Empreendedor

Empresas usam medos e desejos do público para vender mais.

Princípios de psicologia são velhos conhecidos dos departamentos de marketing das grandes empresas. Mas os pequenos negócios também podem se beneficiar deles para vender mais, de acordo com Leslie Shiner, autora, palestrante e consultora de finanças e gestão norte-americana. Os medos e os desejos, segundo ela, são sentimentos básicos que estimulam ou bloqueiam a compra.
Para Shiner, conhecer as emoções do público é a chave para provocar mudanças de comportamento. Isso porque sentimentos são capazes de estimular as pessoas a sair ou não do lugar onde estão. “Todos querem continuar na sua zona de conforto. Tudo o que você precisa descobrir é o porquê. E, então, atue”, diz.
Shiner foi um dos destaques do Sage Summit, conferência voltada a pequenos empreendedores realizada pelo Grupo Sage, fabricante de software de gestão, em Nova Orleans (EUA). A seguir, veja sete estratégias de psicologia para vender mais:
1. Descubra os desejos-Conhecer os desejos e necessidades dos clientes é um trunfo, segundo Shiner. “Todos querem estar melhor, desde que não precisem fazer nada de diferente.” Então, ela sugere que as empresas façam o trabalho por eles. Entregar o que as pessoas desejam, sem que precisem se esforçar, é uma estratégia para vender mais.
2. Mostre o ganho-Convencer alguém a comprar de você e não do concorrente envolve oferecer uma vantagem. Ela pode ser o preço, a qualidade, uma facilidade. Segundo Shiner, há motivações externas e internas para o consumo e o empreendedor precisa aprender a motivar a compra. “Estímulos positivos encorajam comportamentos. Motive seus clientes pelo quanto ele pode ganhar com você.”
3. Estabeleça limites-Oferecido o ganho ao consumidor, ele precisa ser condicionado. “Se você deixar os clientes mal acostumados, eles tiram vantagem da situação.” Segundo Shiner, se o empreendedor quer que o cliente volte sempre, ele não pode liberar vantagens o tempo todo, porque o cliente passa a não ver mais ver como benefício. É preciso estabelecer ocasiões esporádicas, com critérios.
4. Descubra o medo-Se tem algo que impede seu cliente de comprar é preciso descobrir o que é e remover a barreira. Segundo Shiner, o empreendedor precisa sempre se perguntar: “O que trava seus clientes na hora da compra? Qual é o medo?”
5. Acolha as reclamações-Saber ouvir direito uma reclamação, segundo Shiner, faz diferença no negócio. “Muitas vezes temos clientes insatisfeitos. Temos de ter empatia para entender os motivos e saber como resolver.”
6. Prepare a equipe-Segundo Shiner, a psicologia também pode ajudar na escolha da equipe e na preparação dela. Para formar um bom time, é preciso conhecer e observar os funcionários. “Pessoas incompetentes tendem a superestimar suas qualidades. Já os que as subestimam não ajudam a empresa a crescer.”
7. Distribua tarefas-Depois de afinar sua equipe, o empreendedor precisa confiar nela e delegar. “Não tente fazer tudo ao mesmo tempo. Ser multitarefas não funciona. A sua inteligência e a qualidade do serviço caem toda vez que você divide o tempo entre mais de uma atividade.”
UOL – Economia

Sou MEI e meu negócio está crescendo. O que fazer?

