Emocional

Fim de ano: hora de deixar para trás as frustrações e vislumbrar novas estratégias

O fim do ano se aproximando, para muitos é momento de renovação e alegrias. As luzes natalinas trazem consigo o símbolo do renascimento. É hora de agradecer as conquistas ou simplesmente o fato de que vivemos mais um ano.
Essas datas comemorativas despertam na maioria das pessoas o desejo de mudança e de realização. Um novo ano se inicia e com ele as promessas em relação a transformar sonhos em realidades. Isso se dá por vários fatores, entre eles está o fato que nesses momentos estamos bastante reflexivos e envolvidos num estado emocional de grande expectativa e esperança.
Porém, nem todas as pessoas têm esse sentimento festivo no fim do ano. Muitos não gostam dessas datas, já que as mesmas remetem a alguma lembrança dolorosa do passado. Outros sentem saudades daqueles que não estão mais presentes. Outros ainda se sentem frustrados por tantas promessas que ficaram no meio do caminho.
Quando empolgados fazemos listas enormes de desejos. Prometemos que vamos ganhar mais dinheiro, mudar de emprego, emagrecer, comprar uma casa, casar, ser um pai melhor, um filho mais dedicado etc. São muitas promessas, todas misturadas e sem prazos definidos. Queremos agora!O querer infantil, sem um plano detalhado, não permite tempo necessário entre o plantio e a colheita. É aí que entra em cena mais uma vez o fator frustração. Passada a empolgação dos primeiros quinze dias de janeiro, temos que lidar com a realidade de muitos afazeres e ainda assimilar os novos desafios. Sem organização e persistência, desistimos. Felizmente algumas pessoas conseguem levar os seus objetivos até o fim e têm o prazer de comemorar a vitória. Mas, por que a maioria para no meio do caminho?
Fazer a lista do que se quer é fácil, toma pouco tempo e exige o mínimo esforço. No entanto, colocar em p até chegar no resultado desejado é um trabalho árduo, que exige dedicação e muitas vezes sacrifícios.Para colocar um plano em ação é preciso muito mais do que palavras no papel. É necessário comprometimento e um real valor agregado, capaz de nos impulsionar todas as vezes que sentimos vontade de desistir.
É importante saber o que queremos e, principalmente, o que verdadeiramente nos motiva a conseguir. Qual é o propósito por trás do objetivo desejado. Sabendo exatamente o porquê se quer, o próximo e mais importante passo é agir. Sem atitude o sonhador viverá numa eterna utopia. Para agir é fundamental ter sabedoria e conhecimento para colocar o plano de ação numa ordem correta e organizada, como num game, que o primeiro passo leva ao seguinte e assim sucessivamente. É na ação específica que conseguimos progredir na direção do que queremos.
Algumas vezes dizemos para nós mesmos que queremos muito alguma coisa, mas não estamos dispostos a fazer o necessário para conseguir. Outras vezes temos um desejo fraco, sem alma, esses também não se sustentam.Para agir é preciso saber o que fazer. Quando imaginamos uma meta muito grandiosa, ela pode parecer assustadora, fazendo com que nem comecemos, deixando o propósito no meio do caminho. São as minimetas que fazem com que algo grandioso aconteça.
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Como negociar quando você está em desvantagem

Nem sempre entramos em uma negociação com as mesmas vantagens da outra parte. Seja porque o outro lado tem motivações desconhecidas ou tem noções preconcebidas sobre o nosso lado, podemos ficar em uma posição de desvantagem. “Às vezes, não é fácil saber se voc6e está em uma negociação justa, ou você acredita que precisa negociar mesmo quando sabe não sairá com um tratamento justo”, afirma matéria da Fast Company sobre o assunto. A publicação fez uma lista de sete passos que podem ajudar aqueles que entram em uma negociação já em desvantagem, que adaptamos abaixo:
Seja um detetive
Antes de começar a negociar, pesquise tudo o que puder sobre a pessoa, entidade, situação, e possível oferta, afirma o psicólogo Jerry D. Smith, que tem experiência em situações de crise e de reféns. Ele aconselha que você reúna o máximo de informações que puder, para estar bem informado durante a negociação. Dessa forma, você não será pego de surpresa e poderá perceber se a outra parte for injusta ou desonesta, afirma Smith. “Use o conhecimento que você tem a respeito da situação para pensar nas diferentes direções que a negociação pode tomar e as objeções que a outra parte pode ter”, afirma o artigo.
Tire vantagem dos estereótipos
Se você estiver em desvantagem por causa de algum estereótipo, pode aproveitar isso, afirma a coach de carreira Avery Blank. “Se, por exemplo, você for uma pessoa jovem que é percebida como inexperiente ou despreparada, prove o contrário. Quando você supera noções preconcebidas, você surpreende as pessoas e pode ganhar vantagem”, explica Avery.
