Comunicação

Dicas para empreender em 2017

O novo ano está chegando e com ele a expectativa de uma economia estabilizada e um ambiente favorável para empreender. Pensando nisso, reunimos dicas de negócios, de sete empreendedores de diversos setores para o ano que está por vir.
1. Entenda o seu mercado
A crise fez com que os brasileiros consumissem de forma mais consciente, especialmente os itens não essenciais. Consequentemente, o consumidor ficou mais atentos às promoções como forma de manter os hábitos de de lazer e entretenimento, apesar do cenário macroeconômico adverso. Acredito que a crise econômica e política do Brasil durará ainda um tempo, mas o mercado de tecnologia tem caminhado de forma descolada da economia, mostrando importantes taxas de crescimento mesmo durante a crise. Todas as vezes que as crises surgem, há também oportunidades de negócio. Com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara, então há mais oportunidade para negócios nacionais. Mas, antes de tudo, entenda o seu mercado, diz Alex Tabor, CEO do Peixe Urbano.
2. Aproveite o “despertar” do mercado para empreender
De acordo com Tomas O’Farrell, co-fundador da Workana, plataforma de trabalho freelance que possui atuação em toda a América Latina, 2016 foi bastante impactado pelo cenário de crise, principalmente na área de investimentos, já que muitas empresas ficaram mais cautelosas e decidiram esperar as movimentações do mercado para voltarem a investir em novos negócios. Porém, segundo o executivo, o mercado já está começando a “despertar-se” da crise e ser mais ativo, o que vai impulsionar o crescimento de novas iniciativas e investimentos. Dessa forma, segundo O’Farrell, esse é um bom momento tirar sua ideia do papel.
3. Invista em soluções que, de fato, mudem a vida das pessoas
Rafael Heringer, co-fundador do Jurídico Certo, aponta que momentos de crise sempre são uma grande oportunidade para que empreendedores foquem em mercados carentes e em soluções que possam resolver problemas relevantes. O executivo ainda aponta que, em 2017, o mercado irá se comportar completamente diferente do ano de 2016, principalmente com o crescimento do índice de confiança. “Isso indica que vamos ter mais pessoas comprando e consumindo, além de mais empresas investindo, o que é um ótimo momento para quem busca empreender”, comenta Heringer.
4. Invista a longo prazo
O Zarpo, agência de viagens online focado na experiência de compra do usuário, continuará focado em desenvolver sua proposta no mercado, oferecendo uma seleção de viagens de grande qualidade com os menores preços disponíveis, assim como um atendimento especializado. “O mercado continua tendo muitas oportunidades de inovar para quem está bem estruturado e tem algum diferencial dos outros players’’, confirma Alexis Manach, co-CEO e co-fundador da startup. Para o empreendedor, a chave do sucesso está no investimento em um time forte e consolidado, além das vantagens competitivas de longo prazo. Ao investir em longo prazo, mesmo durante a crise, a empresa se tornará ainda mais forte quando o mercado voltar a melhorar.
5. Marketing é sinônimo de ROI
Para Anna Lebedeva, PR Manager Global de SEMrush, a crise influenciou o marketing digital em termos de ROI (retorno sobre o investimento) sobre o marketing em geral. “As empresas querem ter certeza de que o dinheiro que gastam com marketing traz alguns resultados mensuráveis que podem legitimar o valor gasto. É por isso que a demanda por ferramentas que podem medir todo o tipo de sucesso on-line está aumentando significativamente. Acredito que há muitas coisas relativamente novas recebendo mais atenção: 1) o streaming de vídeo ao vivo irá deslanchar conforme os usuários de mídia social exigirem mais conteúdo em tempo real. 2) Realidade Aumentada e Virtual vão mudar a forma como os marketeiros podem se envolver com os clientes e conduzir experiências para além do que é possível hoje. 3) As empresas precisarão descobrir o que um cliente quer exatamente e entregar a comunicação da maneira mais adequada para cada indivíduo numa abordagem pessoal”, conclui Anna.
6. Menos é mais
Na opinião do especialista em finanças e fundador do Kitado – plataforma gratuita e online de negociação de dívidas -, Paulo de Tarso, a crise econômica gerou incertezas e impactou negativamente em quase todos os mercados, o que refletiu na redução de investimentos e redução de custos por parte do empresariado. Por isso, na visão do especialista, é importante apostar em negócios que resolvam problemas reais, certificando que existe um público-alvo relevante e que os custos sejam adequados para as receitas esperadas. “Estamos vivenciando uma crise financeira, por isso, a minha sugestão é cuidar especialmente com a capacidade de investimentos, buscando ter capital adicional para ter fôlego e prevenir-se de problemas inesperados”.
O especialista também sugere focar na eficiência de custos para tornar o negócio viável, mesmo em momentos de crise, e que os empreendedores foquem na execução, definindo o plano anual, concentrando-se a executá-lo com excelência e disciplina. “Busque sempre se diferenciar a partir de uma proposta de valor que resolva problemas reais, ou seja, inove, inove e inove”, diz o empresário.
7. Novas ideias
Para o diretor de produtos e sócio-fundador da Alura, Paulo Silveira, tanto o mercado convencional quanto o digital sofreram com a retração de 2016. “Tecnologia e educação são dois mercados onde a crise costuma atingir por último, e este ano vimos isso acontecer”, diz. Para o empresário, a dica para o próximo ano é focar em um budget factível, evitando a possibilidade de sangrar a empresa por muito tempo. “Faça testes rápidos e baratos, pivotando caso não dê certo. Agora se faz ainda mais essencial essa matemática”, explica.
ADMINISTRADOR

