados positivos e outros nem tanto refletem de forma bastante clara o cenário de enormes oportunidades e desafios àqueles que desejam empreender (seja na abertura de um negócio próprio ou aqueles que querem desenvolver nas empresas em que trabalham um produto ou serviço inovador, uma nova metodologia de trabalho ou um novo processo que incremente a produtividade e a lucratividade da empresa – aqui, se falta em intraempreendedorismo).

Em ambas situações penso que 5 Ps são absolutamente essenciais:

  • Paixão: se não for apaixonado pelo que faz, caia fora! A proposta parece um tanto quanto extrema, mas é absolutamente verdadeira especialmente quando se quer criar algo novo e inovador. Busque algo que seja verdadeiramente apaixonado(a) e verá que o trabalho por mais desafiador que seja (e o será!) será feito com muito mais prazer e satisfação.

 

  • Propósito: é necessário enxergar e viver de forma plena a nobreza da missão que a sua empresa ou atividade intraempreendedora traz em seu DNA de existência. Estudos comprovam que empresas que conseguem demonstrar de forma genuína ao mercado e aos seus clientes a razão da sua existência e o propósito nobre ao qual se dedicam não apenas vendem mais, mas tem um poder de atração, retenção e motivação de seus talentos muito maior do que aquelas empresas que existem única e exclusivamente focadas na obtenção do maior lucro possível. Tenha um propósito de existência claramente definido!  
  • Perseverança: todo e qualquer novo empreendimento carece de muito trabalho, muita dedicação e uma capacidade de resiliência (que é um conceito oriundo da física e que se traduz na capacidade de se enfrentar grandes problemas e desafios e sempre retornar à sua forma ou estado original sem grandes deformações – o que é absolutamente preciso para quem empreende e que portanto vive sujeito a pressões extremas). Ou seja, para empreender é preciso perseverar! É preciso manter-se firme com sua paixão, com o seu propósito e com o seu grande sonho de mudar positivamente o mundo;  
  • Pessoas: todo negócio carece de gente muito qualificada e motivada. Mesmo em negócios individuais, a capacitação constante e a motivação de se trabalhar com algo que tenha um propósito definido e alto impacto no mundo são elementos absolutamente essenciais. Para isso, pessoas bem qualificadas e motivadas a fazer parte de um negócio real e que agrega valor real ao mundo são absolutamente essenciais. Invista em pessoas, treinando-as incansavelmente, motivando-as sempre e dando a elas o senso de pertencer a algo maior, algo que transcende a pura e tão fundamental busca do lucro e do sucesso (“sense of belonging”).  
  • E o 5o P, vocês já deve estar curioso(a) … Bem o 5o P talvez seja o mais importante de todos eles, mas que sem os outros 4 fica bastante frágil: Pés no chão e mãos na massa! 

E por falar em “pés no chão e mãos na massa”, é importante lembrar que sem planejamento não existe uma boa execução e que uma boa execução fica muito prejudicada sem um ótimo planejamento. Aliás, uma frase célebre de Benjamin Franklin é perfeitamente aplicável aqui: “A falha na preparação é a preparação para a falha”.

Portanto, procure trabalhar em algo que verdadeiramente é apaixonado(a), estude profundamente o seu mercado, invista agressivamente em educação e capacitação profissional, tenha um plano de negócios bem desenhado, realista e coerente com o propósito de existência da sua empresa ou ideia, faça as correções de rota de forma ágil, estabeleça metas realistas, monitore-as incansavelmente, dê valor às pessoas que fazem parte da sua Equipe e acima de tudo “seja feliz” o que deve ser ao final do dia o objetivo máximo a ser perseguido por todos nós o tempo todo!

Faça acontecer! Faça diferente! E faça e seja a diferença positiva no mundo!

Boa sorte a todos!

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/os-5-ps-do-empreendedorismo/75520

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