Escute atentamente
Quando você escuta com atenção, você se envolve completamente com o que a outra pessoa está dizendo, em vez de apenas esperar sua vez de falar. Isso pode ajudar a criar uma conexão na negociação, além de deixar as pessoas mais confortáveis.
“Geralmente, quando indivíduos ou grupos se envolvem em um processo abusivo de negociação, eles estão com medo de alguma coisa. Eles se preocupam acreditando que suas necessidades não serão atendidas, então descobrir que aspectos são esses, escutando as emoções por trás da linguagem, pode ajudar a revelar quais as motivações da outra parte”, afirma o psicólogo.
Faça perguntas abertas
Para prolongar a conversa e a comunicação, evite fazer perguntas que podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”. Perguntas abertas pedem respostas maiores e podem revelar mais informações durante a negociação, afirma Barry Goldman, professor da Universidade do Arizona. Se você pergunta, por exemplo “Receberei os mesmos benefícios que outras pessoas recebem nessa posição?”, você pode ganhar um sim ou não. Mas se voc6e pergunta “O que está incluído no meu pacote de benefícios?” você reduz suas chances de receber respostas curtas ou ilusórias.
Mantenha as emoções sob controle
Entre em uma negociação com a certeza de que ambas partes estão procurando agir de forma lógica, e não emocional, é essencial, afirma o psicólogo Jerry Smith. Se você perceber que este não é o caso, tente ajudar a outra parte e agir dessa forma. “Ficar desnecessariamente estressado ou emocional ou apontar erros de forma brusca pode atrapalhar os esforços”, diz Smith.
Saiba qual o seu limite
Peça o que você deseja, mas lembre-se de qual o seu limite. “Saber o máximo que você pagaria por algo ou o mínimo que você aceitaria em um emprego o ajudará a saber qual é o momento de sair da negociação”, afirma a consultora de negócios Jennifer Martin. Segundo ela, “pausar” uma negociação injusta dá a chance de começar de novo e tentar algo melhor.
Lembre-se do botão “reset”
Se você sente que a negociação está piorando e que você realmente está sendo tratado injustamente, use o “botão reset”, aconselha a coach Avery Blank. Peça para recomeçar a negociação em outro horário ou local, ou peça tempo para que cada lado possa refletir e buscar novas informações. “Você sempre tem mais controle do que acredita”, afirma Blank.
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Engajamento de equipe é a chave para o sucesso da empresa

Empresas que conseguem manter uma equipe realmente engajada são capazes alcançar inúmeros benefícios para um negócio. Afinal, a produtividade aumenta consideravelmente, pois os funcionários se sentem motivados e se esforçam para atingir os objetivos e metas da empresa. Sem falar dos clientes, que percebem a dedicação e o cuidado no trabalho e, dessa forma, acabam sendo fidelizados.
Porém, muitos não sabem como trabalhar efetivamente o engajamento de uma equipe. Enquanto vários empresários pensam que a satisfação dos funcionários é a grande responsável pela motivação da equipe, a verdade é outra: colaboradores satisfeitos nem sempre estão motivados. O verdadeiro engajamento vai além da identificação do funcionário com a empresa, seus relacionamentos, salário, bônus ou prêmios.
Mais do que satisfeita, uma equipe engajada tem funcionários que compreendem fazer parte de algo maior, com objetivos comuns que devem ser atingidos. Eles têm papéis bem definidos com metas específicas e perspectiva de crescimento constante. Evidentemente, são capazes de desenvolver ideias e projetos com autonomia e responsabilidade.
Em meio aos ensinamentos de Abraham Maslow, renomado psicólogo americano, é possível avançar ainda mais nesta ideia, para o conceito de uma equipe inspirada. A diferença em ter colaboradores satisfeitos, engajados e inspirados está na forma como estes lidam com os desafios da empresa. Colaboradores satisfeitos irão falar sobre estes desafios. Os engajados irão buscar forma de superá-los. Enquanto os inspirados irão simplesmente atropelar qualquer desafio que aparecer em sua frente.
Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa da Bain & Company em conjunto com a Economist Intelligence Unit, os colaboradores engajados são quase 50% mais produtivos que os satisfeitos, e os inspirados mais do que o dobro.
No atual momento do mundo corporativo, a busca pelo engajamento é a filosofia que muitas empresas buscam incorporar para alcançar resultados constantes e concretos. As atividades de trabalho já não são mais rotineiras, imutáveis e repetitivas. Muito pelo contrário, o mercado de trabalho exige profissionais dinâmicos, criativos e com visão sistêmica.
