Empreendedorismo

Vai empreender em 2018? Confira 6 dicas tributárias que irão auxiliar a alavancar os negócios

Para quem pretende empreender neste ano é fundamental planejar-se. O empreendedorismo é composto por uma tomada de decisões, escolhas estas que implicam em riscos e desafios, inovações, postura, sonhos, criatividade. Em tempos de crise, o cenário é ainda mais desafiador, e utilizar-se de opções que tornem o caminho menos árduo e o negócio mais seguro pode ser, de longe, o ponto determinante para a consolidação do sucesso.
Com um dos impostos mais caros do mundo sobre as empresas, a questão tributária talvez seja um dos pontos mais desafiadores no início de um negócio. Inteiramente ligado ao desempenho econômico de um país, o sistema tributário pode garantir, ou não, através das taxas, possibilidades mais competitivas ao empreendedor.
Mas, então, como empreender em um país onde as cargas tributárias são tão altas? Confira abaixo uma lista com 6 dicas feita por Francisco Arrighi, diretor da Fradema – maior empresa do setor na América Latina.
1 – Escolha o Regime Tributário que melhor se enquadre no negócio
O empreendedor deverá definir a estratégia tributária e escolher entre os regimes, Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Arbitrado ou Lucro Real, além da escolher se o regime será de caixa ou de competência. A legislação tributária brasileira é complexa, e analisar o regime de tributação em que melhor se enquadre a empresa e os impostos a serem pagos, pode ser uma empreitada, de longe, bem complicada, entretanto, necessária. Independentemente do tamanho ou do tipo do empreendimento, planejar todos os passos significa diminuir os riscos de falência, e com o atual cenário econômico, o plano tributário torna-se essencial para que uma empresa possa se manter competitiva em seu ramo de atividade.
2 – Não se iluda! Nem sempre o Simples Nacional será a melhor estratégia
De acordo com Francisco Arrighi, é importante ressaltar que nem sempre o Simples Nacional será a melhor estratégia de tributação, já que ele, muitas vezes, poderá ser mais caro, dependendo da atividade e volume previsto de faturamento. Neste ano, entraram novas tabelas do Simples Nacional com aumento das faixas e de alíquotas, desta forma o empreendedor deve ficar muito atento, pois, se está começando um negócio, provavelmente ainda não tem condições de prever o faturamento, e desta forma, também fica difícil definir uma estratégia tributaria.
3- Verifique as cargas tributárias que incidiram nos produtos antes destes chegarem ao estabelecimento
O novo e futuro empresário deve, logo que os produtos chegarem ao estabelecimento, verificar a carga tributária que estes já sofreram, pois isso também influenciará na escolha do regime tributário, podendo não ser o Simples a melhor opção.
4 – Inteire-se das novas regras relativas à CLT
A nova legislação aprovada pela CLT também não deve ser esquecida, já que introduz a contratação de funcionários terceirizados de forma mais detalhada, onde os custos diretos com as contratações podem ser menores e em alguns casos desqualificará a opção de regime no Simples Nacional, por exemplo, pois dependendo do volume de empregados que a atividade demandara pode haver grande economia com o Simples.
5 – Contrate uma empresa especializada em Consultoria Tributária
Com tantas mudanças acerca dos regimes tributários, o estudo feito por um consultor especializado será de extrema importância para que a empresa não pague mais tributos que o desejado. Esta irá analisar diversos aspectos do negócio, especialmente em relação ao volume de faturamento, número de empregados e incidência ou não na ST (substituição tributária) sobre os produtos, sendo preciso até mesmo conhecer qual o destino final das mercadorias que serão comercializadas para uma perfeita apuração.
6- Opte por consultorias que possuam Softwares para melhor apurar os tributos
Com o intuito de diminuir a incidência de grandes cargas tributárias, é valido lembrar que grandes consultorias, como a Fradema, possuem ferramentas eletrônicas que checam e apuram os tributos com todos os aproveitamentos de créditos, auxiliando assim as empresas na escolha correta do Regime de Tributação. Esta é uma inteligente opção para garantir os lucros.
Contabilidade na TV