Como negociar quando você está em desvantagem

Nem sempre entramos em uma negociação com as mesmas vantagens da outra parte. Seja porque o outro lado tem motivações desconhecidas ou tem noções preconcebidas sobre o nosso lado, podemos ficar em uma posição de desvantagem. “Às vezes, não é fácil saber se voc6e está em uma negociação justa, ou você acredita que precisa negociar mesmo quando sabe não sairá com um tratamento justo”, afirma matéria da Fast Company sobre o assunto. A publicação fez uma lista de sete passos que podem ajudar aqueles que entram em uma negociação já em desvantagem, que adaptamos abaixo:
Seja um detetive
Antes de começar a negociar, pesquise tudo o que puder sobre a pessoa, entidade, situação, e possível oferta, afirma o psicólogo Jerry D. Smith, que tem experiência em situações de crise e de reféns. Ele aconselha que você reúna o máximo de informações que puder, para estar bem informado durante a negociação. Dessa forma, você não será pego de surpresa e poderá perceber se a outra parte for injusta ou desonesta, afirma Smith. “Use o conhecimento que você tem a respeito da situação para pensar nas diferentes direções que a negociação pode tomar e as objeções que a outra parte pode ter”, afirma o artigo.
Tire vantagem dos estereótipos
Se você estiver em desvantagem por causa de algum estereótipo, pode aproveitar isso, afirma a coach de carreira Avery Blank. “Se, por exemplo, você for uma pessoa jovem que é percebida como inexperiente ou despreparada, prove o contrário. Quando você supera noções preconcebidas, você surpreende as pessoas e pode ganhar vantagem”, explica Avery.
Escute atentamente
Quando você escuta com atenção, você se envolve completamente com o que a outra pessoa está dizendo, em vez de apenas esperar sua vez de falar. Isso pode ajudar a criar uma conexão na negociação, além de deixar as pessoas mais confortáveis.
“Geralmente, quando indivíduos ou grupos se envolvem em um processo abusivo de negociação, eles estão com medo de alguma coisa. Eles se preocupam acreditando que suas necessidades não serão atendidas, então descobrir que aspectos são esses, escutando as emoções por trás da linguagem, pode ajudar a revelar quais as motivações da outra parte”, afirma o psicólogo.
Faça perguntas abertas
Para prolongar a conversa e a comunicação, evite fazer perguntas que podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”. Perguntas abertas pedem respostas maiores e podem revelar mais informações durante a negociação, afirma Barry Goldman, professor da Universidade do Arizona. Se você pergunta, por exemplo “Receberei os mesmos benefícios que outras pessoas recebem nessa posição?”, você pode ganhar um sim ou não. Mas se voc6e pergunta “O que está incluído no meu pacote de benefícios?” você reduz suas chances de receber respostas curtas ou ilusórias.
Mantenha as emoções sob controle
Entre em uma negociação com a certeza de que ambas partes estão procurando agir de forma lógica, e não emocional, é essencial, afirma o psicólogo Jerry Smith. Se você perceber que este não é o caso, tente ajudar a outra parte e agir dessa forma. “Ficar desnecessariamente estressado ou emocional ou apontar erros de forma brusca pode atrapalhar os esforços”, diz Smith.
Saiba qual o seu limite
Peça o que você deseja, mas lembre-se de qual o seu limite. “Saber o máximo que você pagaria por algo ou o mínimo que você aceitaria em um emprego o ajudará a saber qual é o momento de sair da negociação”, afirma a consultora de negócios Jennifer Martin. Segundo ela, “pausar” uma negociação injusta dá a chance de começar de novo e tentar algo melhor.
Lembre-se do botão “reset”
Se você sente que a negociação está piorando e que você realmente está sendo tratado injustamente, use o “botão reset”, aconselha a coach Avery Blank. Peça para recomeçar a negociação em outro horário ou local, ou peça tempo para que cada lado possa refletir e buscar novas informações. “Você sempre tem mais controle do que acredita”, afirma Blank.
Administradores