O MEI (Micro Empreendedor Individual) é um tipo de sociedade que tem tributação reduzida, porém que, em algumas situações, pode esbarrar em necessidades do empreendedor. Neste modelo, há limites que o obrigam a mudar a forma da pessoa jurídica, por exemplo:
– O faturamento ultrapassa o limite de R$ 60 mil por ano;
– O empreendedor tem a necessidade de contratar mais de um funcionário;
– A oportunidade de admitir um novo sócio na empresa;
– A necessidade de abrir uma filial ou outra empresa em nome do empresário; ou
– A oportunidade de exercer novas atividades vedadas ao MEI.
Nesses casos, quando o empreendedor sabe que precisará transformar sua empresa em uma Microempresa (ME), se depara com uma dúvida muito comum: “Como devo proceder?”
Vou tentar ser bem sucinto na resposta. A transformação do Microempreendedor Individual em Microempresa pode ser feita a qualquer momento, por opção própria do empreendedor ou pelas limitações como as citadas acima, o que torna a comunicação obrigatória.Nesses casos, o empreendedor deve solicitar o ato de desenquadramento no portal do SIMEI. Após o registro, o empreendedor precisa registrar esse ato de desenquadramento na Junta Comercial de seu Estado. Vai ser necessário apresentar os seguintes documentos:
– Comunicação de Desenquadramento do SIMEI;
– Formulário de desenquadramento; e
– Requerimento do empresário.
Registrado o desenquadramento na Junta, você estará cadastrado como Empresário Individual. Você deve ficar atento, pois os impostos terão uma nova forma de cálculo a sua empresa passará a ter novas obrigações fiscais, incluindo a entrega de obrigações acessórias (declarações).Assim, cuidado! Como haverá mudanças societárias, impactos tributários e novas obrigações para o empresário, é muito recomendável consultar um profissional de contabilidade no momento do desenquadramento.
Exame.com

Empresa no Simples Nacional precisa de Contador?

A internet é uma importante ferramenta que pode auxiliar o empreendedor em diversos temas do seu negócio, mas é preciso ter muito cuidado, pois na internet qualquer pessoa pode falar o que quiser sem nenhum tipo filtro, gerando assim muitas informações incorretas, fornecidas por pessoas sem o devido conhecimento.
Um exemplo disso é a malfada afirmação de que “Micro e Pequena empresa não precisa de Contador” ou “Empresa no Simples não precisa de contador”.
Esse boato começou e foi alimentado por causa de uma má interpretação da lei e, em larga escala, por causa de pessoas mal intencionadas que procuravam vender facilidades ou ganhar vantagens aqui e ali. Mas o pior é que muitos empreendedores acabaram acreditando e tentando tocar seus negócios sem um contador, a consequência foi que muitos acabaram enrolados em meio à complexa legislação brasileira, deixaram de atender a uma série de obrigações e acabaram pagando um alto preço por isto.
Para esclarecer e fundamentar legalmente a obrigatoriedade do contador e entender o porquê desta confusão é preciso ir ao art. 1.179 do Código Civil, que determina a obrigatoriedade das empresas seguirem um sistema de contabilidade, mas estabelece também, no seu § 2º, a dispensa desta exigência para o pequeno empresário, remetendo o conceito de pequeno empresário ao art. 970 do mesmo Código. No entanto o art. 970 apenas determina que uma Lei deva estabelecer o tratamento favorecido ao pequeno empresário, sem defini-lo.
A partir da publicação da Lei Complementar 123/06 (que criou o Simples Nacional) e da leitura destes artigos do Código Civil, muitas pessoas passaram então a dizer que as empresas enquadradas no Simples não precisavam de Contador, não precisavam fazerContabilidade. Mas esta é uma interpretação errada e superficial, o art. 970 diz que a Lei vai estabelecer o tratamento diferenciado, mas é a Lei quem vai dizer que tratamento é este, portanto, é preciso ler a Lei na sua íntegra, e não partir de presunções a partir do seu título ou do que quer que seja.