Enxergando as barreiras que nos impedem de crescer

– Papai, por que o médico não pode vir até aqui?
Foi a pergunta que Beatriz, de 5 anos, fez ao pai, quando ficou doente. A pequena não queria enfrentar as horas de espera no pronto-atendimento de um hospital. Por isso, Fabio ligou para uma amiga médica, que foi visitá-los e fez o atendimento no quarto da menina, sem filas, burocracia e espera.
Para Fabio, surgiu um estalo: aquilo poderia virar um negócio.
Fabio passou os seis meses seguintes só estudando sobre o universo de startups, investimento, saúde e atendimento médico. Dessa imersão, nasceu a Docway: o aplicativo que leva o médico onde você estiver. Pelo celular é possível agendar uma consulta, exames e até vacinas sem precisar sair de onde você está.
A OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO ERA CLARA, MAS O DESAFIO DE ESCALAR TAMBÉM PARECIA ENORME.
Negócios como a Docway são conhecidos como matchmakers: aplicativos de encontro entre “vendedores” e “compradores” de um serviço ou produto, que ganharam força com a Economia Colaborativa. São plataformas como o Airbnb, o Bla Bla Car e a Eventbrite que facilitam a transação entre dois elos de uma mesma cadeia de valor, oferecendo a melhor combinação de acordo com os algoritmos da busca entre oferta e procura.
Mas o que são os matchmakers e quais os seus desafios?
O grande desafio dos matchmakers é a dupla ”aquisição” de usuários: recrutar “vendedores” e “compradores” na mesma proporção. Se o Uber, por exemplo, tiver muito mais motoristas do que passageiros, as corridas serão tão escassas que não valerá a pena continuar trabalhando. Por outro lado, se o volume de passageiros for muito maior do que a capacidade de atendimento dos motoristas, as pessoas vão preferir chamar um táxi ou outro serviço. Por esta razão, este tipo de serviço também é conhecido como “multisided platforms”, termo oriundo das ciências econômicas, onde o acréscimo de usuários em cada um dos lados da plataforma, gera um “valor extra” para que novos usuários e provedores venham a se interessar em fazer parte desta rede, produzindo algo que os economistas chamam “externalidade de rede” (ou efeito rede).
O conceito é bastante simples, mas essencial em diversos negócios digitais, incluindo os matchmakers: um dos principais fatores a se levar em conta quando escolher um serviço/produto, seja como usuário ou provedor, é saber em qual deles há o maior número de pessoas procurando ou vendendo aquele serviço ou produto. As pessoas sempre tenderão a adotar aquele onde a economia de escala for maior, pois os ganhos “econômicos” na utilização daquele serviço serão maiores: maior oferta de provedores, e com isto menor preço ou melhor oferta/qualidade, e no outro lado também maior número de clientes com capacidade de maior geração de receitas. A cada novo usuário em qualquer dos lados, seja o da oferta ou o da procura, o valor da rede e para a rede aumenta exponencialmente. Como exemplo, o mesmo princípio é observado em redes sociais. De qual rede social você fará parte? Aquela na qual a maior parte dos seus amigos e conhecidos estiver cadastrado, assim aumentando a chance de você encontrar quem você quer reencontra.
Fabio vivia um desafio semelhante: acelerar o crescimento da Docway recrutando novos médicos e pacientes, na mesma proporção.
Por causa do potencial disruptivo da ideia e do perfil transformador do empreendedor, Fabio foi aprovado em 2017 para participar do programa de apoio a Scale-Ups Radar Santander. Ao longo de sete meses, ele teria o acompanhamento de mentores da Endeavor e de executivos do Santander, oportunidade de networking com a rede de empresas que mais crescem no país e apoio nos seus principais desafios de crescimento.
A mentoria que tirou as ideias do lugar
Fabio deu sorte. Um outro empreendedor apoiado pelo programa tinha faltado ao encontro e o mentor Eduardo Fontana tinha mais de duas horas livres para doar. Começaram a conversar.
Eduardo, mentor Endeavor há mais de 8 anos, Venture Builder e investidor anjo, conta que, quando fez a avaliação do negócio, teve uma primeira preocupação. Ele comentou:
– No início, para conseguir massa suficiente de médicos e pacientes, você vai ter um “trabalho maluco”. Seria preciso bater de porta em porta nos consultórios médicos falando sobre a plataforma e convidando os especialistas a participarem. E ainda teria de divulgar o aplicativo para os potenciais pacientes, indo um a um. Conectar um médico a um paciente, outro médico a outro paciente… Isto demoraria muito tempo, demandaria um esforço enorme, e levaria vocês a terem, quem sabe, em 5 ou 10 anos alguns poucos mil usuários..
O esforço parecia tão grande que dificilmente o negócio escalaria na velocidade necessária.
Foi aí que Eduardo completou:
– Mas, por outro lado, você tem uma mina de ouro nas mãos que ainda não enxergou. A maior parte dos custos de uma empresa de saúde complementar é decorrente dos doentes crônicos: pessoas com diabetes, problemas cardíacos, câncer, AVC, etc. que realizam exames e consultas médicas com muita frequência. E se, em vez de tentar laçar um cliente por vez, você prestasse o serviço para estas empresas? Seria um baita negócio! O plano de saúde já tem uma base gigantesca de médicos e ainda tem interesse em controlar melhor os doentes crônicos, e prevenir os pacientes de alto risco para estas doenças.
Fabio conta que eles quase brigaram nessa conversa. “A primeira meia hora foi muito tensa porque eu queria colocar na cabeça dele que as coisas poderiam dar certo do jeito que eu estava fazendo.”
Eduardo continuou com o racional:
– Se você fechar contrato com uma grande seguradora, por exemplo, já tem dezenas de milhares de usuários instantaneamente de um lado. E do outro, já tem milhares de médicos credenciados. Além disto, a própria seguradora terá o maior interesse em “preencher” o teu pipeline de consultas para garantir que doentes crônicos ou potenciais custem menos no longo prazo.
Ao longo da mentoria, o pensamento de Fabio foi se alterando. “No meio da conversa você percebe: isso está fazendo sentido, está fazendo sentido…E quando acaba, sai de lá dizendo: É isso mesmo, como eu não pensei nisso antes?”
Foi uma virada de chave.
Fabio saiu da reunião com as ideias fervilhando na cabeça, sem conseguir dormir à noite. Com a ajuda do mentor padrinho do programa, João Alceu Amoroso Lima, vice-presidente do Grupo Notredame Intermédica, ele foi transformando a provocação de Eduardo e outros desafios de gestão da Docway em um plano de ação direcionado à mudança.
Em três semanas, o time amadureceu a ideia e mudou o roadmap do time de tecnologia para consolidar uma API que pudesse ser usada pelos outros players de saúde — planos de saúde, seguradoras e startups, por exemplo. O esforço passaria de conquistar clientes B2C para buscar os primeiros parceiros B2B. E o resultado veio mais rápido do que imaginava. Pouco tempo depois, fecharam o primeiro novo cliente: a seguradora SulAmérica Seguros, maior do Brasil no setor, e abriram conversas com diversas seguradoras. E seis meses depois da primeira conversa, Fabio fechou contrato um dos maiores prestadores de assistência da América Latina, onde adaptou o modelo, criando um painel exclusivo para prestadores de serviço solicitarem médicos aos seus segurados.
Os últimos meses foram tão acelerados na Docway que os primeiros clientes conquistados abriram caminho para internacionalizar o negócio. Entre uma conexão de voo e outra, Fabio tem agora em 2018 o desafio de gerir o futuro da Docway — que chegou mais cedo do que ele esperava.
Tudo isso depois de uma mentoria!
Buscando apoio para superar as próprias barreiras
Enxergar as barreiras que nos impedem de crescer é um dos maiores desafios do empreendedor. Mais ainda: refletir e se provocar para superá-las exige um nível grande de autoconhecimento, comprometimento com o negócio e vontade genuína de crescer. Para Eduardo Fontana, esse deve ser um exercício recorrente de quem empreende.
Fabio Tiepolo conta que, mesmo antes do programa Radar Santander, já buscava mentorias no seu próprio círculo de contatos e também pelo LinkedIn, conectando-se a pessoas do mercado com quem pudesse trocar. “As pessoas estão dispostas a ajudar. As grandes empresas estão preocupadas com o processo de digitalização do mundo, por isso quando você faz boas provocações, elas vão abrir as portas para você.”
Eduardo Fontana é um grande exemplo disto. Mesmo fora da rede da Endeavor, está sempre o tempo todo recebendo chamadas, e-mails, etc. e aceitando cafés, conference calls, etc. para dar mentorias. “É um processo valioso tanto para o mentorado, como para o mentor. Além de que ajudar no desenvolvimento de nossa sociedade e retribuir um pouco de tudo aquilo que já tivemos e recebemos, deve ser o papel de qualquer cidadão preocupado com a evolução de seu país e sociedade.”
Mas, nesse caso, a mensagem faz toda diferença entre um convite ignorado e um café marcado. Fabio sugere uma abordagem como essa:
“Oi Fulano,
Meu nome é Fabio, sou fundador da Docway, um matchmaking de médicos e pacientes com X mil usuários. Sei que você já passou por um processo recente de [inclui aqui a experiência dessa pessoa] e estou com um desafio bastante semelhante.
Queria conversar com você sobre esse desafio. Você estaria disposto a marcar um café de meia hora?“
Diversos estudos já comprovaram a relação entre a prática de mentoria e o aumento da felicidade interna em quem doa o seu tempo. Nesse sentido, quando você deixa clara a relação de troca de experiências, em uma via de mão dupla, maiores são as chances de marcar mentorias que o ajudem a enxergar suas próprias barreiras de crescimento — e os caminhos alternativos que você ainda não tinha enxergado.
“As pessoas não querem perder tempo. E se você vai com um problema muito claro, ela vai te dizer: vou te ajudar ou não posso te ajudar, mas procure essa outra pessoa“, sugere Fabio.
Muitas vezes, como bem observado pelo Eduardo, apesar de uma ideia bem formado por parte do empreendedor, e um problemas bem definido por parte deste, não significam que a conversa irá caminhar neste sentido. O “olhar de fora da caixa” descompromissado com as “verdades” do empreendedor, muitas vezes permitem ao mentor “ver” coisas antes não vistas pelo empreendedor.
O PAPEL DO MENTOR É TE FAZER ENCURTAR OS CAMINHOS
“Eu acredito que, naturalmente, nós chegaríamos a essa conclusão. Mas teríamos nos machucado tanto, errado tanto, gasto muito dinheiro… até enxergar lá na frente que não era o melhor caminho. Em uma conversa de duas horas conseguimos encurtar esse processo.”
No mercado de Venture Capital e Private Equity existe o que chamamos de “Smart Money”. É aquele investidor que traz não somente dinheiro, mas muitas vezes conhecimentos, conexões, etc. Um bom mentor, com o expertise e flexibilidade necessária, e a visão holística de vários mercados e situações, pode de certa forma se comparar a isto. Eduardo complementa: “O processo de mentoria e iniciativas como a Endeavor, proporcionam isto aos empreendedores. Proporcionam estas conexões, esta aceleração na correção de rumos e abertura de portas. Dá acesso aos empreendedores ao que podemos chamar de “Smart Talks”!
O programa de aceleração Radar Santander, do qual Fabio participou em 2017, está com as inscrições abertas para empreendedores com alto potencial de crescimento. Se você também tem desafios de escala e quer contar com uma rede de mentores para te ajudar com conversas, orientações — e, principalmente, provocações — conheça o programa e faça sua inscrição.
São iniciativas como essa que aceleram o crescimento dos bons negócios, formam novas redes de colaboração e aumentam o impacto dos empreendedores no futuro que queremos criar.