Receita confirma adiamento do prazo de entrega do eSocial

A Receita Federal do Brasil (RFB) confirmou que a data de entrega do eSocial será adiada mais uma vez. Em entrevista por e-mail ao DCI, a assessoria de comunicação do órgão disse que o atual calendário do sistema de declarações trabalhistas está sendo reavaliado e que o “novo cronograma poderá ser publicado em breve”.
A RFB não confirmou uma data, mas entidades envolvidas na construção do projeto e fonte do próprio governo estimam que o novo prazo pode ficar para janeiro de 2018, como publicado pelo DCI na edição impressa desta segunda-feira (15).
Para o órgão federal, os adiamentos não desestimulam a adequação ao sistema, pois o “eSocial está sendo construído junto às próprias empresas”. O órgão complementou que considera suficientes as campanhas de divulgação do sistema.
“As campanhas são realizadas não apenas pela RFB, mas pelos entes partícipes e têm sido empreendidas fortemente através da participação em eventos, treinamentos, entrevistas e vídeos”, defendeu.
DCI – SP

Comunicação e marca: os pontos que todo empreendedor deve saber

A grande maioria das empresas, principalmente nos seus primeiros anos de crescimento, não olha com a atenção que deveria para a comunicação e identidade de marca do negócio. Ana Couto, mentora Endeavor, empreendedora e designer, conta que mesmo o Brasil sendo a nona economia global, não temos nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
O tema é tão relevante que virou pauta de uma mentoria para os empreendedores que fazem parte do programa Braskem Labs 2016. Por mais de uma hora, Ana compartilhou seus conhecimentos e colocou os empreendedores para pensar fora da sua zona de conforto. De tudo que ela falou, alguns pontos se destacaram:
Marketing: a ponta do iceberg
Muito se ouve sobre o tão famoso marketing. Alguns acham que ele faz até milagres, mas a verdade é que se você não tiver uma marca que represente verdadeiramente a sua empresa, você tem grandes chances de morrer na praia junto com a sua ideia. E por que a marca é tão importante para uma empresa?
Simples: ela é responsável pela percepção de valor de longo prazo do seu negócio. Seus produtos e serviços podem sofrer modificações e até mesmo um reposicionamento no mercado, mas sua marca deve ser sólida. Vamos pensar na Apple.
Lá atrás, a Apple nada mais era do que uma empresa que vendia computadores para designers gráficos. Eles tinham uma proposta de valor clara, mas, com os anos, Steve Jobs percebeu que tinha um mercado muito maior a ser explorado e decidiu trabalhar seu posicionamento de uma forma um pouco diferente. Desde então, a Apple começou a fazer diversos produtos, mas a sua proposta de valor mudou pouco. O que mudou de fato foi o seu posicionamento ao se aventurar em outros mercados, mas sempre de forma consistente.
Nesse processo, a marca foi o fio condutor para que a Apple não deixasse de trazer a proposta de valor de sempre, de quando era uma empresa de computadores para designers. As cores, o design, todo o lado intangível da empresa continuou o mesmo, sendo como um fio condutor do seu propósito e proposta de valor.
Os 4 pilares para construir uma marca
Uma das dúvidas que os empreendedores levantaram foi a dificuldade em se construir uma marca forte o bastante que sobreviva a esse mercado tão feroz. Ana conta que para uma marca ser bem consolidada, a empresa precisa pensar em 4 pilares:
Diferenciação: o que eu faço que ninguém mais faz (proposta de valor);