Ora, e não precisa nenhuma leitura mais aprofundada ou grande estudo para entender o erro grosseiro da afirmação de que Micro e Pequenas Empresas não precisam de contador, pois o art. 68 da LC 123/06 diz expressamente e de forma bem clara que o pequeno empresário a que se refere o Código Civil como dispensado da Escrituração Contábil é o MEI – Micro Empreendedor Individual – e apenas oMEI.
Diante disto fica claro a falta de conhecimento, ou a má-fé mesmo, de quem insiste em dizer que as empresas do Simples não precisam decontabilidade ou de contador.
Há ainda quem se agarre a outros artigos da LC 123/06 para tentar chegar a esta conclusão, mas o art. 68 é expresso e claro. Além disso, o art. 27 da mesma Lei outorga ao Comitê Gestor do Simples Nacional a função de regulamentar a contabilidade que deve ser apresentada pelas empresas optantes pelo Simples Nacional, ou seja, a Lei traça apenas os parâmetros, mas quem deve tratar dos pormenores, quem deve regulamentar, é o Comitê Gestor.
Diante disto, o Comitê Gestor reafirmou que é o MEI quem está dispensado da apresentação da Escrituração Contábil de que tratam os art. 1.179 e 970 do Código Civil (Parágrafo Único do art. 13-A da Resolução CGSN 28/2008). Para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte determinou como tratamento diferenciado a opção de adotar contabilidade simplificada, não de dispensa da contabilidade. Além disso, determinou ainda que a contabilidade simplificada deve atender às disposições do próprio Código Civil e das Normas Brasileiras de Contabilidade – neste último caso especialmente a NBC TG 1000.
Portanto, baseado na legislação (que é bastante clara), está demonstrado que essa coisa de “micro empresa não precisar de contador” é balela, e como todas as referências legais estão aí postas, qualquer um pode fazer uma busca na legislação e comprovar estas informações. Mas como se não fosse suficiente, há ainda outras fontes que obrigam as MPE a ter uma contabilidade formal, a primeira delas é o Contrato Social.
Sim, todo Contrato Social prevê expressamente que ao final de cada exercício social será apresentado o Balanço Patrimonial e será feita a apuração do resultado do exercício – ou em tempo menor, a critério da empresa. Esta cláusula é obrigatória para se proceder ao registro (à legalização) de qualquer empresa, justamente devido à sua obrigatoriedade na lei. Só com isto, só por ter assinado um contrato e levado à Registro Público se comprometendo a apresentar o Balanço e a Demonstração de Resultados, a empresa já estaria obrigada a tercontabilidade, fim de papo, mas, além disso, ainda tem a questão legal como foi demonstrado.
Outro ponto que torna imprescindível a escrituração contábil é Prestação de Contas do Sócio Administrador aos demais sócios, que tem nas Demonstrações Contábeis um requisito essencial para a sua fundamentação. A obrigatoriedade se impõe ainda em eventual Pedido de Recuperação Judicial e ou necessidade de perícia contábil.
Além disso, a contabilidade devidamente registrada é um importante instrumento probatório para Ações Trabalhistas, Cíveis, Tributárias e até Penais, que de alguma forma, pretendam imputar qualquer tipo de crime ou irregularidade à empresa ou aos seus sócios e administradores.Por fim, destaca-se ainda que, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, são criadas aproximadamente 46 novas regras tributárias diariamente, e ainda, que apesar de ser chamado de Simples Nacional, o Simples é um sistema de tributação bastante complicado, onde entre outras complexidades, é possível aplicar mais de 1,2 milhão de combinações de alíquotas! Diante deste verdadeiro manicômio tributário(!), o auxílio de um excelente profissional de contabilidade não é só uma obrigação legal, mas um fator fundamental para o sucesso para qualquer empreendedor!
Administradores