Endeavor

Cinco coisas que não se deve falar no ambiente de trabalho

Que a sua carreira é resultado de todo seu empenho e dedicação já sabemos. No entanto, algo que também precisa ficar claro é que a qualidade do ambiente de trabalho está intimamente vinculada a postura e comportamento dos colaboradores. Sendo assim, adotar discursos agradáveis e positivos além de ser uma atitude inteligente com certeza agregará no crescimento de sua carreira, pois um ambiente harmônico e agradável, sem sombra de dúvidas, em muito favorece na qualidade do desenvolvimento de suas atividades.
Sabendo disso a Coach Claudia Deris, especializada em carreira e liderança, elencou abaixo cinco coisas que não devemos falar no ambiente de trabalho. Confira:
Criticar a postura da empresa
Ao se deparar com uma empresa nova, é comum profissionais não se adaptarem as regras internas, políticas de convívio, gestão, normas de vestimenta e etc… Comentários negativos sobre a cultura da empresa devem ser evitados, afinal, a última coisa que queremos é que seu gestor questione se o seu perfil é adequado para o cargo ocupado e se compensa, para a empresa, investir em você
Questionar a remuneração do colega de trabalho
Em uma empresa existem diversos cargos, todos eles com salários variados e que foram conquistados por profissionais das mais diferentes formas. Questionar o quanto seu colega de trabalho recebe é o mesmo que deixar sua oportunidade de evoluir em sua carreira para trás, pois entrará no campo injusto da comparação e se dará ao direito a só fazer algo diferente se primeiro for melhor remunerado, o que não passa de um grande erro.
Falar sobre detalhes da vida pessoal
Mesmo sabendo que passamos a maior parte do tempo em nosso ambiente de trabalho, evite expor sua família, ou amigos com comentários acerca de situações e comportamentos ocorridos em locais totalmente desconexos ao seu trabalho, além da exposição desnecessária, seus colegas poderão sentir-se inseguros em relação ao que você pode comentar deles em outros ambientes.
Palavrões
Apesar de comuns no dia-a-dia os palavrões não são bem vistos no ambiente de trabalho, pois além de muitos profissionais sentirem-se desrespeitadas, também pode passar a ideia de que só consegue demonstrar firmeza no posicionamento firme devido ao excesso de palavras de baixo calão
Contar vantagem
Muito cuidado ao se colocar como salvador da pátria quando assumir uma nova rotina, ou cargo. Até porque alguém esteve ali antes e fez o máximo que pode, sem contar que mesmo tendo qualificação para desenvolver tais habilidades em nada significa que estará livre de erros e de acompanhamento dos mais experientes.
Administradores