Relevância: o quanto o meu produto ou serviço são relevantes para as pessoas. É isso que faz com que a empresa evolua constantemente;
Propriedade: o que compõe o universo da marca, como seu perfil, cores, tipografia, etc;
Consistência: o quão sólida sua marca é. Lembre-se: não é a sua marca que muda o tempo o todo, o que se adapta é o modelo de negócio.
Muitos empreendedores também fazem confusão quando falamos em marca, negócio e comunicação. Esses termos são estratégias diferentes que uma empresa pode utilizar. Para você não se confundir, aqui vão as explicações:
#Marca: é aquilo que vai puxar sua visão de valor a longo prazo. É aquilo que você constrói e que dura;
#Negócio: estratégia do seu produto. Ou seja, como você pode surpreender seus clientes, realizar a promoção da empresa etc
#Comunicação: o que faz sua empresa ser conhecida. Ela tem que reforçar seu diferencial, ou seja, sua marca.
Qual o valor da sua marca?
Qualidade é um dos primeiros adjetivos que vem a sua cabeça você quando pensa na Nike? Agora, pare e tente puxar na sua memória outra marca que te faça pensar logo de cara no mesmo adjetivo. Difícil, não é? Isso acontece porque a Nike construiu sua proposta de valor de forma tão clara que quando pensamos em outras marcas a única coisa que vem em nossas mentes é que elas são empresas que vendem tênis.
Para que a sua marca seja a próxima Nike, o primeiro passo é construir uma “plataforma”. Essa plataforma é como um código genético da sua empresa, você pode pensar nela em 3 dimensões:
I. Proposta de valor
A proposta de valor nada mais é do que sua essência. A da Coca-Cola são “momentos felizes”, da Apple é o desafio do status quo. E a da sua empresa, qual seria? Vale lembrar que essa construção é algo eterno que não acaba de um dia para o outro. Nessa hora você também define os pilares racionais e emocionais que quer trabalhar na sua marca. Em resumo, isso é seu DNA, é como a marca nasceu e quer ser vista.
II. Posicionamento
É nessa camada que você pensa no seu público-alvo, quem são as referências do setor, o que eles estão fazendo e por aí vai. Depois de ter todos esses dados, é hora de definir seu diferencial e sprint ou, em outras palavras, o que faz da sua empresa única.
Em alguns casos, esse posicionamento de marca pode ser de médio prazo. Tudo isso vai ser ditado pelo mercado que seu negócio está inserido, já que o posicionamento serve para te colocar ao lado dos seus concorrentes. Se você atua no setor de tecnologia, por exemplo, seu diferencial pode ser revisado a cada 2 anos. Lembrando que ele sempre deve estar ligado à sua proposta de valor.
III. Propósito
O que sua empresa constrói para um mundo melhor? Aqui, podemos analisar 3 ondas que moldaram muitas empresas ao longo dos anos. A primeira era focada em surpreender e criar awareness da marca. Durante a segunda, o cenário já tinha mudado um pouco e as marcas queriam construir relevância para o mundo, apelando para conexões emocionais e valor. A terceira onda é a que vivemos atualmente, dentro da qual as marcas têm um propósito forte e definido, com uma comunicação que quer engajar pessoas e criar um ecossistema.
Em resumo, para criar valor você precisa saber para onde ir. Sua marca tem que ser maior que o seu negócio, você, como empreendedor, tem que fazê-la muito maior. Uma boa forma de conseguir esse posicionamento pode ser por meio das redes sociais ou até mesmo embaixadores da marca. Quem são as pessoas que melhor representam a sua marca?
Endeavor