E a verdade é que isso não pode mesmo ser construído apenas com incentivos e bons salários. Hoje, é necessário que os profissionais realizem tarefas com propósito e significado, identificando assim, um vínculo com o trabalho e a organização.
As práticas que fazem com que as empresas consigam criar engajamento nas equipes envolve um processo de amadurecimento do profissional e de reconhecimento por mérito. Engajamento não é alcançado com dinheiro ou treinamentos. E por isso, é uma das questões que mais afligem as empresas nos dias de hoje: saber como tornar seus colaboradores mais engajados e comprometidos com o negócio.
Dados do Instituto Gallup mostram que, na América Latina, menos de 30% dos empregados estão engajados em seu trabalho. E já não resta mais dúvidas de como isso impacta expressivamente a produtividade e a lucratividade das empresas.
Para aumentar o nível de engajamento dos colaboradores é necessário compreender o que motiva as pessoas, com consequência direta em sua performance. Um trabalho conduzido pelos professores Edward Deci e Richard Ryan, da Universidade de Rochester, destaca os principais motivos pelos quais as pessoas trabalham.
Com essas informações é possível concluir que as empresas com cultura de alta performance são, basicamente, aquelas que maximizam a diversão, o propósito e o potencial percebidos por seus colaboradores, e minimizam a pressão emocional, a pressão econômica e a inércia dentro das empresas.
​Uma cultura de alta performance não é fácil de ser construída e, por esta razão, é uma vantagem competitiva tão poderosa. As organizações que conseguem construir grandes culturas que motivam, engajam e inspiram seus colaboradores são capazes de enfrentar as demandas deste mercado.
Empresas que conseguem manter uma equipe realmente engajada são capazes alcançar inúmeros benefícios para um negócio. Afinal, a produtividade aumenta consideravelmente, pois os funcionários se sentem motivados e se esforçam para atingir os objetivos e metas da empresa. Sem falar dos clientes, que percebem a dedicação e o cuidado no trabalho e, dessa forma, acabam sendo fidelizados.
Porém, muitos não sabem como trabalhar efetivamente o engajamento de uma equipe. Enquanto vários empresários pensam que a satisfação dos funcionários é a grande responsável pela motivação da equipe, a verdade é outra: colaboradores satisfeitos nem sempre estão motivados. O verdadeiro engajamento vai além da identificação do funcionário com a empresa, seus relacionamentos, salário, bônus ou prêmios.
Mais do que satisfeita, uma equipe engajada tem funcionários que compreendem fazer parte de algo maior, com objetivos comuns que devem ser atingidos. Eles têm papéis bem definidos com metas específicas e perspectiva de crescimento constante. Evidentemente, são capazes de desenvolver ideias e projetos com autonomia e responsabilidade.
Em meio aos ensinamentos de Abraham Maslow, renomado psicólogo americano, é possível avançar ainda mais nesta ideia, para o conceito de uma equipe inspirada. A diferença em ter colaboradores satisfeitos, engajados e inspirados está na forma como estes lidam com os desafios da empresa. Colaboradores satisfeitos irão falar sobre estes desafios. Os engajados irão buscar forma de superá-los. Enquanto os inspirados irão simplesmente atropelar qualquer desafio que aparecer em sua frente.
Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa da Bain & Company em conjunto com a Economist Intelligence Unit, os colaboradores engajados são quase 50% mais produtivos que os satisfeitos, e os inspirados mais do que o dobro.
No atual momento do mundo corporativo, a busca pelo engajamento é a filosofia que muitas empresas buscam incorporar para alcançar resultados constantes e concretos. As atividades de trabalho já não são mais rotineiras, imutáveis e repetitivas. Muito pelo contrário, o mercado de trabalho exige profissionais dinâmicos, criativos e com visão sistêmica.
E a verdade é que isso não pode mesmo ser construído apenas com incentivos e bons salários. Hoje, é necessário que os profissionais realizem tarefas com propósito e significado, identificando assim, um vínculo com o trabalho e a organização.
As práticas que fazem com que as empresas consigam criar engajamento nas equipes envolve um processo de amadurecimento do profissional e de reconhecimento por mérito. Engajamento não é alcançado com dinheiro ou treinamentos. E por isso, é uma das questões que mais afligem as empresas nos dias de hoje: saber como tornar seus colaboradores mais engajados e comprometidos com o negócio.
Dados do Instituto Gallup mostram que, na América Latina, menos de 30% dos empregados estão engajados em seu trabalho. E já não resta mais dúvidas de como isso impacta expressivamente a produtividade e a lucratividade das empresas.
Para aumentar o nível de engajamento dos colaboradores é necessário compreender o que motiva as pessoas, com consequência direta em sua performance. Um trabalho conduzido pelos professores Edward Deci e Richard Ryan, da Universidade de Rochester, destaca os principais motivos pelos quais as pessoas trabalham.