Os 4 fundamentos para aprender qualquer coisa

Tenho estudado métodos de aprendizagem enquanto tento adquirir novas habilidades… e adoro aprender coisas novas. Mas ainda enfrento alguns problemas recorrentes.
1. Ficar sobrecarregado. Quanto mais você aprende, mais percebe que há muito para aprender. O iniciante não sabe o quanto terá de estudar, mas assim que começa a explorar, encontra novas cavernas, e elas são imensas. Quando se explora essas cavernas, outras maiores são encontradas. Isso pode sobrecarregar qualquer um, e muitas pessoas eventualmente desistem por conta desse sentimento.
2. O insucesso dá uma sensação ruim. Se você quer aprender a jogar xadrez, irá perder bastante de início. Depois você vai melhorar e continuará perdendo. Na verdade, não importa o quão bom você fique, você continuará perdendo várias vezes. Isso acontece não apenas com jogos, mas também quando você aprende outras línguas, habilidades físicas, assuntos acadêmicos — você vai errar muito. Há maneiras de garantir que os erros sejam raros, mas assim não é possível aprender muito.
3. Às vezes parece que você só está enxugando gelo. Em um mundo ideal, as pessoas aprenderiam em um ritmo vertiginoso, baixando novas habilidades e conhecimentos no cérebro como no filme Matrix. Infelizmente não funciona desse jeito. Você precisa ler e ler, praticar e praticar, e na maior parte das vezes você sequer tem uma melhora perceptível. Outras pessoas parecem aprender a uma velocidade dobrada! Às vezes parece que você não está aprendendo nada. Isso pode ser desencorajador.
4. Sempre há uma forte sensação de incerteza. Humanos em geral não gostam da sensação de incerteza. Nós a evitamos, sentimos medo, raiva ou frustração diante dela. Mas quando você tenta aprender uma nova habilidade, quase tudo é incerteza. Você esquece as coisas constantemente, não compreende nada ou, quando pensa que entendeu, tenta pôr em prática e percebe que não entendeu nada. Esse sentimento de incerteza leva muitas pessoas a desistirem.
Certo, todos nós queremos aprender novas habilidades — idiomas, programação, habilidades físicas, história, matemática, escrita, jogos, tantas coisas. Mas temos que lidar com esses quatro problemas.
Vamos cuidar deles. Veja abaixo quatro fundamentos para superar esses quatro problemas para que você possa aprender qualquer coisa.
Primeiro fundamento: foco mínimo
Sim, é verdade: existe um vasto montante de coisas novas para aprender, e é fácil ficar sobrecarregado. Mas essa verdade se estende para a própria vida — há tanto para ver e fazer, e ninguém jamais poderá fazer tudo. Podemos apenas dar um passo de cada vez.
Portanto não precisamos focar nas inúmeras cavernas que precisam ser exploradas… mas apenas naquelas que estão diante de nós.
Que pequena área você pode estudar nesse exato momento? O que pode ser conquistado de imediato?
Ignore o vasto território desconhecido por enquanto, se desligue do resto do mundo e esteja apenas em um lugar. Estude apenas aquilo. Um pequeno passo por vez, alguns passos a cada dia e conseguiremos explorar muito ao longo do tempo.
Segundo fundamento: vire os erros de cabeça para baixo
Você já viu o vídeo da Inteligência Artificial Deepmind aprendendo a andar? O que mais impressiona é que tudo foi feito por meio da tentativa e erro. Cada erro foi uma lição.
Na verdade é algo bem similar ao nosso próprio aprendizado. Não sabemos que nosso conhecimento é errado até testarmos e percebermos como funciona. Não podemos aprender nada até que muitos erros sejam cometidos no processo.
Até para aprender a andar é assim… cambaleando, caindo, até que pegamos o jeito. É desse jeito que aprendemos a falar, comer com uma colher, etc. É certo que nesses casos temos o benefício de ver alguém fazendo da maneira correta, mas precisamos tentar e errar muito até aprender.
Infelizmente, a partir de certo ponto, começamos a temer o erro, mas esse medo só serve para atrasar. Erros são o processo de aprendizado em si. Cada derrota no xadrez, cada erro quando estamos aprendendo a dar um salto para trás são lições.
Portanto, ao invés de olhar para o erro como algo ruim, vire-o de ponta cabeça. Erros são lições, oportunidades para melhorar, um velho e sábio professor nos dizendo onde devemos focar nossos esforços para aprender.
Quando você errar, sorria e agradeça pela lição.
Terceiro fundamento: sinta prazer no processo
É duro quando percebemos que não estamos fazendo nenhum progresso ou que as coisas estão se movendo com lentidão. Queremos chegar ao nível máximo (ou ao menos ser um “iniciante avançado”) o mais rápido possível, e quando a demora é cinco vezes maior do que esperamos, sentimos frustração.
A resposta é esquecer o andamento do progresso e sentir prazer no processo de aprendizado.
É como ir a uma caminhada e ter os olhos fixos na beleza do destino final… mas é uma longa jornada e você fica frustrado pela demora. Em vez disso, foque na jornada em si é uma maneira melhor de viajar. Aproveite a paisagem, o esforço, a beleza de cada passo.
Quando aprendemos, em vez de focar em onde queremos estar, podemos aproveitar o momento do estudo. Podemos ser gratos por estarmos onde estamos, por termos a oportunidade de aprender. Podemos aproveitar os erros e progressos que experimentamos até então.
Sempre que você começar a querer que as coisas fossem mais rápidas, é um sinal de que você precisa focar onde está agora.
Quarto fundamento: aprenda a saborear as incertezas
Acredito que a incerteza em aprender algo novo, em estar em um território desconhecido, provavelmente é o mais difícil. Não gostamos dessa incerteza e normalmente nos afastamos dela.
Com a prática consciente, podemos mudar nossos sentimentos acerca dessa incerteza. Podemos começar a encontrar alegria nesse lugar desconhecido, em não estar no completo controle das coisas, de não ter um chão sólido sob nossos pés. Pode parecer estranho, mas é possível.
Vejamos alguns exemplos:
Você está aprendendo a jogar Go e já planeja as primeiras partidas. Perde e continua perdendo, não tem ideia do próximo movimento, você tem receio de que cada pedra colocada é um grande erro. É uma situação de incerteza. Você é capaz de aproveitar esse processo de tentar algo sem saber o resultado? Você é curioso sobre o que irá acontecer após o próximo movimento? Veja isso como uma oportunidade para experimentação, exploração e diversão.
Quando você está aprendendo um novo idioma, você pode ter um profundo receio de falar por não saber se está fazendo isso certo. Mas se você não falar, nunca irá aprender. Ao invés de temer essa incerteza, mergulhe fundo e se passe por um tolo. É melhor ser um tolo que está aprendendo do que um frango que não aprende nada de novo. É como dançar com movimentos aleatórios no meio de uma multidão… apenas se divertir como um bobo. Você pode fazer o mesmo quando aprende um novo idioma — tente parecer um tolo, aproveite o território desconhecido.
Quando você está tentando aprender a tocar um instrumento musical, fica preso na certeza das músicas já aprendidas nas partituras, porque é fácil seguir instruções escritas. Mas você não aprende de fato até afastar a partitura e tentar tocar sozinho. E você realmente aprende quando tenta praticar sem seguir instruções escritas por outrem — apenas tocando sua própria música, fraseando e improvisando. Claro que muito mais incerteza, e provavelmente irá ficar uma droga. Mas e daí? Divirta-se e crie coisas. Deleite-se nesse espaço de criação e incerteza.
Portanto, a incerteza pode ser aproveitada se pensarmos nela como uma prática — de criação, aprendizado, exploração, curiosidade, descoberta, experimentação, abertura e novidade. Isso se chama coragem.
Seja corajoso hoje, e coloque-se em um lugar de incertezas. E então deixe seu coração se encher com a liberdade do desconhecido e voar sem um plano.
Administradores