Arrecadação da CPMF só entra no Orçamento 2017 com PEC aprovada até dezembro

O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017, senador Wellington Fagundes, afirmou nesta segunda-feira (11) que o Congresso deve aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do CPMF – ou “imposto do cheque” – até o fim deste ano para que a arrecadação possa entrar no Orçamento do ano que vem.
Segundo Fagundes, a margem de aumento de arrecadação do tributo é de R$33,24 bilhões, mesmo teor do anexo enviado em abril por Dilma Rousseff. O senador lembrou que não existe obrigatoriedade do retorno da CPMF pelo fato de ele estar previsto no parecer da LDO 2017.O governo, contudo, tem sinalizado que vai usar outros instrumentos, como Cide, IPI e PIS/Cofins para elevar a arrecadação. A área técnica do governo nunca escondeu que prefere a CPMF a outros impostos e contribuições que têm sido debatidos.
O que é:Criada em 1996 para substituir o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF) e cobrir gastos com projetos de saúde do Governo Federal, a Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras foi extinta em 2007.
Descontentes com o governo, o empresariado deu início ao maior movimento de campanha aberta contra um governo brasileiro da história baseada no retorno da CPMF. O slogan da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) “não vou pagar o pato” esteve presente em infláveis gigantes nas manifestações de rua e em anúncio milionários nos principais meios de comunicação do País.
IG – Economia

Segredos para ser bem sucedido ao trabalhar em equipe

Muita gente tem dificuldade em trabalhar em equipe, mas todo mundo sabe que isso é inevitável. Em algum momento da carreira, qualquer tipo de profissional deve lidar com colegas de trabalho, subordinados ou chefes. Pensando nisso, a colaboradora do site Business Insider Deborah Copaken fez uma lista de coisas possíveis a serem feitas para que essa convivência seja a melhor possível.
Comunicação-Uma das piores falhas no trabalho colaborativo é o desentendimento entre os participantes, portanto, sempre e imediatamente, qualquer que seja a confusão, peça esclarecimentos sobre algo que lhe pareça errado ou obscuro. Alguns preferem a comunicação cara a cara a e-mails ou mensagens, pois estes abrem espaço para interpretações. Mas outras pessoas se sentem mais confiantes se comunicando eletronicamente. Saiba, portanto, a preferência de seus colegas. Faça seu melhor para respeitar isso.
Empatia-Toda vez que abrir sua boca, tente se colocar no lugar do seu colega. Como você se sentiria recebendo aquelas palavras que você está dizendo? Não tenha medo de alterar o discurso do “modo profissional” para o “modo humano”. É melhor para todo o processo e para as pessoas.
Faça seu dever de casa-Dependendo da equipe e dos desejos dos colaboradores, uma porcentagem do trabalho poderá ser feita em conjunto e outra, em casa. Se uma pessoa não faz a sua parte em casa, sozinha, o projeto todo pode sofrer.
Escolha o local correto
Localização é tudo. Quando você está produzindo, tudo pode influenciar na produção final e no teor do trabalho realizado: nível do barulho, qualidade da luz, nível de conforto… Se puder, escolha o lugar certo para trabalhar em equipe, pois é nesse local que ficará com as mesas pessoas todos os dias.
Elogie o trabalho alheio
Deixe os outros saberem se você gosta do que estão fazendo. Você curtiu um texto, uma ideia, algo que seu colega fez? Elogie! Efusivamente. Todo mundo quer se sentir apreciado, ouvido e visto. Todo mundo quer saber que seu esforço tem sido notado.
Revise-Ninguém faz algo perfeito de primeira. De fato, perfeccionismo é uma das maiores barreiras para os erros (só não deixe que isso impeça que o trabalho siga adiante). Seja minucioso no trabalho em equipe também, observe cada detalhe, revise cada fase.
Não tolere gritos-Gritos, birras ou qualquer outro abuso verbal não pode ter lugar em uma equipe. Se algum grito acontecer, dê fim nisso imediatamente. Lembre seus colegas que as regras de relacionamento não toleram agressividade.
IG – Economia