Sua empresa cresceu muito rápido?

Nos primeiros meses, seu negócio cabia dentro de uma sala 3×4. Depois de um tempo, alguns aprendizados e desafios, aquele espaço começa a ficar pequeno e então você decide que é hora de expandir. Mais do que alugar uma sala maior, em um prédio ou coworking, é hora de ampliar o time e contratar novas pessoas. Aquele bate papo diário com os colaboradores acaba ficando cada vez mais distante à medida que a empresa cresce. E a cultura da sua empresa, em meio a tantas mudanças, fica onde?
Uma das maiores dores dos empreendedores que cresceram muito é sua cultura organizacional. Manter a essência da empresa, os valores e a missão, é uma tarefa extremamente desafiadora. Dentro de um negócio você lida com perfis totalmente diversificados, desde o mais tímido até o mais extrovertido e colocá-los todos na mesma página que você exige não só esforço e paciência, como também acreditar fortemente na sua cultura e demonstrar isso por meio de exemplos e atitudes.
Contrate as pessoas certas para o seu negócio:
Uma das tarefas mais difíceis para um empreendedor é a hora da contratação. E, por mais que não pareça, mesmo que você esteja preenchendo uma vaga na base da sua empresa, ela pode fazer toda a diferença. Voltemos ao exemplo do restaurante:
Imagine que você está procurando por um novo chefe de cozinha. Além de saber cozinhar muito bem, você define que essa pessoa também tem que saber trabalhar em equipe, afinal, ela estará lidando diariamente com sua equipe de serviço. Então, você inicia o processo de seleção, conversa com muitos candidatos e reduz uma lista gigantesca a duas pessoas. Um profissional extremamente renomado, mas com uma personalidade individualista, e um novo chefe, com menos experiência, mas que está acostumado a lidar com pessoas.O que muitas empresas fazem, em casos como esse, é contratar o profissional com mais experiência, independente da sua personalidade e valores. Em uma primeira análise, essas diferenças não parecem importar tanto, mas, à medida que o tempo passa, o ambiente de trabalho pode se tornar o oposto do esperado. Lembra o que falamos de dar o exemplo? É exatamente isso.
PODE PARECER CLICHÊ, MAS CONTRATAR AQUELAS PESSOAS QUE TÊM COM BRILHO NO OLHA E ACREDITAM, DE FATO, NA MISSÃO DA SUA EMPRESA MUDA MUITA COISA.
Por isso, sempre que possível, traga para dentro da sua empresa colaboradores que pensam como líderes e que possam se desenvolver cada vez mais com base nos valores do seu negócio. É melhor ter uma pessoa em sua equipe que pode aprender do que alguém que sabe muito, mas vai totalmente contra os valores da sua empresa. Sabemos que isso não é fácil, mas, com certeza, faz toda a diferença.
Os colaboradores crescem junto com a empresa
Se a sua empresa está crescendo, seus funcionários também devem ir pelo mesmo caminho. Uma das melhores formas para fazer isso são os reconhecimentos e treinamentos. Além da valorização dos resultados apresentados pelos colaboradores, parabenizar e reconhecer as pequenas ações do dia a dia que refletem os valores e princípios do negócio é de extrema importância.
Aqui não estamos falando apenas de uma remuneração variável ao final do mês quando as metas são batidas, mas sim de um verdadeiro reconhecimento pessoal. Seja por uma conversa elogiando o trabalho que determinado colaborador está realizando ou em uma comemoração com os maiores destaques dos projetos ativos. Lembre-se: todas as suas ações devem refletir seus valores e missão até mesmo o reconhecimento dos seus colaboradores.
Valores e princípios movem pessoas. Você já pensou se seus colaboradores nutrem algum plano de carreira? Por menor que seja o seu papel dentro da empresa, ele com certeza pode fazer a diferença. Uma das melhores formas de tornar esse sentimento tangível é criando um case de alguém que cresceu dentro da sua empresa, incentivando outros funcionários a também sonharem grande.Sua empresa tem que ter visão e missão, algo para mover os funcionários. Para ajudar com isso, você pode criar mecanismos de treinamento e seleção que ajudem as pessoas a saírem do bridge e ter um papo sobre gestão de pessoas ou técnica de gestão. E não estamos falando de extensos cursos, reuniões semanais podem ser uma ótima alternativa.Uma empresa é feita por colaboradores. Por mais que qualquer tipo de negócio precise de clientes para crescer cada vez mais, são os funcionários que movem todos os mecanismos dentro da organização e carregam a sua essência para fora do mundo corporativo.
Endeavor