4 conceitos que todo empreendedor deveria conhecer e praticar

Foi-se o tempo em que trabalho duro e boa vontade eram suficientes para tornar bem sucedido um negócio próprio. Com a facilitação do acesso ao conhecimento de forma geral e a concorrência cada vez mais acirrada, dominar conceitos empresariais e colocá-los em prática na sua vida pode ser o fator decisivo para que um empreendimento alcance êxito.
No livro Seu Sonho Tem Futuro, lançado no início de outubro pela editora Gente, eu indico caminhos para tirar projetos do papel e também para aprimorar um negócio já existente. No livro, elenco alguns destes conceitos, que podem ser extremamente úteis e funcionais para o dia a dia do empreendedor.
1) DIP
Difundido pelo marketeiro norte-americano Seth Godin, este é um dos conceitos mais importantes para quem quer empreender. O DIP é aquele momento em que tudo dá errado. Entenda que a partir do momento que tirar seu sonho da mente e começar a dar-lhe corpo, ele se torna uma entidade viva, e tudo pode acontecer. Abraçar o DIP e saber que ele virá te visitar uma ou mais vezes é primordial para a longevidade do seu projeto.
Ao se encontrar o fundo do poço, é importante que o empreendedor reinicie o processo de alinhamento da sua ideia. Olhe para dentro, pesquise silenciosamente, e persista na execução. A grande oportunidade do DIP está em recomeçar o seu projeto no meio do caminho, com maior conhecimento e maturidade do que quando o iniciou. Grandes vitórias costumam esperar aqueles que conseguem ultrapassar o DIP. Costumo dizer que é neste momento verdadeiramente que se forma o empreendedor de sucesso.
2) Roda da Vida
Este conceito ajudará o empreendedor a planejar seu negócio e a definir de uma maneira mais clara suas prioridades. A The Wheel of Life, ou Roda da Vida, é uma poderosa ferramenta para avaliação pessoal que ajuda a revisar todos os aspectos da vida. Recomendo utilizá-la pelo fato de permitir ao empreendedor obter uma visão honesta sobre as diferentes áreas da vida, pessoal e profissional. Uso a palavra honesta pois a Roda da Vida te forçará a aceitar e encarar as áreas da sua vida que você precisará deixar como segundo ou terceiro plano.
Decidir antecipadamente, por exemplo, que amigos ou o trabalho atual precisarão ser preteridos por um determinado intervalo de tempo pode ser sofrido no início. No entanto, é isso o que dará tranquilidade e espaço mental para focar no que definir como prioridade para si, durante este mesmo espaço de tempo. O mais importante é não haver conflitos, pois é aí que a produtividade pode cair, e os objetivos serem perdidos. Nem sempre o que mais toma nosso tempo é o que deveria ou poderia. Essa ferramenta o ajuda a avaliar exatamente isso.
Acesse aqui dois ebooks gratuitos, mostrando como lançar uma campanha de sucesso e também dando dicas para divulgar sua campanha e atingir a meta.
3) Fuckup Nights
No mundo dos negócios, as decepções estão tão presentes, que até foi criado, em 2012, no México, um movimento global chamado Fuckup Nights, no qual pessoas ao redor do mundo compartilham publicamente suas histórias de fracasso. É uma espécie de TED ao avesso. No Fuckup Nights, seu maior erro é sua única glória. Milhares de pessoas participam desses eventos em mais de 150 países contando seus maiores fracassos.
O Fuckup Nights permite ao empreendedor entender que errar é algo a ser esperado e até mesmo celebrado. Começar a considerar o erro como um estado mental e não condição pessoal de fracassado é um grande avanço. Isso permite à pessoa desapego ao seu erro e a rápida recuperação da situação, permitindo assim que ela aproveite.
4) Público alvo e personas
A ideia de público-alvo, bastante difundida, traz uma definição bem aberta. Para detectar quem ele é, busca-se informação demográfica (idade, sexo, escolaridade, estado civil). Mas é bom lembrar que ele não se refere a uma pessoa específica, mas a um grupo de pessoas que possam querer determinado produto ou se engajar na ideia a partir de um delimitador mais amplo.
Já a persona é o desenho de uma pessoa específica que represente o cliente. Descobrir a persona é como criar um avatar. Você vai visualizar a pessoa, com detalhes sobre hábitos e trabalho, consumo, hobbies e preferências de canais de informação. Ela será seu personagem específico, cujas características traduzem quem você imagina atingir ao elaborar seu projeto. Saiba mais: Por que a brand persona é tão importante no atendimento ao cliente? A Wittel te explica tudo sobre o assunto Patrocinado
Mas o que vem primeiro? Depois de analisar o mercado e identificar o público-alvo, o empreendedor precisará ser mais específico ainda e definir a persona — ou seja, a pessoa com sentimentos e desejos que quer atingir. E esse método vale para tudo o que deseje lançar — uma conta de influenciador no Instagram, um livro, um novo produto, um novo álbum, um evento, uma ONG.