Dúvidas sobre o IR

O contribuinte não terá mais problemas para se informar sobre como fazer a declaração do Imposto de Renda deste ano. O Correio Braziliense e o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) fecharam parceria e vão esclarecer todas as dúvidas dos leitores, para evitar que caiam na malha fina. Os esclarecimentos serão publicados diariamente no jornal e no site, basta que as perguntas sejam enviadas para economia.df@dabr.gov.br. Os questionamentos já podem ser enviados. A publicação das respostas começa em 1º de março.
O presidente do CFC, José Martonio Coelho, considera fundamental que os meios de comunicação auxiliem a sociedade. Ele ressalta que a parceria tem um cunho social. “O cidadão ainda é muito arredio à questões relacionadas a tributos.” Coelho chama atenção que são os detalhes que podem levar os contribuintes a caírem no erro. “Por mais que a interação tenha melhorado, a legislação é complexa e têm muitas situações que, dependendo do tipo de atividade profissional que a pessoa exerça, é difícil ter a percepção de como proceder”, esclareceu.
Ele pondera que, quando o contribuinte trabalha em uma empresa e o tributo é retirado diretamente da fonte, é mais simples e dificilmente aparecem erros, mas, na medida em que os rendimentos variam, com uma aplicação no mercado financeiro ou compra e venda de imóveis, por exemplo, a declaração já não é mais tão simples.
Detalhes
No ano passado, segundo a Receita Federal, 617.695 declaração do Imposto de Renda Pessoa Física caíram na malha fina. E, segundo o presidente do CFC, são os detalhes que mais levam o contribuinte à retenção. Um erro de digitação pode atrapalhar a vida do declarante e causar um sério problema com o Fisco. “Cair na malha fina tem um preço alto para o cidadão comum”, explicou. Para Coelho, o papel do Conselho Federal de Contabilidade é proteger a sociedade e o esclarecimento é uma forma de proteção.
De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, foram designados cinco especialistas em Imposto de Renda para auxiliarem nas dúvidas dos leitores do Correio. “Os profissionais são conselheiros do CFC e possuem empresas de contabilidade. Escolhemos a dedo aqueles mais qualificados para atuar nesta parceria”, afirmou.
CFC – Conselho Federal de Contabilidade

O que a sua marca representa para seu cliente?

Qual o sentimento que a sua marca transmite ao seu cliente? Essa não é uma reflexão simples. As possíveis respostas para essa pergunta trazem consigo diversos desdobramentos, que não só deveriam ser levados em conta, como também deveriam fundamentar a própria base do que a sua marca significa.
Muitas empresas se esforçam em focar suas ações em grandes campanhas, preocupadas com sua imagem em diversas plataformas. Claro que isso é de extrema importância, porém, sem responder e definir bem a sua identidade de marca antes de tudo isso, todo esse esforço é em vão.
Quer um exemplo? Um comercial da Coca Cola, fala sobre refrigerante? O que ursos polares, o Papai Noel ou a vida jovem tem a ver com refrigerante? Nada. A Coca Cola tem uma identidade de marca tão forte que eles podem colocar diversos elementos em seus comerciais, podem inclusive falar de tudo menos de refrigerante, que seu público consumidor vai saber do que se trata a propaganda, vai querer comprar Coca Cola, e não é por uma questão persuasiva daquele comercial em específico. Ela associa o produto a fatores positivos que quer enfatizar.
A marca que conhece seu público é pautada nele, diz algo sobre ele, se comunica com ele pelo simples fato de existir, e isso dá peso a um trabalho de comunicação. Isso faz com que o processo de branding seja quase que a criação da “alma” da marca ou da empresa.
Quando essa força existe, mesmo que produtos ruins sejam produzidos ou haja alguma falha, tanto de produto quanto de comunicação, isso não será um fator terminal para a empresa, pois a confiabilidade criada é muito mais intensa.
A marca não é a sua comunicação e nem o seu produto. Campanhas vêm e vão. Pode parecer absurdo, mas a grande campanha daquele momento vai servir por algum tempo, e o que vai continuar a alimentar sua empresa com leads é a força que sua marca tem na visão do consumidor, e isso nem sempre vem de uma propaganda, ação de marketing ou mesmo divulgação na imprensa.
Muitas empresas comentem esse erro, focando a gerencia de sua empresa ao pilar da comunicação externa. São raras as empresas que adotam um pensamento antropológico para sua marca, dando rosto, corpo, gostos e desgostos para o cliente que as define.
Isso é subestimar a capacidade do impacto psicológico que a marca tem no público.
O trabalho de construção da marca deve construir, acima de tudo, uma imagem na cabeça de seu público-alvo. Quais aspectos psíquicos a serem explorados pela marca na mente do público? É por isso que técnicas de storytelling dão tão certo, pois elas ligam uma marca ao emocional do cliente, criando um vínculo muito mais profundo do que o do estimulo consumista.
Lembre-se dessa reflexão, isso vai te ajudar a não criar uma marca rasa e sem o core necessário para conquistar clientes, de verdade!
Administradores

