Aluguel

Preço médio de aluguel residencial no Brasil tem queda nominal de 9% em janeiro

O preço médio do aluguel residencial no Brasil em janeiro recuou 9,1 por cento em termos nominais na comparação com igual período de 2016, atingindo 23,08 reais por metro quadrado, menor nível em 12 meses, de acordo com o levantamento DMI-Viva Real.
Na comparação com dezembro, houve queda de 1,4 por cento, mostrou a pesquisa, que contempla mais de 2 milhões de imóveis usados em 30 cidades de diferentes regiões do país.
O Rio de Janeiro foi a cidade que em janeiro apresentou a maior redução no valor médio da locação, com baixa de 2,17 por cento na comparação anual, para 32,61 reais, o metro quadrado. Ainda assim, a cidade é a segunda mais cara para aluguel residencial, perdendo apenas para São Paulo, onde o metro quadrado foi de 35,71 reais para locação.
Para venda, o preço médio de imóveis residenciais no Brasil em janeiro sofreu desvalorização nominal de 0,23 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior e de 0,36 por cento ante dezembro, alcançando 4.848 reais por metro quadrado, segundo o DMI-Viva Real.
Ainda conforme o levantamento, Brasília foi a cidade que tinha o metro quadrado mais caro para venda em janeiro (8.400 reais), seguida por Rio de Janeiro (7.292 reais), São Paulo (6.842 reais), Recife (6.134 reais) e Vitória (5.750 reais).
ADMINISTRADORES

Entenda como funciona o cálculo do sistema de amortização constante

A amortização é o processo de diminuição do saldo, normalmente de uma dívida, mediante o pagamento periódico de parcelas. Esses pagamentos normalmente são mensais e existem duas formas de diminuir o saldo devedor: com as parcelas constantes, denominado Tabela Price, e com a amortização constante, denominado Sistema de Amortização Constante (SAC).
Entenda o sistema de amortização constante
Quando se paga uma parcela de um empréstimo, apenas se considera o valor absoluto da mesma. Muitas vezes, não vem discriminado que parte do total é a diminuição efetiva da dívida e que parte representa apenas os juros da operação.
No caso do SAC, as parcelas serão decrescentes. Dessa forma, a primeira conclusão a que se chega é que as primeiras parcelas terão uma parte maior de juros, pois os valores serão menores mês a mês. Esse tipo de amortização é muito utilizado pelos bancos nos financiamentos de imóveis.
Exemplificando – Vamos analisar a obtenção de um empréstimo no valor de R$30.000 para ser pago em 300 parcelas, ou seja, durante os próximos 25 anos, a uma taxa de juro mensal de 1%. O valor das parcelas será decrescente, mas qual a parte dos pagamentos mensais se refere à amortização da dívida, que é a diminuição do saldo devedor?
Basta dividir o valor total pelo tempo de acordo com os pagamentos. Se os pagamentos serão mensais, os R$30.000 devem ser divididos por 300 meses, gerando o valor de R$100 de amortização constante.
Já os juros serão sempre incidentes sobre o saldo devedor corrente. Para o primeiro mês, ele será de 1% dos R$30.000, montando a R$300. Dessa forma, já podemos definir o valor da primeira parcela e saber separadamente o valor dos juros e o valor da amortização da dívida.
Nesse caso, ela será de R$400, sendo R$100 de amortização (constante) e R$300 de juros. Como a amortização diminui o saldo devedor, ao final do primeiro mês, a dívida será reduzida para R$29.900 depois do pagamento de R$400 da parcela, pois apenas R$100 são destinados para diminuir o total da dívida. Os juros representam o pagamento pelo “aluguel” do dinheiro.
E a próxima parcela será de quanto?
Primeiramente, devemos pegar o saldo devedor ao fim do primeiro mês, que é R$29.900. Sobre ele, deve ser aplicada a taxa de juro contratual de 1%, o que dá R$299,00. Agora, a parcela terá o valor reduzido para R$399,00. E de quanto é a diminuição da dívida? Sempre será de R$100, pois a amortização é constante. Note que a quantidade de juros pagos é que diminuiu.
Esse cálculo será repetido até a última parcela, quando será realizado o pagamento de número 300 no valor de R$101. Desse total, apenas R$1 será destinado aos juros e os R$100 restantes serão destinados à quitação definitiva do saldo devedor, fazendo com que o pagador não mais deva nada ao credor.
Não é necessário ter grandes conhecimentos nem uma calculadora muito cara para fazer essa conta. Na internet, há diversas ferramentas que podem ajudar e realizar os cálculos, apresentando o saldo devedor ao final de cada pagamento, o que permitirá a quem consulta saber o exato valor da sua dívida a qualquer momento.
SAGE

Inflação do aluguel avança na segunda prévia de julho

A inflação do aluguel residencial, calculada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), subiu 0,71% na segunda prévia de julho. No mesmo período do mês anterior, a variação registrada foi de 0,59%.
No período, o índice, responsável pelo reajuste de cerca de 90% dos contratos de locação com prazo superior a um ano, teve como principais tendências de alta os preços das matérias-primas brutas, com alta de 1,58%.
Os preços da soja (de – 0,47% para 4,25%), das aves (de – 0,94% para 5,26%) e do milho (de -4,16% para 0,99%) foram os itens que mais contribuíram para a alta nos preços das matérias-primas. Por outro lado, ficaram mais baratos os preços dos bovinos (de – 0,2% para -0,98%) e do algodão (de 3,41% para – 1,79%).
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), também utilizado para o cálculo do índice, registrou variação de 0,56%, com quatro das oito classes de despesa do índice registrando altas menores do que as apresentadas na apuração anterior.
A principal contribuição partiu do grupo Despesas Diversas (de 5,43% para 0,54%). Nesta classe de despesa, o destaque ficou por conta do jogo lotérico, cuja taxa passou de 48,23% para 1,58%.
Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou, na segunda prévia de julho, variação de 0,72%, contra 1,67% do mês anterior. No índice, os preços relativos a Materiais, Equipamentos e Serviços subiram 0,05% e o custo da Mão de Obra avançou 1,32%.
A variação apresentada pelo IGP-M ao longo dos últimos 12 meses é responsável também como referencia pela correção de valores de contratos de energia elétrica.
R7

Inflação do aluguel avança 0,74% na 1ª prévia de março, informou a FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,74% na primeira prévia de março, ante avanço de 0,09% na primeira prévia do mesmo índice em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta terça-feira, 10. A taxa ficou levemente acima do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam taxa entre +0,45% e +0,73%, com mediana das expectativas em 0,62%. No dado fechado do mês passado, o IGP-M subiu 0,27%.
A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O IPA-M ((Índice de Preços por Atacado – Mercado), que subiu 0,79%, em comparação à queda de 0,34% na primeira prévia de fevereiro. O IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor – Mercado), que corresponde à inflação no varejo e que apresentou alta de 0,88% na leitura anunciada hoje, após subir 0,97% no mês passado. E o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção – Mercado), que mensura o custo da construção e que teve elevação de 0,20%, após registrar aumento de 0,67%, na mesma base de comparação.
O IGP-M é muito usado para reajuste no preço do aluguel. Até a primeira prévia de março, o índice acumula alta de 1,79% no ano e de 2,92% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 28 de fevereiro.
Economia