*Candice Paschoal é fundadora e CEO da Kickante – a maior plataforma brasileira de crowdfunding –, foi a única representante brasileira ganhadora do prêmio Cartier Women’s Initiative Awards 2017, o maior reconhecimento em empreendedorismo social feminino do mundo
Exame.com

Como planejar a carreira com foco e organização?

Não importa se o desejo é recolocação profissional, mudar de emprego, ser promovido, pedir um aumento ou aprimorar o currículo. O planejamento de carreira com foco e organização é fundamental para conquistar o sucesso desejado entre os profissionais.
Pensando em ajudar àqueles que planejam investir no crescimento profissional, listei abaixo as metas mais comuns de serem buscadas e selecionei dicas exclusivas para cada uma delas.
#1 Mudar de emprego: Se o maior desejo é encontrar uma nova oportunidade e trocar de emprego, o profissional precisa ser realista e avaliar o mercado de atuação, além de promover uma auto avaliação sobre suas próprias qualificações. Essas dicas são para quem deseja mudar de emprego ou buscar uma recolocação. A primeira coisa a se fazer é analisar o mercado, avaliar se é um setor que está em crescimento ou não e estudar quais são as possibilidades dessa área de atuação prosperar em 2018. Minha dica é, ao invés de esperar reativamente que vagas de trabalho sejam abertas, o profissional deve fazer uma lista de empresas com as quais se identifica e tem interesse em trabalhar.
Com os alvos em mãos está na hora de ativar o networking, conversar com as pessoas e ver quem você conhece que pode te deixar mais próximo da empresa em questão. Nessa etapa, também é importante, monitorar as vagas que abrem dentro da empresa e se candidatar para as oportunidades que tiverem o mesmo perfil. Saber quais são as empresas potenciais, manter o networking ativo e ficar atento às oportunidades é o melhor caminho para buscar uma colocação. Se o profissional já estiver trabalhando, todo esse movimento precisa ser feito de maneira muito discreta. O mercado de trabalho é pequeno e você pode causar constrangimentos em seu trabalho atual. Se não for esse o caso, quanto mais aberta e direta for a busca e ativação da rede, melhor. Deixe as pessoas saberem o que você deseja e não tenha medo de pedir ajuda e indicações.
#2 Ser promovido/ Pedir um aumento: Se você está feliz na empresa onde trabalha, mas quer subir alguns degraus na carreira, a resolução de 2018 será ser promovido ou mesmo pedir um aumento. Em ambos os casos a resolução de ano novo só será cumprida caso você tenha realizado um excelente trabalho em 2017. Essa é uma meta de médio e longo prazo, onde só é possível avançar caso haja merecimento pelo trabalho realizado no passado e presente. Ou seja, depende de tudo o que você realizou no ano que passou. Se você avaliar que ao longo de 2017 os resultados que você entregou para a empresa e equipe foram bons, busque sentar com o seu chefe e defenda seu merecimento com base em resultados reais. A melhor forma é expor seu interesse em realizar novos desafios, mostrar que você está pronto e disposto para entregar mais.
No entanto, se você avaliar que os resultados não estão tão bons, trace uma estratégia para o médio prazo, comece a trabalhar mais e melhor. Com clareza, honestidade e transparência, deixe claro o que você deseja, peça ajuda para atingir os resultados e saiba que uma avaliação realista e resultados reais valem mais do que uma apresentação cheia de adjetivos. É possível que mesmo entregando ótimos resultados a empresa não tenha oportunidades abertas, nesse caso a paciência e a sabedoria de esperar o melhor momento precisam estar presentes.
#3 Mudar de profissão: A mudança de área de atuação é sempre de longo prazo e comparada com as outras resoluções é a que mais demora para se realizar. Se o profissional deseja mudar de área dentro da mesma empresa é mais fácil, uma vez que basta ativar o networking e saber quais são os requisitos para a vaga. Sem falar que não precisa se preocupar com a adaptação com a cultura organizacional. Agora se não existe essa possibilidade, o profissional precisa fazer uma movimentação para mudar de área e de empresa, e nesse caso, a dedicação é ainda maior.
Para mudar de carreira, o primeiro passo é escolher qual será a nova ocupação e se dedicar a investir em conhecimento técnico e requisitos para esse novo cargo. Como a transição é lenta, o profissional pode planejar a mudança em etapas e, antes de chegar onde realmente deseja, escolher uma área intermediária. Quando estiver buscando a recolocação, deixe evidente que apesar de não ter conhecimento técnico, suas características pessoais são requisitos importantes para a área. Dessa forma, durante uma entrevista, você vai conseguir prender o interesse do recrutador e esse, por sua vez, não vai descartar o currículo mesmo sem a formação ou experiência necessária.
#4 Atualizar o currículo: A atualização de currículo também faz parte da carreira e das resoluções de ano novo. Essa é a menos complexa e que depende muito mais do profissional se dedicar e investir tempo e dinheiro em si mesmo. O desejo pode ser fazer um intercâmbio, estudar outro idioma, fazer uma especialização, fazer um curso, ou qualquer outra forma de atualização profissional, como bons livros, seminários, congressos e eventos.
Nesse caso, comece escolhendo o que é mais importante pra você, depois planeje o investimento financeiro e também o tempo que precisará dispor para cumprir essa meta. Escolha bem entre as opções de mercado para não ficar frustrado ou desistir no meio do caminho. Por fim, comece! Dedique-se a fazer o melhor e apenas faça. Afinal de contas, esse é, antes de tudo, um investimento em você e o sucesso de 2018 depende do quanto você está disposto em fazê-lo ser um ano, não só de planejamento, mas principalmente de realizações.