Precisamos amadurecer as relações de trabalho

O Brasil já tem mais de 60% de sua população conectada à internet e os smartphones têm contribuído no processo de inclusão em grande escala. Também na vida corporativa a conectividade trouxe agilidade na comunicação e virou uma aliada do dia a dia.
Ninguém discute a importância da CLT para pautar direitos e deveres que precisam ser respeitados. Não é essa a questão. Mas, precisamos ser realistas e admitir que temos hoje uma regulamentação das relações trabalhistas ultrapassada em muitos aspectos. Basta pensar que estamos falando de um sistema que surgiu na década de 40, quando a mão de obra era predominantemente rural. Existe alguma dúvida de que nos aproximadamente 70 anos que se passaram muita coisa mudou? Vivemos novos tempos, não somente na esfera tecnológica, mas comportamental também.
Meu propósito aqui é provocar a reflexão. Principalmente nos últimos 20 anos, o desenvolvimento de novas tecnologias foi muito acelerado. A economia mundial mudou, hábitos e posturas profissionais, também. Na maioria das empresas que atendemos a palavra de ordem é Inovação. Até parece lógico, não fossem as leis trabalhistas.
Mudou o perfil das empresas e dos profissionais, mas as regras do jogo são as mesmas. Elas limitam as relações, dão suporte a reivindicações que não são pertinentes, inibem iniciativas que poderiam agregar grande valor, dinamismo e possibilidades de crescimento para todos.
Hoje o home office é muito comum, com funcionários distantes, que aparecem nos escritórios uma ou duas vezes por semana, quando acontece. Pessoal de vendas, lojistas, motoristas de frotas, todos precisam ficar na rua grande parte do dia. A ferramenta de trabalho desses profissionais é o computador ou o celular. Como fazer a comunicação chegar a esses profissionais?
Ferramentas digitais partem da premissa de que não tem hora para ter a informação, ela está lá, disponível para você. A comunicação interna de uma empresa, por exemplo, precisa informar, mas não pode abrir precedente para um eventual processo trabalhista de quem cobra o direito de acessar facebook, Instagram e responder ao WhatsApp durante o horário de trabalho, mas que processa a empresa por receber e-mails fora do horário do expediente.
Enquanto a publicidade esbanja inovações na forma de atingir o público, a comunicação interna fica se debatendo com revista interna, mural, TV corporativa, intranet e outros. Garanto aos mais jovens que isso não é algo novo, na minha época já existia.
Um injustiçado nessa questão é o jurídico, que normalmente barra ações que possam colocar a empresa em risco – trabalhista – é claro. Qual a maior reclamação das pessoas hoje em dia? A quantidade de e-mails que recebemos. Qual o principal canal de comunicação da empresa? E-mails marketing e comunicados diários. Faz sentido? Não, mas vai trocar pelo quê?
Somos dependentes da tecnologia. A nossa pressa vem do fato de que acessamos tudo imediatamente, nenhum assunto fica sem resposta, nem que seja uma pesquisa rápida no Google para saber do que se trata. As pessoas não saem do celular, seja no restaurante ou em casa. É motivo de estudo nos principais centros de pesquisa do mundo. E a comunicação interna está fora dela.
Pode ser generalista, mas a maioria das empresas ainda se encontra nessa situação. Outro lado da tecnologia é a inovação na forma de pensar a comunicação. Faz um bom tempo que entendemos que uma boa comunicação começa com um bom trabalho de diagnóstico. Entender como as pessoas pensam e traçar um bom perfil do seu público faz toda a diferença. E é ai que a tecnologia nos ajuda a inovar. Utilizando as mesmas técnicas da publicidade, temos como fazer a informação chegar de forma inteligente. A comunicação interna não precisa, e não deve ser, a mesma para todos. Essa é a maior inovação que podemos oferecer para as empresas.
Isso não é um trabalho que acontece do dia para a noite, mas a partir do momento em que você inseriu a tecnologia na estrutura da comunicação, esse trabalho é para sempre. Um caminho sem volta. A área de comunicação interna que ainda pensa planejamento com datas comemorativas, infelizmente, está parada no tempo, sinto informar. É preciso comunicar a estratégia, esclarecer sobre o que está de fato acontecendo, a importância de certas atitudes e investimentos, apoiar processos de transformação. A comunicação interna tem que gerar significado.
Como você espera engajar pessoas, se o que você comunica gira em torno do RH e Qualidade de Vida? A comunicação interna é a forma de a empresa falar com as pessoas, e se ela fala somente sobre esses assuntos, é isso o que fica. A empresa precisa mais do que nunca inovar, ser mais estratégica e efetiva na hora de comunicar-se.
Os desafios estão aí. Não são poucos. Renovar a forma de pensar e de se relacionar com o mundo é condição imperativa para quem quer manter-se no jogo.
Administradores