Os 5 maiores desafios dos empreendedores

Não é nenhum segredo: todo empreendedor, seja ele grande ou pequeno, enfrenta uma sequência interminável de desafios em seus negócios quase que diariamente. E Se você acha que por serem donos do seu próprio negócio os empreendedores conseguem parar e desfrutar do seu tempo, o cenário não é bem esse.
Quando parece que as coisas estão caminhando com a gestão de pessoas, surge uma crise financeira.
A má notícia – confirmada na pesquisa – é que a grande maioria dos empreendedores relataram ter desafios em diversas áreas. Mas não se desanime, também temos uma boa notícia: independentemente do perfil do empreendedor, as mesmas categorias de desafios costumam ficar nas primeiras posições. E por que isso seria uma boa notícia?
Porque uma dor compartilhada pode ser sinal de troca de conhecimento e cooperação! Você já reparou em como as pessoas sempre têm um bom conselho para oferecer quando já passaram por situações parecidas com a sua? Com os empreendedores não é diferente.Saber que o empreendedor ao lado também sofre com os mesmos desafios pode estimular a troca de boas práticas. Para as organizações de apoio ao empreendedor, é possível dar mais foco para ações que ataquem os principais desafios apontados no estudo, o que aumentaria o alcance desses programas.
Enfim, vamos ao que interessa: veja cinco dos dez desafios identificados pelo estudo:
1. Gestão de pessoas
Pessoas são consideradas o maior ativo que uma empresa pode ter. Não é à toa que gestão de pessoas teve nota 6,7 – numa escala de 1 a 10. Foi a maior média de dor entre o grupo de Empreendedores Gerais da pesquisa, segmento que representa a grande maioria dos empreendedores brasileiros.
Além desse grupo, todos os outros perfis classificaram esse desafio como o mais dolorido, inclusive os Empreendedores de Alto Impacto, o grupo que cresce mais e por mais tempo em todo o estudo, atribuiu uma nota 7,4 para esse desafio. Como você pode ver, até mesmo aqueles negócios que crescem continuamente enfrentam desafios na hora de liderar seus times.
Dentro de gestão de pessoas, a principal dificuldade apontada pelos empreendedores está na formação de lideranças para a empresa. E, pode parecer contraditório, mas quando perguntados sobre as boas práticas de gestão aplicadas no dia a dia do negócio, os empreendedores, dentre 11 opções, citaram “ações de desenvolvimento de lideranças” como a segunda ação menos utilizada nas suas empresas.
A formação de lideranças é um ponto fundamental para qualquer negócio. Sem bons líderes, a empresa não consegue ir para frente e acaba andando em círculos. Para que esse desafio seja superado, será preciso investir mais em ações voltadas para o desenvolvimento de líderes.
2. Gestão financeira
Se falar em finanças já é complicado, em ano de crise fazer a gestão financeira da empresa se torna um desafio ainda maior para os empreendedores. Talvez esse cenário seja uma ótima forma de explicar as notas praticamente iguais, e altas, atribuídas pelos grupos pesquisados. Mais uma vez, o grupo de Alto Impacto foi o que deu a maior nota, com uma média de 6,6.
Um outro fator que nos faz ver a influência da crise nesse indicador está no fato de que, entre os Empreendedores Gerais que responderam sobre desafios de gestão financeira, 48% apontam que os custos da empresa estão aumentando acima da receita, um sinal da pressão da inflação dos últimos tempos.
3. Burocracia (Jurídico e regulação)
A burocracia também aparece no pódio das maiores dores dos empreendedores, mas, bem, nenhuma grande novidade até aí. O que nos chama a atenção é que os Empreendedores Gerais deram uma nota média de dor (6,5) para esse desafio, contra 5,6 do grupo de Alto Impacto.
Na verdade, o grupo de Empreendedores Gerais está decrescendo, em média, 16,8% em número de funcionários nos últimos três anos, enquanto o grupo de Alto Impacto cresceu, em média, 39% ao ano, nos últimos cinco anos, em faturamento. Em outras palavras, empreendedores que estão crescendo mais focam em outros desafios da empresa que vão além da burocracia, como, por exemplo, aqueles ligados à expansão do negócio.
O maior obstáculo apontado pelos Empreendedores Gerais dentro da área Jurídica e de Regulação está nos impostos. Entre os respondentes dessa categoria, 60% avaliaram o desafio como “extremo”, com respostas 9 e 10 para a média da dor para impostos.
4. Inovação
O desenvolvimento de novos produtos e serviços é a maior barreira de inovação identificada segundo os Empreendedores Gerais. O grupo que mais sente dor em inovação são os de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), com uma média de 6,4.
Os empreendedores do setor TIC, inclusive, possuem um capítulo especial focado nos desafios do setor no relatório da pesquisa. Realizado com o apoio da JPMorgan Chase Foundation, o capítulo mostra que as empresas do setor com maior potencial de crescimento estão privilegiando cada vez mais a promoção de profissionais que resolvam problemas de forma mais inovadora e dinâmica.
5. Marketing e vendas
Empreendedores de Alto Impacto são os que mais se preocupam com desafios ligados a marketing e vendas. Na verdade, um em cada cinco classifica esse como o maior desafio da sua empresa. Quando observando os sub-desafios que os Empreendedores Gerais mais destacaram, o cenário já é um pouco diferente: a satisfação do cliente aparece como o principal ponto de atenção deles, seguido do trabalho de divulgação. Isso demonstra que os maiores sub-desafios estão ligados a retenção e geração de novos clientes.
Endeavor