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Como evitar que a sua empresa fique parada no tempo

Numa realidade em que são raros os mercados que podem ser considerados “oceanos azuis” – ou seja, aqueles em que a concorrência ainda não chegou ou não oferece risco – estar atento à renovação do modelo de negócios, sua proposta de valor e a forma que ela se apresenta no mercado são ações fundamentais que não podem deixar de estar presentes na mente dos empresários em todas as decisões que vai tomar.
Muitas vezes vemos algumas empresas tão apegadas aos seus produtos, à sua forma de atendimento “que sempre deu certo” ou que “sempre foi assim” que elas simplesmente não percebem que estão perdendo mercado e competitividade.
O que deu certo no passado não é garantia de sucesso no futuro. Então rever a forma de agir e de se apresentar para os clientes tem que ser sim repensada.
Isso não significa perder a essência do negócio, seus valores ou o seu propósito de existir. Isso é e sempre deverá ser o que vai guiar a empresa a cada decisão tomada. Quando ela não sabe para onde ir, o caminho que mais for fiel a seu propósito é o que deve ser seguido.
No entanto, há muitas formas de se renovar, de se manter competitivo e com proposta de valor atrativa para o seu mercado consumidor sem perder sua essência. Algumas delas passam por desenvolver novos modelos de negócios, novos canais de distribuição, inovar no relacionamento com o consumidor ou mesmo um olhar mais profundo para dentro da companhia para identificar quais etapas do seu processo interno poderiam ser otimizadas de forma que ela ganhe mais eficiência.
Somente a partir do reconhecimento do problema é que se pode pensar em uma solução. E para isso, fazer um diagnóstico empresarial pode ser o caminho. Ou seja, mapear todos os pontos nevrálgicos do negócio e pensar em como melhorá-lo e aplicar as melhores práticas em cada um dos pontos. O diagnóstico permite definir quais são as áreas prioritárias para ação imediata e quais podem ser planejadas para um segundo momento. Processo extremamente importante para a empresa não se perder em muitas revisões e reestruturações e acabar não concluindo nenhuma.
Para todos esses pontos contar com especialistas pode ser o melhor caminho. Por quê correr o risco de se começar por exemplo uma reestruturação do negócio sem que se tenha total conhecimento dos pontos fundamentais desse processo? Começar certo, ter a certeza do caminho que vai oferecer menor risco e maior oportunidade são fatores que apenas com o parceiro certo e com conhecimento para tal podem proporcionar.
Vamos trabalhar juntos? Comece 2018 saindo de uma fase estacionária e caminhe rumo ao desenvolvimento e expansão do seu negócio.
Nosso propósito é desenvolver empresas, multiplicar sucesso e realizar sonhos.

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O que é empatia e como usá-la em apresentações profissionais

Quando você vai fazer uma apresentação, criar uma afinidade e uma conexão com a audiência permitem comunicar-se com todos como se estivesse comunicando-se com cada um individualmente. Esse é o resultado de apresentadores que dominam a técnica da empatia.
Mas, afinal, o que é empatia? Empatia é se colocar no lugar do outro, buscando entender suas opiniões e emoções. Não é sentir o mesmo, ou concordar sempre com as outras pessoas, mas sim respeitar e compreender o que elas pensam, sentem e falam.
Empatia pode ser descrita pela ideia de rapport, um conceito da psicologia que representa a ligação harmônica entre as pessoas. Essa sinergia facilita a interação e a troca de informações. Resulta em uma relação saudável e de respeito.
Empatia durante apresentações
Ao fazer uma apresentação, durante a criação do roteiro, deve-se pensar no conteúdo, mas também em como o seu público quer receber esta informação. Conhecer a audiência é a melhor maneira para criar este laço entre apresentador e audiência.
Procure descobrir o que sua plateia já sabe sobre o tema, o que ainda não sabe, quais são as mensagens que ele precisa gravar e qual a cultura do ambiente, ou seja, o público é mais sério ou brincalhão? Gosta mais de números ou de histórias? São meios de se aproximar mais do público e, assim, ter mais chances de gerar empatia.
Caso você sinta que não é empático, não se desespere! É possível desenvolver essa habilidade.
A primeira dica é nomear as pessoas. O ser humano tem um desejo pela conexão individual. Ao responder uma pergunta da platéia, pergunte como a pessoa se chama e dirija-se a ela pelo nome. Ainda sobre interação com a platéia, faça perguntas retóricas, para as quais a resposta não importa muito. Ao fazer isso, você coloca os espectadores para refletir e sentir o mesmo que você, o que gera cada vez mais conexão.
Um truque infalível é o sorriso no rosto. A ciência concluiu que temos um grupo de células chamadas neurônios-espelho. A simples observação de ações alheias ativa as mesmas regiões do cérebro dos observadores. Assim, estampar alegria no seu rosto vai ajudar seus interlocutores a entrarem na mesma sintonia.
Pratique também o recurso do calibramento. Perceba como é seu interlocutor: fala rápido? Devagar? Faz muitos gestos? Iguale suas atitudes e o seu modo de falar ao jeito do outro. Assim, são maiores as chances de ele entender a mensagem que você quer passar.
No caso de uma apresentação para muitas pessoas, varie seu tom de voz e a velocidade da sua fala para atingir mais gente. Saiba mais: A Dalos te mostra três dicas para falar bem em público Patrocinado
Um pecado para não cometer
A principal atitude que destrói a empatia é o julgamento. “Nossa, que cara chato! Não para de fazer perguntas…”
Para não julgar é fundamental sair de “bolha de realidade”, construída a partir das experiências únicas de cada pessoa, e entrar na bolha do outro. As pessoas tendem a ver o mundo com base em quem elas são. Quando usam referências e crenças pessoais, criam uma barreira ao comportamento empático. Lembre-se: entenda e respeite o outro. “É, ele pergunta muito mesmo. Mas deve ser porque quer entender melhor, quer se aprofundar no assunto.” O comunicador não pode julgar a plateia. Deve, pelo contrário, entender as demandas dela.
Com essas dicas você pode começar a praticar a empatia e arrasar nas próximas apresentações!