A comunicação faz a diferença do líder

Todos nós já tivemos ou conhecemos pessoas que não foram bem sucedidas como líderes de equipes, por não conseguirem se comunicar com eficácia.
“A comunicação, para os agrupamentos humanos, é tão importante quanto o sistema nervoso para o corpo”. (PIMENTA, 2009, p.9)
A prática da boa comunicação é fundamental para o sucesso de um gestor. É através dela que ele poderá obter os resultados esperados pela sua equipe dentro da organização.
Muitas empresas falham por não conseguirem alinhar a comunicação entre líder e liderado, e acabam por perder tempo, recursos, bons colaboradores, e isso impacta diretamente o lucro da organização.
Entretanto, a empresa não pode esperar de seus gestores uma comunicação assertiva desenvolvida por eles próprios. É necessário treiná-los e desenvolvê-los para que possam praticar com suas equipes.
Porém, essa postura precisa partir da direção da empresa, de forma que todos “falem a mesma linguagem”, e consigam percorrer o mesmo trajeto rumo aos bons resultados.
A seguir, seguem algumas dicas para que você desenvolva uma comunicação eficaz no ambiente da sua equipe, e obtenha os resultados esperados pela empresa.
Passe e repasse a visão
Liderados sempre se esquecem! É necessário que você, como líder, gestor, supervisor ou gerente esteja sempre relembrando seu time acerca da visão da empresa, aonde ela quer chegar, o que se espera de cada um, quais os objetivos específicos das tarefas ou mudanças. Nunca se canse de falar novamente sobre isso com seus colaboradores.
Ensine da forma correta
Cada pessoa possui um canal de aprendizagem mais forte; alguns aprendem melhor ouvindo, outros aprendem melhor observando, outros tem mais facilidade em aprender fazendo. O líder precisa ensinar levando em conta esses canais. Portanto, ensine explicando, demonstrando e fazendo.
Dê o feedback
Liderados precisam ser avaliados. Todos nós esperamos ouvir nossos acertos e nossos pontos a melhorar e desenvolver. Observe seu liderado, avalie as tarefas e converse com ele individualmente sobre seu desenvolvimento, de forma respeitosa e motivadora. Utilize a técnica PNP – Positivo, Negativo, Positivo.
Aprenda a ouvir mais
Muitos líderes perdem informações importantes, tomam decisões ruins e chegam a conclusões equivocadas por não entenderem que também precisam ouvir. Muitas vezes, ouvir é melhor do que falar. “As pessoas ouvem frequentemente a crítica ‘ele fala demais’, mas por acaso alguém já foi criticado por ‘escutar demais’?” diz Norman Augustine.
Seja objetivo
A objetividade facilita a comunicação. Fale com clareza, e esclareça a tarefa. Mas cuidado para não confundir objetividade com resumo. Explique com clareza.
Pratique a Empatia
Colocar-se no lugar do seu colaborador pode ajudá-lo à comunicar-se de forma a entender que o funcionário possui emoções e necessidades diferentes daquilo que você possui. Dessa forma, o líder tem mais chances de entender qual será a melhor forma de comunicação a ser usada naquele momento.
O papel do líder é fazer com que as informações sejam disseminadas para que a organização obtenha os resultados esperados. Isso tem a ver com o relacionamento líder x liderado.
Comece a praticar uma boa comunicação e faça a diferença no seu ambiente de trabalho.
Administradores