Com essas informações é possível concluir que as empresas com cultura de alta performance são, basicamente, aquelas que maximizam a diversão, o propósito e o potencial percebidos por seus colaboradores, e minimizam a pressão emocional, a pressão econômica e a inércia dentro das empresas.
​Uma cultura de alta performance não é fácil de ser construída e, por esta razão, é uma vantagem competitiva tão poderosa. As organizações que conseguem construir grandes culturas que motivam, engajam e inspiram seus colaboradores são capazes de enfrentar as demandas deste mercado.
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Como a inteligência emocional reflete no ambiente de trabalho

Por anos, a habilidade intelectual e os conhecimentos técnicos eram características que a maioria dos empregadores procurava nos candidatos durante o processo de seleção. A crença comum era a de que como o mundo dos negócios exige racionalidade e pensamento crítico, não havia espaço para emoção ou personalidade. Ainda assim, a crescente literatura em torno do assunto sugere que há uma priorização de profissionais com um alto nível de inteligência emocional.
Vários estudos já mostraram que profissionais com pouca inteligência emocional – aqueles caracterizados pela rudeza nos relacionamentos e pouco controle sobre seu humor e emoções, por exemplo, têm impacto sobre os colegas e a organização como um todo. Algumas pesquisas, por exemplo, mostram que cerca de dois terços das pessoas prefere evitar o contato com esses profissionais.
Mas afinal, o que é inteligência emocional? Muitos consideram que a inteligência emocional, é o outro lado da moeda do QI, ou Quociente Intelectual. Não é suficiente mostrar uma forte competência em apenas uma dessas medidas – ao contrário, os melhores candidatos devem ter um bom equilíbrio entre ambos.
E o que é, exatamente, a inteligência emocional? Em resumo, o Q.E. que é a medida da Inteligência Emocional, isto é, a capacidade de uma pessoa ler, interpretar e responder às emoções, tanto as suas próprias quanto às dos outros. Pessoas com um alto nível geral de inteligência emocional são hábeis para perceber, controlar e compartilhar as emoções. E essa capacidade geral pode ser detalhada ou aprofundada em seis componentes do QE – os intrapessoais: o autoconhecimento, a autoregulação e a percepção das próprias emoções e os interpessoais: a expressão, empatia e influência sobre os estados emocionais dos outros.
Esta competência emocional contribui significativamente para se criar um ambiente de colaboração e trabalho em equipe, que é crucial para qualquer organização. Profissionais com inteligência emocional têm mais facilidade para interagir de forma positiva em um grupo, não importa o quão diversificado seja o perfil dos outros membros do time.
O alinhamento para o maior grau de interdependência e complementaridade de uma equipe são ingredientes essenciais para que possa atingir harmonia nas relações e alta performance, em torno de um objetivo comum. Isso só é possível quando habilidades de comunicação interpessoal, empatia e de negociação estão presentes. Estas habilidades são direta e significativamente influenciadas pelo Quociente Emocional dos membros da equipe.
Para a liderança, a inteligência emocional é fundamental. Várias organizações, aliás, há muito tempo, já não selecionam seus gestores com base somente nos conhecimentos e experiências profissionais. Na era da inteligência emocional, os melhores líderes devem usar suas habilidades para gerenciar pessoas de origens multiculturais e multigeracionais – e a inteligência emocional é chave para isso.
Mas afinal, a inteligência emocional pode ser desenvolvida? Não há dúvida de que sim, é possível desenvolvê-la. E há várias ferramentas para isso – desde as avaliações mais modernas de personalidade, que “medem”o nível de inteligência emocional – ponto de partida que possibilita ao indivíduo conhecer quais componentes da Inteligência Emocional ele ou ela deve desenvolver, até processos muito difundidos no presente como o coaching, por meio do qual, a pessoa busca e pratica formas de comportamento diferentes para se desempenhar melhor em suas interações com subordinados, chefes e pares. Já é muito conhecida aquela máxima que se popularizou a partir de resultados concretos de pesquisas de clima e engajamento de colaboradores – as pessoas não deixam as organizações, elas deixam os chefes. Muito provavelmente, se formos medir o grau de QE dos chefes “afugentadores” de talentos, vamos encontrar “ignorantes emocionais”.
Por este motivo nunca é demais ressaltar: se você quer ter uma empresa saudável, não apenas financeiramente, mas também em termos de clima organizacional, está mais do que na hora de pensar em conhecer o nível de inteligência emocional de seus gestores pois a era dos chefes-primatas que entregavam resultados às custas de gritos e assédio moral definitivamente acabou.
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