Veja 7 maneiras de lidar com colegas de trabalho irritantes

Se você frequenta um ambiente de trabalho que tolera comportamentos ofensivos, talvez seja um sinal de que é hora de mudar para um lugar que esteja de acordo com os seus valores
A maioria das pessoas não são irritantes de propósito, mas é importante que descubramos como lidar com elas pessoas no dia a dia. Você pode não conseguir controlar a maneira como as outras pessoas se comportam, mas pode tomar o controle da situação e melhorar o clima no ambiente de trabalho com algumas dicas simples.
Veja as sugestões do empreendedor e colunista da Inc. Magazine Kevin Daum.
Confronte-as-É possível que as pessoas não saibam que estão fazendo algo irritante? Sim. Nem todas se conhecem bem. E é possível que as coisas que elas fazem e irritam você, não sejam irritantes para os outros, especialmente para elas próprias. Se umas dessas pessoas está relamente atrapalhando você, convide-a para tomar um café e ter uma conversa franca. Tente não julgá-la. De maneira gentil e objetiva, diga como o comportamento dele está impactando você. Sugira soluções possíveis que não a ofendam. Ela pode decidir odiá-lo, mas pelo menos, vai passar a evitá-lo e consequentemente você não sofrerá mais com a presença dela.
Entenda-as-Você pode tentar conhecer a pessoa e descobrir quais são os motivos que a levam a apresentar um comportamento tão reprovável. Pode ser que após conhecer sua história, você se torne mais tolerante, e o comportamento que tanto te irritava não te perturbe como antes.
Ajude-as -Considere ajudá-las a mudar de comportamento. Se elas estiverem dispostas a mudar, vão permitir que você lhes dê algum feedback.
Evite-as -Quando essas pessoas continuam sem perceber que estão prejudicando as outras, o melhor que você pode fazer é manter distância delas. Mude sua mesa de lugar e evite tê-las na sua equipe. Se ainda assim, elas não entenderem a mensagem, você não terá que vê-las ou ouvi-las.
Ignore-as -É para isso que os fones de ouvido foram criados. Se você não conseguir persuadi-las a mudar de comportamento, você terá que encontrar maneiras de impedir que elas invadam seu espaço. Use som e atividades para redirecionar sua atenção para coisas que te fazem feliz e te deixam em paz.
Expulse-as -Se alguém é realmente prejudicial à saúde da equipe então talvez seja o caso de tomar algumas medidas drásticas. Você pode conversar com o seu gestor para tentar transferir o funcionário para outro setor, ou ajudá-lo a desenvolver a carreira em outro lugar.
Deixe-as -Ninguém merece ter uma vida miserável no trabalho dia após dia. Se você frequenta um ambiente de trabalho que tolera comportamentos ofensivos, talvez seja um sinal de que é hora de mudar para um lugar que esteja de acordo com os seus valores.
Brasil Econômico