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Três dicas para ampliar as respostas positivas em seu cotidiano

Por muitas vezes, atingir os próprios objetivos depende de alguns fatores como potência, disciplina e foco. No entanto, viver em sociedade é ter que saber lidar com o outro, caso queira encontrar o sucesso. Para aqueles que estão cansados de ouvir sonoros “NÃO’s”, tanto na vida profissional quanto pessoal, chegou o momento de mudar algumas posturas para viver sem grandes frustrações e alcançar metas conjuntas. Confira dicas infalíveis para mudar de vida em 2018:

1. Exercite a empatia:

Se colocar no lugar da outra pessoa não é uma tarefa fácil, mas com esforço é possível chegar lá. Ouvir o outro é um dos primeiros passos para conseguir esse feito. Abra mão de julgamentos e faça perguntas que demonstram interesse, mas sem intimidar. Nesse caso, criar empatia é importante, pois sem ouvir o segundo interlocutor é impossível que ele lhe escute. Afinal, as relações são vias de mão dupla e só com um bom diálogo será possível encontrar um meio termo que favoreça ambos os lados. Uma boa dica para motivar a empatia é lembrar que compreender não é concordar.

2. Seja autêntico:

De acordo com a etimologia, ser autêntico quer dizer ‘aquilo que coincide com você mesmo’, ou seja, ser o que é. Quando agimos assim, passamos mais segurança para aqueles que estão ao nosso redor. Dentro do dia a dia, um exemplo comum é quando falamos uma verdade para alguém ou, até para nós mesmos, visando o crescimento e solução de problemas diante de um conflito.

3. Tenha persuasão:

Diferentemente do que se pensa, persuadir não é manipular. Mas sim, convencer alguém a fazer aquilo que se quer. Como se faz isso? Se mostrar o dono da razão com ideias rasas não é o melhor caminho. Vá preparado para o diálogo, tenha bons argumentos em mãos e apresente soluções que possam beneficiar a todos. Assim, fica mais fácil de conquistar respostas positivas dentro de diálogos passionais e construtivos. Boa sorte!

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Como gerenciar uma equipe de sucesso?

Mudanças ocorrem a todo momento, se formos comparar – por exemplo – a época atual com a de 50 anos atrás, encontraremos um abismo de diferenças. Ainda mais se falando de ‘trabalho em equipe’, que era quase que inexistente em meio a Era Industrial, na qual os funcionários estavam lá para receber a ordem e obedecer. Observo que, atualmente, em algumas empresas, esse comportamento ainda é comum, pois contam com chefes autoritários e indisponíveis, que adotam esse sistema anacrônico de dizer o que fazer e de cobrar seus subordinados.
Para terem uma ideia, eu tive essa terrível experiência na época que trabalhei em uma multinacional. Um gerente que não sabia o meu nome e não se importou em perguntar, me chamou de ‘cidadão’ e delegou a tarefa de forma desumana. Essa situação me entristeceu, desanimou e automaticamente – por mais que eu não quisesse – fez com que o meu rendimento caísse. Mas também tirei de lição, para repensar a minha vida e meus objetivos. Hoje, na posição de líder, busco sempre incentivar os que estão ao meu lado, prefiro me ver como uma pessoa que guia e leva para frente os colaboradores.
Gerenciar uma equipe não é a tarefa mais fácil do mundo, mas com determinação, conseguimos sim motivar qualquer ser humano. O primeiro passo, que gosto de citar, é o ‘conhecer as pessoas’. Nas empresas, os líderes precisam conhecer bem os seus funcionários, pois precisam saber qual a melhor forma de motivar cada membro da equipe e até aonde pode exigir de cada pessoa. Entenda que cada ser humano tem limitações diferentes e que precisam ser bem trabalhadas, assim como as qualidades
A perseverança é outro ponto importante para alcançar os melhores resultados, pois as pessoas são muito variáveis e não respondem de maneira igual aos desafios. Além disso, se o líder se deixar derrotar por essas dificuldades, fatalmente abandonará a missão. Um exemplo que a maioria conhece e gosto muito de usar como exemplo é a de Jesus Cristo. Alguém já disse que do grupo inicial de seguidores de Jesus, provavelmente a única pessoa que um recrutador escolheria seria Judas Iscariotes, por ter um perfil empreendedor, mas foi justo quem o traiu. Jesus lutou durante três anos com um bando de prováveis “fracassados” e transformou-os em homens que “viraram o mundo de cabeça para baixo”. Isto é perseverança, uma qualidade que todo líder precisa ter. Não desanime, selecione pessoas comprometidas, elas não precisam saber tudo, mas que se esforcem e vistam a camisa da sua empresa.
Uma outra característica que podemos relacionar a um líder é o senso de justiça. Ou seja, devemos tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados. Em se falando do mundo corporativo, o líder deve liderar como gostaria de ser liderado. Trate os seus colaboradores de forma igual, sem distinguir raça, cor, poder econômico etc, com o mesmo respeito, direitos e sem deixar com que questões pessoais interfiram.
O último e não menos importante é o empreendedor saber ‘não dar o peixe, mas ensinar a pescar’. O líder não precisa ser bonzinho o tempo todo e muito menos dar as coisas de “mão beijada”, mas se esforçando para que seus funcionários consigam exercer as funções de maneira segura e tranquila. Eles precisam confiar no empreendedor, recebendo boas condições de trabalho e tendo com quem contar nas horas difíceis para que atinjam seus objetivos com êxito. Aqui na Camisetas em 12 horas, por exemplo, nos deparamos com problemas diários, muito estresse, mas hoje posso contar com a equipe toda para tomadas de decisão.
Depois de 15 anos tentando das mais diversas maneiras e quase desistindo, após criar pré-conceitos sobre gestão de equipe, há exatamente um ano, resolvi renovar a minha equipe, mantendo apenas quem tinha comprometimento. Segui exatamente os passos que citei acima. Claro que não foi fácil, mas dia após dia fui seguindo, trabalhando, liderando, até que consegui deixar os meus colaboradores prontos. E, de fato, a minha estratégia deu certo, foi uma grande conquista, que me trouxe um resultado excelente, pois dobramos o faturamento em 2017. Por isso, gosto sempre de dizer que ‘quanto maior a luta, maior é a vitória’.
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