Saiba as diferenças entre um empreendedor e um empresário de sucesso

Qualquer pessoa pode ser um empresário, basta uma ideia na cabeça e iniciativa para empreender. Porém, não é uma tarefa fácil, aqui no Brasil devido a alta carga tributária muitas empresas fecham antes de completar 2 anos.
Uma ideia só não basta, tem que ter um planejamento e um modelo de negócios viáveis. André Rocha, atualmente CEO da Agroshop, lidera o mercado de ferramentas para o agronegócio há anos. Recentemente incorporou um concorrente em seu portfólio, e está prestes a expandir a sua empresa com uma sede nos Estados Unidos.
Confira algumas dicas, que segundo André Rocha, fazem a diferença entre ser um empreendedor de um empresário de sucesso.
Educação-Se pretende se tornar um empresário, pense em sua educação. Ele pode te trazer teorias boas de pessoas que já chegaram no topo. Áreas como gestão, administração e marketing são uma boa opção. Arranje um Mentor-Nem sempre uma escola ou faculdade são suficientes. Arranje alguém que te mostre na prática o caminho para o sucesso. Ele lhe dará palpites e conselhos que podem ser de grande valia.
Defina suas prioridades e otimize o seu tempo-Não adianta querer abraçar o mundo. Defina as suas prioridades, não centralize tudo em você, e ache funcionários compatíveis com as vagas. Isso lhe trará tempo para você fazer o que sabe de melhor.
Assuma sempre a responsabilidade-E mostre que além do problema, você também tem a solução.
Não faça tudo sozinho-Contrate funcionários e conte com parceiros especializados no que você precisa. Em certas situações eles saberão melhor do que você o que tem que ser feito.
Siga os seus sonhos-Não desista por que algo deu errado, aprenda com eles, e tente fazer melhor da próxima vez. Ninguém falou que seria fácil.
Sempre ouça-Independente de quem for falar sempre ouça. Se você julgar que aquilo não faz parte da missão e visão da empresa apenas ignore. Guarde os bons conselhos.
Planeje o futuro-Nem sempre a empresa vai caminhar do jeito que você imagina e isso pode trazer rumos diferentes. Fique preparado e tenha sempre um lado B para você conseguir enfrentar as dificuldades. Imaginar como sua empresa vai estar daqui a 5 anos é essencial.
Ainda segundo André Rocha, quem quer ser empresário tem que sair da zona de conforto. “Você pode não ter patrões, mas vai ter clientes tão exigentes quanto. Prepare-se, pois são eles que vão ajudar a você pagar as suas contas”, completa.
Qualquer pessoa pode ser um empresário, basta uma ideia na cabeça e iniciativa para empreender. Porém, não é uma tarefa fácil, aqui no Brasil devido a alta carga tributária muitas empresas fecham antes de completar 2 anos.
SEGS

MEI e o fisco

Os 5,7 milhões de microempreendedores individuais (MEI) precisam estar atentos às mudanças do recolhimento de contribuição para 2016. A partir deste ano, os boletos de pagamento não serão mais enviados ao endereço do MEI e devem ser retirados diretamente na internet, através do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).
Outra novidade é o reajuste no valor da contribuição mensal devido ao aumento do salário mínimo nacional.
Para a Fenacon, buscar orientações sobre as mudanças ajuda a evitar inadimplência.
Portal Contábil

Atitudes que todo empreendedor deve ter para prosperar nos negócios

O empreendedorismo faz parte da cultura brasileira. Segunda pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor feita em 2014, metade dos brasileiros acredita que tem as habilidades necessárias para empreender e 55% percebem boas oportunidades de abrir seu próprio negócio. Para 61% das pessoas, o medo de falhar não é motivo para não empreender.
“O empreendedor tem que acompanhar o planejamento e direcioná-lo para os objetivos e metas do negócio”, afirma Daniela Manzine, consultora do Sebrae (SP)
Daniela Ribeiro Manzine, consultora do Sebrae-SP, aponta como principal desafio dos empreendedores a dificuldade em montar um planejamento para o negócio.
“É muito comum terceirizarem a culpa para o governo ou os impostos. O real problema é a dificuldade dessas pessoas de montarem um planejamento estratégico, falta conhecimento”, comenta Daniela.
Segundo Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, além da dificuldade de planejar, os empreendedores enfrentam outros problemas. “Saber desenvolver uma equipe com o perfil certo para o negócio e ser capaz de se adaptar às movimentações do mercado são, junto à dificuldade de obter o capital inicial, grandes barreiras”, afirma.
Entre as qualidades que um empreendedor deve alimentar, Celso destaca a flexibilidade nas decisões e a resiliência. “Além disso, é preciso ter sintonia com o mercado e tomar decisões arrojadas”, completa.
Daniela dá algumas dicas para que o empreendedor consiga enfrentar os desafios e evitar a morte prematura de seu negócio. Confira abaixo:
1 – Obter informações – “É preciso pesquisar tudo sobre o mercado, possíveis clientes, fornecedores e concorrentes”, aconselha a consultora. Além disso, ela entende que o empreendedor precisa saber filtrar as informações e reconhecer o que é útil ou não para sua ideia.
2 – Fazer escolhas – Faz parte do ato de empreender, sempre baseado nas informações que o empresário obteve. “Saber escolher onde abrir e como abrir seu negócio é fundamental para que a empresa não nasça com os dias contados” diz a consultora.
3 – Identificar oportunidades – Saber quando é preciso mudar o rumo da empresa e quando se pode investir em novas ondas do mercado também é importante de acordo com a consultora.
4 – Saber arriscar – Calcular os riscos e se arriscar sempre tomando decisões em cima das informações que tem. “Assumir um risco desinformado é correr perigo de fechar o negócio”, alerta.
5 – Planejar – esse é o ponto mais importante, segundo Daniela. Estruturar todo o negócio e ter claro os desafios e objetivos é essencial. “O empreendedor tem que acompanhar o planejamento e direcioná-lo para os objetivos e metas do negócio”, afirma.
6 – Eficiência-Tão importante quanto a qualidade é a eficiência em produzir. Segundo a consultora do Sebrae, não adianta priorizar a qualidade e esquecer que é preciso ganhar dinheiro.
7 – Ser persuasivo-Convencer os outros de que seu negócio é bom e merece apoio é um dos pontos levantados por Daniela. “O sucesso do negócio depende muito de se ter uma boa rede de contatos”, finaliza.

Dicas para se tornar um empreendedor mais confiante

Não é fácil ser um empreendedor. São muitos desafios, contas a pagar, chances razoáveis de fracassar e pouco tempo para cuidar do trabalho e da vida pessoal. Mas muita gente enfrenta esse prognóstico não muito animador e consegue se dar bem. Conquistam o sucesso por não deixarem de lado um valor muito importante: aconfiança.
A opinião é de Kim Lachance Shandrow, uma especialista em motivação americana. Em artigo publicado no site da revista “Entrepreneur”, Kim listou algumas dicas para que você acredite mais em si mesmo e realize seus sonhos. Confira:
A opinião é de Kim Lachance Shandrow, uma especialista em motivação americana. Em artigo publicado no site da revista “Entrepreneur”, Kim listou algumas dicas para que você acredite mais em si mesmo e realize seus sonhos. Confira:
1. Você pode aprender a ser confiante
Há pessoas que, desde que nasceram, acreditaram em seu potencial e que tudo daria certo em suas vidas. Kim afirma, no entanto, que você todos têm condições de se tornar uma pessoa mais confiante. Você pode, por exemplo, parar de dar tanta atenção a pensamentos negativos.
Assim que eles aparecerem, force-se a deixá-los de lado. Pense no que pode acontecer de melhor. Esse exercício fará com que, eventualmente, você se torne mais otimista e, consequentemente, mais confiante.
2. Use listas de tarefas para se motivar
Criar listas das suas tarefas diárias é uma dica bastante comum. A especialista afirma que essa prática não serve apenas para não se esquecer do que fazer. Ela também é útil para que você, sempre que riscar uma tarefa de sua lista, sinta-se mais confiante de que seu dia dará certo.
3. Perca a timidez
A falta de confiança é muitas vezes ligada àtimidez. Para ser um pouco mais extrovertido, a dica de Kim é “puxar assunto” com pessoas que não vão te prejudicar muito caso você fale alguma besteira. Converse sobre temas triviais, como o clima e seu time de futebol, com o garçom do bar e com o operador de caixa do mercado, por exemplo.
4. Foque na linguagem corporal
Não basta apenas falar com estranhos se, enquanto isso, você estiver com a postura de um robô. Afaste seus braços do tronco, esforce-se para olhar nos olhos de seu interlocutor e sempre sorria, de acordo com Kim.
5. Viaje sozinho
Para ser mais confiante, é preciso ter menos medo. E explorar um lugar desconhecido sem ninguém por perto é um exercício interessante para isso, já que a vontade de conhecer uma cidade nova provavelmente será maior do que o medo de andar sozinho. Além disso, você terá que interagir com pessoas para se locomover e se alimentar, o que também contribui para diminuir a timidez.
6. Exercite-se
O objetivo principal da atividade física deve ser sempre o de ter mais saúde. Mas a falta de confiança das pessoas pode ter relação com a insatisfação com o corpo, segundo a especialista. Ao se exercitar e ver os resultados de seu esforço, você se sentirá mais feliz consigo mesmo.
7. Teste seus limites
Busque ser uma pessoa melhor. Se você acha que tem defeitos, trabalhe para corrigi-los. Se quer ser mais produtivo, tente trabalhar mais rápido. Desejasaltar de paraquedas? Faça isso. Ao superar essas barreiras, você se sentirá mais confiante. E essa euforia te fará bem em todos os aspectos de sua vida.
PEGN